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Duplo realiza #PantufasDay no dia mais frio de julho

No dia 24/07, os termômetros quase bateram temperaturas negativas em Porto Alegre. Pensando nisso, a Agência Duplo realizou uma ação divertida, e, porque não dizer, ’confortável’, para celebrar o inverno: o #pantufasday.

Ao longo do expediente, colaboradores e sócios puderam trabalhar usando suas pantufas divertidas.

Todos entraram na brincadeira e o que se viu foi a maior circulação de bichos, garras e chinelinhos engraçados em um só lugar. Para completar, também rolou chocolate quente liberado a manhã inteira, para esquentar ainda mais e divertir o pessoal.

Fonte: Promoview

Prudence comemora na Av. Paulista o Dia do Orgasmo

Para celebrar uma das datas mais excitantes do ano, a DKT do Brasil, marca detentora dos preservativos Prudence, realizou no dia 31/07, a distribuição de kits com camisinhas, géis lubrificantes e estimuladores sexuais, em formato de marmita, cujo título da embalagem era “Mate a Sua Fome de Sexo”.

A marca investiu numa ação de marketing promocional descontraída, rápida e divertida, para garantir a noite de centenas de pessoas.

Fonte: Promoview

Eu acredito! Deu certo para o Galo, e para você?

A Copa Libertadores da América foi a prioridade para o Clube Atlético Mineiro – CAM. O desejo da torcida alvinegra, cujo grito "Eu Acredito!" virou refrão, durante as grandes dificuldades pelas quais o time passou, antes de sagrar-se campeão e explodir em comemorações pode ser exemplo na carreira e na gestão?

Acreditar é suficiente nas conquistas? A torcida pelo sucesso ajuda?

Independentemente de para que time você torça, a analogia aqui tem como propósito analisar os aspectos que levaram o Galo mineiro à conquista do título da Libertadores da América, inclusive a questão da crença, do grito de Eu Acredito e da brincadeira de Yes We C.A.M.

O contraponto é discutir até que ponto a torcida de alguém, além de você, pode influenciar, positiva ou negativamente, os seus resultados, sejam eles pessoais ou corporativos. Você acredita nesta influência?

Se você chegou a este artigo através da news em seu e-mail provavelmente gostará de ler o segundo artigo desta semana: Coaching corporativo dá resultado?, ele pode ser relevante para você.

Acreditar diz respeito às crenças. Não necessariamente às crenças místicas, religiosas e filosóficas, mas podendo incluir estas. Todos nós temos crenças sobre nós mesmos, sobre as outras pessoas, sobre as coisas e sobre nossos objetivos. As crenças não são verdades universais, mas são para quem as tem. Crenças são justificativas e dizem respeito àquilo que podemos ou não podemos fazer, portanto o Eu Acredito ou o trocadilho com o Yes We CAM, no qual o verbo inglês "can" foi modificado para tornar-se a sigla do time, fez uma analogia oportuna e criativa ao slogan utilizado pelo presidente americano, Barack Obama para impulsionar a crença do seu povo sobre poder mudar o País.

Até que ponto tudo isso influenciou os agentes ativos do time, os jogadores, o técnico e toda a comissão técnica, para a conquista do título, que, diante de cada jogo, parecia impossível?

A torcida não é agente ativo na partida, ela torce, grita e incentiva, porém de fora. Mas a torcida adversária também o faz. No entanto, ao incentivar o time a torcida faz, no esporte, o que muitas pessoas fazem na vida de muitos de nós. No caso do Galo funcionou. E para você, como funcionam as torcidas de parentes, amigos, colegas de trabalho e, no caso de ser você um gestor ou empresário, como funciona a força da torcida de sua equipe?

As crenças estão associadas a outros pilares fundamentais que formam uma cultura (a torcida de um time possui uma cultura). Esta cultura é fundamentada em valores e critérios que, quanto mais compartilhados por todos em função de uma causa, mais fortes se tornam. Por isso a força que o Eu Acredito! Do galo representou para a conquista.

O que fez a força foi o compartilhamento e, sobretudo, a adesão dos protagonistas (jogadores, comissão técnica, etc.) ao sentido do acreditar e nesse processo as crenças religiosas, principalmente do técnico Cuca e do goleiro Victor foram expostas de forma direta. No entanto, ambos disseram que a crença foi fundamental para coroar o trabalho que fizeram.

Na vida de todos nós a torcida pode ser favorável ou contra. Mas, o que faz a diferença mesmo é se nós cremos no que os outros creem acerca de nós. Se você acredita que pode ou se acredita que não pode, em ambos os casos você está certo, disse Ford. Crenças são sustentações para outros dois fatores fundamentais do sucesso:

1) Capacidades. É preciso que a pessoa ou pessoas envolvidas sejam capacitadas técnica e comportamentalmente para lidar com as circunstâncias, o que inclui as adversidades, como uma penalidade no último minuto do jogo;

2) Comportamento. O comportamento é influenciado diretamente pela crença de poder ou não. Neste caso, o comportamento é do agente ativo. Para que seu comportamento seja realmente eficiente é necessário que você acredite em si, acredite em suas capacidades e demonstre isso às demais pessoas envolvidas. Comportamento é exemplo de incoerência ou coerência com suas crenças e habilidades em dado contexto.

Crença é uma energia que pode ser positiva ou negativa. O que é mais importante é que você pode modificar e fortalecer as suas crenas.

Mas, se você pensa que pode simplesmente acreditar e deixar as coisas acontecerem por milagre é bom lembrar de uma camisa usada pelo goleiro alvinegro depois da conquista, na qual estava escrito:

Não é milagre. É Atlético Mineiro!

