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Como Negociar com o Cliente que Você Não Pode Perder?

Seu produto é bom, mas seu preço estoura nosso orçamento em 60%”. "Ofereça um bom des¬conto à nossa divisão e as portas da empresa estarão aber¬tas a você." Ouvir frases como estas, de um cliente que não se deseja perder, coloca o vende¬dor em um dilema: um mau acordo pode implicar um longo tempo de ne¬gociações até re¬equilibrar a conta a seu favor. Vejamos um roteiro de seis passos para uma nego¬ciação ganha-ganha, isto é, de satisfa¬ção para os dois lados, com clientes valiosos.

1. Estabeleça sua meta e as variáveis envolvidas. Quanto mais variáveis a negociação comporta (preços, prazos de pa¬gamento, promoções conjuntas de marketing e merchandising), mais opções se oferecem e se reduz proporcionalmente o risco de impasse.

2. Convide o cliente à cons¬trução de um acordo em con¬junto. .Assegure a receptivi¬dade dele convidando-o a par¬ticipar da "construção" da pro¬posta. Exem¬plo de abordagem infeliz (agressiva): "Garanta-nos seu mercado da zona norte e leste e nós lhe oferecemos um preço 20% abaixo do mercado". Exemplo de abordagem feliz: "Ocorrem-me agora as vanta¬gens de distribui¬ção de sua praça nas zonas norte e leste. Por exemplo: quanto maior a fatia dessa região o senhor nos abrisse, maiores descontos pode¬ríamos oferecer, talvez mais de 20%, dada a redução de custos. Que tal pensarmos juntos nisso?"

3. Ouça pacificamente quando o cliente partir para o ataque. Deixá-lo falar à von¬tade, ao invés de rebater des¬gastantemente sua argumenta¬ção, encerra múltiplas vanta¬gens: você estará coletando informações novas, que abrem outras alternativas; enquanto ouve, você não faz concessões, sua atitude de atenção dissipa o clima de animosidade.

4. Deixe as questões espinho¬sas para o fim. Enfatize os pontos de consenso, lance à mesa primeiro os aspectos so¬bre os quais sabe que o acordo é certo. Mesmo que ele insista em atacar o nó da questão, alegando que, se não sair acordo aí, não adianta discutir o resto. Adianta, sim: conquistar pontos de consenso cria um clima favorável e fortifica o relaciona¬mento. E, fundamen¬tal, faz com que ele invista tempo e energia, tornando me¬nos atraente a pers¬pectiva de "melar" a negociação.

5. Não se impressione com jogadas emocionais. A melhor resposta à atitude de irritação ou ameaça é ouvir impassivel¬mente e depois fazer uma crí¬tica polida, mostrando que esse comporta¬mento não leva a uma solução satisfatória para ne¬nhum dos dois lados. A seguir, convide-o à cons¬trução em conjunto de novos ter¬mos para uma saída.

6. Faça recapitulações dos progressos realizados. Nos mo¬mentos de impasse ou emperra¬mento, promova um recesso e retrospecto dos pontos já acer¬ta¬dos, mostrando que a nego¬ciação está progredindo e estrei¬tando o bom relaciona¬mento.

E, lembre-se: na era da satis¬fa¬ção das expectativas do clien¬te, a negociação ganha-ganha, com bons resultados para os dois lados, é a chave de um relacio¬namento profissional duradouro. E a síntese deste roteiro de seis passos.

Fonte: Márcio Miranda

As Empresas e as Comunidades Interativas na Internet

Como o uso de Rede Social, Blogs, Wikis empresariais e até os Mashups criarão no mundo dos negócios uma remodelagem na exposição de marcas, produtos e serviços?

