Brindes Personalizados e Corporativos — Compare Fornecedores Verificados e Peça Cotação Grátis

O brinde certo para o público certo

O conceito de brinde é muito amplo, uma vez que qualquer artigo pode se tornar um, isso só vai depender da ação da marca e do perfil do público-alvo que se pretende atingir. Porém não basta apenas escolher o brinde, também é preciso saber para qual pessoa da empresa enviá-lo e como fazê-lo.

A grande, e talvez mais difícil, tarefa é escolher o brinde certo para cada público-alvo, porque além de ter sintonia com as pessoas que estarão recebendo, ele precisa transmitir as características condizentes com a imagem que a empresa quer passar no mercado, como credibilidade, confiança, qualidade, prestígio, além de oferecer algum tipo de utilidade para que seja guardado e realmente usado por quem o ganhou.

“É essencial que o brinde esteja em sintonia com a data ou evento que simboliza e, acima de tudo, alinhado com o perfil da empresa e do público-alvo. Seja simples ou sofisticada, a peça precisa ser de boa qualidade, ter presença e gerar lembrança. Certamente assim, atingirá o objetivo esperado”, indica Isabel Mendonça, gerente de Marketing da Assurant Solutions. De acordo com Isabel, sua empresa iniciou a participação em projetos sociais com o patrocínio da primeira tiragem do livro “O Brasil na Visão do Brasileiro”, da Trilha Brasil. Os exemplares transformaram-se em presentes para os funcionários da empresa. Mas como a repercussão foi muito positiva, o livro acabou sendo eleito o brinde de final de ano para o Natal de 2004. “O retorno foi muito gratificante. Nossos clientes, parceiros e prospects elogiaram a iniciativa, bem como o excelente presente”, relembra.

Para Rita de Cássia Oliveira, diretora de planejamento da RED Comunicação & Marketing, o diferencial reside no planejamento e estratégia da ação. Esse processo começa na observação do perfil do público, especialmente em situações de expedição massificada de brindes, onde o cuidado deve ser maior para que não se caia na impessoalidade ou no chamado “lugar comum”. Nesses casos em que, geralmente, se busca firmar a imagem e a identidade da marca, a profunda e criteriosa análise das possibilidades trará uma escolha apropriada, coerente, assim como a constante pesquisa do novo.

“Um case bastante representativo foi a solicitação de um cliente para desenvolvermos um brinde que fosse único e não pudesse ser encontrado em lojas. E que, além de pessoal, fosse requintado, assim como o público que o receberia. Além disso, ele nos solicitou que tivesse um apelo social. Partimos para a busca de opções em ONG´s e foi um caminho interessante até chegarmos a uma caixa de madeira com acabamento em cipó (marchetaria). A questão estava agora em como preencher seu espaço interno de forma atrativa para esse seleto público. Optamos por papéis personalizados em dois formatos distintos, que eram acompanhados de envelopes, cera para lacre e sinete com as iniciais do nome da pessoa. Isso exigiu manuseio e logística bastante afinados. O retorno foi excelente, pois além do feedback informal do cliente, recebi um e-mail de agradecimento. O brinde repercurtiu, inclusive, no próprio trade, e virou referência dentro de outras empresas também”, conta Rita de Cássia Oliveira.

Outros aspectos são fundamentais desde o início da escolha do brinde e não devem ser esquecidos ou relegados para segundo plano, como a embalagem, o momento e a forma de entrega. Tudo isso deve ser adequado ao público e ao evento que motiva o ato de presentear, para não invalidar a intenção do presente enviado. Depois de tudo pronto, brinde escolhido e bem embalado é hora de conferir os preparativos finais, como endereço para entrega e nome do presenteado, logística e transporte adequado são os últimos e importantes pontos que merecem muita atenção. Afinal, depois de todo o cuidado o brinde não pode ser entregue para a pessoa errada ou chegar danificado ao seu destinatário.

Depois da escolha, para quem enviá-lo?

