Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

Promoção Multimarcas

A imagem de marca da P&G pega carona na campanha Avião do Faustão

Q
uando uma empresa introduz diferentes marcas em uma mesma categoria pode-se dizer que está praticando uma estratégia de marca bem específica. O desenvolvimento de estratégias mercadológicas multimarca é uma forma de estabelecer diferentes apelos a variados motivos de venda. É o caso da Procter & Gamble quando coloca no mercado uma série de marcas distintas de sabão em pó (Ariel, Bold, Ace). Além disso, essa estratégia permite que a empresa ganhe mais espaço nas prateleiras dos distribuidores, bem como oferece proteção à sua marca principal, criando marcas defensivas ou marcas de ataque.

A P&G adota uma estratégia que vai além do conceito clássico de estratégia multimarca. Mais do que disponibilizar várias marcas de uma mesma categoria de produtos, oferece diferentes marcas de diferentes categorias de produtos. Ou melhor, além de diversas marcas de sabão em pó, como no exemplo citado, a multinacional oferece marcas variadas de outras categorias de produtos, como lâminas de barbear, fraldas, tinturas para cabelo, desodorantes, entre outras.

A Promoção P&G – Avião do Faustão, uma das maiores do Brasil, entra em sua 4ª edição. Além de promoverem o aumento das vendas dos produtos em um período determinado do ano, as ações sempre tiveram como objetivo primar pela divulgação de marcas de diferentes categorias de produtos que a empresa comercializa. Em entrevista concedida à Revista Exame, o diretor da P&G Brasil, Paulo Koelle, declara os resultados da promoção, afirmando que “Nem todos os consumidores sabiam que seus produtos favoritos faziam parte de uma única empresa”.

A ação durou de 17 de janeiro a 30 de maio de 2012. A participação dos consumidores nesta 4ª edição incluiu o preenchimento de um cadastro no site da promoção e o registro dos códigos de barras dos produtos comprados que valiam cupons de participação e a resposta para a pergunta: “Qual empresa dá uma casa cheia de prêmios e ainda garante o futuro do seu filho?”. Os participantes concorreram a cinco aviões de prêmios com mais de 100 prêmios a bordo de cada um deles: uma casa repleta de prêmios, um carro zero quilômetro, subsídios para a educação de um jovem, uma moto, uma lavanderia, eletrônicos, cozinha completa e muitos outros.

Um sexto avião carregado de prêmios foi sorteado entre os lojistas parceiros da P&G Brasil. Além disso, 20 prêmios no valor de R$ 20 mil cada um foram sorteados entre os estabelecimentos participantes das cinco regiões do Brasil. Nesta edição, a P&G incluiu os parceiros de todos os canais, do e-commerce ao pequeno varejo, que também concorreram aos prêmios. Para participar, o lojista adquiriu do distribuidor um “Kit Avião do Faustão” durante o período compreendido entre 1° de fevereiro a 30 de março de 2012. No momento da compra, os cupons de participação eram gerados automaticamente. A apuração aconteceu em 27 de abril de 2012. Um prêmio de R$ 20 mil foi sorteado para cada região do Brasil. Na ocasião da compra, o responsável pelo estabelecimento comercial respondia corretamente à pergunta “Qual é a empresa que distribui 20 mil reais em barras de ouro?” e o pedido de venda era processado eletronicamente de modo a garantir ao estabelecimento a atribuição dos cupons de participação.

O desenvolvimento de estratégias multimarca é uma forma de estabelecer diferentes apelos mercadológicos de acordo com variados objetivos de vendas de empresas que comercializam diversas marcas ou marcas de diferentes categorias de produto. Essas ações são ideais para impactar os públicos de cada uma das marcas, que nem sempre têm consciência de que são oferecidas por uma mesma empresa. A marca umbrella, como o caso da P&G, também pega carona no retorno de imagem de marca promovido pelas campanhas. No caso, uma carona de avião.

Por Elisabeth Guimarães – Grupo Bríndice

Fontes:
Revista Exame
Site Provou Gostou (Promoção Avião do Faustão – 4a edição)
Site Proctor & Gamble Brasil

Ativação.Poucos conhecem e muitos têm interesse em participar

Como bem foi observada a partir dos resultados do Promológico, a ativação não chega a ser considerada uma mecânica promocional e, muitas vezes, o consumidor confunde ativação com degustação e não como uma experiência de marca. A ativação é uma ferramenta do marketing promocional que, geralmente, é trabalhada de forma estratégica e integrada ao composto de comunicação com o objetivo de fidelizar o público-alvo, construir marcas e incrementar as vendas dos produtos anunciantes.

