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De Novo Outra Reunião

Esta parece ser uma exclamação muitas vezes repetida por várias pessoas nas empresas atualmente. Mas, o que isto quer dizer? Já foi diferente no passado? Hoje se faz mais reuniões nas empresas do que há 20 anos? Provavelmente a resposta a estas perguntas é sim.

No início, demoramos um pouco para entender que as transformações organizacionais recentes apontavam para modelos de organização mais participativos, que enredavam pessoas e áreas nos processos internos de uma forma muito diferente de 20 anos atrás. Diante desta incompreensão, as reuniões que decorriam destes modelos foram alvo de inúmeras críticas e de supostas regras de funcionamento adequado. Como se elas fossem o mal, cursos, dicas, receitas foram criadas para que se tornassem mais eficientes. Na verdade, esta nossa cegueira era simplesmente uma forma refinada de resistência à mudança, pois a transformação era inevitável, estávamos lidando apenas com um sintoma.

O fato é que a diminuição da hierarquia, o redesenho de processos, as estruturas matriciais, o enxugamento em geral, trouxe uma nova forma de articular e envolver os atores organizacionais nos processos de trabalho.

Quais são, afinal, as características destes modelos em relação aos impactos que trazem ao comportamento humano?

– São mais amigáveis ao trabalho em equipe em detrimento do trabalho individual;
– Preocupam-se igualmente com o comportamento eficiente e o eficaz;
– Trazem mais conflitos ao cotidiano, porque aumentam a interação entre pessoas e áreas;
– Apostam na cultura da participação e do envolvimento das pessoas;
– Propõem uma compreensão de processo e não somente a funcional e ou hierárquica;
– Exigem visão sistêmica de todos.

Diante deste quadro, as reuniões devem ser encaradas como um espaço e um tempo privilegiado para se fazer as necessárias articulações entre os trabalhos de todos os presentes, para se conseguir o apoio formal de uns ao trabalho de outros, para troca de informações importantes, para o estabelecimento de prioridades, para a busca de consenso diante de interesses legítimos que precisam ser negociados, entre tantas outras finalidades.

Hoje, chegar a uma reunião com a sensação ou a idéia de que ela é desnecessária e burocrática, pode levar a equívocos e retrabalhos posteriores. Mais do que isso, ela é a principal forma de se trabalhar hoje em dia: a reunião é o trabalho. É ali o palco para se decidir avanços e formalizar etapas, envolver outros e avaliar progressos, estabelecer alianças e celebrar pactos.

Isto não quer dizer que não se tenha que tomar alguns cuidados com sua condução, seu funcionamento interno e a freqüência com que acontecem. Mas como se pode perceber, este é apenas um aspecto menor da questão, pois a partir do momento que pessoas se conscientizem da sua importância, as reuniões se transformam em trabalho, apresentam-se como vitais ao trabalho de todos e começam a receber, espontaneamente, a contribuição dos participantes para seu funcionamento eficiente. Regras não resolvem este problema, mas a consciência das pessoas sim.

Nas reuniões trabalha-se articulado no coletivo, em equipe, que é o formato privilegiado do trabalho nas empresas de hoje. Por isso exigem dos participantes um repertório de comportamento interpessoal diferenciado. Este sim é o problema.

Aqueles que não contam com este repertório podem complicar o desenrolar normal de uma reunião. Estamos nos referindo a um grupo de competências essenciais ao desempenho eficaz em modelos de organização do trabalho e de gestão que privilegiem o trabalho coletivo. Estas ficam mais visíveis quando se está, por exemplo, em uma reunião:

