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Mídias sociais: aliadas ou vilãs?

Embora administradas por humanos suscetíveis a erros, as mídias sociais, especialmente perfis empresariais, requerem atenção e cuidados redobrados, pois um erro pode manchar a marca e sua reputação diante dos potenciais clientes.

Hoje, separamos novas ocorrências negativas de empresas que, por pura falta de cuidado, se deixaram levar por desatenção, falta de ética e profissionalismo, gerando reclamações e visibilidade contra a empresa. Veja:

O caso ImprensaPR: Em 2012, o perfil Imprensa Presidência no Twitter, retweetou uma publicação de um site humorístico, com uma piada sobre José Serra (PSDB), adversário político do PT, o qual dizia: “Com a volta da Luiza, quem tá indo para o Canadá é o Serra…”, fazendo alusão a um bordão da web. A situação, além de render a demissão do responsável, precisou ser seguida de um pedido público de desculpas através do próprio Twitter: “Pedimos desculpas a todos pela publicação não autorizada, hoje, neste perfil, do retuíte indevido de um site humorístico”.

Diante desse caso, é importante destacar que a ética na web deve predominar, especialmente, quando se trata de uma piada ou situação que envolve concorrentes. Fique atento!

O caso Brastemp: No fim de 2010, o consumidor Oswaldo Borrelli teve muita dor de cabeça com sua geladeira Brastemp. Durante o Natal e Ano Novo, o eletrodoméstico deixou de funcionar e sem conseguir uma ação satisfatória da empresa, decidiu apostar nas mídias como uma forma de protesto. Borreli levou a geladeira para o quintal de sua casa e gravou o vídeo “Não é uma Brastemp”, no qual expôs toda a situação. No YouTube, o vídeo conquistou mais de 150 mil visualizações, além de mensagens negativas contra a empresa no Twitter. No dia seguinte à publicação do vídeo, a Brastemp entrou em contato com o consumidor para solucionar o caso.

Uma pergunta simples: precisava de tudo isso? Se a empresa atendesse a necessidade do cliente no início da questão, as informações publicadas nas mídias poderiam ser de elogios e agradecimentos. Lembre-se: suas atitudes offline, definem sua reputação online.

As mídias sociais são mais do que um simples canal de divulgação; elas se tornaram aliadas dos consumidores que se expressam a favor ou contra uma ideia, uma situação ou uma empresa. Por isso, é essencial manter não apenas uma postura ética e profissional nesse ambiente como, também, oferecer uma atmosfera de relacionamento amigável e satisfatório com o consumidor.

Fonte: Adnews

Sensibilidade: fator fundamental em um bom líder

Hoje para ser líder não basta apenas gerir sua equipe e obter bons resultados, é preciso ter a sensibilidade de conseguir inspirar, motivar e incentivar seus colaboradores. A busca por gestores com maior percepção e cuidado com as pessoas vem aumentando muito no mercado.

Todo relacionamento seja pessoal ou empresarial tem como fundamento a emoção. Bons líderes conseguem ter empatia, assim percebem os pontos positivos e de melhoria e os anseios de seus colaboradores.

Muitos líderes acreditam que os resultados e a produtividade são os fatores mais importantes para se alcançar os objetivos. Mas eles esquecem que sem a colaboração e a dedicação de sua equipe esses resultados ficam distantes. É por isso que o gestor tem que ter a sensibilidade de entender as necessidades de seu time.

Desenvolver e aprimorar a sensibilidade no ambiente corporativo é se destacar no mercado de trabalho.

Como desenvolver a sensibilidade e motivar sua equipe:

– Treinamento: Além de sua formação é fundamental fazer treinamentos de gestão. É preciso entender que a empresa é feita de pessoas e que se deve conhecer os anseios de cada uma delas. O desenvolvimento do gestor é fundamental para a motivação.

– Entusiasmo: É muito importante que o líder consiga se mostrar entusiasmado. Segundo Daniel Goleman, autor do livro “Inteligência Emocional”, os líderes vibrantes conseguem obter bons resultados na capacidade de estabelecer uma conexão emocional com os outros.

– Inteligência Emocional: Os líderes que desenvolvem essa capacidade valorizam as amizades, tanto no trabalho quanto na vida pessoal. Eles aprendem a importância de um sorriso para facilitar o bom relacionamento e a comunicação.

– Programas de qualidade de vida: A empresa também precisa fazer sua parte desse desenvolvimento proporcionando alguns programas e treinamentos. É interessante fazer atividade recreativa e ginástica laboral. Esses recursos auxiliam no bem-estar e no bom relacionamento dos colaboradores.

O treinamento e a experiência aguçam a sensibilidade, consequentemente, influenciam positivamente no relacionamento líder x colaborador e nos resultados da organização.

Fonte: Administradores.com

Evian lança embalagem assinada por estilista americana

A marca francesa Evian lançou no Brasil uma edição limitada com embalagens assinadas pela estilista americana Diane von Furstenberg. A garrafa traz em seu rótulo a frase "Water is life is love is life is water", na caligrafia da própria Diane, e o clássico coração vermelho.

