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Doritos leva para curtir a melhor balada do mundo

Doritos levou no dia 22/06, o jovem Reynaldo Latuf diretamente de São Paulo à balada Green Valley,em Camboriú, litoral norte catarinense.

A casa noturna foi recentemente considerada a melhor balada de música eletrônica do mundo, estando no primeiro lugar no “Top 100 Clubs” da publicação inglesa Dj Mag. A ação de marketing promocional irreverente faz parte do novo conceito global da marca: “Para os Fortes”, e aproveitou a comemoração do título recebido pela casa noturna e a parceria de dois anos com a marca.
Alinhada à identidade Doritos, a ação promocional foi iniciada por promotores da marca que selecionaram um consumidor (Reynaldo Latuf e um amigo – Rubens Ferreira) no bar São Bento, localizado no bairro do Itaim Bibi em São Paulo, e fizeram uma proposta imperdível: ir para um lugar com a cara de Doritos.

O jovem precisou ser forte e teve que aceitar entrar na limusine rumo ao aeroporto, pegar um jatinho com destino a Santa Catarina, já que a balada ocorreria a poucas horas depois na Green Valley, em Camboriú.

Para completar a surpresa, ele foi tratado como a grande estrela da noite, com tratamento VIP, com direito a seguranças, visita aos camarins dos DJ´s e visita à cabine de som. Veja no vídeo:

A iniciativa é uma continuação da ação de sucesso ocorrida nos Estados Unidos há três meses.

“Essa iniciativa resume bem o posicionamento da marca: ousada e autêntica, como o público de Doritos. Queremos cada vez mais trazer esse tipo de inovação para o Brasil”, afirma Gonzalo Do Pico, diretor de Marketing da PepsiCo Brasil.

Além do Reynaldo e do seu amigo, um funcionário da PepsiCo, Helio Dong Jin Baek, também foi escolhido para participar. Em uma ação de endomarketing, os funcionários da empresa foram convidados a responder perguntas para que a marca conseguisse escolher um sortudo que tivesse um perfil “forte”. Hélio foi o escolhido e teve uma noite inesquecível na Green Valley.

A balada de sábado (22/06), do Green Valley foi inteira marcada de surpresas. Além da ação “Para os fortes”, a casa noturna teve a distribuição de produtos com uma embalagem especial comemorativa: Doritos Sweet Chilli Green Valley, na cor verde, pelo título de melhor balada eletrônica do mundo, ganho pelo Green Valley recentemente.

Além disso, Doritos tematizou o ambiente com uma embalagem de três metros e uma chuva de tortilhas de papel e balões com a nova logo.

Fonte: Promoview

O segredo da criatividade

Em Psicologia Experimental um dos maiores desafios na hora de desenhar um experimento é encontrar uma forma de disfarçar o real objetivo da investigação.

Isto é necessário porque, segundo explica Elliot Aronson em The Social Animal, se os participantes souberem o verdadeiro propósito da pesquisa, eles não se comportarão naturalmente. Em vez disto, tentarão agir de forma a se destacar individualmente ou, ainda, "ajudar" o pesquisador buscando um resultado compatível com o que eles acham que os pesquisadores esperam*.

No Experimento de Stanley Milgram, por exemplo, se os voluntários soubessem que o objetivo era medir os efeitos da autoridade – em vez de verificar o impacto das punições no aprendizado – certamente os resultados teriam sido bem diferentes dos registrados. E no Experimento de Solomon Asch, por conseguinte, se os participantes soubessem que o que estava sendo avaliado era a pressão exercida pelo grupo – e não a acuidade visual – a pesquisa também teria sido inútil.

Mas esta técnica, de disfarçar os verdadeiros objetivos daquilo que se busca, também pode render frutos muito interessantes para o mundo corporativo. Em Sausalito, na Califórnia, a Lexicon Branding especializou-se em batizar empresas e produtos através de metodologias pouco ortodoxas.

Para criar nomes de sucessos como BlackBerry e Pentium, o fundador e CEO David Placek vale-se de um artifício parecido com o dos cientistas sociais: camuflar as verdadeiras finalidades de algumas tarefas confiadas a seus funcionários. Ele acredita que, desta forma, evita que eles tomem atalhos, sejam vítimas de viéses cognitivos, ou adotem ideias pré-concebidas e conceitos óbvios demais.

