Brindes Personalizados e Corporativos — Compare Fornecedores Verificados e Peça Cotação Grátis

Empresas de brindes fazem marketing nas redes sociais.

Redes sociais ganham destaque como ferramenta de marketing entre empresas do setor de brindes.

Definitivamente, entre as ações de marketing que vão predominar nos próximos anos a de maior destaque é o marketing digital. Estratégia de divulgação e propaganda apontada por diversas pesquisas e por vários especialistas da área como a mais promissora, ela está se disseminando rapidamente entre as empresas do setor de brindes.

Atualmente, as mídias sociais, que antes eram vistas apenas como entretenimento, oferecem às empresas a possibilidade de se aproximarem de seus clientes de modo mais informal, moderno e, o mais importante, interativo.

Com o advento de ferramentas como Orkut e Twitter, a interatividade passou a fazer parte do cotidiano das pessoas de tal maneira que os consumidores acabam exigindo isso das empresas, a fim de ter um canal aberto com elas, de acesso fácil e rápido.

No caso das empresas do setor de brindes, a maioria reconhece o potencial e a importância das redes sociais. Porém, não utilizam fórmulas prontas para explorarem as ferramentas virtuais, já que nada muito pré-estabelecido pode garantir a obtenção de resultados positivos.

Além de utilizar as redes sociais como um canal de divulgação de seus produtos e uma extensão da publicidade, as empresas do segmento de brindes também constroem relacionamentos e fazem contatos importantes, tendo a chance de conhecer as necessidades de seu público-alvo e de seus clientes.

Ajinomoto oferece Sazón de porta em porta junto a Tupperware

Vendedoras darão uma unidade do produto na compra de uma tijela

A Ajinomoto ativa as vendas de porta em porta de Sazón em parceria com a Tupperware. As vendedoras de tijelas Actualité de 10 litros oferecem um Caldo Sazón para quem comprar o produto da Tupperware, além de receitas para o dia a dia.

Ao todo serão mais de 60 mil unidades de Sazón que serão distribuídas pelas vendedoras. A expectativa é converter as pessoas que provarem o produto em consumidoras da marca.

Por Thiago Terra

Fonte: Mundo do Marketing

Knorr divulga sopas instantâneas em game digital

A Knorr realiza uma ação promocional por intermédio do site, com o game digital, que tem como lema “Todo mundo está tomando”, para divulgar a sua linha de sopas instantâneas. É um jogo divertido e curioso, cujo o objetivo é identificar por entre os personagens, três que não aparecem com a emblemática caneca símbolo de Knorr Quick.

Os participantes têm 120 segundos para realizar a tarefa e, aquele que conseguir em menor tempo, ganha um Tablet 16gb Wi-Fi. O jogo, no estilo “Onde está Wally”, inclui consumidores reais na campanha do produto. O jogo foi criado pela agência Cubo CC, e nele é possível interagir por cenários diferentes a cada quinzena – um aeroporto lotado, uma balada, uma praia, entre outros. Além do site, em breve, o internauta poderá interagir também por meio de um aplicativo feito para o Facebook.

“Nosso objetivo com a campanha era criar uma grande movimento de experimentação, fazendo com que as pessoas interagissem com o produto e o endossassem de maneira espontânea. A tecnologia, nesse caso, serviu para promover a interação com o produto e com as demais pessoas que se identificam com Knorr Quick”, explica o gerente de sopas da marca, Fernando Kahane. A campanha foi criada em conjunto com a Borghierh/Lowe.

Fonte: Promoview

Nike Air flutua no ponto de venda

Os leitores do Promoview já estão familiarizados com ações promocionais que fazem flutuar produtos. Primeiro foi a Chevrolet no aeroporto no México (veja aqui). Agora foi a Nike que, para promover o seu Nike Air Max, a inovadora marca esportiva utilizou como conceito o ar.

Uma ativação da marca na Argentina permitiu que as pessoas participassem de uma corrida em que, ao assoprar num microfone, faziam “correr” um Nike Air que flutuava no ar. A ação promocional “The Nike Air Live Show” aconteceu nos pontos de venda e on-line, numa parceria da marca com a Agência +Castro.

Os calçados se elevavam a quatro centímetros da superfície e se moviam por meio de um mecanismo que lia sinais transmitidos via internet, e também por sopros dos consumidores que visitavam a Nike Store de Buenos Aires.

A explicação é simples: cada vez que um consumidor assoprava, ou seja, gerava um estímulo físico, este sopro era lido por um software como um estímulo digital. A leitura desse sinal faz mover um mecanismo instalado sob a plataforma que permite deixar o calçado suspenso e avançar.