“Todo mundo gosta de ser lembrado. Esse gesto é sempre valorizado, independentemente do brinde oferecido. Portanto, qualquer que seja a verba disponível, não se deve perder a oportunidade de registrar sua lembrança”, salienta Isabel Mendonça .

Como todos adoram um brinde, em alguns casos para chegar na pessoa almejada o ideal é mandar para todos que estão envolvidos, inclusive, por exemplo, a secretária da empresa, já que ela pode estreitar a relação com os profissionais dos cargos de diretoria, gerência ou mesmo presidência. O mesmo exemplo pode ser seguido com brindes promocionais entregues para a imprensa. Como todos os profissionais trabalham juntos no mesmo ambiente da redação, pode ficar muito desagradável mandar um brinde apenas para um profissional da mesma editoria, porque os demais certamente ficarão sabendo.

Para a diretora de planejamento Rita de Cássia Oliveira, se a secretária ou assessor(a) estão mais presentes no dia-a-dia, ou na tomada de decisões, então é mais conveniente entregar artigos promocionais para essas pessoas. “Além disso, muitas vezes a empresa que está presenteando já possui bons relacionamentos com profissionais das mais diferentes posições hierárquicas, fato esse que deve ser levado em conta. A indicação específica de pessoas varia conforme a estrutura de relacionamentos da empresa”, salienta.

“É interessante presentear todas as pessoas envolvidas no processo, como forma de reconhecimento e agradecimento. No entanto, às vezes a verba pode limitar essa vontade, então nesse caso é preciso priorizar ou eleger brindes distintos”, recomenda Isabel Mendonça.

Por Priscilla Merlino – Grupo Bríndice

A importância das pesquisas de mercado

A crescente competitividade do mercado exige que as empresas estejam cada vez mais atentas ao consumidor. Como instrumento fundamental, a pesquisa de mercado auxilia no momento de se conhecer este consumidor e detectar seus desejos. Para mostrar as características e importâncias da pesquisa de mercado, a Bríndice entrevista Ernesto Nunes, sociólogo, formado pela Universidade de São Paulo (USP), com MBA em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e mestrado em Antropologia do Consumo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Ernesto também é consultor de pesquisa de mercado com experiência na área há 17 anos, professor de pós-graduação em Empreendedorismo e Gestão da PUC-SP e de graduação em Comunicação Social do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.

Bríndice: Qual é a função de uma pesquisa de mercado e qual sua importância dentro de uma empresa?
Ernesto: Pesquisa de mercado é uma ferramenta amplamente difundida no meio empresarial. Ela funciona como uma ponte que aproxima o consumidor do gestor, por meio de informações utilizadas para identificar problemas e oportunidades.

Bríndice: Quando é necessário realizar uma pesquisa de mercado?
Ernesto: Fazemos pesquisa quando temos que tomar decisões para as quais nosso conhecimento é insuficiente ou precário, reduzindo riscos e incertezas. Ou mesmo quando temos um envolvimento até afetivo com nosso negócio, o qual nos impede de enxergar com clareza seus problemas. Ou, também, devido ao fato de que a realidade muda mais rápido do que as empresas são capazes de acompanhar e, portanto, levantar informações sobre o que pensam os consumidores é fundamental para manter a empresa competitiva.

Por exemplo, uma pesquisa de mercado é indicada para identificar a embalagem mais adequada para um produto que estamos lançando; para verificar, em outro caso, se uma propaganda está adequada ao público que se deseja atingir, com linguagem apropriada, mensagem clara e capacidade de fazer com que o cliente lembre-se da marca que está sendo anunciada.

Bríndice: Quais são e como funcionam as metodologias de pesquisas de mercado existentes?
Ernesto: Tradicionalmente, as pesquisas de mercado são classificadas em qualitativas ou quantitativas. As metodologias qualitativas mais utilizadas são a discussão em grupo (os famosos focus groups) e as entrevistas em profundidade. Elas possuem um caráter exploratório, baseadas em pequenas amostras, que proporcionam “insights” e compreensão do contexto de um problema ou de uma oportunidade.