– Administrar conflitos entre áreas e pessoas e construir soluções negociadas;
– Estabelecer pactos de planejamento e execução de projetos comuns;
– Saber ouvir;
– Lidar com pessoas de comportamento difícil;
– Superar questões menores e individuais em nome do objetivo comum e coletivo
– Assertividade;
– Compor com as diferenças individuais;
– Estabelecer consensos;
– Incentivar comportamentos adequados, inibir inadequados;
– Reconhecer opiniões diferentes e, eventualmente, melhores do que as próprias;
– Focar as discussões em aspectos profissionais, tentando isolar os pessoais;
– Incentivar as complementaridades de competências entre todos;

Pode-se ir mais adiante, mas esta amostra parece suficiente. É claro que se trata de um repertório muito diferenciado e sofisticado, porém isto se deve à complexidade vivida e experimentada por todas as pessoas nos ambientes organizacionais contemporâneos. Visto por esta ótica, uma reunião se transforma também em um ótimo espaço e tempo de desenvolver pessoas, portanto mais um motivo para ser freqüentada. Nelas, estas competências são utilizadas e exercitadas com maior freqüência e profundidade, e obviamente levando reflexos ao cotidiano, onde são indispensáveis.

Fonte: Luis Felipe Cortoni – professor da Fundação Vanzolini USP e sócio-diretor da LCZ Desenvolvimento de Pessoas e Organizações

SAC: um Importante Canal

O SAC será a representação de sua empresa junto aos clientes ou será a representação dos clientes junto à sua empresa? Questões como esta devem ser analisadas não só na hora de criar um SAC como em todo o processo de atendimento, pois ouvir e atender os clientes é um caminho fundamental para fortalecer a marca da sua empresa no mercado.
A montagem de um moderno e eficiente Serviço de Atendimento ao Cliente deve passar pelo crivo de várias áreas na empresa, de maneira que possa prestar efetivamente bons serviços aos clientes e fornecer informações qualificadas à sua empresa. Para facilitar este árduo e desgastante trabalho, e vencer etapas já percorridas por outras empresas e com significativo ganho de tempo, seguem abaixo algumas dicas para criar um SAC:
1- Por que um cliente ligaria para você ?
Talvez a pergunta certa seria: quando começa uma reclamação do cliente? Engana-se quem responder que a reclamação começa quando o produto/serviço apresenta algum tipo de problema. Na verdade, a reclamação começa antes do cliente decidir-se pela compra de seu produto/serviço, pois antes de fazê-lo ele se vale de informações junto a amigos, parentes, imprensa, malas diretas, propaganda, etc. Isto forma uma opinião favorável, ou não muito favorável (mas inevitável a compra ou uso, como nos casos de produtos/serviços oligopolizados, tipo telefonia por exemplo), sobre o que seu produto/serviço pode fazer para ele.
A pré-opinião favorável à sua empresa antes da compra fará com que, na ocorrência de algum problema, ao ligar para o SAC, ele tenha atitude e expectativa benevolente ante algumas pequenas falhas quanto ao atendimento que lhe será dado. Isto ajuda e muito! Portanto, se você tem problemas de imagem negativa junto ao mercado, não espere milagres do SAC, porque seus frustrados clientes vão ligar juntando a pré-disposição, o problema e algum pequeno escorregão de seu atendimento. Eles vão detonar… Arrume a casa antes, esta é a primeira e principal dica.
