Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

Relacionamento com a mídia é área central nas corporações

Historicamente, por meio da demonstração de faturamento das agências, das alocações de orçamento das organizações e de pesquisas focadas no tema, sabe-se que a chamada “assessoria de imprensa” tem espaço cativo na gestão da comunicação corporativa e é a porta de entrada para o relacionamento com públicos de interesse.

Para o jornalista Ricardo Gandour, diretor de Conteúdo do Grupo Estado, a consolidação das empresas como fontes, não só como anunciantes, é cada dia mais forte, e isto não pode estar ausente da cobertura jornalística, porque as corporações são um dos grandes protagonistas contemporâneos. “Estas partes interessadas sustentam o valor de uma organização”, arremata.

Ricardo cita alguns fatos relevantes numa ruptura de paradigma de funcionamento do ramo, como o empoderamento da sociedade em suas necessidades cotidianas e informativas e sua junção em movimentos civis organizados, com reflexo direto nas pautas, além da diversificação de fontes, dada a pulverização da confiança entre diferentes interlocutores que precisam agora ser contemplados.

A insustentabilidade do sistema se daria, na opinião dele, quando a crença de algum público não corresponde à crença de todo o conjunto. Num futuro de maior número de canais de difusão de fatos e opiniões, ele defende a presença do jornalista como selecionador das notícias, no que chama de “valor da edição”. E complementa: “a imprensa não pode abandonar o seu papel de revelar o oculto, incomodar, afligir. Mas é uma obra humana, falível. Só que não podemos deixar de entregar aquilo que as pessoas não querem”, numa postura educativa e conscientizadora da imprensa para não cair na atenção às trivialidades das coberturas ou temas menos densos, ainda que mais populares.

Outra preocupação de Gandour reside na velocidade de atualização de conteúdos, condenando a informação à efemeridade e à sobrecarga, que lhe retiram o significado e o impacto.

Já, Marília Stabile, diretora-geral da CDN Análise e Tendências, não hesita em afirmar: “O nome do jogo é a coerência entre imagem e identidade, entre discurso e ação”, sendo preciso passar por um “teste de realidade” junto a uma opinião pública com melhor nível intelectual e que cobra posturas, onde a imagem é construída e fixada a ponto de ser reconhecida como reputação.

A fluidez das relações, segundo ela, é amparada pela credibilidade junto aos diversos públicos, onde a formação de opinião a partir da mídia é importante. Todavia, nem sempre a cobertura jornalística se aplica ou combina com a opinião da sociedade, que reage a parcialidades.

Então, as corporações passam para uma análise de mensagens da mídia como forma de monitorar a performance, comparando as imagens transmitida, percebida e introjetada, ativos intangíveis com alto valor estratégico. A grande questão é transformar esta intangibilidade em valor monetário.

A análise das mensagens é feita dentro de um contexto social, da fonte veiculadora, sua autoria é de uma série de características estruturais que influem na visibilidade e ainda do impacto junto ao público, com dimensões como competência (equilíbrio econômico-financeiro, governança), legalidade (cumprimento do papel além da legislação, liderança) e legitimidade (social, ambiental e economicamente responsável).

Isto forma um diagnóstico composto por metas, análise e uma auditoria de imagem diárias, cenário de riscos e oportunidades, avaliação de resultados e auditoria de imagem mensal. A observação deve ser feita frente ao objetivo de comunicação, metas e instrumentos selecionados.

Marília apresentou o Índice de Qualidade de Exposição na Mídia/Iqem, como síntese dos indicadores de qualidade de imagem monitorados, tais como visibilidade, mensagem projetada, evolução qualitativa e público atingido. E complementado com uma sondagem com jornalistas e ponderação de sua relevância.

A executiva afirma que há parâmetros para traduzir o peso editorial dos publicadores, sendo que o espaço editorial vale quatro vezes mais que o espaço publicitário pago. Sobre a difusão de conteúdos pela internet, ela aponta: a audiência da internet é alta, mas a credibilidade do jornal, rádio e TV ainda é maior. Portais de notícias ligados a grandes meios, como Grupos Folha e Estado, conseguem reunir bem os dois sentidos. De toda maneira, cada análise e atribuição de importância de veículo dependem da meta de comunicação estabelecida no início.

Criatividade

O nível de especialização dos debates sobre a assessoria de imprensa pode ser demonstrado nos cases da jornalista Martha Becker, apresentados em diversos encontros e palestras do setor. Ela detalha cases cuja força de obtenção de espaços na mídia esteve centrada na criatividade. Na etapa conceitual, registra que sonhos e desejos são fortes motores no processo de criatividade e inovação junto à sociedade.

