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Casa é decorada com latas de cerveja nos Estados Unidos

Uma pequena casa em Houston, nos Estados Unidos, chama a atenção por ter uma decoração pouco ortodoxa.

Do portão de entrada aos quartos, passando por uma verdadeira cascata metálica na frente da porta, todo o espaço é coberto por mais de 50 mil latinhas de cerveja. Por isso, a casa ficou conhecida como Beer Can House, nome cujo significado remete à sua principal característica.
A Beer Can House começou a ser decorada há 45 anos pelo tapeceiro aposentado John Milkovisch. O processo de “metalização” da casa durou até 1986 – Milkovisch morreria dois anos depois.

Hoje, a construção ganhou até um site, com algumas das frases de Malkovisch sobre a casa. A página informa que, quando perguntado sobre o que o levou a cobrir o espaço com latas, ele dizia que “Apenas achava que aquilo era uma grande ideia e que também era mais fácil que ficar pintando a casa”.

Outra frase de Milkovisch diz respeito à classificação artística de seu trabalho. “Algumas pessoas dizem que é uma escultura, mas eu não fui a nenhuma escola cara para aprender esses conceitos malucos”, afirmava ele.

A casa foi decorada com latas de cerveja bebidas pelo próprio John, embora ele também contasse com a ajuda de vizinhos e de sua esposa. Atualmente, a casa se transformou em um museu, que é administrado por uma entidade local e está aberto para a visitação do público.

Fonte: globo.com

A mania de filho pródigo pode ser perigosa

É fato que em uma sociedade capitalista a busca pelo prazer imediato e a satisfação da pseudonecessidade é o que comanda as relações de consumo, consequentemente a demanda por dinheiro aumenta na medida que nossos desejos nascem, crescem e morrem, leia-se, concluam-se. As ações de marketing, notadamente as agressivas, não no sentido pejorativo da palavra, são as grandes responsáveis pelo consumo desenfreado, claro que não se isenta de culpa o consumidor inconsciente. Ainda que exista aquele romantismo de consumo sustentável por parte das empresas, o que elas querem na verdade, é vender e vender mais, muito mais e nós administradores sem hipocrisias, estamos estudando e trabalhando dentre outras finalidades também para isto.

Vamos atravessar a fronteira do empresário e adentrar na área do consumidor, algo que todos nós somos, seja mais leve ou mais intenso. É notável que falta ao brasileiro o mínimo de educação financeira e ela não serve apenas para ser conversada nas salas de aula, a educação financeira é um dos assuntos mais influenciadores do dia-a-dia do que muitos outros, pois o pobre e o rico tem a necessidade de usá-la das mais diversas formas. Ao contar as moedas para o almoço no R.U. (Restaurante Universitário) ou planejar a compra do carro, estamos lidando com as regras da saúde financeira que cada indivíduo possui.

O planejamento financeiro é algo muito valioso, pois trata da melhor utilização de recursos que são escassos, envolve decisões, ponderações, análises dos efeitos, custo-benefício e outros. Se todo brasileiro pensasse antes de gastar o suado dinheiro as taxas de endividamento seriam bem menores e por consequência as de inadimplência. Contudo o que se vê é exatamente o contrário, as pessoas gastam o que não tem, endividam-se, sofrem as consequências das dívidas e como resultado, perdem a qualidade de vida em vários aspectos. Existem muitos livros de educação financeira todos falando a mesma coisa de maneira diferente, mas não existe fórmula mágica para ser uma pessoa planejada, criteriosa e que tenha a saúde financeira em dia: gaste menos do que recebe, poupe e faça este dinheiro render, para melhorar reduza seus custos ou aumente suas receitas, simples assim.

O triste e cômico algumas vezes, é ver as pessoas gastarem o que não tem, comprando o que não pode, para impressionar pessoas que não gostam. Não é raro ver as pessoas te olharem de modo meio estranho quando você é equilibrado e racional nos seus gastos, é tido até como avarento e este tipo de reação chega até inibir atitudes corretas na hora do consumo. A ciranda da aparência a todo custo em detrimento do ser é muito perigosa. A busca pelo luxo e a necessidade de ostentação fazem com que muitos no futuro caiam em ciladas do próprio jogo financeiro. Não é errado querer “o que é bom”, pelo contrário, está mais que certo, no entanto o bom senso e ter consciência das suas possibilidades naquele momento continua sendo o ideal.

