Brindes Personalizados e Corporativos — Compare Fornecedores Verificados e Peça Cotação Grátis

Empresas apostam em brindes tecnológicos para conquistar e fidelizar clientes

Nos dias de hoje, para que os brindes conquistem e ajudem a fidelizar clientes e prospects, precisam ter qualidade e esbanjar inovação. Os tradicionais chaveiros, canetas, bolsas, bonés e camisetas ainda são os campeões de vendas, porém os brindes mais modernos e tecnológicos estão ganhando grande espaço nas campanhas promocionais.

Revelados na última edição da Feira EXPO BRÍNDICE, organizada pelo Grupo
Bríndice, os brindes tecnológicos, como pen drives, leitores de MP3 e MP4, minimouses wireless, miniamplificadores para iPod, MP3 em formato de squeeze – vencedor do Prêmio TOP BRÍNDICE – Melhor Lançamento de Produto -, e vários outros vieram para ficar neste mercado que movimentou mais de R$ 4,5 bilhões no ano passado, segundo pesquisa do Instituto Qualibest, encomendada pela Bríndice.

Apesar de novidades como o ímã de geladeira que grava e reproduz voz e imagem, como se fosse uma TV, e os pen drives diferenciados com leitor biométrico, à prova d’água, no formato de cartão de crédito; os itens já conhecidos ainda representam a maior parte dos produtos procurados pelas empresas para presentear funcionários ou consumidores.

Mas, de acordo com Luiz Roberto Salvador, diretor do Grupo Bríndice e organizador da Feira EXPO BRÍNDICE, a expectativa é que os brindes tecnológicos cheguem a 45% dos negócios. “Sem dúvida, os pen drives serão as estrelas daqui pra frente. A tendência foi percebida no ano passado, quando o pen drive foi considerado pelas empresas compradoras um dos brindes preferidos de fim de ano, disputando o ranking com agendas, canetas e outros itens convencionais”, diz.

Para Salvador, o brinde tecnológico chega para acompanhar as grandes mudanças ocorridas nos últimos anos no comportamento do consumidor. “Prova disso, é o aumento das vendas do pen drive como brinde, que passou de 20% no ano passado e pode chegar a 50% neste ano”, completa.

Cereser e Makro presenteiam clientes com copo exclusivo

A partir do 1 de dezembro, a Cereser – fabricante de bebidas com mais de 80 anos de tradição -, realiza uma promoção exclusiva para os clientes do Makro, tradicional atacadista, das capitais do Ceará, Pernambuco e Paraíba.

Na compra de quatro garrafas de Capitán Cortez, bebida que tem como diferencial a qualidade dos melhores runs aliada ao bom preço, o cliente ganha um exclusivo copo da marca para saborear a novidade.

Vá até uma das lojas Makro e garanta essa exclusividade da Cereser! A promoção vai até o dia 23 de dezembro.

Sobre a Cereser
No Brasil, o Grupo Cereser é líder nacional de vendas com a tradicional Sidra Cereser, criada por Pedro Cereser na década de 60. A fabricante também vem se destacando no mercado nacional e internacional com amplo leque de produtos, que inclui Chuva de Prata, vermouth Cortezano, vinhos Dom Bosco e os destilados Kadov, Chanceler, Old Cesar 88, entre outros, somando um total de 19 marcas.

Dotada de modernos equipamentos que garantem a qualidade do que produz, a Cereser possui fábricas em Jundiaí (SP) e Suape (PE). A empresa atualmente exporta parte de sua produção para Venezuela, Chile, Uruguai, Paraguai, Bolívia, China, Japão, Angola, Namíbia, entre outros, totalizando mais de 40 países.

Fonte: portaldapropaganda.com.br

Qual o potencial de sucesso do pequeno varejo brasileiro?

O pequeno varejo, caracterizado como amplo e pulverizado, é detentor de significativa importância para a indústria, pois, além de representar uma chance de aumentar as margens nas negociações com as grandes redes varejistas, é um caminho para alcançar o consumidor de baixa renda (já que um dos diferenciais do pequeno varejo em relação ao hiper e ao supermercados é a proximidade com o seu público, o que facilita o desenvolvimento de relações entre a loja e o shopper).

Ocorre que, devido às mudanças de comportamento e de preferências do consumidor, advindas com a melhora do padrão de vida, o varejo mais organizado (composto predominantemente de supermercados com mais de 10 checkouts) e as grandes redes vêm apostando no modelo de loja de vizinhança, como é o caso do Extra Fácil. E com a vantagem de oferecer a esse público o ambiente de compras que há muito aspiravam e não tinham acesso.