Segundo contam Dan e Chip Heath, no recém-lançado Decisive: How to Make Better Choices in Life and Work (Crown Business, 2013), para criar um nome para um novo produto da Colgate – uma mini escova de dentes descartável, que já vem com um creme dental que dispensa enxágue – Placek criou uma força-tarefa que trabalhou no escuro. Bem, quase no escuro…

Em vez de saírem a campo atrás de ideias para o nome de uma escova de dentes – o que inevitavelmente restringiria a busca a uma categoria pré-definida e já existente, prejudicando o caráter inovador do produto – a equipe foi levada a acreditar que o cliente era a marca de cosméticos Olay, que estaria introduzindo uma linha de higiene oral.

A escolha do cliente fictício tinha, também, uma razão de ser, pois a própria Olay lida com estética e beleza, conceitos importantes para a venda de uma escova de dentes.

Ao final do processo, prevaleceu a ideia central de algo leve e prático, em vez de associações mais óbvias relacionadas diretamente a produtos odontológicos. De analogias mais distantes e indiretas, surgiu o nome Wisp, que significa algo como um pequeno tufo, um feixe de cerdas, uma pequena e prática escova.

Muitas vezes, tudo o que precisamos é sair um pouco do óbvio, deixar de lado os conceitos imediatos e as ideias instantâneas. Quando tateamos no escuro, as chances de nos depararmos com algo novo e original acabam nos surpreendendo e trazendo ótimas novidades. Isto é que não deveria ser segredo para ninguém!

Fonte: Administradores

Mortalidade infantil empresarial: como enfrentá-la?

Em 2008, com a crise financeira, muitos intelectuais se perguntaram se o capitalismo ainda funcionava, e a pergunta continua ecoando nos meios acadêmicos, bem como no próprio mercado. No mês passando, buscando responder essa questão, Sramana Mitra – empreendedora do Vale do Silício e fundadora do projeto One Million by One Million (1 milhão por 1 milhão), que ensina empreendedorismo na internet – publicou um texto na Harvard Business Review baseado em suas pesquisas sobre empreendedorismo e alguns fatores que aponta como falhas sérias do modelo econômico.

De acordo com Mitra, dois problemas se destacam. Primeiro, “sequestro” do capitalismo por especuladores. Segundo, o fato de o sistema produzir muita riqueza no topo da pirâmide, gerando uma distribuição desigual no restante da sociedade. Ambos problemas resultaram, segundo Mitra, em uma ordem mundial instável e volátil, que faz os mercados se chocarem periodicamente, levando “à carnificina financeira e ao sofrimento humano em larga escala”.

Para solucionar essa situação, a autora explica que é necessário utilizar o príncipio fundamental do capitalismo – a criação do valor de que as pessoas estão dispostas a pagar – e aplicar no meio da pirâmide em uma escala global. Em outras palavras, ela ressalta que a sociedade precisa de empreendedores dispostos a criar produtos e oferecer serviços direcionados à demanda de consumidores específicos. Mitra ressalta a necessidade de se ensinar como criar um negócio que pode se tornar sustentável e lucrativo e criar empregos.

"Muitos falam sobre o papel que os pequenos negócios desempenham nas economias em desenvolvimento e na criação de empregos. Entretanto, apenas nos Estados Unidos, 600.000 negócios morrem todos os anos. Essa mortalidade precoce é produto da ignorância sobre como construir e sustentar negócios", explica.

Sramana Mitra afirma que um dos motivos por trás dessa mortalidade é que as pessoas alimentaram o mito de que empreendedorismo significa capital de risco. A mídia, escolas de negócios, incubadoras – toda parte do ecossistema que deveria ensinar as boas práticas nos negócios – reforçam essa falácia.

A realidade é que aproximadamente 99% dos empresários que procuram financiamento é rejeitado.

Existem duas razões primárias por trás desse fenômeno. O primeiro é que a maior parte das empresas iniciantes que estão procurando um capital de risco são muito pequenas e possuem um crescimento muito lento para se encaixar nesse modelo de risco. O segundo é que os empreendedores procuram o capital de risco muito rápido, sem fazer a tarefa de casa adequada.

