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Persona da Marca: Parte importante da Estratégia nas Mídias sociais

Todo relacionamento requer um nível de afinidade entre as partes para que se estabeleça um elo afetivo, social e uma interação. Os sentimentos e as relações interpessoais acontecem entre as pessoas e as marcas, já que reconhecemos nelas características psicológicas, comportamentais, emocionais e, até, de caráter. Baseados em nossas percepções, formamos opiniões e demonstramos sentimentos que podem ser facilmente compartilhados, o que se amplia hoje com as redes sociais. Por isso, cresce a importância de as marcas se tornarem cada vez mais humanas e personalizadas visando estabelecer um vínculo emocional mais forte e duradouro.

Uma das principais estratégias para essa humanização é a criação do que chamamos de Persona da Marca, que deve ser debatida até mesmo antes da definição de seu logotipo. Essa persona leva em conta sua história, características emotivas e físicas, personalidade, valores e ideias compatíveis com as do seu público-alvo, que poderão ser alteradas com o tempo ao vivenciar experiências e aprender coisas novas. Além disso, é extremamente importante a empresa ter uma postura de transparência, principalmente quando a marca comete erros. A criação da Persona é uma estratégia de comunicação muito eficiente para obter lembrança de marca, permitindo um menor esforço de mídia (frequência) para a transmissão de uma mensagem, já que esta se dissemina de uma maneira muito mais natural entre os seus públicos.

Segundo a Consultoria Digitalents é importante a empresa encarar o momento de criação da Persona da Marca como uma oportunidade para rever seus conceitos, valores e avaliar se os mesmos se refletem em suas ações para realizar mudanças e correções, caso seja necessário. Essa Persona, algumas vezes, se transforma num tipo de mascote, mas é necessário ressaltar que são coisas diferentes. Um exemplo disso é o Pinguim, da rede de lojas Ponto Frio, utilizado com a finalidade de promover engajamento e, até mesmo, diferenciação nas redes sociais, ele é a personificação da marca – o responsável por manter um relacionamento com os clientes – e prospects – aproximando-se do seu público, gerando identificação e empatia. Trabalhar dessa forma facilita a geração de um conteúdo com linguagem mais adequada ao público-alvo. Outro exemplo ocorre com o Magazine Luiza, que tem a "Lú", um personagem que está presente nas redes sociais, no site da empresa recomendando produtos, além de ter o seu próprio blog num modelo de SAC 2.0, criado para fornecer conteúdo sobre produtos.

De qualquer forma, a Persona da Marca se destacou na era das mídias sociais, quando a preocupação com relacionamento, conteúdo e transparência ganhou força. No entanto, poucas empresas ampliam sua atuação para torná-la a base da estratégia de relacionamento. Vale ressaltar também a importância de que esse posicionamento adotado nas mídias sociais reflita no atendimento off-line (lojas físicas). Para entender melhor o sucesso de certas estratégias, é importante ter um novo olhar para o consumidor e o seu comportamento: pouco tempo, dúvidas sobre uma grande variedade de produtos disponíveis e medo de errar nas suas escolhas. A solução encontrada por muitas pessoas é procurar por "especialistas", pessoas reconhecidas num assunto específico, próximas e confiáveis, que possam lhe ajudar a minimizar os erros na tomada de decisão. É exatamente neste ponto que estratégias que tornam a marca mais humana se diferem das outras e, consequentemente, obtém vantagem competitiva. Afinal, as pessoas, hoje, são mais informadas, exigentes, demandam um relacionamento mais próximo e relevante por parte das empresas, ou seja, mais humano, transparente e orientado para seus próprios valores, que possibilite aproximação e troca de experiências para que sejam construídos fortes elos de encantamento, engajamento e fidelização.

Fonte: Cidade Marketing

Promocitário, sim senhor!

O mercado de marketing promocional não para de crescer no Brasil. Fatores como a economia nacional, novas tecnologias e a realização de grandes eventos no país, com foco na Copa das Confederações, Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, andam borbulhando o setor.

Fato é que na Copa do Mundo sediada na África do Sul, não só as empresas patrocinadoras, mas todas as outras realizaram ações, o que também deve acontecer por aqui.

De acordo com a pesquisa realizada pela Associação de Marketing Promocional (AMPRO), no ano de 2011, 53% das empresas direcionaram mais verba para ações promocionais do que para a propaganda, o que chegou a movimentar R$39,6 bilhões.

Mantendo um ritmo de crescimento na casa dos 17%, o setor tem mostrado que aquele conceito de “Compre 2 e leve 3″ não pode mais ser responsável por defini-lo. Os resultados mostram que é possível gerar valor, construir marca e alcançar os objetivos estratégicos com o marketing promocional.