As metodologias quantitativas, por sua vez, são aquelas que, em função do tamanho de uma amostra e da forma como são selecionados os entrevistados, possibilitam extrapolar os resultados para o universo considerado, com uma representatividade estatística e uma margem de erro conhecida.

Bríndice: Quais os cuidados que devem ser tomados na escolha da metodologia da pesquisa?
Ernesto: Deve-se levar em consideração, principalmente, o objetivo da pesquisa planejada. Objetivos diversos, metodologias diversas, isoladas ou combinadas. Tempo para realização da pesquisa e recursos financeiros disponíveis também devem ser considerados.

Bríndice: Como calcular a margem de erro de uma pesquisa?
Ernesto: Na maioria das pesquisas de mercado, não é possível entrevistar a totalidade das pessoas que representa o público-alvo (denominado “universo”), pois, além de ser muito caro, levaríamos muito tempo para entrevistar todos (e será que todos gostariam de conceder uma entrevista?). A saída é entrevistar uma parcela (“amostra”) do público a ser estudado. Como nem todo o universo será pesquisado, dizemos que, estatisticamente, há uma margem de erro na pesquisa. Um erro que não coloca em dúvida os resultados da pesquisa, mas que deve ser levado em consideração.

A margem de erro de uma pesquisa de mercado depende do tamanho da amostra que será entrevistada e do tamanho do universo. Considerando uma margem de erro de 3% e um intervalo de confiança (outro conceito da estatística utilizado em pesquisa) de 95%, estamos dizendo que o resultado apresentado tem 95% de chance de estar dentro da margem de erro, ou seja, 2,5% de chance de estar acima dela e 2,5% de estar abaixo dela.

Um exemplo: se um determinado produto for preferido por 25% dos consumidores, comparativamente a outras marcas de produtos similares, levando em consideração a margem de erro de 3%, ele estará entre 22% e 28% dentro da margem de erro e com 2,5% de chance de estar acima de 28% e 2,5% de estar abaixo de 22%.

Bríndice: Como evitar as desculpas comuns dos possíveis entrevistados, como, por exemplo, “estou sem tempo” e incentivá-los a participarem da pesquisa?
Ernesto: As pesquisas tradicionais, realizadas por um entrevistador com uma prancheta na mão, realmente assustam os possíveis entrevistados, principalmente em grandes centros urbanos, onde as pessoas estão sempre apressadas e com medo da violência. Mesmo as pesquisas por telefone, que ofereceriam uma certa comodidade ao respondente, também vêm perdendo apelo. Questionários enxutos, entrevistadores educados e simpáticos sempre ajudam. Uma abordagem muito interessante é a pesquisa on-line, em que um questionário é enviado por e-mail, permitindo que o entrevistado escolha o melhor momento para dar a sua opinião. Caso haja um incentivo – brinde, sorteio, etc. – a probabilidade de participação aumenta.

Bríndice: Como funcionam os grupos de discussão?
Ernesto: Os grupos de discussão são conversas realizadas por um moderador treinado, junto a um pequeno grupo de respondentes, pré-selecionados entre consumidores que pertencem ao universo que se pretende estudar. As discussões em grupo normalmente acontecem com no mínimo 8 pessoas e no máximo, 12. A composição do grupo deve ser homogênea, em termos de características demográficas e socioeconômicas. O contexto da discussão envolve uma atmosfera relaxada, informal e dura de uma a três horas e tudo é registrado, tanto em vídeo como em áudio, para que o moderador possa, posteriormente, rever o material e fazer a sua análise.