Em seu artigo, a empreendedora faz questão de ressaltar que há um método para o que ela chama de “a loucura do empreendedorismo”. Segundo ela, enquanto os “traços de personalidade” (coragem, resiliência e persistência) não podem ser ensinados, o método de construir um negócio pode. Aliás, deveria ser ensinado não apenas em instituições de elite, mas em todos os níveis da sociedade, em massa.

"Se nós podemos democratizar a educação e a incubação de empreendedores em escala global, eu acredito que não apenas diminuiria essa mortalidade, como criaria um sistema econômico mais estável", afirma Mitra. Isso porque o meio da pirâmide – um grande número de pequenos e médios empresários – estaria fora do alcance dos especuladores.

Todo começo das startups está focado no capital de fundação do negócio. Como resultado, menos de 1% dos empreendedores do mundo tem acesso a apoio inicial. A tese da autora é de que os outros 99% dos empreendedores confiam no Capitalismo 2.0: um sistema de distribuição democrática do capitalismo. Focado em criar valor, gerar riqueza, criar empregos, mas não tão focados em especular. Para ela, o capitalismo mercantil chegou ao seu limite. Democrático, o capitalismo distribuído vai permitir que o pêndulo gire e dê poder aos criadores de valores.

A boa notícia é que na era da conexão banda-larga, você pode acessar a internet para aprender a construir negócios. "Vamos dizer que ensinemos negócios a milhares de empreendedores nas próximas décadas. Nós ensinaremos a eles fundamentos como empreendedorismo = consumidores + receitas. Financiamento é opcional", escreveu Mitra.

Da África para a Indonésia, da Colômbia para o Maine (estado norte-americano), gerações de empreendedores se proliferam. Eles possuem a oportunidade de acessar uma certa metodologia e conhecimento. O que você acha que vai acontecer?

“A mortalidade precoce das empresas vai cair. Um grande número de empreendedores vai aprender como fazer o negócio crescer. Um empresário que teria feito U$ 1 milhão em um ano, com o suporte necessário, talvez fizesse U$5 milhões”, afirma a empreendedora.

Fonte: Administradores

Como perpetuar uma empresa familiar

Há 48 anos, quando contratei meus primeiros funcionários, jamais imaginei que um dia teria que pensar no destino da empresa, da família e do meu próprio. E também nunca levei em consideração o número de pessoas que passam pelo mesmo dilema. Como fazer com que as atividades envolvidas naquele sonho quase juvenil, lá atrás, se transformem em uma organização eficaz e lucrativa que se perpetue e transcenda o próprio criador?

De acordo com estatísticas do IBGE, quase metade das empresas fecha as portas nos três primeiros anos de existência por falta de planejamento. Mesmo que inconscientemente, todo empresário capaz de escapar dessa triste previsão é obrigado a encarar uma outra realidade, esta inevitável: sua presença na empresa não será eterna e ele precisará preparar o terreno para quando este momento chegar.

No meu caso, felizmente, esse pensamento ocorreu há 20 anos, paralelamente a uma ideia fixa que eu tinha: deixar um legado para meus filhos e netos, que hoje já somam 14. Este legado deveria ser algo de que eles não somente se orgulhassem, mas que servisse como ponto de partida para a evolução e o crescimento de todos. Além disso, eu visava a estimular uma união familiar que perdurasse por gerações e chegasse a superar outra estatística, a de que apenas cinco empresas sobrevivem de cada 100 abertas ao chegarem na 3º geração.

E o que foi que eu fiz? Comecei a preparar o meu sucessor trazendo-o para o próprio universo corporativo, além de preparar a empresa para a sucessão. Por que planejar tudo isso com 20 anos de antecedência? Porque experiência não se adquire em MBAs. Há de se percorrer um longo caminho para se ter a vista de lá. "Nada substitui a experiência", me disse uma vez Alain Belda, na época CEO e Chairman da Alcoa quando lhe perguntei o que de mais importante havia aprendido no comando de milhares de pessoas em todos os cantos do planeta.