O trabalho para o Grupo Habitasul envolveu a descoberta da existência de uma procissão no trajeto entre o Parque do Caracol e o Hotel Laje de Pedra, na cidade gaúcha de Canela, onde existiam 50 grutas mantidas pela população. Apesar de ser um espaço geográfico vizinho ao empreendimento do grupo, que se isntalava na região, somente a partir da imersão conduzida pela agência foi percebida a oportunidade de aliar-se à comunidade.

Houve então, a adoção do “Caminho das Graças“, com reforma dos espaços e criação de um pacote turístico específico. Para a imprensa, houve um mapeamento de jornalistas e de suas crenças religiosas para daí fazer chegar um material informativo com uma miniatura da Nossa Senhora das Graças e todo o aporte informativo conseqüente.

Em geral, os insights vêm da inspiração, descoberta, aventura e risco. Toda criatividade gera movimento de pensamentos, de ideias, de ações, que podem levar a negócios, comentários e aí se alcança a mídia espontânea, com uma oferta de valor agregado. “Todo criador não pode ser medroso, porque a criatividade implica assumir riscos. É não se contentar em seguir e imitar, escapando das idéias antigas”, relata.

Este então seria o momento de poder sair do factual e corriqueiro da notícia, alcançando a atenção dos editores por um perfil novo de abordagem e proposição. Para tanto, Martha aponta ser necessária uma parceria interdepartamental junto ao cliente, para que as propostas tenham consistência.

Neste caminho, a participação da diretoria é fundamental como avalizadora dos processos. O case da Mundial, empresa que produz e gerencia as marcas Mundial, Éberle, Hércules e Impala, surgiu de uma prática periódica da agência: fazer imersões com o cliente para repensar a trajetória do trabalho e lançar novos olhares sobre os sistemas administrativos, produtivos e comunicacionais.

Neste encontro, houve o reconhecimento da necessidade de rejuvenescimento da marca. Houve a criação do concurso Beleza Mundial, cujas candidatas eram indicadas por manicures – público eleito como prioritário por ser influenciador da aquisição de produtos da marca. Ainda foi articulado o lançamento de uma linha diferenciada de botões, cujo kit para imprensa continha unidades personalizadas com o nome do jornalista.

Fonte: Promoview

Micro e pequenas empresas puxam melhora na qualidade de crédito em 2010

Empresas do setor comercial foram destaque no ano passado, diz Serasa Experian

A qualidade do crédito fornecido às empresas brasileiras melhorou em 2010, segundo dados da empresa de análise de crédito Serasa Experian, divulgados nesta quarta-feira (19). Isso significa que o risco de calote diminuiu ao longo do ano passado.

O indicador apurado pela Serasa referente ao período de outubro a dezembro do ano passado ficou em 95,68 pontos – resultado mais elevado desde o terceiro trimestre de 2009. O índice avalia numa escala de zero a 100 a qualidade de crédito do setor produtivo – quanto maior, melhor a qualidade de crédito e, portanto, menor é a probabilidade de inadimplência.

Segundo a Serasa Experian, a recuperação da qualidade de crédito das empresas – lenta, porém consistente – reflete o crescimento econômico do país e do processo de normalização da oferta – tendência que se manteve durante todo o ano de 2010.

A melhora vista no último trimestre de 2010 foi conseqüência do desempenho das micro e pequenas empresas. Nas médias empresas o ano de 2010 encerrou com um ligeiro recuo de 0,03% na qualidade de crédito ao passo que nas grandes o avanço no 4º trimestre foi de 0,02%.

O maior direcionamento da atividade das micro e pequenas empresas ao mercado doméstico, em franca expansão, e a baixa dependência ao cenário internacional (…) estão entre os fatores que justificam a melhora mais acentuada na qualidade de crédito das micro e pequenas empresas, não apenas no 4º trimestre mas também ao longo de todo o ano de 2010.

Apesar da melhora, as micro e pequenas empresas ainda apresentam maior risco de inadimplência se comparadas às empresas de maior porte.

Setores e regiões

A qualidade de crédito das empresas melhorou em todos os setores econômicos, mas o melhor desempenho ocorreu no setor comercial (alta de 0,08%). A forte expansão do consumo doméstico favoreceu a melhora de geração de caixa e, por tabela, a qualidade de crédito das empresas do varejo tanto no 4º trimestre como durante todo o ano passado.