Fonte: Administradores

O que é administração ?

Administrar

•A = Ação;

•D = Dinamismo;

•M = Movimentação;

•I = Inovação;

•N = Novidades;

•I = Investimentos;

•S = Suporte;

•T = Técnicas;

•R = Recursos humanos;

•A = Atitudes;

R = Resultados

• Para alguns sou uma ciência, para outros sou o que salva uma empresa, será?

• Para nossos antepassados eu determinava a condução de uma empresa, pois eu era a proprietária e senhora de todas as ações e hoje o que aconteceu?

• Eu cresci? Eu parei? Eu quebrei? Para onde eu fui? Vamos ver por que acontecem nesta sequência aqui apresentada, estas observações;

Segundo, FAYOL:

•Administração, conjunto de princípios e normas que tem por objetivo, planejar, organizar, dirigir, coordenar e controlar os esforços de um grupo de indivíduos que se associam para atingir um resultado comum.

•Administração na relação de uma empresa em si, é o aproveitar da melhor forma as circunstâncias externas de modo a utilizar o mais eficientemente possível os recursos de que dispõe(pessoas, máquinas, materiais e capital) para fazê-la sobreviver e progredir.

Segundo, PETER F.DRUCKER:

• É administrar por objetivos, ou seja, o trabalho ser produtivo e o trabalhador se realizar.

• A administração é trabalho.

• Na realidade, é o trabalho especifico da sociedade moderna, o trabalho que distingue nossa sociedade das anteriores.

• Pois a administração constitui o trabalho especifico da organização moderna, que a faz produzir um bom desempenho.

• Como trabalho, a administração tem suas especializações, seus instrumentos e suas técnicas.

•O que observamos no conjunto destes dois administradores

Que todas as organizações necessitam de pessoas, para que a organização cresça, continue, sobreviva, pois a medida que a mesma cresce o proprietário antigo terá que tomar decisões chaves, e necessitará de administração, ou seja, de administradores ,pois os mesmos se encarregarão do trabalho especifico que é: – planejar, organizar, ajustar, mensurar e, com relação ao seu pessoal formá-lo para que levem esta ou estas organizações ao futuro, pois o futuro é o risco pago pelo presente pelo seu crescimento.

•O que é um administrador ?

•-Administrador no inicio da história da administração era:

•- Alguém responsável pelo trabalho de terceiros.

•A visão do administrador para os nossos dias de acordo com Peter Drucker:

•- Em primeiro lugar é o que fixa objetivos;

•- Em segundo lugar organiza;

•- Em terceiro lugar, motiva e educa;

•- Em quarto lugar o elemento básico em sua atividade é a mensuração ou avaliação;

•- E finalmente, o administrador forma pessoas, inclusive a si mesmo.

Uma pequena observação a respeito deste personagem: podemos analisar sistematicamente aquilo que o administrador faz. Pode-se aprender aquilo que o administrador deve ser capaz de fazer. Uma qualidade porém, o administrador não poderá adquirir, pois tem que trazê-la consigo. E essa não é a genialidade: é o caráter (Peter F. Drucker).

O que aqui trago não é nenhuma novidade, o que espero que entendam que a filosofia de administrar de ontem, de hoje e de amanhã, é a mesma, os detalhes estão em perceber que necessitamos rever o seu significado em cada decisão que for tomada para que a empresa não sofra consequências, em qualquer pequeno, médio ou grande abalo ou sobressalto que o mercado econômico,vier a relatar.

Fonte: Administradores

Você sabe o que é o dano existencial?

No Direito do Trabalho, o “dano existencial” (também chamado de dano à existência do trabalhador) é resultado da conduta do empregador que impossibilita o empregado de conviver em sociedade por meio de relações afetivas, culturais, recreativas, espirituais, etc. Essas atividades trazem bem-estar físico e psíquico ao trabalhador, e fazem-no feliz.

O dano existencial – que é uma espécie de dano imaterial – também se verifica quando o trabalhador é impedido de prosseguir, executar ou até recomeçar seus projetos de vida, o que contribuiria para sua realização pessoal, social e profissional. Em resumo, o dano existencial acomete o trabalhador quando seu empregador, de uma forma ou de outra, o impede de usufruir das relações sociais mencionadas.

Um caso recente foi decidido pelo Tribunal Superior do Trabalho (em junho/2013), que condenou a Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (CASSEMS) a indenizar em R$ 25mil uma economista, ex-funcionária sua. Nesse processo, ficou comprovado que a trabalhadora estava há nove anos sem conseguir tirar férias, o que, segundo o TST, prejudicou suas relações sociais e seus projetos de vida. O pior é que a economista trabalhou de 2002 a 2011 sem ter sua carteira assinada.

Também ganhou repercussão um caso ocorrido no Rio Grande do Sul, em abril de 2012, quando a rede de hipermercados Walmart foi condenada a indenizar em R$ 24,7mil uma ex-funcionária sua. O Tribunal Regional do Trabalho da 4.ª Região considerou que a trabalhadora sofreu dano existencial porque era submetida a cumprir jornadas de trabalho entre 12 e 13 horas diárias, com intervalo de apenas 30 minutos e uma folga semanal durante mais de oito anos. Segundo o TRT4, essa jornada excessiva causou danos ao convívio familiar, à saúde e aos projetos de vida da empregada.

Hoje os recursos humanos são considerados, acertadamente, o ativo mais valioso das empresas, e isso exige a cuidadosa análise – e prevenção – de situações que possam resultar em dano existencial aos empregados. Isso colabora com a melhoria do clima organizacional, além de proteger a empresa de ações indenizatórias.

Fonte: Administradores