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Os 10 Trabalhos do CEO Moderno

1. Priorize o Acionista acima de tudo

• Persiga Resultados Superiores
• Divida a Estratégia, suas oportunidades e riscos
• Imponha excelência em Governança
• Cultive a Confiança e Transparência
• Pratique Comunicação contínua e eficaz

2. Priorize o Cliente tanto quanto o Acionista

• Conheça, defenda e valorize os Clientes Atuais
• Agregue Valor Real Percebido e alinhe seu Marketing a ele
• Relacione-se pessoalmente com os Mais Rentáveis (ou potencialmente rentáveis)
• Identifique e se posicione antecipadamente nos Novos Targets e Mercados

3. Trate o Colaborador como se fosse um Cliente

• Cerque-se dos Melhores Talentos nas melhores posições
• Contrate Pessoalmente os Novos Líderes
• Cobre Resultados: premie sucessos e puna fracassos

4. Seja Guardião da Missão, Valores e Marcas Corporativas

• Conheça e respeite profundamente a Origem e História da empresa
• Lidere pelo Exemplo – “walk the talk”
• Compartilhe poder e decisão, mas mantenha a hierarquia de forma clara
• Monitore o alinhamento da Cultura Corporativa: mind-set decisório X práticas reais
• Nunca prostitua suas Marcas: domine suas identidades

5. Compreenda e monitore obsessivamente seu Entorno Competitivo
• Mapeie seus Stakeholders e Cadeia de Valor: entenda seus interesses e poder de influência positiva ou negativa em seu negócio
• Conheça seus Concorrentes diretos e indiretos
• Conheça os Entrantes de Outros Setores; anteveja rupturas
• Nunca descole seu negócio da Economia macro e setorial
• Entenda as Tecnologias que norteiam, impactam ou podem impactar seu negócio
• Crie uma Rede de Informação contínua e eficaz; participe de redes existentes
• Desenvova Networking com os agentes de seu entorno de negócios

6. Oriente-se para gerar Resultados E Valor

• Gerencie o Curto e Longo Prazos racionalmente e em equilíbrio
• Resultados são tudo na vida do CEO: consense o que precisa entregar antes do jogo começar
• Nunca menospreze os Fundamentos Econômicosde seu modelo de negócio e setor de atuação
• Descubra os Motores de Valor de seu negócio (core-business) e alinhe suas core-competences
• Equilibre performance e valor, curto e longo prazo, Tangíveis e Intangíveis
• Não mude a Estratégia toda hora, mas saiba quando mudar de estratégia
• Garanta a implementação e o PDCA do Planejamento Estratégico
• Monitore obsessivamente Performance e Resultados
• Alinhe os modelos de Compensação e Recompensa

7. Maximize a eficácia em Custos e Despesas

• Descubra Ineficiências – sempre há o que cortar
• Aprenda com os erros; sistematize e cultive as Lições Aprendidas
• Demita os Colaboradores quem não performarem e/ou não tiverem os valores da empresa
• Cerque-se dos Melhores Parceiros Estratégicos como fornecedores
• Seja fiel ao Orçamento: não inche a empresa ou aceite investimentos supérfulos
• Seja o melhor amigo do CIO e do COO de sua empresa
• Torne TI e Internet (velocidade e informação) tudo que pode ser TI e Internet

8. Potencialize a Inovação

• Encontre Diferenciais Significativose sustentáveis perante a concorrência; busque oceanos azuis
• Formalize o modelo de Empreendedorismo interno
• Crie Processos Sistemáticos que possibilitem e premiem a inovação e a criatividade
• Persiga Rupturas Relevantes ao padrão vigente na indústria

9. Opere de forma Sustentável

• Defenda Causas alinhadas ao seu core business; fuja do oportunismo
• Pratique a Sustentabilidade Triple Bottom Line em seu modelo de negócio
• Instile a cultura de Sustentabilidade de Valorem todos os colaboradores
• Aja eticamente; respeite Contratos e Compromissos assumidos
• Cumpra Leis e Regulamentações
• Busque a Diversidade como fonte de valor

10. Torne-se irrelevante criando Processos Excelentes

• Desenvolva um Chassis Corporativo (arquiteturas, processos, organogramas, fluxos) que maximize seus vetores competitivos
• Sistematize o Modelo de Gestão
• Gerencie o Conhecimento Corporativo e torne-o “ready to use”
• Implemente modelos de Qualidade e Excelência, normatize o que puder

Fonte: Administradores

SMIRNOFF ICE® cria filme para reforçar o posicionamento como a bebida da balada

A nova ação desenvolvida pela SMIRNOFF ICE®, que estará disponível a partir desta segunda (29) trata-se de um desdobramento online da sua campanha de TV de sua primeira variação de sabor, SMIRNOFF ICE® Green Apple, lançada em fevereiro deste ano. Com ativação no Facebook e canal do YouTube da marca, o vídeo de aproximadamente 1 minuto, produzido pela produtora Cápsula Filmes juntamente com a Torke+cc, reforça o posicionamento de SMIRNOFF ICE® como a bebida da balada.

