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Identificar e desenvolver talentos

Valorizar o capital humano, desenvolver e reter talentos, esse é o atual discurso das organizações. Adquirir diferenciais competitivos e manter colaboradores motivados e comprometidos com resultado, não são tarefas fáceis.

Recrutar, remanejar e reter profissionais é uma habilidade que demanda muito mais do que a comunicação em entrevista e a destreza nas avaliações curriculares. Exige percepção, conhecimento, ferramentas e técnicas para conduzir processos de gestão e desenvolvimento humano.

Uma pesquisa realizada pela Robert Half, em janeiro de 2013, com 100 diretores de RH brasileiros, apontou os três atributos que mais bem descrevem os profissionais de alto desempenho ou talento. Demonstrou que em primeiro lugar com 54% estão os colaboradores com potencial de desenvolvimento, na segunda posição aparecem habilidade de comunicação e as relações interpessoais com 51%, e em terceiro aparece o foco em resultados com 44%.

Isso demonstra que recrutadores, gestores de RH, líderes e outros profissionais da empresa devem estar preparados para identificar essas habilidades nos profissionais e conduzi-los ao aprimoramento de competências já existentes e no desenvolvimento de novas.

Ainda de acordo com a pesquisa da Robert Half, para desenvolver talentos, 47% das empresas buscam treinamentos personalizados, 41% oferecem oportunidades de promoção, e outros 27% aumentam a exposição e a responsabilidade de trabalho, e ainda 8% não oferecem nenhuma alternativa de desenvolvimento.

O que demonstra que a maioria das empresas busca treinamentos customizados, de acordo com a necessidade do profissional e da empresa, seguida daquelas que enxergam na efetivação de cargo uma opção para reter o profissional, e ainda aquelas que utilizam desafios e responsabilidade como motivação.

Segundo outra pesquisa, divulgada em 2011 pela PwC, sobre retenção de talentos, realizada com 36 empresas de diversos setores da economia, com mais de 2.500 colaboradores, revelou que os atributos mais valorizados na atração de profissionais, são: a busca por um bom ambiente de trabalho, seguido pela busca de aprendizado e desenvolvimento profissional e a procura por oportunidades de crescimento e carreira.

Outros dados revelados pela pesquisa da PwC, foram as ferramentas mais utilizadas na identificação de talentos. Sendo que a avaliação de desempenho por competências é utilizada por 72% dos respondentes, 67% realizam avaliação de desempenho por resultados e metas, seguida de recrutamento interno com 58%.

Identificar, reter, desenvolver profissionais talentosos, e muni-los de conhecimentos, técnicas e de habilidades que melhorem seu desempenho, atendendo as expectativas pessoais e profissionais, é o que o Coaching proporciona às pessoas e organizações.

Sendo em sessões individuais, em grupo, formação padrão ou soluções customizadas, o Coaching é um processo de desenvolvimento humano que conduzirá os profissionais a enxergarem seus reais anseios e necessidades, bem como líderes e gestores a perceberem como e onde trabalhar da melhor maneira suas equipes, oferecendo as estas oportunidades de demonstrarem seus talentos, e sentirem-se motivadas e satisfeitas.

Fonte: administradores.com

Fundamentos: as 7 chaves do branding segundo Kotler

1. Um nome próprio forte. (Para Kotler, deve ser curto, com significado, defensável e flexível. Omo.)
2. Uma palavra associada. (Aquela que o consumidor poderá associar imediatamente à marca, como Volvo = segurança e 3M = inovação. A inexistência dessa palavra não é bom sinal.)
3. Um slogan memorável. (Tipo “Amo Muito Tudo Isso” do McDonald’s, que cai na boca do povo.)
4. Um logotipo de reconhecimento imediato. (Tratarei desse item mais adiante, após o break.)
5. Uma imagem (ou som) e um sentimento. (O som do meu Mac quando o ligo.)
6. Uma personalidade comprovável (Por exemplo, um banco que se vende como inovador tem de ser inovador. Elementar, meu caro Watson, e tantas vezes esquecido.)
7. Uma ou mais narrativas sedutoras. (Se sua marca não tem uma história tão legal quanto a garagem do Jobs e do Woz, vale, conforme Kotler, criar histórias para ela, como fez a Kellogg’s ao nomear aquele tigre seu personagem porta-voz.)

