Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

Marisa aposta em intervenções urbanas

O sucesso da ação “Sacolas Gigantes” da rede de lojas Marisa garante a continuidade do projeto criado pela Frida Trends para a marca. Especializada em ações diferenciadas de boca a boca, a agência já traçou roteiro do projeto para várias cidades do país.

A mais recente ação de "Sacolas Gigantes" ocorreu semana passada no Shopping Metrô Itaquera para divulgação da coleção Primavera-Verão da Marisa. “Criamos sacolas que contém botões com imagens de vários "looks" expostos na loja.

Quando a consumidora pressiona um deles, a modelo sai desfilando para a cliente conferir ao vivo a combinação”, explica Tatiana Weberman, sócia-diretora da Frida Trends. A agência opera há apenas seis meses no mercado com foco exclusivo em ações diferenciadas de boca a boca e ênfase em intervenção urbana. Tatiana, com 17 anos de carreira, tem em seu currículo a coordenação do Skol Beats, maior festival de música eletrônica do país.

Fonte: Blog do Adonis

O Boticário lança mostra sobre a história do perfume em SP

Ação realizada em parceria com a Faculdade Santa Marcelina conta com acervo com mais de 500 peças históricas

O Boticário inaugurou ontem, dia 23, o Espaço Perfume Arte + História em parceria com a Faculdade Santa Marcelina (FASM), em São Paulo. A mostra dedica-se à história da perfumaria nacional e internacional e tem como objetivo registrar os cinco mil anos da história do perfume, sua relação com a moda e curiosidades sobre a produção. A visitação é gratuita e estimula visão e audição a partir de um acervo de imagens, cores, sons e fragrâncias, começando em 3.000 a.C.

O acervo foi composto com a colaboração de mais de cem marcas e conta com cerca de 500 peças históricas, entre objetos originais e réplicas. Os itens ilustram e ajudam a entender a composição de um perfume, conhecer suas matérias-primas e ver os frascos que acondicionam o produto final. Um dos destaques é um exemplar da Eau de Cologne Royale – Jean Marie Farina, a Água de Colônia criada especialmente para Napoleão Bonaparte carregar dentro de sua bota.

A iniciativa faz parte da estratégia da Faculdade Santa Marcelina, que pretende lançar em 2011 uma Pós-Graduação Lato Sensu sobre perfumes, intitulada Cultura do Perfume – Essência e Ciência. O curso é voltado a graduados em áreas como moda, design, marketing, administração, publicidade e farmácia.

Por Sylvia de Sá

Fonte: Mundo do Marketing

Microsoft promete concorrente do iPad para o Natal

A Microsoft prometeu lançar um computador tablet concorrer com o popular iPad, da Apple, antes do Natal. O anúncio foi feito por Steve Ballmer, presidente-executivo da companhia.

"Vocês verão novos tablets com o Windows instalado neste Natal," disse ele a uma audiência de estudantes, funcionários e jornalistas na London School of Economics. "Nós certamente trabalhamos para desenvolver o tablet tanto como ferramenta de produtividade quanto como bem de consumo," acrescentou.

O grupo de pesquisa Gartner projeta para este ano vendas de 10 milhões de tablets, que começam a ser adotados pelos consumidores. Os modelos disponíveis incluem o Streak, da Dell, e o Eee Pad, da Asustek. A Apple vendeu 3,3 milhões de unidades do iPad em seus primeiros três meses no mercado.

Fonte: VOX NEWS

Nokia nas redes sociais com o “Desafio Sociômetro”

O concurso promovido pela Nokia do Brasil tem o objetivo, nessa ação de marketing promocional, cujo mote é: “Desafio Sociômetro”, premiar os participantes por meio de pontuações de acordo com a popularidade e maior interatividade nas redes sociais do Orkut, Twitter, OVI Mail, Yahoo Messenger, Windows Live Messenger, Google Talk, iG Mail, Terra Mail e Globo Mail.

Serão premiados os participantes semanalmente com o novo celular Nokia C3, além de poderem escolher como se divertir em uma balada VIP com os amigos, viagem irada, entrada VIP para ver o time do coração ou assistir o show dos sonhos.

Para participar, os interessados deverão acessar o site da promoção.