Em 19 anos, seu crescimento chegou a 600%, e não é a toa que, em um universo de cerca de 6 mil agências com atividades basicamente voltadas para isso, todos batem no peito com bravura para dizer: “Sou Promocitário, sim senhor!”, buscando até uma tramitação no senado para regulamentar a profissão.

Aquele papo de below já foi deixado para trás, aquela tal linha só é mencionada por quem ainda não conhece bem do assunto. É evidente o lado estratégico desse segmento, que vem se destacando com uma comunicação mais direta, poder de interação e segmentação, e a proximidade da observação da reação do cliente.

O que falta para o marketing promocional são as agências, empresas e pessoas da área, conhecerem mais do setor, se especializarem e profissionalizarem.

Fonte: Ampro

Como ser eficaz para atingir o consumidor?

Globalmente, profissionais da área de marketing são desafiados a obterem as melhores respostas do consumidor em relação às suas marcas. Os canais de comunicação com o público se expandiram, deixaram de ser unidirecionais e exigem um novo posicionamento das empresas que não querem atuar apenas como espectadoras ou coadjuvantes em seus mercados. Mas entre o leque de canais de comunicação disponíveis, qual o mais eficiente? É melhor escolher apenas um ou marcar presença em todos? Mas é possível estar em vários sem perder o foco?

Bem, a resposta para essas questões obriga que os decisores voltem seu olhar para dentro da empresa, analisem em que momento ela está, tracem uma estratégia e saibam claramente que objetivos se quer atingir, levando em conta que cada canal tem seu tom, seu fim e suas características.

Hoje os principais canais de comunicação e marketing digital contemplam o e-mail marketing, as mídias sociais e a mobilidade. Neste artigo, pretendo aconselhar sobre pontos que devem ser considerados para usar cada um desses meios de modo eficiente e também o que considerar em uma estratégia mais abrangente que busque explorar esses canais de forma complementar.

– E-mail marketing: As empresas que ainda acreditam que o e-mail marketing é um canal para comunicação generalizada e em massa estão definitivamente no caminho não adequado. O principal critério para usar o e-mail marketing com eficiência é a relevância. O consumidor só vai dar atenção a mais aquele e-mail em sua caixa de entrada se o assunto e o conteúdo forem relevantes, adequados ao seu perfil. E para segmentar o envio de e-mail, a empresa precisa conhecer o cliente de forma personalizada, levantar informações e dados de comportamento que a levem a direcionar somente mensagens que tenham a ver com aquele perfil específico, sejam ofertas de compra, atendimento ou prestação de serviço. A frequência com que o cliente quer receber esse tipo de comunicação também precisa ser levada em conta. Por fim, não custa lembrar que o e-mail marketing precisa sempre ter a permissão do usuário. É preciso engajar os colaboradores da empresa para que contribuam buscando opt in do público, a fim de continuamente expandir e qualificar a lista de e-mails dos clientes.

– Mídias sociais: O grande desafio para iniciativas de branding bem sucedidas nesse canal está na capacidade de envolver e motivar as pessoas em torno de uma ação. O usuário das mídias sociais pode não estar necessariamente interessado em comprar e, portanto, não quer receber mensagens focadas na venda de produtos e serviços. Ou seja, um argumento agressivo de vendas nas mídias sociais não é bem recebido. Oferecer entretenimento e informação é muito mais pertinente neste canal. Promover engajamento, envolvimento e relacionamento deve ser o objetivo central, tendo sempre em mente que este canal é de múltiplas vias, que deve gerar interatividade e fazer com que as pessoas se sintam à vontade para comentar, indicar aos amigos, "curtir", compartilhar entre si. Gostar de uma marca pode não significar um interesse imediato de compra, mas motivar as pessoas a falarem de determinada empresa e pulverizar aquela mensagem entre seu grupo de amigos gera direta e indiretamente visibilidade e divulgação para a marca. Outro ponto importante é que, ao estar presente nas mídias sociais, a empresa precisa ter uma política de como dar retorno aos comentários e posts, estando preparada inclusive para receber críticas, pois uma vez aberto o canal, ele ganha dinâmica própria.

– Mobilidade: Um ponto importante para a boa comunicação neste canal é forma de abordar o consumidor, para que ele não se sinta invadido. O envio de mensagens de texto via torpedos só pode acontecer se houver um opt in formal e, além disso, essa forma de comunicação se presta muito mais a promover relacionamento, atendimento e prestação de serviços do que publicidade. Possibilitar entretenimento também é uma boa opção, por meio da oferta de aplicativos com os quais os usuários se identifiquem ou como forma de prestar algum serviço de utilidade pública, por exemplo.

