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A importância do marketing de conteúdo!

Em um mundo onde a propaganda tradicional tem casa vez menos eficácia, o Marketing de Conteúdo surge como um grande aliado para que as empresas alcancem mais clientes, sobretudo online.

Com a saturação da propaganda tradicional, os consumidores são expostos com mais frequência a mensagens publicitárias oferecendo produtos que, em grande parte das vezes, eles não querem comprar. E isso é feito, na maioria dos casos, através de interrupção, ou seja, o consumidor é interceptado enquanto consome conteúdo, seja no intervalo da novela, no meio de uma matéria da revista ou antes do início de um vídeo no YouTube.

Ainda pouco explorado no Brasil, o Marketing de Conteúdo vem ganhando força como alternativa a este modelo de interrupção. Ele consiste, basicamente, em gerar conteúdo relevante para o cliente em vez de bombardeá-lo com ofertas ou autopromoção. Como esse
conteúdo é uma informação útil que, de fato, interessa ao consumidor, ele tende a valorizá-lo e interagir com ele.

Ao gerar conteúdo relevante e de qualidade – que, de alguma forma, está associado aos seus produtos; e aí é que está a sacada –, a empresa tem a oportunidade de se tornar referência sobre aquele tema junto ao consumidor e, assim, aumentar sua reputação, uma das grandes moedas no mundo digital.

É nas redes sociais que o Marketing de Conteúdo pode ter seu grande potencial explorado. Nelas, o conteúdo produzido pode gerar interações e conversas que, eventualmente, podem se transformar em vendas. O conteúdo, além disso, pode ser viralizado e chegar a muitas outras pessoas, aumentando ainda mais a reputação de quem o publicou.

Por outro lado, o conteúdo também pode ser muito bem trabalhado em outros canais online, como blogs, sites e e-book, o que pode ser de grande valor para uma estratégia de SEO bem sucedida.

Comparado ao custo de mídias de massa, o Marketing de Conteúdo tem baixo valor de investimento e, como trabalha com o fortalecimento da marca com os consumidores, seu retorno tende a ser de longo prazo.

Em seu livro Likeable Social Media, o guru Dave Kerpen faz uma ótima analogia entre as mídias sociais e uma festa. Quando estamos em uma festa, o que mais detestamos fazer é conversar com pessoas chatas que só sabem falar de si próprias. Nas mídias sociais, acontece a mesma coisa. Não é interessante conversar com empresas que só sabem dizer o quanto são boas em suas próprias opiniões. Por isso, o Marketing de Conteúdo é tão importante. Ele faz com que os consumidores conversem com pessoas interessantes que têm ótimas ideias e assuntos para compartilhar e discutir.

fonte:www.pontomarketing.com

Marketing digital: Como definir um KPI?

No último post falei sobre a diferença básica entre uma Métrica e um KPI e como é fundamental a saúde do negócio o acompanhamento assíduo dos KPI’s. Porém, antes do acompanhamento é necessária a definição de tais indicadores. De fato, todo projeto digital deve ter seus objetivos muito bem definidos desde o início e já ser desenvolvido com isso em mente, para que estas metas possam ser mensuradas de forma mais acurada e para que sejam alcançadas com mais facilidade.

Em razão desta necessidade de acompanhamento dos indicadores de desempenho, a correta definição dos KPI e de igual importância este processo.

Mas, afinal, qual é a forma correta de se definir um KPI?

Não basta determinar que número, ou conjunto de números, será responsável por indicar a performance. Também é preciso resolver algumas outras informações que o KPI tenha seu acompanhamento sistematizado e para que passível de alguma ação, em caso de necessidade.

Seguindo este modelo, é provável que o KPI seja muito mais útil para o negócio:
•KPI: O nome do indicador em questão;
•Objetivo: A definição em si do propósito do KPI;
•Período: O intervalo de tempo no qual este KPI deverá ser avaliado;
•Variação: A alteração numérica aceitável para este KPI;
•Responsável: O profissional incumbido de efetuar a ação caso a variação seja maior ou menor do que a aceitável;
•Ação: Aquilo que deve ser feito para retornar o KPI aos níveis planejados, caso haja uma variação maior ou menor do que a aceitável.

Quer um exemplo? Imagine uma empresa de serviços que, apesar de não vender online, utiliza seu site para geração de cadastros de pessoas interessadas em seus serviços. Após receber estes cadastros (ou leads), a empresa entra em contato através de e-mail ou telefone para enviar uma proposta e avançar com a negociação. Como, quanto mais cadastros forem
gerados, mais chances a empresa terá de vender seus serviços, o acompanhamento da taxa de cadastros no site é crucial para o sucesso comercial do empreendimento. Então, a definição completa deste KPI pode ser assim:
•KPI: Taxa de Conversão de Cadastros;
•Objetivo: Acompanhar o número de cadastros realizados no site;
•Período: Semanal – O indicador deve ser avaliado semanalmente para que se assegure que o resultado esperado esteja sendo entregue;
•Variação: 15% – É aceitável que o resultado fique até 15% abaixo esperado, embora, se esta queda se mantiver constante, alguma ação deverá ser tomada;
•Responsável: Gerente de Marketing Online;
•Ação: Intensificar as ações de comunicação e marketing digital para trazer usuários mais qualificados ao site, a fim de convertê-los em cadastros.