Por outro lado, o pequeno varejo, que se aproveitou nos últimos anos da expansão do consumo de itens básicos, e ofereceu uma boa solução de proximidade e familiaridade no atendimento, não vem evoluindo no ritmo de seu público-alvo, que se mostra cada vez mais sofisticado. Assim, para o pequeno varejista torna-se decisivo adaptar-se às mudanças do mercado e acompanhar o desenvolvimento da economia.

Economia que atravessa bom momento e apresenta perspectivas animadoras: tendência de aumento do PIB entre quatro e cinco por cento até 2014, crescimento do setor industrial de oito por cento em 2010, expectativa do comércio de superar em 73% as vendas em relação ao ano passado e o aumento na renda anual dos consumidores brasileiros (a previsão é que supere cinco bilhões de reais em 2014). Este incremento na renda contribui para o crescimento do consumo das famílias. E é sabido que o aumento dos gastos acontece primeiro nos produtos do varejo alimentar, já que este é o primeiro segmento da economia a usufruir do crescimento do consumo. No ano passado, 72% dos gastos totais do consumidor eram em produtos alimentícios, seguidos pelos produtos de higiene (16%), bebidas (6%) e limpeza (5%).

Desafios do pequeno varejo
Considerando que os consumidores de baixa renda são os principais shoppers do pequeno varejo, alguns dos principais fatores para agradá-los são atentar para suas aspirações, oferecer bom serviço e sortimento de qualidade. De acordo com pesquisa realizada pela ToolBoxTM (“A estrutura do pequeno varejo”, 2009) nos Estados do Sudeste brasileiro, o serviço de cartão de crédito somente é disponibilizado pela metade das lojas pesquisadas. Isso requer mudanças, uma vez que a tendência é o aumento do uso e do número de cartões de crédito para pessoas físicas, além do fato de os consumidores de baixa renda darem alto valor a essa forma de pagamento.

Além disso, com o incremento na renda, os consumidores passam a comprar produtos de melhor qualidade. Um estudo mostrou que 26% dos consumidores estão dispostos a gastar mais para adquirir produtos melhores. As classe C e D, por exemplo, que tinham apenas 21 categorias em suas cestas de compras em 2002, hoje têm 37 (iogurte, leite condensado, creme e loção, leite em pó, tempero pronto e amaciante passaram a fazer parte da lista de compras mensais).

Em razão da tendência da diminuição do tamanho de loja no varejo e, por consequência, do espaço das gôndolas, a decisão do sortimento torna-se decisiva para atender as necessidades dos clientes. Por fim, a falta de mão de obra de qualidade e com experiência é um dos principais problemas que o varejo em geral terá que enfrentar (no país, estima-se, para o comércio, a falta de mais de 187 mil pessoas).

Cinco estratégias para o sucesso
Para ajudar os proprietários do pequeno varejo a enfrentar os desafios e atender as expectativas dos shoppers, formulamos cinco estratégias que, se bem aplicadas, contribuirão para a obtenção do sucesso nesse canal.

Primeiro, o pequeno varejista deve contar com uma gestão profissional e desenvolver parcerias “ganha-ganha” com bons fornecedores. Assim, o varejo terá a possibilidade de entregar valor ao cliente e enfrentar a concorrência.

A segunda estratégia consiste em simplificar as operações, conter desperdícios. Para aplicá-la é recomendável a informatização e a correta revisão do sortimento. Isso facilitará a administração do estabelecimento e possibilitará que o varejista destine tempo para a aplicação das demais estratégias.

A terceira refere-se ao cliente, ou seja, entender o que desejam, estimulando o shopper a comprar mais e a voltar com frequência ao PDV. Pesquisa desenvolvida pela ToolBoxTM (“Razão para comprar novos produtos”, 2010) para a revista Supermercado Moderno, revelou que 55,4% dos consumidores decidem a compra de um lançamento no ponto de venda, sendo que a visibilidade no PDV é considerada por 29,8% dos entrevistados como o principal fator para o conhecimento de um novo produto. Além disso, não é necessário encomendar pesquisas, apenas uma observação atenta e o contato com os shoppers já fornecem inúmeras informações ao varejista. Saber ver e ouvir no varejo faz muita diferença!