Se estabelecer uma comunicação eficaz com o consumidor em cada um desses canais já demanda uma estratégia bem definida, o mesmo vale para as empresas que queiram desenvolver ações integradas. Neste caso, tratar esses meios de forma isolada faz com que a empresa não aproveite os canais em toda sua potencialidade.

Ou seja, mais do que desenvolver iniciativas para e-mail marketing, mídias sociais ou mobilidade, se a marca quer fazer uso destes três canais de modo verdadeiramente eficaz, deve pensar em uma estratégia de cross-channel, para acompanhar os resultados de forma integrada e poder mensurar o todo. O e-mail marketing pode levar o usuário a se interessar pelas mídias sociais da marca, o website da empresa pode permitir compartilhamento em Facebook ou Twitter dos trechos que interessem ao cliente, aplicativos usados em smartphones podem ser replicados nas mídias sociais, uma ação iniciada em um canal pode render desdobramentos em outros, etc…

São inúmeras as formas de capitalizar a interação do usuário nos diversos canais digitais. Isso demanda, no entanto, criatividade e estratégia. O mercado brasileiro tem amadurecido gradativamente absorvido esta visão mais ampla e integrada, portanto não há dúvidas de que esse é um caminho que tende a estimular e fortalecer o relacionamento entre consumidores e empresas. Ignorar essa tendência é ignorar as inovações, as novas gerações e as formas como elas interagem com o mundo.

Fonte: Ampro

Centauro ativa campanha ´Bem-vindo ao jogo´ em filme publicitário

A dez dias do início da Copa das Confederações da FIFA Brasil 2013, Centauro e Centauro.com.br, empresas que pertencem ao Grupo SBF, promovem a partir desta semana o filme publicitário com o conceito "Bem-vindo ao jogo". As Apoiadoras Nacionais da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014TM dão boas-vindas aos protagonistas do esporte mais popular e democrático do mundo.
A campanha "Bem-vindo ao jogo" foi pensada e planejada para atingir simultaneamente todas as plataformas e canais de comunicação da rede de lojas junto ao cliente, como as unidades físicas distribuídas pelo Brasil, e-commerce, mobile, a revista Centauro Sports Magazine, jornais, portais e nas redes sociais.
Com o vídeo, que é veiculado em escala nacional na TV aberta, como Rede Globo e fechada, como SporTV e Mega Pix, a maior rede multicanal de varejo esportivo da América Latina inicia ativação do grande investimento da empresa com a Copa das Confederações da FIFA Brasil 2013 e Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014, principais campeonatos do futebol mundial no país.
Em referência aos conceitos e características que integram o futebol, como toque, drible, ginga, união, grito, gol, vitória e emoção, o filme publicitário registra o apoio da Centauro e Centauro.com.br aos praticantes e fanáticos pelo futebol, que independente de ambiente, nacionalidade ou país, são apaixonados e fiéis ao esporte.
Fonte: Cidade Marketing

Publicidade móvel quadruplica em um ano no Brasil

A Opera Mediaworks, subsidiária integral da Opera Software, divulgou uma pesquisa sobre a publicidade móvel no Brasil. O relatório intitulado State of the Mobile Advertising (SMA) analisou os principais dados e tendências no setor, durante os meses de abril e maio de 2013. Os dados foram gerados pela extensa plataforma de publicidade móvel da empresa, que inclui a AdMarvel, para mediação e entrega de anúncios; Mobile Theory e 4th Screen Advertising Ltd, redes de publicidade móvel premium dos Estados Unidos e Reino Unido, respectivamente; e Mediaworks Performance, rede de publicidade móvel baseada em resultados. A plataforma serve mais de 60 bilhões de impressões por mês, alcançando 300 milhões de consumidores mensalmente através de 13.000 sites e aplicativos móveis.

A pesquisa destacou que o mercado brasileiro de publicidade móvel quadruplicou nos últimos 12 meses, crescendo a uma taxa de 11% ao mês. Durante o último ano, o número de pedidos de publicidade móvel aumentou em média 11% ao mês. Até o fim de abril de 2013, os pedidos originados do Brasil cresceram praticamente quatro vezes (3,72x) comparados com o ano anterior.

Os dispositivos Java contabilizam maior número de impressões de anúncios, mas Android é o líder destacado entre usuários de smartphones. Embora dispositivos construídos na plataforma J2ME ainda dominem em termos de volume total de tráfego, capturando praticamente 40% do mercado, seu uso está caindo rapidamente. Um número cada vez maior de brasileiros está adotando smartphones com uma clara preferência pelo Android (30,3% de impressões comparado com 12,4% do iPhone).

Fonte: Administradores.com