Os agentes da pesquisa Promológico ofereceram exemplos de ativação para os entrevistados e eles conseguiram perceber a diferença e muitos gostariam de conhecer mais exemplos. A pesquisa demonstrou ainda que apenas 27% dos entrevistados já vivenciaram alguma experiência de marca e 52% deles têm interesse em participar. O fator que pode contribuir para isso está relacionado com o fato de que as pessoas fora do eixo Rio – São Paulo sentem que as ativações não acontecem na região delas porque, na maioria das vezes, as marcas realizam essa mecânica na região sudeste, mesmo quando o foco da campanha é regional. Ou então, as ações de ativação acontecem em regiões específicas e, geralmente, são programadas para o verão e/ou durante as festas juninas e depois as marcas simplesmente desaparecem da região. Por isso, 75% acreditam que ações de ativação funcionam muito mais para comunicar a imagem da marca do que motivar a compra de um produto ou serviço no momento da realização da ativação. De qualquer forma, é uma ferramenta que deve ser considerada nos planos de marketing das marcas que pretendem oferecer aos consumidores uma experiência significativa com a marca.

Um dos cases de ativação de maior sucesso dos últimos anos é o da Coca-Cola. A marca distribuiu, junto com os refrigerantes, milhares de brindes. A campanha alinhada com a comunicação institucional do produto que trabalha o conceito “Abra a felicidade” pretendia “provocar experiências de felicidade”. Para tanto, a Coca-Cola instalou máquinas de refrigerante em locais públicos em diversas cidades brasileiras. Em São Paulo, ao acionar a máquina de refrigerante, as pessoas eram surpreendidas pela entrega de brindes. Antes de ganhar a lata de refrigerante, o consumidor vivenciava a experiência de ganhar um brinde, que podia ser uma flor artificial, um chapéu, um inflável, um instrumento musical, uma peruca entre outros. Interessante observar no vídeo (https://www.youtube.com/watch?v=yIy99xDcylM) que as pessoas agradeciam a máquina com palavras, abraços e até beijos por parte das crianças. A mesma ação de ativação também brindou as cidades do Rio de Janeiro e Porto Alegre.

A ativação de uma marca ou de um produto pode ocorrer tanto em sinergia com uma campanha publicitária, quanto em ações isoladas – independente de campanhas convencionais de mídia. De uma forma ou de outra, o marketing de ativação tem sempre enfoque no posicionamento da marca e na comunicação integrada com a estratégia de marketing do cliente. O marketing de ativação torna concreto ao público-alvo os conceitos e valores nos quais são alicerçadas as marcas, aproximando-as do consumidor. Campanhas de ativação podem relacionar produtos com brindes que agradem o perfil do público-alvo. Gostou da ideia? Então, quando for planejar a próxima campanha integrada, consulte os fornecedores no Guia Bríndice e faça a felicidade de seus consumidores.

Por Elisabeth Guimarães – Grupo Bríndice

Fontes:
NewStyle – www.promologico.com.br
Coca-Cola

Brindes projetam alta de 50 porcento em 2011

O segmento de brindes promocionais parece ter se recuperado da "marolinha" de 2009, quando setor amargou resultados pouco expressivos por conta da crise econômica mundial e faturou R$ 4,5 bilhões. Neste ano a perspectiva é atingir, até dezembro, receita de R$ 6,7 bilhões – em 2010, foram 5,7 bilhões. Para isso, o segmento tem grande aposta nos brindes que produz para o fim de ano e Natal.

A perspectiva positiva sinaliza que as empresas não tiraram o pé do freio com as incertezas da economia internacional e do cenário interno com inflação e juros altos e contenção do crédito. Quando as companhias precisam represar investimentos e realizar cortes, os primeiros deles são feitos na contratação de serviços e na compra de produtos aos clientes, caso dos brindes.

O segundo semestre é uma época tradicionalmente boa para o setor, respondendo por 70% do faturamento. É o que sustenta o vice-presidente da Associação de Marketing Promocional, Auli De Vitto, que vê na data oportunidade para o setor incrementar receita entre 10% e 12% sobre o mesmo período do ano passado.

No Grande ABC, o otimismo para a data é ainda maior. Algumas fabricantes afirmam que já está difícil atender aos pedidos, que devem ser fechados até o mês que vem. É o caso da ADR Bolsas, de Santo André. A supervisora de vendas Paula Roberta Silva Gomes explica que os pedidos começaram em julho, antecipação necessária para dar conta da demanda. "É um número muito alto. Tanto que no fim do ano geralmente nem se tem novos pedidos porque toda a produção já está no limite. Mas ainda conseguimos atender."

Reflexo do otimismo se dá na projeção de engordar o caixa da firma em 50% ante 2010. Número alcançável quando se leva em conta que o Natal corresponde a 70% dos ganhos da empresa.

