Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

Sem diferenças no marketing!

Autor: Abaetê Azevedo

Não há diferença entre o marketing direto, marketing de relacionamento ou qualquer outro ´apelido´ que se dá à comunicação dirigida, à comunicação one-to-ne. Existe a estratégia de trabalho, bem peculiar, que, em vez de criar e desenvolver a comunicação massiva, é feita para cada pessoa, respeitando seu perfil e expectativa.

As plataformas digitais trouxeram para a comunicação one-to-one um poder sem limites. Poder que se manifesta pelo conteúdo – que pode incluir o áudio e o vídeo em tempo real – e também em termos geográficos. Prova disso são as redes sociais que reúnem pessoas em torno de marcas, ideais e movimentos independentemente do país em que estão.

Com o desenvolvimento da tecnologia digital, a comunicação one-to-one se tornou uma ferramenta de alta eficácia para conquistar e fidelizar clientes. Assim sendo, o diálogo com os clientes em torno de produtos, marcas ou serviços pode se dar de maneira personalizada e rápida. Com isso, as marcas garantem valor agregado ao produto, ao oferecer aos clientes, pela comunicação digital, outros serviços que respondam aos anseios de cada pessoa. Com isso, elas continuam consumindo, tornam-se cativas das marcas, que as reconhecem e premiam sua fidelidade com descontos, brindes e milhagem, por exemplo. Portanto, a inovação, que se traduz nas ferramentas digitais, pode estar integrada à comunicação tradicional, trazendo desta maneira o consumidor para o centro das atenções de cada marca.

Hoje, muitas empresas estão investindo na comunicação digital e direta. Entretanto, ainda sem bagagem e histórico no uso destas mídias digitais, algumas delas não têm cuidado suficiente na escolha de suas agências, responsáveis por suas ações nas redes sociais, e assim podem experimentar um retorno às vezes oposto ao desejado, colocando suas marcas expostas às críticas que correm nestas redes, minuto a minuto. É nas redes que mora o perigo, em que surgem as vítimas desta transição, já que é o consumidor que produz conteúdo, o que tem o poder de elogiar ou criticar suas boas ou más experiências com produtos e marcas.

É necessário ter agências totalmente especializadas, com profissionais diversificados – jornalistas, sociólogos, psicólogos – que, junto com criativos e blogueiros, possam, de maneira segura, construir um diálogo honesto com os internautas.

Prova disso tudo é que grandes empresas como a Apple, Google, Amazon Books e outras da área digital desenvolveram e investiram pesado em programas de comunicação one-to-one com seus usuários. A elas, se somam hoje marcas mais tradicionais, como Pepsi, Vivo, Itaú e MasterCard, por exemplo, que têm dado a maior atenção à comunicação digital e direta com o consumidor.

Abaetê Azevedo é CEO da Rapp Brasil e América Latina

Fonte: ClienteSA

Começa hoje a 11ª edição da Flip

Começa nesta quarta-feira (03/07) e segue até domingo (07/07), a 11ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) em Paraty, no Rio de Janeiro. Em clima de ebulição política, o evento deste ano homenageia o escritor Graciliano Ramos, e tem como uma das principais estrelas, o historiador e crítico de arte marxista T. J. Clark.

Um dos destaques desta edição, o professor britânico T. J. Clark participa de duas mesas interrelacionadas: uma sobre o quadro Guernica, de Pablo Picasso, seu novo objeto de estudo, e outra sobre a onda de manifestações que varre o Brasil, chamada ”Da Arquibancada à Passeata, Espetáculo e Utopia”.

A política também estará presente nas mesas que debatem as obras de dois dos mais importantes cineastas brasileiros, Eduardo Coutinho (Cabra Marcado para Morrer) e Nelson Pereira dos Santos (Rio, 40 Graus).

Fonte: Promoview

A vida como ela é: Marketing Jurídico

Você faz marketing jurídico no seu escritório? Nem sabe o que é marketing ou marketing jurídico? Já ouviu falar em planejamento estratégico? Não?

Tá fu… e mal pago então.

Você não pensa no seu negócio? Você não quer crescer?

Acha que ficar com a bunda na cadeira vai fazer os clientes te procurarem???

Acorda!

O mundo é feito para as pessoas que pensam! O resto, é boi de piranha, massa de manobra! Ou se faz pelo menos o básico para se desenvolver ou vai ser mais um no mercado e melhor procurar concursinho público, pois a advocacia, com A maiúsculo não serve para pessoas como você.

E o que é o básico?

Fazer o seu planejamento estratégico. Como?

1. Analise seus produtos (tipos de ações e possibilidades de negócio) para ofertar a clientes;

2. Pense em quem você conhece que pode se interessar por estes produtos;

3. Trace um plano de ação para abordar e ofertar estes produtos/negócios ao público alvo;

Lógico, ululante, diáfano que não é somente estes três itens que irão fazer o sucesso! Este é o básico.

Outras dicas básicas:

1. Esteja presente na vida das pessoas não apenas por interesse, mas também para apoia-las/ajudá-las.

2. Não existe almoço grátis. Pense sempre em relações ganha-ganha, pois onde só um ganha o outro está sendo usado.

3. Seja ativo em redes sociais e exercite seus contatos por este meio também.

Quer mais que isto?