Se a maioria imaginou que Internet seria para a humanidade apenas um novo meio de se comunicar, com certeza está enganada. Para poucos já está claro que na rápida tentativa de conceituá-la, esta foi sub-aproveitada em sua principal função: a interação entre seus usuários.
Tão logo o e-mail tornou-se a forma mais difundida de uso da Internet mundialmente – com mais de um bilhão de usuários no final do ano de 2005, segundo o instituto eMarketer – acreditava-se que seu principal papel estaria cumprido. Uma grande massa de pessoas trocando informações entre si, de forma individualizada, fazendo deste um meio de comunicação sem precedentes.
Passando a limpo: o conceito de comunicação é muito diferente do conceito de interação. No primeiro, sentimos que está embutida uma via de mão-única – alguém ou alguma empresa propaga informações a várias outras pessoas ou instituições, de uma forma padrão. O que é falado ou escrito por um é apenas assistido por outros passivamente.
O foco da grande maioria dos projetos de websites atuais de empresas é a comunicação de um para muitos. Meros expectadores, colaboradores ou usuários, muitas vezes, sequer têm suas dúvidas por e-mail respondidas a contento. São sufocados no site empresarial por inúmeras páginas com demasiado conteúdo institucional, especialmente projetadas para “esconder” qualquer menção a um número de telefone prático ou a identificação do nome do responsável pelo serviço de atendimento. É nesta visão vertical que os projetos empresariais encontram-se na atualidade.
Em breve, numa próxima fase de mudanças que criará a plenitude do uso da Internet pelas empresas, a interatividade será o grande trunfo no relacionamento entre colaboradores, fornecedores e clientes – esses últimos ávidos em expressar suas idéias de forma participativa. Múltiplas pistas de mão-dupla. A comunicação de muitos para muitos.
Uma forma multidimensional de interação. A aglutinação de idéias vindas de diferentes fontes e formas para atingir o bem comum. Quem já fez uso identifica, nos atuais grupos ou fórum de discussão, recursos precursores desse novo conceito.
As limitações das ferramentas, que cada website usa até então, cederão espaço para o novo mundo da Web 2.0, a chamada “Internet Viva”, com a oferta de serviços dinâmicos ao invés de páginas com conteúdo estático.
Grandes corporações internacionais já possuem interação social, via Blog Corporativo – uma espécie de diário on-line das situações que ocorrem na empresa, discutidas publicamente com os internautas visitantes, de forma ativa, como uma conversa. O recurso se faz presente em cerca de 8% das empresas incluídas na lista “Fortune 500”, a qual contempla empresas como: HP, Fedex, Wal-Mart, General Motors, dentre outras. A perspectiva para pequenas e médias empresas adotarem o mesmo procedimento é estratégica: uma forma simples de estar um passo à frente da concorrência.
No mesmo caminho social estão os Wikis (iniciais da frase em inglês “What I Know Is…”) – ferramentas de trabalho on-line para interação em grupo e desenvolvimento de comunidades em rede, criando o relacionando do próprio público-alvo da empresa: colaboradores, fornecedores e clientes, estimulando a inovação colaborativa, a participação e ação mútua entre seus membros. O caminho para aproveitamento da inteligência coletiva nas tarefas do dia-a-dia e na condução dos negócios.
Apostando um pouco mais no mundo empresarial, chegarão também os Mashups (do inglês “mash-up”, mesclar ou mixar) – ou seja, num único site ou aplicação haverá a combinação de conteúdo relacionado, vinda de mais de uma fonte de dados, como uma forma de integrar o conhecimento na geração de outros resultados, seja no melhor uso de um serviço ou num novo modo de agregar valor a um produto.

Façam suas empresas interagirem socialmente e estejam certo de que a recompensa será imensa.

Fonte: Eduardo Favaretto – criador do iBUSCAS – gestor de aplicações e recursos on-line via web e especialista em Tecnologia da Informação e Internet.

Palavras de Sabedoria

Suas palavras podem custar-lhe a venda ou o cliente.

Nunca responda a nenhuma questão de forma negativa – Quando o cliente ouve um NÃO, ele pode simplesmente deixar de prestar atenção ao que você está dizendo. Digamos que o consumidor peça 75% de desconto. Diga-lhe algo como: gostaria muito que você comprasse esse produto e vou apresentar-lhe uma proposta de pagamento razoável. Dê ênfase sempre para o que você pode fazer pelo cliente, não para o que você não pode.

Reduza seu discurso – O tempo do seu comprador é muito valioso. Se você conseguir passar sua mensagem com duas palavras, nunca utilize duas dúzias. Diga “agora”, em vez de “neste momento”. Faça uma lista das palavras que você costuma utilizar depois tente substituí-las por termos menores.

Use você ou seu – Em vez de dizer “este produto” ou “o serviço”, use expressões que representem uma idéia de posse ao cliente antes mesmo da compra. A expressão “seu novo carro vem com CD player” é muito mais atrativa e eficiente do que “este modelo vem com um CD player”.

Tome cuidado com mal-entendidos – Quando você estiver tentando explicar um produto complexo ou condições de pagamento, é compreensível que você queira assegurar-se que o cliente entendeu sua mensagem. Evite, porém, perguntas do tipo: você está me entendo? Você está acompanhando meu raciocínio? Se o cliente não estiver entendendo, ele tende a se sentir como se a culpa fosse dele. Em vez disso, pergunte: minha explicação está clara?

Construa afinidade fazendo confidências ao cliente – Isso encoraja o comprador a fazer o mesmo. Quando o cliente dividir com você um problema ou um acontecimento e você tenha vivenciado algo semelhante, diga: sei o que isso significa. Ou já estive na mesma situação. Sua empatia fará com que o cliente perceba semelhanças e pontos em comum entre ambos. E essas afinidades aumentarão as chances de o cliente comprar de você.

Fonte: Márcio Miranda – Negociando para Ganhar

Marketing digital e sua aplicação como estratégia de comunicação

O marketing digital é, hoje, um dos principais recursos para aumento de vendas e fixação de marcas no mercado. O marketing digital é caracterizado pelas ações de comunicação que as empresas utilizam para divulgar e comercializar seus produtos, conquistar novos clientes e melhorar suas redes de relacionamento por meio da internet, telefonia celular e de outros meios digitais.