Bríndice: Quais os prós e contras das pesquisas de mercado realizadas via internet?
Ernesto: Pesquisa pela internet é uma realidade na Europa, na Ásia e nos EUA e o que poucos sabem é que a pesquisa pela internet está crescendo muito no Brasil. As vantagens residem, basicamente, na agilidade com que um estudo é realizado, no valor que se cobra (muito mais acessível do que os caros estudos feitos de forma tradicional, com entrevistadores na rua ou realizados por telefone) e na comodidade oferecida ao entrevistado. Posso citar, ainda, os rígidos controles no recrutamento dos entrevistados e a consistência dos dados obtidos na utilização de questionários programados, os quais impedem “erros de pulos”, em que o entrevistado responde a uma pergunta quando deveria responder a outra.

Por outro lado, contra a pesquisa pela internet posso citar o fato de ainda não termos uma ampla difusão do acesso à web em vários pontos do país, o que nos impede de alcançar consumidores em cidades de pequeno e médio porte, em algumas regiões do Brasil.

Bríndice: É caro contratar uma pesquisa de mercado?
Ernesto: Depende do ponto de vista. O que é mais caro: gastar R$ 20.000,00 em uma pesquisa de avaliação de um produto que custou alguns milhões para ser desenvolvido ou lançá-lo ao mercado sem saber o que o consumidor pensa dele, correndo o risco de ter que fazer alterações posteriores ao lançamento? Ou pior, ver o seu produto naufragar em um mercado altamente competitivo? Até um candidato a empreendedor ou uma pequena e média empresa podem fazer pesquisa de forma barata e eficiente, não somente as grandes corporações. Com orientação adequada todos podem, é o que mostra a minha experiência de quase 20 anos trabalhando em institutos de pesquisa e como docente em cursos de empreendedorismo, ensinando como fazer pesquisa de mercado com rigor e eficiência e, normalmente, com poucos recursos financeiros.

Bríndice: A pesquisa foi feita. E o que fazer com os resultados?
Ernesto: Montar um plano de ação com base nos resultados e agir para atingir os objetivos que motivaram a pesquisa. Pesquisa realizada que não é utilizada é perda de tempo e dinheiro jogado fora. Antes de planejar uma pesquisa, deve-se saber o que fazer quando os resultados chegarem às suas mãos. Se você não faz a mínima ideia do que fará com os resultados da pesquisa, é melhor repensar se é o momento correto de realizá-la.

Por Socci Comunicação

Canal de comunicação de alta tecnologia com transmissão digital

O Metrô de São Paulo sai na frente e oferece diferentes sugestões de estratégia de mídia

A partir de 2009, a Mídia Digital Out of Home – comunicação dirigida para audiências que se encontram fora de suas casas, mais especificamente em pontos de venda ou em ambientes que exijam algum tipo de espera forçada – passou a chamar a atenção dos anunciantes e foi incluída nos Estudos Marplan/EGM. Com o objetivo de quantificar o número de pessoas expostas à mídia que utilizam monitores de alta tecnologia com transmissão digital, a Ipsos investigou públicos de todas as classes sociais e faixas etárias, a partir de uma pergunta: você viu ou assistiu a algumas destas TVs fora de casa, que transmitem programação própria, nos últimos 30 dias? As perguntas foram estimuladas mediante apresentação de fotos de 12 locais onde a mídia está presente.
Os resultados estão em uma base de dados que inclui todos os veículos e locais ao lado de dados demográficos, hábitos de consumo de produtos, serviços e marcas mais consumidas, traços de estilo de vida, interesses em relação à comunidade, formação familiar e características de trabalho. Essa base de dados fornece uma visão global do consumidor e possibilita análises estratégicas de mídia mais completas para agências e defesas da mídia mais fundamentadas para os veículos.

Os números que chamam mais atenção estão relacionados ao perfil por classificação econômica, critério Brasil, ABEP. Veículos/locais com maior concentração na classe AB apontam para números concentrados nos seguinte locais: aeroportos (79%), cafeterias (74%), bares e restaurantes (62%) e metrô (55%). Desses locais, aponta-se um canal de Mídia Digital Out of Home de maior flexibilidade para a veiculação de campanhas com diferentes objetivos: a TV Minuto do Metrô de São Paulo.