A gravação mostra uma loja de conveniência, em que grupos de amigos chegam para comprar SMIRNOFF ICE® Green Apple. Um amigo – com quem foi combinada a ação – passa as garrafas no caixa que é o código para o lugar se transformar em uma balada, com direito a disco ball, DJ, música alta e várias pessoas dançando. As reações começam com risos, seguidos de animados passos de dança. Os amigos "pegos de surpresa" se envolvem no clima e começam a dançar animados, mostrando que às vezes basta um pequeno empurrãozinho para dar início à balada.

Partindo desse insight, SMIRNOFF ICE® se reafirma como uma marca da balada, incentivando as pessoas a saírem mais com seus amigos.

Fonte: Cidade Marketing

Incrível, mas isso acontece

Essa experiência, eu já vivi em diversas empresas e já não me impressiona, mas acontece.Todos vocês sabem que vivo de organizar empresas; recuperá-las, e checar suas exposições à fraude.No mês de março tive a experiência que passo a relatar.
Estava eu preenchendo o checklist do Diagnosys, e a determinada altura cheguei aos itens que checam a exposição da tesouraria, e pedi ao controller da empresa para chamar a pessoa responsável pela tesouraria.

Ele chamou a Srta. Cleide (Nome Inventado), e pediu para ela se sentar ao meu lado, pois ela precisava responder algumas perguntas para o checklist.

Perguntei a Srta Cleide:

– Srta. Cleide; descreva-me passo a passo como a Srta. processa os cheques ao portador recebidos pela Srta?

Ao que ela me responde inocentemente:

Sabe Sr. Paul, isso é um dos meus orgulhos, pois nos possibilitou reduzir o prazo de recebimento da empresa.

Eu junto todos os cheques ao portador e em vez de depositá-los; eu vou ao Banco e os recebo na boca do caixa em dinheiro e ai visito os fornecedores e os pago em dinheiro, sempre conseguindo um desconto, pois pago em dinheiro!

Que funcionária exemplar a Srta Cleide; deveria receber o premio funcionário do mês, ou do ano; ou até do século!

Segui com o checklist e terminei o questionário com Srta. Cleide.; esperei a sua saída da sala e passei a perguntar ao controller: “Quando você faz a conciliação bancária?”

A resposta me deixou mais chocado: “- A Srta. Cleide é que faz a conciliação”

Eu sei que muitos de vocês irão dizer que estou inventando estórias, mas não estou; juro aconteceu.

Isto reforça a minha publicação anterior: Porque sempre tem alguém que diz:EU NÃO SABIA?

Até o dono da empresa me disse: Eu não sabia o que poderia acontecer.

Nada; mas Nada deve ser pago em espécie nas empresas; tudo DEVE SER PAGO ou através de cheques nominais cruzados com a observação “Ou á sua ordem” riscado; ou então por transferências em contas de pessoas Jurídicas; nunca em contas de pessoas físicas.

Em casos de duvidas referir-se à legislação do DECRETO Nº 57.595 DE 07 DE JANEIRO DE 1966

Pode parecer óbvio, mas isso ainda acontece ai fora!

Cuidem-se

Fonte: Administradores

O capital humano por trás do preço baixo

Há muito tempo brasileiros têm ido aos Estados Unidos e outros países em busca de mercadorias com preço baixo, e ao chegar lá se assustam com o baixo custo especialmente no setor têxtil onde conseguem encontrar casacos infantis forrados e até com capuz de marcas importantes por apenas U$3,00.

Está discrepância de preço revolta a todos, e nos faz ver como estamos acostumados a pagar caro e aceitar esta condição. Porém, quando está fazendo suas compras você alguma vez parou para pensar como esta peça chegou até você? Como é possível que alguma empresa lucre e ainda pague os custos com um valor tão baixo na mercadoria?