Definindo desta maneira os KPI’s, o acompanhamento será muito mais pragmático e as reações às variações serão mais rápidas e objetivas, além de ficar claro para todos os envolvidos o desempenho esperado do negócio ou do processo.

Fonte: www.pontomarketing.com

Rio Open conta com patrocínio de grandes empresas

Com organização da IMX, joint venture de esportes e entretenimento do Grupo EBX e da IMG Worldwide, o Rio Open já mostra sinais de sucesso antes mesmo de seu anúncio.

Itaú, Rolex, Asics, Head e Corona já fecharam patrocínio com o evento, que conta com um plano comercial composto por nove cotas, incluindo title sponsor, além das categorias hotel, material esportivo, bola oficial.

Cada cota de patrocínio tem uma propriedade diferenciada dentro de quadra e a cota de title sponsor, responsável por nomear o evento, está sendo apresentada ao mercado.

“Um evento do porte do Rio Open é resultado de um esforço conjunto. É um sinal muito positivo já estarmos sendo reconhecidos por empresas como Itaú, Rolex, Asics, Head e Corona, que são grandes patrocinadores do tênis no mundo. A transmissão do evento para outros países com o apoio do SporTV é ainda uma excelente forma de dar visibilidade global para suas marcas, assim como para o Rio”, afirma Marcia Casz, VP de Esportes da IMX.

Jogador Novak Djokovic.

“O Itaú tem um compromisso de longa data com o desenvolvimento do Tênis no País, atuando desde a formação da base, com o trabalho desenvolvido no Instituto Tênis e com o apoio ao Circuito de Tênis Escolar e Universitário, até o profissional, com patrocínio a diversas competições da ATP. Portanto, nada mais natural para o banco do que participar do Rio Open, que será o maior evento da modalidade na América do Sul”, afirma Fernando Chacon, diretor de Marketing do Itaú Unibanco.

A Rolex associa-se a atividades que, como a marca, são motivadas pela paixão, excelência e a precisão. Foi com naturalidade que a marca e o Tênis estabeleceram laços que não cessaram de se fortalecer e que tiveram a sua origem no fim dos anos 1970, época em que a Rolex se tornou o relógio oficial de Wimbledon.

“O Tênis é um esporte em que acreditamos muito e faz todo o sentido estar presente no maior torneio da modalidade na América do Sul. Queremos aproveitar eventos deste porte para mostrar o nosso sério compromisso, pois, além do apoio à Confederação Brasileira de Tênis, patrocinamos vários atletas talentosos. Esta iniciativa também está alinhada a nossa estratégia de lançamento de produtos para o Tênis, como calçados e vestuário específicos”, diz Giovani Decker, presidente da Asics Brasil.

“Gostaríamos de parabenizar os idealizadores do Rio Open, um evento que com certeza será um marco na história do Tênis brasileiro. Estamos há mais de 60 anos no mercado mundial e a Head sempre acreditou no esporte, apoiando eventos importantes e atletas consagrados. Temos certeza de que será uma parceria de sucesso”, afirma Paulo de Tarso Ribeiro, presidente da Head no Brasil.

O Rio Open acontece no Rio de Janeiro entre os dias 15 e 23/02 de 2014 e é o único torneio da América do Sul a reunir simultaneamente uma etapa do ATP World Tour 500 e do WTA International.

O evento será disputado no Jockey Club Brasileiro com oito quadras, incluindo um estádio central com capacidade para 7.000 pessoas. A premiação será de US$ 1,25 milhão na ATP e US$ 235 mil na WTA. Os ingressos estarão à venda no segundo semestre de 2013.

Coca-Cola cria latinhas que se dividem

Com o objetivo de dar a oportunidade a seus consumidores de compartilharem a única coisa que ainda não conseguiram – a latinha – a Coca-Cola resolveu criar a embalagem que se divide.

A ação de marketing promocional é da Ogilvy Paris em Cingapura e faz parte da campanha “Abra a Felicidade”.
Segundo a empresa, durante anos a marca tem incentivado as pessoas a compartilhar a felicidade e, para isso, ofereceu muitas maneiras do público compartilhar uma Coca-Cola.