Resolvi trazer para cá uma pesquisa de logotipos que fiz um tempo atrás para ilustrar o item 4 do Kotler. Eu não trouxe os logos de propósito, para que vocês possam testar se se lembram deles:

-Apple- Essa maçã, uma conversão direta de nome em imagem, gerou tantas lendas que só isso já confirma o acerto da escolha. Assim como o nome, o logo se justificaria apenas pela promessa do inusitado – ninguém pensaria em associar frutas e computadores –, que é reforçada em seu caráter subversivo pelo fator de a maçã estar mordida (referência ao pecado original do Velho Testamento). Mas ainda o associam à maçã da gravadora dos Beatles, já que Steve Jobs é beatlemaníaco; ao matemático britânico Alan Turing, porque a maçã original com as cores do arco-íris homenagearia o pioneiro do algoritmo e da máquina de computar, perseguido por sua homossexualidade; ao ditado inglês que diz que maçã faz bem à saúde – “an apple a day keeps the doctor away” (uma maçã por dia mantém o médico longe) etc.

-Audi- O logo apenas conta a história: os quatro anéis foram introduzidos em 1932 depois que a fusão de quatro empresas, Audi, Horch, Wanderer e DKW, criou a Auto Union. Em 1985, a Auto Union, propriedade da Volkswagen desde 1960, resgatou a marca Audi.

-BMW- Trata-se de mais um caso de logo que conta história. BMW nasceu como fabricante de motores de aviões e a imagem em questão faz referência exatamente a essa origem: ela combina uma hélice e o azul e o branco do céu, e soma a isso as cores da bandeira da Bavária, região no sul da Alemanha onde surgiu a montadora.

-Carrefour- Inspirada na palavra, que significa “cruzamento de ruas” em francês, a imagem reúne, de modo estilizado, duas setas, uma vermelha e uma azul, indicando um cruzamento. E isso também tem relação com a história desse grupo supermercadista: a primeira loja se localizava em uma esquina.

-Citröen- O engenheiro Andre Citroën, fundador da montadora francesa que lhe emprestou o sobrenome, foi o pioneiro no uso de engrenagens helicoidais, com dentes em forma de “V”, quando o padrão eram as engrenagens de dentes retos. Com isso, conseguiu um funcionamento muito mais suave e silencioso e até hoje a maioria dos carros as usa em suas transmissões. Esses dois “V” invertidos do longo simbolizam isso. A Citroën foi uma das mais inovadoras companhias automobilísticas em engenharia até os anos 1980, aliás: nasceram lá a tração dianteira e a suspensão hidropneumática, entre outras coisas.

-Goodyear-O pé com asas, entre as palavras Good e Year, foi inspirado em Mercúrio, o deus mensageiro da mitologia romana, associado a velocidade, ou Hermes, para os gregos. Além de rodas e pneus terem relação com velocidade, o fundador da empresa, Frank Seiberling, possuía uma estátua de Mercúrio em casa.

– Jac Motors- O logo da montadora chinesa é frequentemente confundido com o da Chrysler, também uma estrela de cinco pontas (os mais distraídos até o confundem com a estrela de três pontas da Mercedes-Benz, que, por sinal, referia-se a motores para uso em três ambientes –terra, mar e ar). O que significam as cinco pontas da Jac? São os cinco continentes do mundo onde a companhia pretende estabelecer e consolidar sua presença.

-Mitsubishi- O símbolo da Mitsubishi é uma figura composta por três “rhombus” clássicos, quadrilátero de quatro lados iguais também chamado também de diamante. Transmite as idéias de preciosidade e resistência dos carros e de todos os produtos do Mitsubishi Group (que é keiretsu típico do Japão), dos televisores e aparelhos celulares à indústria química, mas, antes disso, a imagem constitui uma tradução do nome da marca ao pé da letra: “mitsu” significa “três” em japonês e “hichi” (depois, modificado para bichi), uma planta aquática em forma de losango, diamante ou rhombus.

