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A boa reputação é resultado da transparência

A boa reputação de uma empresa depende dos produtos e serviços entregues ao consumidor, do ambiente de trabalho oferecido aos colaboradores desta, das relações mantidas com os parceiros comerciais, assim como outros fatores internos e externos alicerçados aos valores da empresa. É assim que José Júlio Pereira, presidente de manufatura, serviços ao consumidor, peças e qualidade da Whirlpool Latin America, avalia como a imagem de uma organização é construída.

Para Pereira, o atendimento no pós-venda é algo que o consumidor leva, e muito, em consideração na hora de julgar uma empresa. "O atendimento pós-venda é um diferencial que o consumidor leva em conta no momento da compra, e marcas respaldadas pela credibilidade e tradição têm a reputação a seu favor como uma vantagem competitiva", diz. "O consumidor é o centro de todas as nossas decisões e, por conta disso, a principal missão da área de Serviços ao Consumidor é ter excelência no atendimento", completa.

Tendo em vista os indicadores de qualidade, como o de satisfação do consumidor, a Whirlpool procura não descuidar do cliente e, esta proximidade pode ser o diferencial na manutenção da imagem de uma empresa. "Tudo o que apuramos transforma-se em aprendizado para retroalimentar o relacionamento com nossos clientes e fortalecer a nossa reputação", evidencia Pereira.

Este relacionamento próximo com o cliente deve estar presente, também, no espaço online. Em um cenário, o qual os consumidores possuem grande poder participativo em mãos, saber manejar, com eficácia, as críticas nas redes sociais é fundamental a imagem da companhia. "Nós monitoramos ativamente as citações às nossas marcas e sempre buscamos o diálogo Nosso foco é atender aos desejos e às necessidades dos nossos consumidores, seja na escolha de um novo produto, ou no atendimento pós-venda", diz Pereira. "Em busca disso, investimos continuamente em inovação, qualidade e comunicação com o nosso público. A boa reputação no mundo digital é resultado de uma postura transparente e receptiva, que permita o aprendizado constante", conclui

Fonte: ClienteSA

Consul realiza ação bem humorada com pizzas congeladas na capital de Pernambuco

Uma oferta imbatível: pizzas congeladas a R$ 1,99. Esse foi o chamariz para uma ação realizada pela Consul em um supermercado no Recife, capital de Pernambuco. Para mostrar, com uma boa pitada de bom humor, que a vida sem uma geladeira Frost Free – tecnologia que impede a formação de gelo no congelador – não é nada fácil, os consumidores precisavam vencer uma parede de gelo para conseguir pegar a sua oferta.

Mais de 120 pessoas, que passavam pelo local, interagiram com o refrigerador totalmente congelado. Quem conseguia retirar a sua pizza, descobria que a solução para esse tipo de problema é o refrigerador Consul Facilite Frost Free. Segundo levantamento realizado pela empresa, a Consul é preferência em cerca de 60% dos lares no Nordeste. O crescimento econômico e aumento da renda do consumidor na região levaram a marca a realizar a ação na cidade. Criada pela agência DM9DDB e produzida pela Hungry Man Projects a ação tem como objetivo reforçar o compromisso da Consul em facilitar a rotina dos consumidores com soluções criativas e descomplicadas. O conceito é "Consul. Bem Pensado".

Fonte: Cidade Marketing

Vitamilho cria embalagem temática de São João exclusiva para o Nordeste

Desde maio, mês que antecede o período junino, a Asa Indústria realizou atividades de mídia externa, rádio e TV, para uma das datas mais importantes para a marca, o São João.
Mais de um milhão de embalagens temáticas de farinha, flocão, canjiquinha normal e diet foram produzidas para venda em todo o Nordeste. Com Layout criado pela agência de embalagem EMBALLA, a Asa colocou nas gôndolas produtos com elementos regionais e tradicionais para ficar ainda mais presente nas compras dos seus consumidores. Com 800 quilos de flocão Vitamilho, a marca ainda levou uma trupe de animadores para o percurso da caminhada do Maior Cuscuz do Mundo, em Caruaru, com muitas brincadeiras, grande característica do evento. Mais de 25 mil pessoas foram impactadas pela marca que se faz presente como patrocinadora oficial da festa. Para Wagner Mendes, essas ações refletem o compromisso da Asa junto aos seus clientes, fidelizando mais uma grande data do ano para a empresa.