Fonte: Promoview

O que o caso New Coke ainda pode ensinar

Coca-Cola teve o seu maior fracasso de planejamento mesmo com base em pesquisa

Quando a Coca-Cola anuncia um lançamento o mercado agita até a bolsa de valores. A expectativa é grande e o sucesso é quase certo. Sim, quase… Não foi bem isto o que aconteceu em 1985 quando a multinacional conheceu o seu maior fracasso: New Coke. O refrigerante tradicional sofreu alterações em sua fórmula com o objetivo de superar a concorrente em vendas, já que a promoção “Desafio Pepsi” ameaçava a preferência dos jovens por Coca-Cola.

A trapalhada se concretizou quando a empresa obteve o resultado de uma pesquisa com cerca de 200 mil americanos. A fórmula da New Coke foi aprovada pela maioria e o produto foi lançado com grande expectativa no país. Com sabor mais doce e semelhante ao produto concorrente, o mercado americano recebeu bem a New Coke – que até teve um bom desempenho em vendas no início -, mas não esperavam que a original fosse substituída.

Sem a Coca-Cola tradicional nos pontos de venda, os americanos se revoltaram. Protestos e cartas se multiplicavam na sede da empresa. Até o presidente da companhia na época, Don Keough, fez um pronunciamento afirmando que “Nem dinheiro e nem pesquisas puderam medir os laços emocionais e a paixão que os consumidores tinham com a Coca-Cola original”.

Fórmula equivocada
Este caso mostra que, mesmo baseado em resultados de pesquisa, é importante perceber o mercado e, principalmente, conhecer o consumidor. O erro de interpretação dos dados colhidos foi fundamental para o fracasso de New Coke porque o consumidor sempre buscará novas opções. “O erro foi buscar o atributo do ‘novo’ quando a marca é regida pela tradição e lançar a New Coke não como extensão, mas substituindo o tradicional”, acredita Eduardo Tomiya, Diretor Geral da BrandAnalytics, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Outro fator que contribuiu para os protestos foi o comportamento do consumidor naquela época. Mais tradicionais do que hoje, na década de 1980 as pessoas eram menos abertas a novidades. “Hoje as marcas agregam produtos ao seu portfólio. Ele pode até não estourar, mas a empresa usará como imagem de marca. No caso de New Coke, este era um refrigerante substitutivo”, explica Elizabeth Salmeirão (foto), Diretora de varejo da TNS International Research, em entrevista ao portal.

Três meses após o lançamento equivocado de New Coke, a multinacional voltou atrás e relançou o produto original batizado de Coca-Cola Classic. Certa ou não, esta estratégia parece ter sido a mais sensata do projeto. “Reconhecer o erro reforçou o atributo de tradição da Coca-Cola, que foi pressionada a fazer isso de forma rápida. O ativo da marca não poderia ser mexido”, diz Eduardo Tomiya.

Coca X Pepsi
O lançamento de New Coke, segundo especialistas, teve respaldo em uma promoção da Pepsi que perguntava aos jovens americanos se eles gostariam de continuar consumindo o refrigerante que seus pais bebiam. Com a maioria de respostas negativas, a Coca-Cola entendeu que sua concorrente levava vantagem sobre ela principalmente pelo mote “The Choice of a New Generation” (A Escolha da Nova Geração), lançado em 1984.

A reação equivocada da Coca-Cola, porém, desencadeou todo o processo. “Já que a nova geração preferiu um novo sabor, a Coca-Cola mexeu no produto acreditando não estar mais agradando. A marca achou que a campanha da Pepsi falava de sabor, mas era de comportamento”, afirma Marcelo Boschi, professor de Branding da ESPM-RJ, ao Mundo do Marketing.

Mesmo diante de um case de insucesso, a empresa ganhou força no mercado mundial. “Com este erro, ficou claro para o mercado e para as pessoas como não ser arrogante porque o risco pode ser danoso”, acrescenta Tomiya, da BrandAnalytics. “A ideia errada que muitas empresas têm é de que se o produto é mal visto, basta copiar a marca líder para que o consumo seja aumentado”, completa Boschi, da ESPM.

O Pedido de Desculpas
Em pronunciamento, o presidente da Coca-Cola na época fala porque a empresa resolveu trazer de volta o sabor original do refrigerante. O executivo afirmou que nem dinheiro e nem pesquisas puderam medir os laços emocionais e a paixão que os consumidores tinham com a Coca-Coca original. Os consumidores exigiam o sabor da marca de volta e “queriam logo”. O presidente leu a reivindicação de consumidores como “Mudar a Coca-Cola é como se Deus mudasse a grama para a cor roxa” e pede desculpas aos consumidores.

Por Thiago Terra

Fonte: Mundo do Marketing