-Nestlé- Como já comentei, o nome da empresa vem do fundador, Henri Nestlé, e do significado da palavra “nestlé”, pequeno ninho de passarinhos no dialeto suábio da Alemanha. Eu diria que esse um dos mais descritivos e mais memoráveis logotipos existentes. A mais importante alteração que ele sofreu, desde 1875, aconteceu em 1985, quando o número de filhotes no ninho diminuiu de três para dois –sinal dos tempos.

-Nike—Esse é um caso raro de logo que surgiu antes do nome da marca –e que, talvez, tenha servido de inspiração a esta. A empresa de Phil Knight, nascida de um projeto de MBA de um corredor de mais distância do Oregon, nos Estados Unidos, chamava-se Blue Ribbon Sports e ficava conhecida por solados de tênis inovadores que melhoravam o desempenho dos atletas. No início dos anos 1970, Knight contratou uma estudante de design gráfico por US$ 35 para desenvolver um logo para seus produtos e esta criou o famoso símbolo “swoosh”, onomatopeia que significa uma golfada de ar repentina. Pouco depois, resolveram mudar o nome da empresa, rebatizando-a como a deusa da vitória na mitologia grega, Niké (pronuncia-se “niqué”), que podia voar e correr em grandes velocidades. Conta a lenda que um funcionário teria sonhado com a deusa.

-Playboy- Entre os animais, provavelmente é o coelho o mais associado a sexo, visto como um praticante assíduo e desinibido, um reprodutor em série. Então, nada mais natural do que ele ser a representação do império de mídia de Hugh Hefner. Qual a razão da gravata borboleta? Uma sugestão de que o coelho tem elegância e bom gosto, o que é um diferencial e tanto em relação a uma concorrência mais vulgar e pornográfica. E as orelhas em riste, que viraram marca das coelhinhas? Isso significa que o coelho se encontra em permanente estado de alerta.

-Shell- Se o símbolo tem tudo a ver com o nome da marca, esta não tem nada a ver com as atividades ali desenvolvidas. Em compensação, há uma história interessante por trás da concha: trata-se de uma homenagem do fundador da empresa, Marcus Samuel Junior, a seu pai, que era proprietário de uma daquelas lojas de antiguidades típicas de Londres, repleta de conchas decorativas.

-Starbucks- Este é um dos mais intrigantes, e, também por isso, memoráveis, logos de que se tem notícia. Afinal, o que uma sereia teria a ver com café? A imagem foi escolhida por remeter às raízes náuticas de Seattle, a cidade norte-americana onde nasceu o Starbucks, e por conta da história do café, que atravessou oceanos. O símbolo atravessou quatro mudanças em 40 anos – a última, em 2011– e as cores foram se alternado: começou marrom como a terra, depois o verde do pé de café e o preto do grão torrado e da bebida dividiram o espaço e agora predomina o verde. O mais radical foi tirar a palavra “coffee” (café) do logo, simplificando-o e tornando-o mais acolhedor à diversificação de produtos pretendida pela empresa, com sorvetes, por exemplo.

-Tata Group_ Uma estilização da letra T, sobrenome do fundador e controlador, esse logo é aplicado a todas as empresas do forte grupo indiano, da siderúrgica à montadora de carros e induz a pensar em um caminho unificado que também se bifurca em mais caminhos, ou em foco com diversificação. Talvez por conta do pragmatismo próprio de país emergente e com recursos limitados, esse logo foi concebido para não perder a visibilidade nem deixar de transmitir a grandiosidade corporativa mesmo que seja reproduzido em baixa resolução ou em condições adversas.

-Toyota- A planta industrial da tecelagem Toyoda foi vendida, o novo dono resolveu fabricar carros e, para encontrar um novo e mais adequado nome e um logotipo, promoveu um concurso: 27 mil pessoas participaram e decidiu-se trocar o “D” do nome existente pelo “T”, por conta da maior sonoridade e do número de pinceladas necessárias para escrevê-lo: oito – o número da sorte na cultura japonesa. O logo é feito de três elipses entrelaçadas: a combinação das elipses vertical e horizontal simboliza o “T” de Toyota e o desenho tem dois pontos centrais geométricos, simbolizando o coração dos clientes e o coração do produto, unificados pela elipse maior. O fundo em branco na figura representa o avanço tecnológico ilimitado da Toyota, bem como as oportunidades ilimitadas. Reza a lenda também que todas as letras da palavra Toyota podem ser formadas nesse ideograma.