A mauaense Líder Brinquedos está pegando carona no bom desempenho do Dia das Crianças, segundo o gerente de vendas Nuri Dib, e mira em ramos diversificados, como alimentício e farmacêutico. No ano, a expectativa é expandir em 24% os negócios, sendo o último feriado do ano responsável por 5% de todo o faturamento. De outubro a dezembro, a empresa espera elevar ao menos em 15% sua receita em relação aos mesmo pedidos feitos há um ano. "Vamos apostar nas bolas, que ainda são nosso carro-chefe de vendas. Produzimos 80 mil delas por dia e, para o Natal, esperamos comercializar cerca de 1 milhão de unidades", estima, afirmando que a produção para o período é facilmente alcançada em menos de um mês. Parte dos 80 mil produtos diários é dividida para o varejo.

MAIS CARO – Para que as empresas possam presentear seus clientes neste ano será preciso desembolsar mais. Por usar materiais vindos da China e, por conta da elevação súbita do dólar nas últimas semanas, ficou mais caro produzir as bolsas para embalar cestas natalinas na ADR Bolsas. Esse produto é considerado por Paula o maior destaque para o ano. Ela explica que, no geral, os valores costumam caminhar na estabilidade ao longo dos meses. "Mas somos muito dependentes do câmbio", ressalta. A bolsa natalina tem valores que flutuam entre R$ 17 e R$ 25. "Esperamos vender, mais ou menos até novembro, cerca de 100 mil peças."

Já na Líder, Dib destaca que os custos de produção das bolas é baixo, o que ajuda no repasse barato às empresas que buscam esse brinde. "O custo médio é de R$ 1. O baixo preço faz com que as empresas criem condições diferenciadas para dar muitos brindes do tipo em diversas ações promocionais, desde inaugurações de postos de gasolina, ou distribuir para quem comprar um pernil num supermercado."

Setor alia tecnologia e cuidado com meio ambiente

Com mais dinheiro no bolso do consumidor das camadas mais pobres, as empresas de brindes mudam a estratégia e começam a incrementar seus produtos. O foco são as classes C e D, que incrementaram suas rendas nos últimos anos e contam com leque variado de produtos baratos. Junto, vêm brindes que passam do simples ao tecnológico. Aliam alto valor agregado com peças artesanais, que preservam o meio ambiente, a moda da vez na hora de se pensarem itens promocionais. É o que afirma o vice-presidente da Associação de Marketing Promocional, Auli De Vitto. "Isso é cenário recente, mas que ocorre com mais força neste ano."

Ele destaca ainda que as empresas estão na busca por kits mais sofisticados, mais transados, para deixar o consumidor mais propenso a comprar o produto da companhia e, assim, adquirir os brindes. No caso dos ecológicos, ele cita as sementes personalizadas, marcadas com o logotipo da empresa. Ao ser plantada, garante que ao menos duas folhas da muda terão estampadas os logotipos. "Há também cactos personalizáveis, que vivem envoltos em plásticos e são distribuídos como chaveiros."

A média de preços gira em torno de R$ 30 a R$ 70 nos kits natalinos. Mas há produtos que partem dos centavos de real, como canetas, aos kits mais arrojados. Entre eles, Vitto destaca cofrinho que, ao se depositar as moedas, calcula o montante economizado. "Não se quebrará mais o porquinho para ir ao cinema e, no fim das contas, descobrir que não se tem dinheiro", brinca.

Fonte:www.dgabc.com.br

Você sabe o que é Logística?

A logística é um termo militar que foi incorporado pelas organizações comerciais e industriais e poucos são os estudos sobre a logística nas empresas.

Ela é vista como uma ferramenta capaz de aumentar a eficiência organizacional de uma empresa, através da redução dos custos operacionais, agilizando os processos em toda a cadeia, desde o armazenamento até a distribuição dos produtos. A partir do momento que uma empresa consegue estabelecer e montar um bom sistema informatizado, consegue também atender melhor seus funcionários e clientes.

O cliente, como parte integrante e fundamental de todo o processo da prestação de um serviço, percebe e avalia a qualidade em cada uma das etapas do processo, e a simples falta de um suprimento ou recurso no decorrer do processo pode afetar de forma negativa a imagem dele sobre o serviço ou produto que está sendo oferecido.