A quarta estratégia aborda a questão do oferecer “algo a mais” ao consumidor. Além de disponibilizar ao shopper o que ele deseja e precisa, deve ser entregue a experiência que ele sonha. Agregando valor a suas ofertas, a satisfação do shopper será maior, bem como as chances de fidelização. Investir no design da loja, na iluminação, em novos serviços e no atendimento, bem como disponibilizar estacionamento e outras conveniências são práticas que o varejista deve adotar.

E, por último, o estabelecimento deve evoluir com seus clientes, acompanhando o desenvolvimento econômico do bairro e dos shoppers, adaptando-se à realidade e ao dia a dia da região. Para isso, é preciso que o varejista se prepare, tome conhecimento, organize-se, treine sua equipe e profissionalize a gestão do seu negócio.

* Rafael D’Andrea é sócio da ToolBoxTM – Métricas de Ponto de venda. Formado em Administração de Empresas pela FEA-USP, possui especialização em Marketing pela UC-Berkeley (EUA) e pós-graduação em Economia pela FIPE-USP. Consultor, palestrante, é professor de Trade Marketing e de Gestão de Canais do curso de pós-graduação em Marketing do Insper. É coordenador e coautor do livro Trade Marketing – Estratégias de Distribuição e Execução de Vendas (Editora Atlas/ 2010).

* Flávia Teresa S. Fernandes é assistente acadêmica.

Fonte: Mundo do Marketing

Os caminhos do marketing promocional

Pesquisa aponta que eventos e feiras ainda lideram preferência dos profissionais do setor

Entre as ferramentas de marketing promocionais, eventos e feiras ainda lideram a preferência dos profissionais do meio com 29%. É o que revela pesquisa realizada pela Ciagroup, agência de comunicação integrada, na última edição da HSM ExpoManagement. Ao todo foram entrevistados 769 profissionais, de todas as regiões do país, com o objetivo de investigar as opiniões e preferências dos executivos brasileiros. Os programas de incentivo ficaram com 25%; promoções com 17%; viagens de incentivo foram as escolhidas por 15% dos entrevistados e a novidade em ferramenta de marketing, o cartões pré-pagos e gift cards, foram a opção para 10%. Na questão de planejamento de ações para 2013, 26% das empresas vão investir em campanhas de relacionamento, 16% em promoção com premiação e 13% em merchandising e ações em PDV.

Fonte: Ampro

Campanha "Buzão da Alegria" arrecada brinquedos e diversos itens para distribuir no Natal

Pelo terceiro ano consecutivo, a campanha “Buzão da Alegria” – realizada na cidade de Porto Alegre e São Paulo – arrecada brinquedos (novos ou em perfeito estado de conservação), dvd’s, livros infantis, alimentos não perecíveis e itens que contribuem para a melhor qualidade de vida de crianças hospitalizadas e de Instituições, como abrigos e creches.

Os interessados em colaborar, na cidade de Porto Alegre, devem entrar em contato por meio do e-mail [email protected] ou (51) 8445-0028, até o dia 13 de dezembro. As entregas, nas duas cidades, acontecerão de 19 a 21 de dezembro.

Em São Paulo, onde a campanha existe desde 2006, o contato para fazer as doações é [email protected] ou (11) 6693-0304.

No ano passado, foram distribuídos cerca de 800 brinquedos entre crianças de São Paulo e Porto Alegre. Desde o surgimento do projeto, cerca de 3.500 crianças foram beneficiadas pela campanha e receberam a visita dos voluntários vestidos de papai Noel, que além dos brinquedos, levam diversão e alegria.

Mais informações sobre a campanha e os resultados podem ser obtidas pelo site do projeto www.buzaodaalegria.com.br

Sobre a Campanha

O “Buzão da Alegria” é uma campanha de Natal voltada especialmente ao público infantil, concretizando-se basicamente em hospitais públicos, abrigos residenciais (antigos orfanatos), instituições de amparo a deficientes e, quando possível (devido ao calendário escolar), a creches públicas ou comunitárias.

A campanha surgiu no ano de 2006, em São Paulo, com o objetivo de tornar o natal dessas crianças mais feliz a partir da iniciativa, que além das doações, proporciona a presença do papai e da mamãe Noel, e recreações.

“Queremos ampliar a campanha e sensibilizar todo o Brasil, por isso, aos demais estados, fica nosso convite para embarcarem nesta ideia”, afirma Alexandra Pompermayer, voluntária responsável pela organização da campanha no Rio Grande do Sul.

Fonte: Revista Making Of