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CCE ganha nova identidade visual com campanha

A CCE adota uma nova identidade visual e lança campanha com foco no público jovem. Criada pela agência MOMA, “EU QUERO” traz o conceito de inovação e reúne os atributos que o consumidor moderno busca no mercado PC+, conceito de tecnologia convergente que integra ecossistemas de dispositivos e telas (computador, TV, tablet e smartphone).

O novo posicionamento de marca agrega valores que representam o atual momento da empresa após a fusão com o Grupo Lenovo. Com cores vivas e que inspiram o mundo criativo dos jovens, entre o laranja e amarelo, a nova comunicação visual da CCE mostra que a marca tem modernidade, conexão, mas, acima de tudo, simplicidade.

O novo conceito foi criado após estudo realizado pela empresa, com base na identificação dos principais atributos que conectam a marca com o público-alvo e o novo momento da CCE. Entre eles, a empresa destaca: otimismo, leveza, atitude, diversão e espírito jovem. “A mudança aproxima a marca do nosso público e mostra como a CCE está presente em suas vidas em etapas importantes, de maneira rápida e descomplicada”, destaca Humberto De Biase, diretor de Marketing e Trade Marketing da Lenovo.

Desenvolvida com os atributos da nova identidade da marca, a campanha EU QUERO reflete o que os usuários esperam da tecnologia, com inovação, informação, entretenimento e conexão fácil a tudo que os interessam. “Tudo o que os consumidores querem é estar conectados ao mundo digital e a CCE oferece os produtos mais inovadores e acessíveis para atender a essas necessidades”, ressalta De Biase.

Com inserções em mídia impressa, TV e em pontos de venda específicos por todo o Brasil, a peça publicitária tem como mote o Dia dos Namorados. Os produtos CCE já estão disponíveis nos PDVs das grandes redes varejistas.

Fonte: IN Investimentos e noticias

Não basta planejar, é preciso executar

Empreendedorismo, planejamento e execução compõem o tripé do processo de evolução das empresas. O primeiro abre portas por meio da ação imediata dirigida pela dinâmica de mercado; o segundo corre em paralelo ao anterior, oferecendo sustentação para o crescimento contínuo da organização; e o terceiro efetiva o planejado que sustenta o espírito empreendedor inicial.

Portanto, falamos de uma relação interdependente, de um ciclo que se autoalimenta continuamente. Porém, ao observarmos a rotina empresarial, hoje constatamos o desequilíbrio desse conjunto que garante longevidade inovadora aos negócios, ou seja, mantém a empresa em pé.

Em tempos recentes, tivemos a ousadia de empreender, favorecidos por uma inédita estabilidade econômica. Fizemos do empreendedorismo nossa palavra-chave. Com o tempo, para sustentá-lo em bases consistentes, aprendemos a investir em planejamento, evitando as até então comuns correções de rumo em diferentes etapas do trajeto. Então, o que nos falta hoje? Execução. Mas como, se somos reconhecidos como empreendedores ou empresários de ação?

Acredito que a resposta a esta pergunta exija reflexão sobre onde está concentrada essa ação. Em especial, entre as empresas de médio e grande portes, ela se encontra “paralisada” na fase de planejamento. Explico: a ação está voltada à alimentação contínua da cultura de planejamento, o que impede a execução.

Observamos que essa parte do tripé empresarial, por trazer certo elitismo à estrutura organizacional, corre o risco de transformar-se em fim de si mesmo, perdendo seu papel de meio que nos leva ao fim, ou seja, à execução.

Na alternância do ciclo empreender-planejar-executar, constatamos que as empresas estão cada vez mais focadas na formalização de ideias que não saem do papel, minuciosamente planejadas e a todo momento complementadas com novas análises e documentações, o que nos leva a constatar, na prática, que as empresas se colocam na linha de perigo para atingir a excelência em planejamento e perder a vocação da execução.