Enormes são os benefícios que essa filosofia tem trazido para o aumento da vantagem competitiva das empresas. Filosofia é um modo de pensar e a logística está muito mais relacionada a uma filosofia de trabalho do que simplesmente a uma ferramenta ou técnica. É um estilo gerencial de visualização de todo o sistema adotado pela empresa no atendimento a seu cliente. Na teoria da administração de material, a função de transporte, a distribuição, a compra, o estoque e o armazenamento são estudados e conceituados como uma série de ferramentas administrativas para serem adotadas nas organizações. A cadeia de suprimento, quando estudada na identificação das etapas de todo o processo produtivo, desde o fornecedor de matérias-primas até o consumidor final, passando pela produção e canal de distribuição, configura-se em uma ferramenta do planejamento estratégico e das políticas de marketing da organização.

Assim, somente uma boa logística permite integrar as funções administrativas com as ferramentas de marketing e de planejamento para o oferecimento de um produto ao menor custo possível, dentro das expectativas do cliente no menor tempo possível.

Os Oitos Processos do Marketing

Com a evolução dos conhecimentos e a crescente necessidade de adaptação do mercado, surgiram novos conceitos sobre planejamento estratégico, planos de marketing e de relacionamento com clientes. O mais famoso conceito são os 4 P´s (Produto, Preço, Ponto de Venda e Promoção), muito utilizado no marketing mas que já não retrata com tanta fidelidade todas as fases que o cliente/empresa precisam para lançar e ter sucesso nas vendas do seu produto.

Hoje existem Oitos Processos Globais de Marketing:
1. Busca e Análise Ambiental
2. Pesquisa e Análise de Marketing
3. Segmentação, Seleção de Mercado-alvo e Posicionamento
4. Desenvolvimento de Produtos
5. Determinação de Valor e de Preços
6. Gerenciamento de Canais e da Cadeia de Valor
7. Promoção: Comunicação Integrada de Marketing
8. Construção de Relacionamento

Pesquisa e a Análise de Marketing: identifica os mercados potenciais, compreende as forças que os moldam e descobre formas mais eficazes de dirigir o marketing para os mercados mais atraentes ou lucrativos. As empresas também precisam fazer pesquisa para descobrir quais são os desejos e as necessidades dos consumidores, suas atividades, comportamentos e tendências.

Segmentação, Seleção de Mercado-Alvo e Posicionamento: a segmentação de mercado é o agrupamento de pessoas ou organizações cujas necessidades, características ou comportamentos são similares, dentro de um mercado. Seu objetivo é identificar grupos de clientes (e clientes potenciais) com os quais a empresa possa estabelecer relacionamentos de marketing eficazes e eficientes. A seleção de mercado alvo é essencial para focar os esforços em um nicho de mercado previamente conhecido. O posicionamento é a maneira com que os consumidores ou as organizações enxergam a empresa ou o produto.

Desenvolvimento de Produtos e sua Diferenciação: o desenvolvimento de produto é a melhoria de um produto para atender às necessidades e os desejos dos clientes. O objetivo é descobrir o que os clientes querem e precisam, criar um novo produto ou melhorar o que já existe para satisfazer às necessidades e desejos existentes. Diferenciação de produto significa distinguir os valores do seu produto em relação aos valores dos concorrentes, de uma maneira que os consumidores percebam e valorizem o seu produto.

Determinação de Valor e de Preços: é o processo usado por compradores e vendedores para determinar se uma troca de marketing será benéfica. O objetivo é um relacionamento mutuamente benéfico em que as duas partes obtenham valor de troca. O preço, a quantidade de dinheiro que o vendedor pede em troca de um produto, é apenas uma dimensão da determinação de valores. É também a predisposição do consumidor em desembolsar determinada quantia para satisfazer seu desejo ou necessidade.

Gerenciamento de Canais e da Cadeia de Valor: é a maneira de obter os produtos de uma forma conveniente. São as organizações envolvidas com a movimentação dos bens, desde os produtores até os consumidores. Os produtos e/ou serviços das empresas devem estar disponíveis para o consumidor no local certo, no tempo certo e da maneira certa.
Cadeia de valor é a ligação de atividades que devem ser feitas pelos fornecedores e pelos canais de distribuição, bem como produtores, para criarem e entregarem um pacote de valores que satisfaça os clientes.

Promoção: é a comunicação integrada de marketing. Ela estabelece e fornece relações lucrativas com consumidores e outros grupos de interesse, por meio de controle e influência exercidos sobre todas as mensagens de marketing e a manutenção de um diálogo continuo. Preocupa-se somente com as atividades de comunicação, como propaganda, promoção de vendas, marketing direto, relações públicas e venda pessoal.

Construção de Relacionamento: é o processo de atrair e manter os clientes ao longo do tempo, mantendo contato e fornecendo serviços antes, durante e depois da venda, como parte do marketing de relacionamento. Visa, no primeiro momento, o retorno das compras pelo consumidor, atendendo suas necessidades e, posteriormente, superando as suas necessidades e criando caminhos para a fidelização.