Fonte: Administradores

Como será nossa vida daqui a 30 anos?

Como será nossa vida daqui a 30 anos? O cinema e os livros de ficção adoram preencher essa pergunta com infinitas possibilidades. Carros voadores, robôs que agem como pessoas, cidades flutuantes e muito mais. O admirável mundo novo das ideias desperta um imaginário sem fim. E claro, é muito legal pensar em todas essas tecnologias que virão por aí.

O curioso de imaginarmos o nosso futuro é que, muitas vezes, não percebemos que já estamos nele. Se eu dissesse na década de 80 que esse texto seria escrito em um aparelho com meia polegada de espessura, revestido de vidro e alumínio, que registra todos os meus comandos a um simples toque na tela e ainda é capaz de me conectar com o mundo todo – o nosso queridíssimo tablet- diriam, no mínimo, para eu parar de sonhar.

No entanto, não é apenas o futuro de gadgets e inovações tecnológicas que se transformam com o tempo. A própria sociedade em que estamos inseridos vive em constante modificação. Observando somente o nosso país, já passamos pelo período imperial, regime totalitário, regência, governo militar e democracia. E, é claro, o causador dessas transformações está no comportamento da própria sociedade. Volta e meia passamos a ser agentes de mudança, onde nossas ações, ideias e palavras repercutem para um novo caminho.

A própria forma de gestão empresarial que se utilizava no passado teve que ser readaptada para funcionar hoje. Assim como os profissionais que, de tanta mudança em seus estilos, foram separados em uma informal nomenclatura de gerações X, Y, Z, baby boomers etc. A verdade é que nós mesmos, sem querer, nos pegamos falando uma frase que nossos pais e avós adoram repetir: "no meu tempo, isso era diferente". É, a sociedade muda, nós mudamos – e muitos desses valores e conceitos também.
Volto a fazer a pergunta que abriu esse texto, mas agora com uma reflexão sobre o meio social: como será nossa vida daqui a 30 anos? A resposta, de fato (e ao certo), não sabemos, mas podemos começar a definí-la agora. Antes é preciso entender que o futuro não está a nossa espera. Assim como as novas tecnologias foram desenvolvidas por pessoas engajadas em inovar, assim como as revoluções foram feitas por pessoas que desejavam mudar, o futuro que esperamos tem que ser construído. E isso não demanda apenas trabalho, mas também uma nova consciência.

Fonte: Administradores

A importância de todos os clientes

Autor: Marcos Morita

Muitas empresas demonstram grande preocupação em atrair novos clientes, muitas vezes até se esquecendo daqueles que já conquistaram. O erro é comum e se repete nos mais variados portes e segmentos empresariais. Mas, lembre-se que cliente é bom, é cliente satisfeito. É aquele que indica a empresa aos amigos e não aos inimigos. Veja então algumas dicas para reter e encantar seus clientes.

Encante seu cliente

Encantar significa superar, ultrapassar, exceder as expectativas dos consumidores, as quais são formadas com base em diversos fatores, tais como: (a) experiências passadas, (b) boca a boca e (c) valor ou importância relativa. O primeiro item se refere às compras realizadas no mesmo estabelecimento, concorrentes ou prestadores de serviços similares. O velho boca a boca é um dos quesitos de maior peso, haja vista o sucesso das redes sociais. A importância relativa se refere ao valor monetário: um carro, uma casa ou uma prestação de serviços interferem na formação das expectativas.

Faça o "wow" acontecer!

Para encantar o cliente vá além do script, antecipando-se às necessidades de maneira que o "wow" aconteça. Pense em quantas vezes você disse "wow"! nos últimos meses por um serviço ou produto adquirido. A Apple é um case de sucesso, cujos produtos inovadores são aguardados com ansiedade por seus fãs. Quanto ao setor de serviços este processo é um pouco mais complexo, devido às variações inerentes ao contato humano, característica denominada como inseparabilidade. Há alguns exemplos clássicos, tais como a empresa aérea Tam, a qual nas épocas áureas de seu fundador Amaro Rolim, foi considerada como uma das empresas que melhor encantavam seus clientes.