Na indústria (0,04%) e nos serviços (0,02%) as altas foram mais modestas.

As empresas de regiões de menor renda, por sua vez, registraram os maiores avanços em termos de qualidade de crédito: Centro-Oeste (0,17%), Norte (0,16%) e Nordeste (0,08%). Sul e Sudeste obtiveram crescimentos de 0,06% e 0,02%, respectivamente, na qualidade de crédito de suas empresas ao longo do ano passado.

As regiões de renda per capita mais elevada – Sudeste e Sul – continuam à frente em termos de qualidade de crédito de suas empresas.

Fonte: Portal R7

2 bilhões de pessoas têm acesso à internet no mundo

Até o final de 2010, pelo menos 2,08 bilhões de pessoas tinham acesso à internet em todo o mundo, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (26) pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), da Organização das Nações Unidas (ONU).

A agência mostra a força de crescimento do setor, que há apenas dez anos tinha 250 milhões de usuários e, já em 2009, saltou para 1,86 bilhão. Mesmo com a alta, o número de pessoas com acesso à rede ainda representa somente 30% da população mundial, estimada em 6,8 bilhões.

Quando o assunto é banda larga fixa, já são mais de meio bilhão de usuários no mundo; de acordo com os dados da ONU, 555 milhões de pessoas tinham acesso em 2010. E existem mais pessoas com banda larga móvel do que fixa: 940 milhões.

O crescimento mais acelerado veio da Ásia e Pacífico, que agregaram mais de 100 milhões de usuários. A região, no total, teve fechou 2010 com 857 milhões – contando com a ajuda da superpopulosa China.

Fonte: Adnews

Campanha da Tetra Pak incentiva à reciclagem

Com o objetivo de conscientizar os consumidores sobre a importância da separação dos resíduos para a reciclagem, a Tetra Pak investe R$ 2 milhões em nova campanha.

A ação, que teve início no domingo, 23 de janeiro, destaca que as embalagens longa vida são 100% recicláveis.

A ação é a terceira campanha da empresa com foco na conscientização do consumidor. Em 2008 a empresa investiu R$ 8 milhões na campanha, cuja assinatura é ‘Sem perceber, você transforma o mundo com a Tetra Pak’. Em 2010, a empresa investiu mais R$ 3 milhões, em um merchandising durante a novela Passione (TV Globo), cuja personagem da atriz Irene Ravache, a socialite Clô, era uma das apoiadoras da causa.

Fonte: PDV News

Ypióca aposta em ações de marketing no Carnaval

Os brasileiros terão de esperar um pouco mais pelo Carnaval este ano, que será em março, mas a preparação das empresas para a mais tradicional festa brasileira já começou. O Grupo Ypióca – produtor de aguardente – acaba de fechar uma parceria inédita com a escola de samba campeã de 2010, Unidos da Tijuca, do Rio de Janeiro. O contrato prevê a realização de ações promocionais em todos os ensaios e eventos da escola abertos ao público.
“Vamos promover degustações da Ypióca Guaraná e de drinques elaborados com as saborizadas Red e Lemon, além de merchandising por meio da distribuição de leques, bandanas e camisas com a logomarca da Ypióca e da escola Unidos da Tijuca“, explica Cynthia Seretti, gerente de Marketing do Grupo.
A ação promocional faz parte de um amplo trabalho de comunicação e marketing que será desenvolvido para consolidar a presença da marca no Rio de Janeiro, uma importante praça comercial para a Ypióca. “Não poderíamos ficar de fora da festa de Carnaval mais prestigiada do mundo, ainda mais quando se trata de uma combinação tão tipicamente nacional: samba e cachaça, duas verdadeiras paixões brasileiras”, complementa Cynthia.
Além do Rio de Janeiro, a Ypióca também atuará amplamente no pré-carnaval de Fortaleza (CE), muito forte na cidade. Os blocos tradicionais, como Bons Amigos (bloco do Amici’s), Camalões do Vila, Cheiro (da Praia de Iracema) recebem patrocínio do Grupo, além de contarem com material promocional e degustações dos produtos.
A Ypióca também vai atuar fortemente nos principais carnavais da região litorânea e interior do Ceará. A marca vai estar presente por intermédio de material promocional desenvolvido especialmente para o Carnaval, ações de degustação e ações promocionais no autosserviço (venda de kits promocionais).

Fonte: Promoview