Desta vez, a marca projetou sua latinha para duas pessoas. Mesmo que a embalagem fique com a metade do tamanho, a felicidade vinha em dobro quando a Coca-Cola era compartilhada, diz a marca.

Fonte: Promoview

Propaganda e Marketing: sinergia ou entropia?

Há uma estreita relação entre Marketing e Propaganda, embora sejam áreas muito específicas e o conhecimento e sucesso em uma delas, embora contribua, não implica sucesso da outra. Enquanto profissional de marketing você terá que estabelecer excelentes critérios e uma relação de qualidade com a agência ou agências que escolher para realizar os jobs necessários a seus objetivos e metas institucionais e comerciais. Esta relação quando construída sob critérios adequados, relacionamento de qualidade e muito bom senso proporciona resultados muito além dos previstos.

Acontece que várias ilusões extremamente comuns prejudicam a qualidade destes resultados. Critérios adequados, relacionamento de qualidade e bom senso não são tão espontâneos como parecem, precisam ser elaborados, construídos e administrados com carinho e proximidade. Vejamos algumas das inúmeras variáveis que devem ser levadas em conta na relação entre marketing e agências de propaganda.

Como escolher a agência:

A melhor agência não é a maior ou menor, é a que mais se compromete em entender a fundo o cliente e trabalhar duro para exceder suas expectativas. A palavra-chave é comprometimento!

Lembre-se que a relação entre agência e cliente é B2B, e salvo o caso raro e especial em que haja um vínculo pessoal muito forte entre seus representantes, o resultado que você pode esperar em termos de dedicação é diretamente proporcional à importância da conta que você está oferecendo. Por isso, se você não tem uma grande conta ou job para oferecer, muitas vezes, é melhor trabalhar com agências pequenas e médias, para quem você representa proporcionalmente mais, que optar pelo sonho de entregar suas solicitações a agências mais consagradas e premiadas, cujo tempo está comprometido com seus maiores clientes. É melhor ser um cliente "grande" em uma agência "pequena", mas competente, que um cliente "pequeno" em uma agência "grande"!

Cuidado com novos publicitários imediatistas que mais se parecem com agentes financeiros que publicitários; estes, em geral, estão iludidos pelo glamour que imaginam alcançar e, portanto, com a premissa e o foco equivocados. Opte pela agência mais dedicada a entendê-lo, suas reais necessidades e possibilidades para o momento e, ao mesmo tempo, disposta a dedicar-se a surpreendê-lo com a qualidade e adequação do seu trabalho. Podemos entender que Propagada é Comunicação + Arte + Business, nenhum destes vértices pode faltar!

Como ser um bom cliente:

Bons clientes, de fato, são tão difíceis de achar quanto boas agências. Estou cansado de ver agências apresentarem ideias geniais, conceitos extraordinários, que naufragam porque o "ego" do cliente resolveu fazer uns "pequenos ajustes". Nem todo profissional de marketing entende em profundidade de propaganda. Há gente que não é da área e entende muito e outros da área que entendem pouco. As duas melhores características de um bom cliente de uma agência de propaganda são: humildade e mente aberta para receber propostas diferentes das que havia imaginado, com as quais precisa namorar, entender e só então opinar…

O bom profissional de marketing tem a agência como parceira, não como competidora no campo de suas vaidades pessoais. Os "jogos de poder" entre cliente e agência são contra produtivos, um desperdício de tempo, dinheiro e trabalho. O cliente pode e deve orientar e reorientar a agência sobre os detalhes conceituais e institucionais que deseja ou não presentes nas peças e campanhas, mas precisa de muita humildade e bom senso para tentar "mexer" na criação, cuja linguagem não domina. Ser um bom cliente é saber que determinadas vezes vale a pena ampliar o budget frente a uma excelente ideia, na qual vale apostar e investir antes que um concorrente o faça! Grandes sacadas e oportunidades não ocorrem todo o dia, mas por incrível que pareça, às vezes ocorrem quase que simultaneamente a dois concorrentes observando o mesmo mercado! Fique atento.

ALGUMAS DICAS:

1) Cuidado com os excessos de solicitação e criação. Lembre-se do que dizia Picasso: "O segredo é saber o momento em que se deve parar; mais um traço estraga, mais uma pincelada e a obra se perde!"
2) Prefira agências com um atendimento muito dedicado e detalhista; afinal o briefing inicial é fundamental para a adequação da criação.
3) Prefira agências onde redator e diretor de criação trabalham em conjunto, pensando juntos (dupla de criação).
4) Reflita: "Estamos sempre mais ansiosos por sermos reconhecidos por um talento que não possuímos que valorizados pelos outros quinze que, de fato, possuímos" (Mark Twain).

Colabore com a agência, você tem a estratégia, ela descobrirá a melhor maneira de comunicá-la ao mundo! Bons negócios!

Fonte: Cidade Marketing