Fonte: Cidade MArketing

Grupo Projeto com Gomes da Costa em festa junina

A Gomes da Costa mais um vez participou de uma das festas juninas mais antigas e tradicionais da cidade: a do Clube Pinheiros, em São Paulo, que aconteceu entre os dias 20 e 23/06.

Cada edição chega a atrair até 60 mil pessoas, e, para esse público todo, a marca ofereceu uma barraca de degustação de seus produtos e de pescaria.
A organização esteve por conta do Grupo Projeto 6 em 1, uma reunião de agências de eventos, de marketing promocional, de gastronomia, de criação, de logística promocional e agência coligada.

As promotoras da barraca da Gomes da Costa estavam caracterizadas e foram recrutadas e treinadas pela Supremo RH & Trade Marketing, agência do Grupo Projeto de marketing promocional.

Fonte: Promoview

A qualidade das estratégias

A incapacidade de escolher e o planejamento do tipo “formulário” estão na raiz de estratégias ruins, segundo afirma o professor de negócios e sociedade da Anderson School of Management, da University of California em Los Angeles. Para ele, uma boa estratégia não salta de uma ferramenta de gestão e “não é ambição, liderança, visão ou planejamento; é uma ação coerente apoiada em um argumento”.

Segundo Rumelt, o estrategista tem a missão de descobrir os fatores cruciais de uma situação e saber coordenar e focar ações para lidar com eles. Em artigo publicado por HSM Management, o professor esclarece que as boas estratégias possuem a seguinte estrutura:
1.um diagnóstico, que é a explicação da natureza do desafio. O bom diagnóstico simplifica a complexidade ao identificar os principais aspectos da situação;
2.uma política-guia, isto é, a abordagem geral escolhida para superar os obstáculos apontados no diagnóstico;
3.ações coerentes: passos que são coordenados para apoiar a realização da política-guia.

Autor do livro Estratégia boa, estratégia ruim: descubra suas diferenças e importância (ed. Campus/Elsevier), Rumelt ressalta que a estratégia implica escolher objetivos, renunciando a uns em favor de outros. Se isso não é feito, a estratégia é fraca, como era a da Digital Equipment Corporation (DEC) nos anos 1990. A empresa havia sido líder na revolução dos microcomputadores nas décadas de 1960 e 1970 e perdia terreno.

Um dos executivos da companhia dizia que a DEC deveria continuar integrando hardware e software em sistemas. Outro, afirmava que ela poderia tirar proveito de seu diferencial em relações com clientes e propunha uma estratégia de “soluções” a eles. Um terceiro defendia que era preciso focar o desenvolvimento de chips melhores.

Para resolver o dilema, o CEO, Ken Olsen, pediu ao grupo um consenso. O grupo, então, chegou a termos em torno da declaração: “A DEC se compromete com a oferta de produtos e serviços de alta qualidade e com a liderança no processamento de dados”. A decisão de Olsen foi, para o professor, um erro, porque resultou em uma declaração política, superficial e amorfa que não significava estratégia. Afinal, ao adotar o consenso, a empresa não fez escolhas sobre o que deixar de lado. Quando o fez, mediante um novo CEO, Robert Palmer, já era tarde. Em 1998, foi adquirida pela Compaq que, mais tarde, passou às mãos da HP.

Não preencha as lacunas

Rumelt recorda que, no início dos anos 2000, a justaposição de liderança guiada pela visão com o trabalho estratégico produziu um sistema de planejamento estratégico que se parece com o preenchimento de um formulário. “Basta digitar ‘visão missão estratégia’ no sistema de busca na internet que se encontram milhares de exemplos disso”, comenta o autor. De acordo com ele, tal estilo é “a mais pura obviedade apresentada como insight decisivo”. Trata-se de retórica vazia.

Que erros de concepção conduzem a uma estratégia ruim? Esse será um dos pontos que o especialista abordará em sua palestra do dia 11 de junho no Fórum HSM Estratégia 2013, em São Paulo. Em resumo, ele alerta para o fato de que muitas estratégias não definem o desafio a ser enfrentado e, por isso, não levam ao enfrentamento do problema. Além disso, existe confusão entre os conceitos de metas e estratégia, entre sugestões de stakeholders e objetivos estratégicos e entre situação desejada e objetivos estratégicos. Para completar, a redação rebuscada e abstrata da estratégia muitas vezes disfarça a superficialidade e a ausência de pensamento estratégico.

Fonte: HSM