2- O SAC será a representação de sua empresa junto aos clientes ou será a representação dos clientes junto à sua empresa?
Quando o cliente tem pouco poder de negociação, geralmente o SAC existe para lembrá-lo das normas e procedimentos que ele deveria ter seguido antes de ter surgido o problema. Seus sentimentos e pontos de vista não são levados em consideração. Também, um cliente a mais ou a menos não fará falta! É o caso típico de empresas que não praticam marketing, mas olham para o mercado e, vendo a "massa", tendem a atribuir tamanho nível de qualidade que os clientes teimam em não reconhecer.
No caso do SAC representar a imagem de seus clientes perante sua empresa, irá transformá-lo num verdadeiro radar, monitorando o mercado e captando tendências. Dá mais trabalho, porém, este tipo de SAC deixa de ser um mero centro de custo para transformar-se num centro de lucros e de modificações. Sua tendência é deixar de ser meramente receptivo para ser pró-ativo, antecipando-se aos problemas mais graves.
3- Quem vai trabalhar no seu SAC?
Aquelas empresas que têm o SAC só para defendê-las, não levando em consideração as opiniões dos clientes e a mão de obra envolvida, situa-se no nível de atendente, ou operador de telemarketing. As reclamações dos clientes têm que caber em alguma resposta pré-concebida. Basta um curso rápido sobre os produtos da empresa e mais um “treinamentozinho” sobre cortesia ao telefone e bola para frente.
No outro tipo de SAC, onde as relações são mais complexas, seu representante é alguém mais preparado, podendo até ser um profissional especializado (é muito comum contar com engenheiros, veterinários, farmacêuticos, médicos, advogados). Deve conhecer profundamente os seus produtos, conhecer marketing e estar bem preparado para atender a todo tipo de clientes. Muitas vezes o atendimento é dado em dois níveis, sendo no primeiro o básico e no segundo, atuando na retaguarda, pessoal de alto nível e comprometido com sua empresa.
Atenção especial deve merecer o supervisor, quase um gerente, que deve reunir conhecimentos suficientes de marketing, CTI, telemarketing e da sua empresa.
4- E os equipamentos?
Hoje em dia, o mercado oferece uma gama incrível de opções em software e hardware, onde você poderá privilegiar o atendimento de clientes especiais, dirigir o atendimento para profissionais com conhecimento da complexidade exigida pelo cliente, monitorar o tempo de espera, etc. Mas cuidado para não se encantar com a tecnologia e esquecer os itens 1 e 2 citados.
5 – E o arranjo físico?
É proporcional à importância que a empresa dá a seus clientes. Quanto mais desvalorizada a área, piores serão as condições para os atendentes.
6 – Cliente Fantasma.
Faça constantemente você mesmo ligações para seu SAC. Uma dica: não faça perguntas difíceis, pois um bom profissional logo perceberá que não se trata de um cliente comum. Fique atento quanto à facilidade de acesso, demora de atendimento e saudação inicial (será que ele sente prazer no que faz?).
7- Não deixe para depois as mudanças necessárias.
Qualquer que seja a mudança a ser implementada, faça-a já!
Finalizando, se você quiser ouvir seus clientes esteja preparado para fazê-lo, ou pelo menos interessado em saber seus pontos fracos e resolvê-los! Lembre-se: implantar um SAC, ouvir e atender os clientes irá encurtar seu caminho para obter uma certificação ISO. Este será seu passaporte para o primeiro mundo.