A TV Minuto é um canal que impacta mais de 3 milhões de pessoas, todos os dias, em todos os vagões do metrô da capital paulista. São 5.232 monitores instalados nos 109 trens das linhas espalhadas pela cidade. Pesquisas demonstram que 93% dos passageiros permanecem pelo menos 31 minutos dentro dos vagões. Mais de meia hora assistindo a uma programação variada que inclui notícias nacionais e internacionais, esporte, turismo, ecologia, cinema, horóscopo, indicadores econômicos, tempo e temperatura, trânsito, tecnologia e saúde. Nesse período também recebem mensagens publicitárias e promocionais de diversas marcas.

A Mídia Digital Out of Home do metrô proporciona a seus anunciantes a oportunidade de realizarem ações das mais variadas formas com diferentes objetivos. Assim, é possível utilizar recursos que permitem a construção do processo de convergência, por exemplo, incluindo interatividade, relacionamento com a marca e experimentação do produto anunciado. Um dos cases desse tipo de ação é o da maionese Hellmann’s que sugeria ao passageiro enviar um SMS para receber uma receita de lanche preparada com o produto.

A ativação no ponto de vendas é outro recurso. Essa ação refere-se à segmentação com conteúdo endereçável, que permite ao anunciante eleger as linhas, estações e arredores ativar seus pontos de vendas. A rede de lojas do Magazine Luiza utilizou o recurso para realizar uma ação que convidava o usuário do metrô a participar de uma promoção para ganhar uma TV LCD 42”. Para isso, o passageiro deveria ir até uma loja próxima da Estação Sé do Metrô, indicada no mapa dos arredores da estação.

Outro exemplo de segmentação diz respeito às ações de marketing direto. Isso mesmo. Mídia de massa com poder de segmentação. A TV Minuto consegue segmentar a base de usuários divididos por linha. Assim, o anunciante pode criar campanhas específicas para impactar somente aqueles consumidores de interesse, divididos por faixa etária, perfil de consumo e outras variáveis, direcionando a comunicação diretamente para o target. Todas essas opções são favoráveis ao panorama atual da comunicação brasileira.

Os avanços tecnológicos ocorridos nos últimos anos e o impacto que essas mudanças geram no comportamento dos consumidores instituíram novos meios de comunicação que já assumem contornos mais nítidos e adquirem aspectos mais concretos. O desafio da comunicação sempre será o de conquistar a efetiva atenção do consumidor, num cenário social cada dia mais congestionado pela multiplicidade de estímulos e informações. O surgimento da Mídia Digital Out of Home é a resposta que o mercado esperava, quando se considerava a relevância que mensagens publicitárias ou promocionais adquirem, quando transmitidas em sincronia com o ambiente em que a ação de mídia se realiza, conquistando a atenção dos consumidores.

Por Elisabeth Guimarães – Grupo Bríndice

Fontes: www.tvminuto.com.br/
Ipsos, Marplan

Material promocional criativo faz a diferença no ponto de vendas

Trident Fresh faz parceria com o Concurso Comida di Buteco e investe em material promocional para sugerir o consumo da goma de mascar depois das refeições

Durante o período entre 12 de abril a 12 de maio deste ano, a 14ª edição do Concurso Comida di Buteco apresentou 400 petiscos para a disputa entre os estabelecimentos participantes. Pela primeira vez, o maior concurso de cozinha de raiz do Brasil foi realizado simultaneamente em 16 cidades. Antes de o concurso ir a público, os estabelecimentos foram selecionados pelo idealizador do evento e gastrônomo Eduardo Maya. Depois o público foi convidado para votar no melhor tira-gosto.