Treine, treine, treine!

O encantamento é construído com a excelência no atendimento, também chamado de momento da verdade, na qual consumidor e empresa encontram-se frente a frente. Um atendente mal humorado, mal informado ou mal contratado pode arrasar a imagem da empresa. Por esta razão as empresas com excelência devem saber contratar, capacitar, motivar e recompensar seus funcionários. A autonomia ou empowerment (delegação de poderes) deve ser também encorajada de maneira que os funcionários possam tomar decisões rápidas quando necessário, evitando burocracias e processos demorados. Quanto mais rápido uma insatisfação for resolvida, maiores as chances de reconquistar o cliente.

Trate-os como gostaria de ser tratado

Investir no layout e na decoração de seu estabelecimento é algo extremamente importante, denominado na teoria como evidências físicas. São partes integrantes do processo de excelência e do atendimento. Grande parte das empresas tem investido em instalações mais confortáveis: ar condicionado, layout refinado, cafés, revistas, livros, salas de espera, concierge, manobristas. Em alguns casos, podem tornar-se fonte de receitas, além de ajudarem a criar o clima de encantamento aos clientes.

Aproveite os benefícios do "wow"!

Clientes encantados costumam ser mais fiéis, traduzindo-se em uma repetição de compras. Estudos comprovam que o custo de manter um cliente é menor que adquiri-lo. As operadoras de celular são mestres nesta estratégia, oferecendo pacotes atraentes para "roubar" clientes da concorrência, sacrificando suas margens. Em alguns casos agem como embaixadores, divulgando-a aos seus parentes, amigos e sua rede virtual de contatos.

Apesar das nuvens que se avizinham, os empresários podem garantir um ano bastante saudável, através da criação de mais momentos "wow"! Conhecimento profundo das necessidades dos clientes, treinamento, autonomia à linha de frente e alinhamento entre discurso e prática, são alguns dos requisitos necessários para a obtenção de clientes mais fiéis, os quais satisfeitos, talvez sejam mais falantes que a atual ocupante da cadeira presidencial.

Marcos Morita é professor da Universidade Mackenzie e professor tutor da FGV-RJ.

Fonte: ClienteSA

Sem desviar o foco

Foco no core business. Essa é uma das promessas que a tecnologia em nuvem traz para o mercado. A partir do seu uso, os contact centers podem se preocupar apenas na entrega de resultados. "Um dos ganhos é que ele permite às empresas focarem no negócio ao invés do monitoramento e manutenção de softwares empresariais", comenta Alexandre Paiva, diretor de canais a alianças da Nice Brasil. Outra vantagem, apontada pelo executivo, é que as soluções baseadas em nuvem podem ser implementadas não somente nos contact centers, mas também nos setores administrativos, filiais e pontos de atendimento presencial garantindo assim uma uniformidade no processo de atendimento independente do canal que o cliente acessar seja por telefone ou presencial.

O diretor da Nice comenta que as empresas brasileiras já estão começando a avaliar a migração de suas operações ou pelo menos parte das suas aplicações para a nuvem, seguindo as tendências mundiais do setor que indicam um rápido crescimento da demanda por tecnologias de nuvem. "Esse tema passa a fazer parte da agenda das empresas que possuem Contact Centers tanto internos quanto terceirizados por demonstrar grandes tendências de redução de custos, além da flexibilidade de crescer a operação sem a necessidade de aumentar sua infraestrutura interna", reforça.

Quem enxergou nesse modelo uma oportunidade foi a Sprint, que com o declínio continuo na satisfação do cliente, perda de clientes e de valor de mercado, decidiu adotar as soluções de Performance Management em nuvem da Nice. O objetivo era ter foco nos indicadores principais e prover visibilidade total em todos os níveis, com visão unificada. Após a implementação, a empresa conseguiu melhoria da satisfação em mais de 33%, redução de mais de um terço das chamadas, redução do custo da operação de call center em 30% e ajustes nas faturas de 75%.

Fonte: ClienteSA