E o que poderia ser feito? É simples: é impossível construir um prédio de cima para baixo. Parece óbvio, mas algumas empresas têm ignorado esta lei básica. As fundações de uma obra, que evoluem por meses e podem dar a impressão de que uma construção está parada, são a base para um edifício sólido e duradouro. Sem elas, o prédio vem abaixo quando a estrutura não mais aguenta seu peso. As fundações, numa empresa, são seus valores e princípios. E seu propósito. Fundações são essenciais – é o ponto de partida, mas não é o suficiente. Quantos prédios inacabados a gente vê por aí, interrompidos nesta parte inicial do processo de construção?

E a grande pergunta é "o que exatamente deve ser feito para criar um negócio perene?". Salvo honrosas exceções, o foco da maioria dos empresários está no difícil processo de vender, produzir e entregar. Esse processo se constitui na locomotiva de crescimento de qualquer empresa, claro, e é natural que todo mundo se foque nele. Mas são os processos de retaguarda, ou BackOffice, que dão sustentação ao crescimento gerado pelas vendas, que é onde tudo começa. O problema é que o BackOffice não agrega valor ao negócio numa análise superficial, e é um processo complexo e trabalhoso. Pelo menos para mim, sempre foi. Estou falando de setores como Administrativo, Financeiro, Tributário, Trabalhista, DP, Fiscal, Contábil, RH, Infra, TI e Telecom, Trabalhista, Recepcionistas, GRC (Governança, Risco e Compliance), Motoristas e por aí vai. Eles não têm o glamour que Vendas e Produção têm, da mesma forma que em um jogo de futebol quem leva os louros são os goleadores. Os goleiros só viram manchete quando levam um frango. Ou quando viram um Rogério Ceni.

Bem, os políticos já descobriram isso faz tempo. Recapeiam as ruas inúmeras vezes (por que você acha que eles nunca aprovam pavimentação de concreto armado, que dura mais de 30 anos sem manutenção?), mas não investem em projetos de saneamento básico, que não aparecem e não trazem votos. Esgoto não tem glamour. Mas tente ver o que acontece numa empresa quando há um problema de encanamento em um banheiro ou de ar condicionado em uma sala de reuniões. Parece pouco, mas na prática, situações simples como essas podem se tornar grandes transtornos.

Há 20 anos, eu me deparei com esse impasse. E optei pelo caminho inverso. Investi todos os recursos gerados pela própria empresa, de forma incansável, no fortalecimento da retaguarda. A este investimento se soma a parte mais difícil: a construção de uma equipe extraordinária, composta de talentos colecionados ao longo de muitos anos.

A melhor parte desta história é que sucessão está acontecendo sem sobressaltos. A transição será feita por opção, e não fatalidade. Passarei o bastão para meu filho Ron enquanto estou em plena forma física e mental, podendo ainda atuar como conselheiro por um bom tempo. Assim, concluo dizendo que não existe uma fórmula pronta para a questão da sucessão, mas existe sim um caminho seguro e saudável que é investir no próprio processo, tornando-o sustentável. Creio que assim tudo se tornará mais fácil para um desafio árduo que muitos empresários têm confrontado há anos: como perpetuar uma empresa familiar.

Jimmy Cygler é CEO da Proxis.

Fonte: ClienteSA

Bel Lar faz ação promo para arquitetos e decoradores

A loja especializada em acabamentos Bel Lar lança a ação de marketing promocional “É pra Milão que eu vou”. Em parceria com dez marcas nacionais e internacionais do segmento, a empresa irá levar seis profissionais do setor de arquitetura e decoração para a Feira Internacional do Móvel, que acontece em Milão, na Itália, em abril de 2014.

Durante o período de julho a dezembro desse ano, seis profissionais especificadores que comprarem na Bel Lar produtos das marcas Ceusa, Deca, Decortiles, Durafloor, Florim, Franke, Gardenia, Porcelanosa, Portobello e Roca serão contemplados com as viagens.

O executivo da rede Bel Lar, Daniel Miranda, informa que o objetivo da campanha é fidelizar o público alvo da empresa, aumentar as vendas dos produtos dessas marcas e ampliar a circulação de clientes na loja, além de deixar os profissionais ainda mais alinhados com as tendências mundiais em relação aos produtos de acabamento.

A ação promocional foi desenvolvida com o apoio da agência CYB Comunicação e contará com envio de e-mail marketing para profissionais cadastrados, ações nas redes sociais e banners nas lojas Bel Lar.

Fonte: Promoview