Primeiro: Faça o que já foi descrito. Depois, poderá evoluir além disto.

Posso garantir que estas duas primeiras etapas já surtem efeito e mais, não são tão simples de serem feitas.

Enfim,

+ Qual o grande segredo do marketing jurídico?

Relacionamentos.

+ Como fazer para desenvolver o marketing jurídico?

Com produtos, planejamento estratégico e planos de ação.

+ Como ele pode dar certo?

Com foco, pessoas certas e público alvo bem definido.

+ Estou mais perdido que cachorro em tiroteio, o que fazer?

Procure ajuda especializada (fazendo meu jabá: estou aqui, entre em contato!) e busque conhecimento prático (mais um jabá: nosso curso de marketing prático em Porto Alegre: http://priorita.com.br/curso.php?id=137)

E, por derradeiro:

Se você quer crescer no mercado, crie relacionamentos. Quer ser empregado qualificado, crie relacionamentos.

Agora, não gosta de relacionamentos, tem medo de pessoas?

Troque de profissão, quem sabe vá para a informática, onde a regra é lidar com computadores. Computadores são dóceis e só fazem o que o programador manda ele fazer… Agora na advocacia, ou se tem jogo de cintura, visão de mercado e negociação ou não temos clientes. E pior: O cliente nunca ou quase nunca quer fazer o que orientamos ele a fazer.

#Ficaadica #MarketingJurídicoPrático

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Sócio da Consultoria GestaoAdvBr

Fonte: Administradores.com

Respeito ao consumidor, o grande diferencial

As características de um mercado dependem do seu grau de maturidade e da cultura sob a qual se instala. Vejamos:

Se nos Estados Unidos você compra qualquer coisa, a utiliza, e não está contente com a qualidade ou resultado, você pode devolvê-la, praticamente a qualquer momento – "no questions asked" (sem que lhe façam perguntas condicionais para a devolução). Isso vai muito além do que você imagina, por exemplo: Se você compra um carro, pode devolvê-lo porque não está contente com a cor, modelo ou qualquer outra característica. Na devolução você será extremamente bem tratado e a empresa se esforçará para encontrar outro carro que atenda as suas expectativas. Ela não quer perdê-lo como cliente.

Como funciona no Brasil? Bom, todos sabemos… Se você compra alguma coisa (especialmente de maior valor agregado) e detecta um defeito, por exemplo, a maioria das lojas fará tudo para que você encaminhe à garantia e assistência autorizada, procurando por todos os meios evitar a troca; a não ser que você conheça muito bem o código de defesa do consumidor e ameace com o PROCON, coisa que nem sempre funciona, pois a loja sabe a dor de cabeça e a mão de obra que você enfrentará para levar sua queixa em diante…

Nos Estados Unidos você devolve um eletrônico com defeito e eles colam uma etiqueta "return to factory" (retornar para a fábrica); aqui ainda estamos na base do "receba seu problema de volta", "comprou, agora aguenta". Lá eles resolvem seu problema e pedem desculpas pelo inconveniente, aqui dizemos que "lamentamos muito, mas não podemos fazer nada a respeito…"

E há quem diga que o consumidor brasileiro anda muito exigente…

A verdade é que temos várias questões a equacionar. Nosso mercado é pouco maduro quando comparado ao norte americano; nossa questão cultural ainda fortemente influenciada pela ideia de "levar vantagem em tudo" coloca as empresas em guarda contra abusos dos clientes. Nas mesmas condições das práticas americanas, infelizmente, cansaríamos de ver consumidores brasileiros abusando do "respeito ao consumidor", comprando alguma coisa de que precisavam momentaneamente e devolvendo, após o uso, com alguma alegação criativa (o que, lamentavelmente, já ocorre com o boom de turistas brasileiros nos Estados Unidos).

É evidente que não podemos importar o modelo da realidade norte americana e aplicá-lo à brasileira, mas é também evidente que não podemos mais dizer ao cliente que comprou uma televisão LCD de 60 polegadas e que apresentou problemas no oitavo dia, que ele deve levá-la à autorizada…

Nosso mercado vem crescendo, a ascensão econômica da nova classe média beneficiou muito os negócios, mas as empresas ainda agem de maneira muito imatura no atendimento a reclamações e nas políticas de trocas e devoluções. É verdade que é preciso ser um pouco mais criterioso no atendimento às solicitações dos clientes (às vezes espertos), mas é igualmente verdade que um capitalismo já adolescente como o brasileiro deve parar de agir como criança e transformar o foco no cliente, de discurso, em prática. A maneira como nós atendemos nossos clientes frente a dificuldades, problemas e reclamações é pré-requisito fundamental das práticas de marketing e condição sine qua non para o encantamento e a fidelização!