Fonte: Hsm.com

Lições do UFC: quando a arrogância enfraquece a competência

Foram sete anos de vitórias pautadas em dez defesas de cinturão, mas ontem, ficou comprovado que nenhum outro atleta teria facilidade em derrotar o campeão Anderson Silva, exceto ele mesmo. O que leva um ídolo preparado, favorito e dono do título deixar o duelo para o adversário?

O mundo corporativo é pautado em desafios, defendemos um cinturão por dia. A estratégia de ontem é aplicada por todos hoje, o que aumenta o desafio da inovação, da resiliência e da reinvenção dos processos de gestão.

A cada conquista nossos "golpes" são analisados, didaticamente multiplicados e repetidos por nossos pares, mercado, concorrentes… E o novo vira comum, esperado, ensaiado.

Ao mesmo tempo, lidar com o sucesso requer tranquilidade, olhar crítico e humildade. O foco deve ser mantido, a "guarda" fechada, pois até os menos preparados podem se desenvolver e nos surpreender com um "nocaute". E depois que do golpe certeiro, é muito difícil a recuperação.

Devemos entender que o sucesso é um ser nômade, livre e sensível. Não pertence a ninguém, apenas vincula-se a quem acha conveniente enquanto sente-se valorizado. E basta um detalhe não dar certo para que ele procure outro dono.

Dessa forma, tínhamos de um lado a estratégia da arrogância e do outro, a vontade, a disciplina e a coragem. Adivinhem para onde o sucesso foi dessa vez? Mas nada é definitivo e outras oportunidades virão.

Afinal, a derrota também não pertence a ninguém, e logo a determinação de nosso campeão trará desconforto e ela buscará outro lar. E que não seja entre nós!

Fonte: Administradores.coom

6 passos para aprender mais rápido (e melhor)

São Paulo – “O que distingue as pessoas que chegam ao topo é que elas aprendem melhor e mais velozmente que as outras”. Esta frase foi dita a Fernando Jucá, sócio da Atingire – empresa de treinamento e desenvolvimento – por um ex-presidente com passagens por grandes empresas.
Na semana passada, Jucá reuniu profissionais de RH, em São Paulo, para discutir o processo de aprendizagem. A inquietação dividida pelo especialista durante o evento estava relacionada ao fato de que muitos treinamentos oferecidos pelas empresas aos seus executivos acabam falhando no seu objetivo principal: mudar comportamentos para atingir resultados melhores.

Certamente, muitos profissionais já tiveram a sensação de tempo perdido ao serem convocados para treinamentos na empresa. De acordo com Jucá, é comum ouvir dos executivos frases como: não adianta realizar programas de treinamento, nessa empresa as coisas nunca mudam”, ou “para que me inscrever em um curso de técnicas de apresentação, se não tenho o dom de falar em público”, ou ainda “o treinamento foi bom, mas quem deveria ter participado era o meu chefe e não eu…”.

“O que todas essas frases revelam é a ausência de uma competência fundamental atualmente: a expertise em aprender”, diz Jucá. Esta expertise, diz ele, é fundamental, já que a partir dela o processo de desenvolvimento de outras competências torna-se efetivo. “Há até um campo de pesquisa na área educacional em torno do termo heutagogia, que reflete sobre como é possível desenvolver a nossa capacidade de aprender a aprender”, lembra o especialista

Mas, o que fazer para desenvolver esta capacidade? O que é preciso mudar para aprender mais rápido? Segundo o especialista, algumas mudanças em relação ao que os profissionais entendem como aprendizado são essenciais para turbinar a sua capacidade de aprender. Confira:

1 Atividade só intelectual x conexão direta com comportamentos

“O aprender é percebido como uma atividade puramente intelectual”, diz Jucá. Ou seja, você aprendeu o nome da capital de Botswana ou quando ocorreu a Guerra do Paraguai e guarda essas informações na cabeça. Se alguém perguntar, você responde e pronto.