Convido vocês a refletirem o que é necessário negligenciar para que o consumidor pague tão pouco, e para isto tenho dois bons exemplos que me tocaram muito ao conhecer, em 2005 foi lançado o documentário China Blue onde mostrava a vida de uma garota do interior que foi trabalhar em uma grande fábrica de jeans na cidade que por sua vez, assim como muitas outras empresas, se aproveitam do fato de estar em um país com pouca possibilidade de qualidade de vida e deixam seus funcionários em condições de habitação e trabalho praticamente escravas.

Estes são apenas dois casos entre muitos que mostram como é preciso burlar as leis, agredir o meio ambiente e especialmente quantas pessoas se sacrificam com trabalhos sub-humanos para aumentar a lucratividade das fábricas e nos possibilitar pagar menos? Será que o custo de uma peça realmente paga todas essas consequências? Já não está na hora, diante de tantos protestos e lutas, de começarmos a pensar nas nossas ações e comprar de empresas confiáveis, que possuam selo de qualidade para comprovar que acima de um bom produto há responsabilidade social?

Pare e pense, quantos chineses deverão trabalhar 20 horas por dia, quantos bolivianos deverão vir ilegalmente para São Paulo e se esconderem dentro das oficinas, quantas empresas deverão desabar (como no caso de Bangladesh) para que comecemos a cobrar que nossos produtos devem fazer bem não apenas para o bolso, mas também para as condições humanas? Quantos?

Fonte: Administradores

Conexão África: O Fieldmarketing para franquias brasileiras

Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o mercado de franquias movimentou, no último ano, R$ 103 bilhões. Sem dúvida, o setor desponta como uma boa oportunidade para quem quer empreender com um risco calculado e retorno certo. O grande desafio do empreendedor está em fazer a gestão da loja e atender ao padrão proposto pela franquia.

Há pouco mais de um mês, estive na África do Sul e lá pude ver na prática a dinâmica e o desempenho do varejo deste país. O benchmarking, muito comum para este setor da economia, permite a utilização e adaptação de ideias e técnicas para o varejo brasileiro, o que em geral resulta em boas experiências e novas oportunidades de negócios.

Nesta linha, surge o fieldmarketing, um conceito amplamente divulgado e utilizado na África do Sul e em países como a Austrália, Reino Unido, Índia e China. O fieldmarketing atua em todas as áreas estratégicas para a efetivação da venda nos canais do varejo, desde a coordenação e gerenciamento da operação junto à indústria, até a comunicação nos diferentes pontos junto ao consumidor. O conceito, permite a otimização e a melhoria do desempenho das ações de merchandising e do marketing no varejo.

Durante a viagem, pude conhecer o trabalho do fieldmarketing no ramo de telefonia, tanto em lojas de rede como em franqueadas. O case é interessante para colocar em discussão as práticas utilizadas, agregar novas ideias e revolucionar a relação entre franquias e franqueados por aqui. Para o modelo de franquia brasileiro, o fieldmarketing é, sem dúvidas, um terreno a ser explorado.

As propostas implantadas na rede de varejo de telefonia envolveram o treinamento de equipe, o check list de padronização de lojas e de discurso, a utilização correta e produtiva dos materiais de merchandising e, principalmente, a gestão de pessoas deste ponto de venda.

Munido de uma foto da loja, com todas as indicações e disposição dos materiais de merchandising, a equipe especializada em fieldmarketing checava item por item a validação da proposta. Além da organização e padronização do ponto de venda, o time era responsável por treinar a equipe de vendas e de atendimento ao cliente. A preocupação com o nível de excelência no serviço oferecido é tão grande que o check list envolve desde o uso de uniformes até aspectos ligados à ativação da marca, como a checagem das peças e positivação dos materiais de campanha.

Colocar a gestão da loja sob o conceito de fieldmarketing permite que toda a operação, do treinamento ao aumento do potencial da marca no ponto de venda, esteja alinhada aos resultados de vendas, fidelização de cliente e objetivo da franquia.

O fieldmarketing é responsável por colocar em prática, no ponto de venda, as ações traçadas em nível estratégico. Mais do que garantir que o planejamento concebido pela gestão da marca seja realmente praticado no ponto de venda, o fieldmarketing está apto a indicar os pontos de atenção em uma franquia e corrigi-los com eficiência, proporcionando mais efetividade aos resultados dos franqueados.

Luciana Barreto é diretora de novos negócios da Smollan, empresa líder em fieldmarketing no mundo

Fonte: Administradores