Quando a internet começou a ser utilizada como meio comercial e publicitário em meados de 2000, o banner era a principal peça publicitária do marketing digital. No entanto, diante da evolução do universo digital, especialmente com a utilização da tecnologia flash da Macromedia, os recursos foram muito além das imagens animadas no formato gif. Eles evoluíram e, hoje, geram peças interativas e animações complexas.

Por meio desse software e de outras tecnologias, iniciou-se a criação de sites inteiros, especialmente os chamados hot sites, páginas interativas com prazo de validade de veiculação e objetivo promocional, com o intuito de divulgar produtos e/ou serviços, como empreendimentos imobiliários; automóveis; produtos alimentícios e muitos outros.

O uso do portal de busca Google (www.google.com.br) como ferramenta de marketing também representou uma mudança radical para o mercado de mídia. Agora, é o usuário quem decide, ao realizar uma busca, a empresa ou conteúdo que pretende acessar clicando no resultado escolhido. Assim, as empresas estão explorando cada vez mais essa interatividade.

Esse tipo de marketing digital, conhecido como “marketing de busca” posiciona os sites das empresas, que utilizam os serviços do Google, nos primeiros lugares da lista apresentada pela busca. Existem duas maneiras de posicionar a empresa nas buscas do Google: por meio dos “Links Patrocinados (AdWords)” e por meio da “Otimização de Sites (SEO – Search Engine Optimization)”. Os “Links Patrocinados” tratam das técnicas que criam os anúncios pagos do Google. Já a “Otimização de Sites” organiza o conteúdo e a estrutura dos sites para que eles sejam, rapidamente, encontrados na busca realizada pelo usuário.

As características do marketing digital estão mudando também com a web 2.0 a web 3.0, que abrangem também a implementação de redes sociais de relacionamento e blogs corporativos, promovendo a interação dos usuários.

A nova tendência do marketing digital é pesquisar mercados, divulgar produtos, serviços e marcas nesse ambiente virtual, de maneira mais democrática, permitindo que o usuário/consumidor interaja com o produto e/ou serviço de interesse.

As empresas estão se adaptando aos novos modelos de relacionamento. Para isso, o potencial da internet, hoje, não é só comunicação e informação, mas também apresenta-se como um instrumento de vendas e relacionamento.

Conheça algumas vantagens do marketing digital:
 trata-se de comunicação 24 horas, todos os dias do mês, permitindo maior acessibilidade;
 as mensagens tornam-se, cada vez mais, personalizadas e individualizadas;
 promove a interatividade com clientes reais e potenciais;
 quantifica e avalia, imediatamente, e de forma viável, o impacto da estratégia de comunicação com o mercado.
 baixo custo associado à comunicação que se multiplica na mesma medida em que aumenta o número de usuários.

Atualmente, é fundamental, portanto, que toda empresa implemente suas ações de comunicação na internet, identificando e interagindo com seus públicos-alvo. Lembrando que, obrigatoriamente, a estratégia de marketing digital deve estar afinada com a estratégia de marketing da empresa. Afinal, trata-se de mais um canal de vendas e de fixação de marca, potencializando a imagem da empresa, sua notoriedade e agregando valores à mesma.

Para o setor de brindes e produtos promocionais, por exemplo, a exposição virtual é fundamental em um momento histórico em que a praticidade e a urgência são os elementos que ditam as escolhas dos compradores. Quando o responsável pela aquisição de brindes de uma empresa iniciar uma procura pelo melhor brinde; além dos catálogos, uma outra fonte rápida de pesquisa de informações é a internet. Portanto, quanto mais em evidência sua empresa estiver e quanto maior for o número de dispositivos utilizados para que seja encontrada com facilidade, maior será seu potencial de vendas. Quem faz a busca terá o brinde comercializado por sua empresa como resposta.

O desafio atual é planejar ações de comunicação digital em meio a tantas tecnologias e siglas. Nessa medida, ser usuário é indispensável – navegar, pesquisar e interagir no meio digital. E ainda, vale ressaltar, que o marketing digital está, intimamente, relacionado às redes sociais. Portanto, conhecê-las e saber como sua empresa pode transformar-se em notícia é o primeiro e principal passo para iniciar um planejamento de comunicação mercadológica.

Talita Quirino
Jornalista Responsável

Coca-Cola é servida em copo de gelo

Nos dias 23 e 24/01, a plataforma da praia de Atlântida (RS), se transformou na meca do divertimento desse verão. No total, foram mais de mil metros quadrados de muita música, esporte e cultura com a participação de atletas, DJs e fotógrafos amadores. Campeonatos de surf, skate, futebol e futvolei, festival de música, exposições e muitas outras atrações com o patrocínio da Coca-Cola.

Entre as tantas ações promocionais feitas pela Coca-Cola, destaque para o Copo de Gelo, que inovou e atraiu o público no evento Coca-Cola M/E/C/A Land. Teve fila para experimentar a novidade. O atendimento foi ágil, afinal, era preciso tomar Coca-Cola antes que o copo derretesse. No total, 500 copos foram descongelados.

A ação foi idealizada e desenvolvida pela Mazah, agência de marketing promocional, de Porto Alegre (RS), para a Vonpar Refrescos.

Fonte: Promoview