Como afirmava Goethe, "não basta saber, é preciso também aplicar; não basta querer, é preciso também fazer”. Levando o pensamento do escritor alemão à realidade empresarial, devemos lembrar-nos de que não basta traçar o caminho, é preciso trilhá-lo. Isto é, não basta planejar o empreendimento, é preciso executá-lo.

Só assim podemos evitar o desequilíbrio que gera o risco permanente de sermos engolidos pelo mercado. Portanto, é preciso que as empresas retomem a execução, pois só assim estarão dando utilidade ao planejado e mantendo o equilíbrio do tripé que as sustentam.

Fonte: Administradores.com

Volkswagen cria campanha divertida para mostrar a importância das peças originais

A nova campanha criada pela AlmapBBDO para Peças Originais Volkswagen é composta por quatro anúncios. Cada um deles estampa uma peça que, para olhos leigos, pode ser uma válvula da bomba de óleo, um filtro de ar do motor, um freio a disco ou um injetor de combustível. Mas não são.

Com a pergunta "Viu como é fácil se enganar?", cada anúncio revela a verdade: a válvula é uma tampa de banheira. O filtro é um lavador de alface, o freio a disco é uma placa de moedor de carne e o injetor é uma máquina de tatuagem. E recomenda: "Prefira Peças Originais Volkswagen".

A criação é de Marcus Kawamura, Otavio Schiavon e André Gola. A direção geral de criação é de Marcello Serpa e Luiz Sanches. A direção de criação é de Renato Simões, Bruno Prosperi, Marcos Medeiros e André Kassu.

Fonte: Cidade Marketing

Apresentadora Regina Casé participar de novo filme da Caixa para promover Cartão Minha Casa Melhor

Já está no ar a nova campanha do cartão Minha Casa Melhor, da Caixa. Estrelada pela atriz e apresentadora Regina Casé, a estratégia inclui filme, spot, anúncio, cartilha, adesivos, banners e hotsite. Nas peças, Regina explica como funciona o cartão, destinado aos beneficiados do programa Minha Casa Minha Vida do Governo Federal e com crédito de R$5 mil reais para a compra de móveis e eletrodomésticos. Todas apresentam o slogan: "Mudança de casa, mudança de vida". A criação ficou a cargo da Nova/sb.

Fonte: Cidade Marketing

Cup Noodles com ações direcionadas aos universitários

Marcar presença no principal momento da vida do jovem: a vida universitária. Esse é o objetivo de Cup Noodles e de muitas marcas que querem conversar com esse target.

Abertos a novas experiências, é nessa fase que se conquista futuros consumidores, pois é durante a vida universitária que esses jovens começam a trabalhar e escolher suas próprias marcas e produtos.
Com mais de dez anos de atuação no desenvolvimento de estratégias e ações para o público jovem, a B2 desenvolveu para Cup Noodles uma plataforma de acesso contínuo com o universitário na cidade de São Paulo, fortalecendo o posicionamento da marca.

Hoje, a empresa já tem atuação com a área de trade marketing na negociação de PDVs dentro das universidades e o desafio da B2 é ampliar a atuação da marca neste meio, tornando-a a mais lembrada em refeições rápidas.
Serão diferentes pilares de atuação nos momentos mais marcantes da vida acadêmica. Até o final do ano, serão desenvolvidas ações em 35 festas e três principais jogos universitários, 12 ações em faculdades e o desafio mobile “Só Reps”, projeto para moradores de repúblicas em todo o Brasil. No total, serão mais de 300 mil jovens impactados com as ações da marca em São Paulo.

Nos jogos universitários, as arenas Cup Noodles proporcionam muita interação e diversão aos participantes. Nas festas universitárias e na faculdade, as interações são feitas por intermédio do grafite virtual, ações de fotos e adesivos. Em todas as ações de live marketing há pontos de venda do produto.
Para setembro, chega o desafio mobile “Só Reps”: o maior concurso nacional para moradores de repúblicas. Durante um mês, os participantes farão algumas provas e a república vencedora ganhará uma viagem para o Spring Break com todas as despesas pagas para até seis moradores.

Fonte: Promoview