Empresas que querem primar pelo atendimento diferenciado não podem esperar até que nossas características culturais se modifiquem, este é um processo muito lento. Estas empresas precisam encontrar maneiras inovadoras de tratar estas questões, especialmente enquanto seus concorrentes não o fazem, pois isso representa um excelente diferencial competitivo. Novas negociações com fornecedores se fazem necessárias para um maior amadurecimento da estratégia de encantamento de clientes e isso deve ser priorizado. As empresas não podem aguardar por um aumento ainda maior da concorrência, momento no qual todos acabarão realizando as mesmas práticas e o diferencial se esvairá no lugar comum!

As questões de Marketing são essenciais e fundamentais para o sucesso de um negócio e não podem ser tratadas sob a ótica do "é assim que as coisas funcionam aqui no Brasil". Estas questões estratégicas precisam ser tratadas sob a ótica que orienta o Marketing, ou seja: Como podemos gerar mais e melhores negócios por aqui!

Marketing é uma atitude, não um departamento!

Fonte: Cidade Marketing

Ainda não Esqueceu os 4Ps?

Segundo estudo de tendências da DOM Strategy Partners, o marketing como o conhecemos irá mudar radicalmente, tanto em propósito e convocatória, como em estrutura e operações. Os 4 Ps de Kotler morreram, de fato.

Assim como ocorreu com TI no início da década, que rachou em duas partes – o CIO com a parte de informação, processos e sistemas, e o CTO, com infra-estrutura, hardware, redes, etc – o marketing de hoje também se dividirá em dois, com dois diretores ou VPs, com verbas e responsabilidade igualmente importantes.

Caem o glamour e os gastos astronômicos sem réguas de valor gerado tão presentes na pouco confiável relação que existe hoje entre marketing e propaganda de massa (principalmente TV). Emergem como bottom line da ação eficaz do marketing variáveis mais afeitas aos interesses do consumidor e do acionista, tais como responsabilidade, transparência, gestão e alinhamento estratégico.

De um lado, estará o Diretor de Marketing de Reputação, a quem caberá o relacionamento com stakeholders, com acionistas, as ações de PR, a propaganda institucional, as ações de marketing cultural, esportivo e sócio-ambiental, o marketing da causa, etc. Seu principal objetivo será construir marcas, melhorar a imagem, gerar reputação positiva.

De outro, o Diretor de Marketing de Relacionamento ligado ao Customer Life Cycle, da venda/aquisição ao pós-venda, o marketing de estímulo e suporte ao comercial, que engloba do esforço de vendas ao marketing direto, de relacionamento e serviços, às ações promocionais, de merchandising, da experiência ao pós-venda, suporte, garantias, SAC, etc.

Atenção aqui leitor. Com a defasagem de eficácia do modelo tradicional dos 4 Ps, fazer marketing hoje significa, basicamente, dialogar de maneira transparente, contínua e valiosa com cada cliente. Essa frase, aparentemente simples, traz em seu enunciado um conjunto sem parâmetros de desafios às empresas e seus “departamentos” de marketing:

– dialogar quer dizer falar E escutar… E as empresas, além de falar muito – e muito alto – não sabem escutar
– de maneira transparente significa atuar com verdade, com sinceridade, com correção, assumindo falhas, aceitando críticas
– contínua quer dizer contínua mesmo… E isso também é difícil para corporações que possuem infinitos canais pouco eficientes, sobrepostos e não sequenciados (empresas em que CRM, por exemplo, não passa de uma abstração
– valiosa, ou seja, trazendo ofertas (mensagens, causas, bandeiras, informação, conhecimento, produtos, serviços, conceitos, tendências, ideias, pessoas, marcas, etc) relevantes sob o ponto de vista do outro – do cliente -, suficientemente interessantes, materiais e relevantes para o conjunto de necessidades, expectativas e percepções deste cliente
– com cada cliente – personalizado, individualizado, etc.

E tudo isso sem esquecer que ainda são necessários considerar preço, prazo, promoção, propaganda, pppppppppp, como condições básicas de competição. Também não se pode esquecer o chamado fator 2.0, que muda absolutamente tudo: esses clientes conversam entre si, nas chamadas redes e comunidades sociais (online ou não!).

Quem critica deve propor! Então lá vai…

Os seis pilares que redefinem o que quer dizer Fazer Marketing e que sustentarão esse novo modelo de marketing – o Novo Marketing – são:

– network marketing (marketing de postura aberta, estruturado em redes, comunidades, grupos, a partir de embaixadores e evangelizadores – os nós das redes)
– influence marketing (marketing holístico que entende a empresa como parte de diversas redes com diversos stakeholders que podem ajudar a construir ou destruir produtos e marcas)
– knowledge marketing (marketing amparado por informação, conhecimento, transparência e respeito)
– experience marketing (marketing planejado a partir da experiência interativa recorrente existente na relação empresa-marca-cliente-comunidade)
– personal marketing (relação individualizada da empresa/marca com seu cliente/consumidor, colocando-o na cadeia de valor da empresa
– reputation marketing (ações globais e institucionais pautadas em vetores como sustentabilidade, RSE, governança, transparência, ética, causas e bandeiras, gerenciamento de crises, etc)

Não concorda? Não compreende assim? Estamos exagerando? Quer cases e comprovações? Interaja conosco.

Fonte: Hsm.com