O primeiro passo é mudar esta concepção de aprendizado, segundo Jucá. “Aprendizado implica a mudança de comportamento. Se tal mudança não ocorreu, estamos falando apenas de enciclopedismo gratuito, para gastar em almoços e festas”, explica.
2 Absorver x enriquecer ou modificar modelos mentais
Grande parte das pessoas imagina o aprendizado como um processo de absorção, pura e simplesmente, lembra Jucá. E se aprender é mudar comportamentos, a relação direta é com modelos mentais.

Eles são o gatilho para a mudança de comportamento, diz Jucá. “Modelos mentais são construídos e refinados sem parar. As fontes para esse processo são quase infinitas, mesmo que muitas vezes sutis”, explica o especialista.

Um comentário de um colega no corredor sobre o chefe pode ajustar seu modelo mental sobre perspectivas de carreira, por exemplo. “Os resultados frustrantes de uma reunião com a equipe de vendas podem reforçar seu modelo mental sobre o trabalho em equipe”, diz Jucá.

3 Conteúdo vem pronto de fora x o conteúdo é transformado por mim

O conteúdo vem pronto, resta absorver por meio da atividade intelectual. Este é mais um exemplo de quão deslocado pode estar o seu conceito de aprendizado.
Jucá explica. “Há uma interação constante entre novas experiências e meus modelos mentais, uma coisa influencia a outra”, diz.

Imagine duas pessoas que participam da mesma frustrante reunião de vendas citada no item 2. “O aprendizado ainda assim poderia ser completamente distinto”, diz Jucá.

4 Fontes formais, como livros x experiências variadas, às vezes até a leitura

De onde vem o conhecimento? “Dos livros, oras”, podem dizer alguns. “Da internet, mais especificamente do Google, diriam outros”.

Grande parte das pessoas entende que o conhecimento está nos cursos, livros, na internet, enfim são várias as fontes, mas todas formais. Jucá faz um contraponto: “o aprendizado vem de experiências variadas, às vezes até a leitura”, diz Jucá.
5 Momento específico x o tempo todo
Agora vou ler um livro, agora vou estudar, enfim só agora vou aprender. Conforme explica Jucá, é frequente dividirmos o tempo em dois momentos: hora de trabalhar, hora de estudar.

“Pode perguntar para um executivo o que ele fez no dia. Ele vai dizer que comandou, pensou, se comunicou, escreveu…dezenas de verbos, sem a menção da palavra aprender”, diz Jucá.
É importante desfazer essa separação. Aprender não é algo que se faz em um momento específico, você aprende o tempo todo.

6 Acúmulo gradual de saber x desaprender também é essencial

“Interessante também que a atividade de aprender sempre é associada ao acúmulo gradual de conhecimentos”, diz Jucá. É como um copo que vai sendo cheio de água, por exemplo. Você não descarta nada, apenas inclui novas informações.

De acordo com Jucá, desaprender é o x da questão e o grande desafio para os adultos interessados em turbinar a capacidade de aprender.
“A maior dificuldade dos adultos versus as crianças em aprender é explicada não porque não conseguimos fazer novas conexões neurais para enriquecer nossos modelos mentais e sim porque é muito difícil enfraquecer conexões neurais antigas, modificando então nossos modelos mentais atuais”, diz o especialista.

Assim, não deixe que o conhecimento antigo cristalizado paralise a transformação de modelos mentais. Por fim, fique com esta definição de aprendizado: “aprendo quando enriqueço ou modifico meus modelos mentais, alterando meu comportamento”.

Fonte: Administradores.com

Durex anuncia preservativo da Daft Punk

A marca de preservativos Durex fechou parceria com a dupla francesa Daft Punk para lançar uma nova linha de camisinhas batizada com o nome da popular canção Get Lucky, do álbum Random Access Memories lançado em maio deste ano.

De acordo com Entertainment Wise, os preservativos foram distribuídos primeiro para os DJs e alguns meios de comunicação, mas a expectativa é que eles sejam vendidos na Europa nos próximos dias. Um dos primeiros músicos que recebeu o produto foi 1DJ Diplo que publicou uma foto da embalagem no Instagram.

O produto não tem nada de especial, mas a grande diferença é a embalagem que mostra a imagem do single Get Lucky, a mesma foi usada para o vídeo promocional do disco deles deles.

Fonte: Promoview