Diane Von Furstenberg ficou famosa no mundo da moda por ter criado o wrap-dress (vestido-envelope). A edição Evian by DVF pode ser encontrada nos supermercados, restaurantes e hotéis de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Fonte: Administradores.com

Análise – Sustentabilidade empresarial depende da contabilidade transparente em ordem

Aqui no Brasil, a contabilidade ainda não é valorizada pelos empreendedores como deveria. Em muitas empresas, o setor contábil serve apenas como um instrumento para os órgãos de fiscalização, e muitos executivos não conhecem ou não têm interesse em conhecer as informações importantes que esta área produz. Nesse contexto, percebe-se que dentro da empresa são produzidas diversas informações paralelas não consistentes com os registros contábeis, quando o melhor seria aproveitar ou melhorar as informações já produzidas pela própria contabilidade.

Tomar decisões sem olhar com cuidado para os números contábeis é, no mínimo, temeroso. Um exemplo da falta de cuidado com as informações contábeis está relacionado à não implementação das normas internacionais estabelecidas na Lei 11.638/07 por uma parte relevante de empresas. Essa Lei, em vigor desde 2008 e que determinou a convergência das regras brasileiras às normas internacionais de contabilidade (IFRS), não é específica para contadores, mas, sim, para a empresa como um todo, pois, com as mudanças substanciais que ocorreram, a contabilidade precisa receber informações das demais áreas da empresa para processar as mais diversas transações, como é o caso do reconhecimento dos instrumentos financeiros, revisão da vida útil dos ativos imobilizado/intangível, benefícios a empregados, entre outros. Ou seja, não somente o contador precisa conhecer essa Lei, mas também outros profissionais da empresa, pois a ausência de interação com outros departamentos certamente influenciará o resultado e a situação patrimonial e financeira.

Soma-se à necessidade de atender as diversas legislações fiscais e societárias o fato de que, com a crise internacional, os bancos têm sido mais seletivos ao conceder crédito, analisando com maior detalhe as demonstrações contábeis das empresas, assim como muitos investidores ao optarem por investir parte de seus recursos em economias emergentes, demandam também a apresentação de demonstrações adequadas às legislações e transparentes.

Nos últimos anos, temos verificado um volume significativo de empresas brasileiras acessando e/ou tentando acessar o mercado de capitais em busca de novas alternativas de financiamento para crescer e conquistar novos mercados com recursos mais baratos. Também notamos diversos empreendedores vendendo total ou parcialmente suas empresas.

Embora o volume de negócios seja significativo, ainda está muito abaixo do que poderia ocorrer, pois muitos deles acabam não passando da primeira reunião entre os interessados. Entre os diversos problemas que impedem a finalização de uma negociação, um relevante está relacionado à falta de demonstrativos contábeis adequadas e transparentes já na primeira apresentação da empresa. Essa situação, muitas vezes, inviabiliza qualquer discussão, pois os investidores não dispõem de números precisos e consistentes, e não estão dispostos a esperar a contabilidade ser regularizada. Quando o investidor está disposto a analisar os números contábeis, e esses estão imprecisos, certamente haverá impactos negativos sobre o preço da empresa, já que o comprador/investidor tenderá a depreciar o patrimônio da empresa.

O mercado de capitais brasileiro tem um espaço significativo para crescer, uma vez que existe um número limitado de empresas listadas em Bolsa. Existem iniciativas para simplificar o acesso das empresas a esse mercado, pois, embora estejamos enfrentando alguma turbulência no mercado financeiro internacional, o cenário no Brasil demonstra que investir em ações já é uma realidade na vida de muitas pessoas; ainda que o País careça de uma tradição como a demonstrada pelos mercados norte-americanos e da Europa Ocidental.

Nesse contexto de oportunidades, além de atender às legislações fiscais e societárias, é essencial que as empresas implementem estruturas de governança corporativa, adequem os controles internos e a gestão de riscos e disponham de informações contábeis consistentes, tempestivas e com qualidade para estarem preparadas para receber novos investidores e acessar novos mercados, além de servir como um instrumento de tomada de decisão.

Cada empresa, portanto, deve cuidar adequadamente de sua contabilidade e das informações que produz. Os executivos devem tratar a contabilidade não como ou cumpridor de obrigações fiscais, mas, sim, como um provedor fiel da situação patrimonial e financeira da empresa para a tomada de decisões. Manter contato constante, direto e próximo com seus contadores e estabelecer uma comunicação eficiente, aliada a uma agenda de prestação de contas, são medidas que qualquer gestor ou empresário deve adotar como prática essencial para a sustentabilidade de seu empreendimento, o que sem dúvidas será um componente importante para o sucesso do seu negócio.

Fonte: Administradores.com

Maria Rita canta para Polenguinho em campanha

A Polenghi acaba de lançar campanha para o seu produto mais tradicional no Brasil, o Polenguinho. O destaque da comunicação fica por conta da trilha sonora do filme, que terá a cantora e produtora musical Maria Rita. A Taterka assina toda a comunicação da marca, reforçando a relação de identificação do brasileiro com o produto e faz um convite ao consumidor para responder a pergunta: qual é o seu jeito de comer Polenguinho? Afinal, o queijo quadradinho mais famoso do país pode ser consumido puro, no pão, com geleia, na torrada, com doce ou salgado.

A agência desenvolveu uma campanha multiplataforma que reforça a tradição e praticidade do produto e traz o conceito "Polenguinho, o jeito quadradinho de comer queijo desde 1900 e bolinha".

Fonte: Promoview