Este ano, a marca Trident Fresh decidiu fazer uma parceria com o Concurso Comida di Buteco. O objetivo da ação promocional da goma de mascar foi estimular o hábito de compra e consumo de Trident Fresh, na hora de pedir e de pagar a conta do bar. As peças criadas para comunicar a ação nos pontos de vendas merecem destaque, considerando que foram fundamentais para que a marca cumprisse o objetivo. Uma delas (em forma de mão) foi desenvolvida para pedir a conta de um jeito divertido e o porta-conta foi criado com textos sugestivos como ‘Sua conta e seu Refresh’ e ‘Leve um Trident Fresh por R$2,00 e dê um refresh na rotina”.
Felipe Pedrolli, gerente de marketing da marca declarou para a Promoview: “O apoio ao Comida di Buteco é mais uma oportunidade de mostrar que o produto pode ser consumido em qualquer hora do dia ou ocasião. Por que não pedir um Trident Fresh depois de beber e degustar petiscos deliciosos para continuar interagindo com os amigos com mais ânimo e segurança?” A marca também realizou uma ação de incentivo para os garçons, que foram recompensados por oferecerem o produto no fechamento da conta para os “clientes misteriosos”, que esporadicamente visitaram os estabelecimentos participantes do concurso.

Não é de hoje que a conquista pela preferência do consumidor pressupõe a criação de material promocional no ponto de venda como importante ferramenta estratégica para a consolidação das vendas. Quando se fala em PDV, geralmente, se faz referência às técnicas de merchandising, ação ou material promocional criados com o propósito de influenciar as decisões de compra dos consumidores. Na maioria das vezes, o material promocional é utilizado em ações que pretendem introduzir um novo produto, ampliar a demanda de um produto ou ainda fixar a imagem da marca.

O material promocional de Trident Fresh é um exemplo da importância que se deve atribuir à comunicação da ação promocional. A criatividade do material está restritamente relacionada ao Concurso Comida di Buteco, fazendo-se presente num contexto onde o público está aberto à diversão, participação e interatividade. Assim, a marca Trident Fresh soube aproveitar uma oportunidade que envolveu a participação de um público que desempenhou o papel de jurado e que se percebe como formador de opinião, além de estar aberto a participar de outras ações sugeridas no mesmo contexto. O criativo material de ponto de vendas fez toda diferença; refrescou a participação do público e marcou muitos pontos na opinião do consumidor.

Por Elisabeth Guimarães – Grupo Bríndice

Fonte:
Comida di Buteco – http://www.comidadibuteco.com.br
Promoview
Trident

Sorteio. A mecânica dos consumidores que sempre participam de promoção

Sorteio. Essa mecânica é para quem realmente participa de promoção. O Promológico detectou dois perfis: os que participam e são entusiastas da mecânica e os que não têm interesse em sorteios. Quem participa, participa sempre e tende a trocar de marcas e experimentar novos produtos por causa da promoção. Dentre aqueles que menos participam, a pesquisa revela que existe uma menor chance desse consumidor mudar de marca e experimentar novos produtos por causa da promoção. A pesquisa também revela que muitos consumidores deixam de participar de sorteios porque preferem mecânicas mais simples.

Outro dado importante revelado pelo Promológico contrapõe à forma como as marcas percebem o sorteio: a ideia de que a mecânica é basicamente dirigida para consumidores de baixa renda. Nesse aspecto, a pesquisa aponta para um empate técnico: das classes A e B, mais de 55% participam de sorteios e dos consumidores das classes B e C, mais de 49% participam de sorteios. Independente de classe social, a pesquisa também revelou que 82% dos entrevistados gostariam que as promoções com sorteios fossem mais rápidas; 83% participariam de sorteios se conhecessem alguém que já ganhou. Com esses dados, a pesquisa traz alguns insights para a criação de uma ação promocional que opte pelo sorteio como mecânica. A promoção precisa ser mais rápida, simples, menos burocrática, mais colaborativa e transparente.

A exemplo de campanhas promocionais que utilizam o sorteio como mecânica destaca-se a promoção #jogapramim da Sadia. A ação envolveu diversos produtos da marca e desenvolveu o conceito convidando a Seleção Brasileira a jogar para as crianças que nasceram após o pentacampeonato de 2002 e, portanto, ainda não sentiram a emoção de ver o Brasil conquistar um Mundial.