No caso da participação dos internautas, eles tinham de soprar nos microfones de seus computadores, laptops ou celulares. Um mecanismo já utilizado em diversos jogos para videogames, mas pela primeira vez disponibilizado em pontos de venda e com esta finalidade.

Os movimentos dos tênis acabaram desencadeando um jogo pela web. Era possível, por exemplo, realizar uma corrida entre modelos de cores diferentes, na frente dos consumidores. A competição podia também ser acompanhada pela internet, por intermédio do streaming de vídeo ao vivo.

Fonte: Promoview

Coca-Cola é a marca mais valiosa do mundo em 2010. Apple é a que mais valorizou

Harley Davidson foi a que perdeu mais valor no Ranking da Interbrand

A Coca-Cola continua sendo a marca mais valiosa do mundo, segundo o ranking da Interbrand. Valendo US$ 70,452 bilhões, ela está à frente da IBM, Microsoft, Google, GE, McDonald’s, Intel, Nokia, Disney e HP, as dez maiores em 2010. Há vários destaques no levantando deste ano. O maior é o crescimento da marca da Apple em 37%, calculada em US$ 21,143 bilhões, o que a coloca como a 17º de maior valor.

O Google ficou um ponto percentual atrás do crescimento da empresa de Steve Jobs, com aumento de 36% no valor, chegando a US$ 43,557. Em 2008, a mesma marca era cotada a US$ 25,590 pela Interbrand. A grande decepção do ano ficou por conta da Harley Davidson. A marca lendária de motos foi a que apresentou a maior queda, 24%, calculada em US$ 3,281.

Nenhuma marca brasileira figura no ranking, pois nenhuma tem atuação global de acordo com os parâmetros da Interbrand. Algumas mundiais aparecem pela primeira vez este ano. São elas Sprite (61º), Santander (68º), Barclays (74º), Jack Daniels (78º), Credit Suisse (80º), Corona (85º), 3M (90º), Johnnie Walker (92º) e Heineken (93º).

O sobe e desce no ranking foi intenso também para outras marcas. A Blackberry passou a valer US$ 6,762 bilhões, com crescimento de 32%, saltando da 63ª posição para a de número 54. J.P Morgan aumentou o seu valor em 29%, com US$ 12,314 bi, e a Allianz cresceu 28%, valendo agora US$ 4,904 bi. Outra marca do segmento financeiro que aparece entre as que mais tiveram seu valor aumentado foi a Visa, crescendo 26%, calculada em US$ 3,998 bilhões.

Já as quedas foram acentuadas para a Toyota, que perdeu 16% de seu valor (US$ 26,192 bi); para a Nokia, com menos 15% (US$ 29,495 bi); para a Dell, com menos 14%, cotada a US$ 8,880 bi; Citi, com queda de 13%, passando a valer US$ 8,887 bi; e UBS, também com menos 13% de valor de marca (US$ 3,821 bi).

Análise Interbrand
A 11ª. edição do ranking das 100 Marcas Globais Mais Valiosas confirma o sucesso atual das empresas de tecnologia nas áreas de computação e serviços de internet. Entre as 10 empresas mais valiosas em 2010, metade pertencem a esta área. E entre as que encabeçam a lista estão a IBM , a Microsoft e o Google. Já a Apple aumentou o valor da marca usando o buzz marketing em torno lançamentos de novos produtos e o carisma de Steve Jobs para dar explicações em público sobre o defeito na antena de seu iPhone4, enquanto a BlackBerry continua a ser o smartphone mais popular para os executivos, apesar da pressão da Apple.

No grupo das marcas que perderam valor está a Harley Davidson que caiu. Entre outras razões, em tempos de crise, a legendária motocicleta se tornou uma compra irrelevante. A Toyota cuja marca era sinônimo de eficiência e confiança foi fortemente impactada por um recall anunciado em janeiro envolvendo diversos modelos defeituosos. A Nokia reagiu muito lenta à invasão dos smartphones. A Dell vem enfrentando dificuldades com o desenvolvimento de sua marca e sub-marcas. O Citi, estava entre as instituições financeiras mais impactadas pela crise econômica de 2008.

“A grande mudança que percebemos neste ano é que a relação entre marcas e clientes têm mudado irrevogavelmente. E o motor da mudança é o comportamento do consumidor; menos fiel e mais cético em relação às marcas”, diz Alejandro Pinedo, diretor geral da Interbrand no Brasil. “A complexidade deste novo cenário é inegável, mas as marcas que agirem com autenticidade e clareza sairão em vantagem no caminho da construção de uma marca sólida”, diz Pinedo.

Por Bruno Mello

Fonte: Mundo do Marketing