Fonte: MAXI-AÇÃO Consultoria & Treinamento

A Importância da Pesquisa de Marketing

Conhecer as necessidades dos clientes é questão imprescindível nos tempos de hoje para desenvolver capacidade produtiva, ampliar o mercado e lucratividade. Uma das formas mais recomendadas pelos especialistas para conhecer essas necessidades são as pesquisas de marketing. Autores em Administração de Marketing como Philip Kotler e Kevin Keller afirmam que “a pesquisa de marketing corresponde à elaboração, à coleta, à análise e à edição de relatórios sistemáticos de dados e descobertas relevantes sobre uma situação específica de marketing enfrentada pela empresa”.
Eles garantem que com os resultados pode-se gerenciar problemas encontrados na pesquisa e transformar as informações em oportunidades para a empresa.
A pesquisa de marketing ajuda os executivos na administração de um negócio. Os profissionais de marketing encomendam sondagens para identificar problemas e oportunidades e o plano de marketing é desenvolvido de acordo com informações que, geralmente, têm sua origem nos resultados obtidos por meio desta pesquisa. As respostas podem vir de diferentes tipos de abordagem, tais como: pesquisa de mercado, teste de preferência de produto, satisfação do cliente, previsão de vendas ou avaliação de propaganda.
A pesquisa de marketing conecta o consumidor, o cliente e o público ao profissional de mercado, monitora o desempenho da organização e melhora a compreensão do marketing como processo, é o que afirma a ‘American Marketing Association’.
Enorme é a concorrência do mercado que torna necessária a elaboração da pesquisa de marketing. Kotler e Keller classificam a pesquisa em dois tipos: a identificação de problemas e a solução deles. A que identifica problemas detecta falhas que não estão expostas e a de solução será usada para resolver os problemas encontrados na pesquisa anterior. As duas pesquisas são importantes para as empresas porque por meio dos resultados obtidos elas estudam a melhor estratégia para alcançar objetivos.
De acordo com Kotler, o processo de pesquisa de marketing é composto de seis etapas:
• Definição do problema, das alternativas de decisão e dos objetivos da pesquisa: o levantamento do problema/oportunidade é importante para que o pesquisador entenda as reais necessidades a serem examinadas.
• Plano de pesquisa: plano eficiente na coleta de dados para atender ao problema/oportunidade específico da pesquisa, de acordo com os recursos disponíveis.
• Coleta de informações: a aplicação do questionário deve ser feita da melhor forma possível e o entrevistador deve agir de forma imparcial.
• Análise das informações: tabulação dos dados com objetivo de interpretá-los e obter conclusões. Diversas formas de análise podem ser utilizadas. Esta decisão fica a critério do pesquisador.
• Apresentação dos resultados: relatórios com dados sobre a pesquisa e a conclusão. Esta apresentação servirá como base para tomadas de decisão.
• Tomada de decisão: a avaliação da pesquisa é muito importante. Quem a faz deve saber que informações procurar.
O uso correto da pesquisa é, na verdade, o que leva a empresa ao sucesso. Portanto, aplique a ideia da pesquisa de marketing e deixe que os resultados práticos comprovem sua eficiência administrativa.

Talita Quirino

Kibon faz "Parada Cremosa" nas praias

VOX NEWS – 27/1/2010

A Kibon lança neste verão a Parada Cremosa Kibon, nas principais praias de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Durante a ação, que faz parte da campanha “Um mundo mais cremoso é mais gostoso”, lançada este ano, promotores percorrerão a orla das praias com balões temáticos gigantes ao som de um jingle exclusivo e distribuirão brindes às crianças e panfletos com informações sobre os sorvetes. Além disso, em algumas praias do litoral paulista, um Trenzinho tematizado de acordo com a nova campanha, circulará pelas ruas das cidades, promovendo a interação das crianças com os personagens e distribuirão livros com receitas de sorvetes para os pais.

A Parada Cremosa Kibon acontece em São Paulo, até o final de janeiro, na Praia Grande, Guarujá, Ubatuba, São Sebastião e Riviera; em Santa Catarina, nas principais praias de Florianópolis e Camboriú, também até o final de janeiro e no Rio Grande do Sul, nas praias Torres, Capão da Canoa, Tramandaí e Xangri-Lá, somente durante o mês de fevereiro.

Fonte: VOX NEWS

Audi faz ação promocional para as mulheres

O “Audi Gift Day” especial para as mulheres dará como prêmio dois convites, um para a vencedora e outro para sua acompanhante, para participarem de um evento exclusivo da Audi voltado para o público feminino. O evento será fechado para imprensa, celebridades e para as ganhadoras do concurso. No dia, as meninas poderão fazer um driving experience com diversos modelos da Audi, além de ganhar vários agrados, como massagens, brindes, etc.


Para participar, as interessadas devem seguir o Twitter da Audi e responder à pergunta do concurso: “Por que uma supermulher merece um superesportivo?”, sem esquecer de citar @audibr e #audigiftday na resposta. O regulamento pode ser conferido na página do Audi Gift Day.


Fonte: Promoview