A estratégia adotada pela Sadia é um exemplo de como envolver as crianças na decisão de compra por meio de uma ação promocional que utiliza a mecânica de sorteio – comprar, cadastrar e concorrer. Pode-se perceber que a promoção #jogapramim está dirigida para os entusiastas, ou melhor, àqueles consumidores que estão dispostos a experimentar novos produtos e também para os que não experimentam novos produtos, mas que podem ser influenciados pelas crianças.

Para participar, o consumidor preenchia um formulário de dados, cadastrava os produtos Sadia e ganhava números da sorte. Para ganhar números da sorte, bastava cadastrar a nota fiscal de compra de uma Qualy junto com qualquer outro produto Sadia. A combinação de uma Qualy com um produto Sadia gerava um cupom com três números da sorte. Com apenas um cupom o consumidor já estava concorrendo em três sorteios. Sempre que o consumidor cadastrava uma nota fiscal estava concorrendo a uma camisa oficial da seleção brasileira autografada. Assim, quanto mais notas fiscais o consumidor cadastrava, mais chances ele tinha de ganhar. No primeiro mês, o consumidor concorreu a quatro cozinhas completas e, no segundo mês, concorreu a 1 milhão de reais, geladeiras, fogões, sistemas de som, bicicletas, entre outros e mais quatro cozinhas completas. Muito simples: dependia apenas de um cadastro.

Para produzir o filme da promoção, foram recrutadas 60 crianças, com idade entre 6 e 12 anos, que ilustraram o sonho do Brasil sagrar-se vitorioso mais uma vez, com o gostinho especial de jogar a Copa 2014 em casa. Durante a filmagem, atitudes espontâneas foram gravadas e disseminadas na internet em quatro pequenos vídeos. “Os filmes foram disponibilizados no brand channel e na homepage da marca Sadia”, ressalta Andrea Napolitano, diretora de marketing da BRF. “São aperitivos da nossa nova campanha”, completa a executiva. A campanha inclui filme com veiculação nacional em TV aberta, anúncios de mídia impressa, ações digitais e materiais de ponto de venda. “Vestimos os nossos produtos de verde e amarelo. Todos ganharam novas embalagens”, revela Andrea. “Nas redes sociais, teremos o aplicativo ‘Eu Vi’, que ilustra de maneira divertida a quantidade de vezes que o torcedor viu a Seleção sagrar-se campeã”. Estão programadas também ações no Twitter e Youtube.

As declarações de Andrea apontavam para uma campanha integrada, que trabalhou um conjunto de produtos e investiu, principalmente, na marca Qualy, que durante o mês de março de 2014 também veiculou uma campanha da margarina: “Bom no pão, bom no fogão”. A mecânica de sorteio – comprar, cadastrar e concorrer – oferece mecanismos de forma rápida, simples, e sem burocracia. Os filmes disponibilizados no brand channel e na homepage da marca Sadia e o aplicativo ‘Eu Vi’ disponibilizado nas redes sociais revelaram um exemplo de campanha promocional colaborativa e transparente.

Prêmios pertinentes ao perfil do público, como as camisetas da seleção brasileira, agradaram as crianças de todas as idades e os eletrodomésticos acompanhados de prêmio em dinheiro agradaram a todos os torcedores brasileiros. Sinal de que fornecedores de brindes tradicionais como camisetas podem colaborar de forma diferenciada, oferecendo produtos de qualidade para empresas de todos os portes que investem em campanhas promocionais. É certo que sediar uma Copa do Mundo é um evento que pode levar anos para acontecer de novo. Mas, com certeza, independente de eventos tão grandiosos, brindes como uma simples camiseta podem fazer a diferença de quem compra e de quem vende brindes. Sorte de quem percebeu essa oportunidade e investiu na brasilidade, ou melhor, na simplicidade.

Por Elisabeth Guimarães – Grupo Bríndice

Fontes: NewStyle – www.promologico.com.br
Sadia