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A coletividade faz a imagem

Para o Citi Brasil a reputação de uma empresa é de responsabilidade de todas as pessoas que trabalham nela, ou seja, não compete somente ao departamento de comunicação. Isto implica a ideia de que o bom relacionamento entre todos os setores da companhia é fundamental à boa imagem desta."Nossa reputação é resultado da coerência de nossa atuação em todas as áreas", evidencia a superintendente de assuntos corporativos e sustentabilidade da organização, Priscilla Cortezze.

ClienteSA – Qual é a importância da reputação da empresa no relacionamento com o cliente?

Priscila – A reputação da empresa é extremamente importante no relacionamento com o cliente, desde o momento em que ele escolhe a empresa para prestar um serviço até o processo de fidelização. Os consumidores estão cada vez mais exigentes e somente prestar um serviço de boa qualidade não é mais suficiente. No Citi vemos isso como algo muito positivo, pois nos impulsiona a sermos cada vez melhores em todas as áreas.

A reputação da empresa é responsabilidade apenas do departamento de comunicação?

A reputação do Citi é responsabilidade de todas as pessoas que trabalham aqui. Naturalmente, algumas áreas estão intimamente envolvidas com o assunto, como comunicação interna, relações públicas, marketing e sustentabilidade, mas reputação não se limita à atuação delas.

Como os conflitos internos da empresa ou a falta de integração entre o setores desta comprometem a reputação?

Nenhum dos dois extremos – ausência de conflitos ou formação de panelinhas – contribui para melhoria da percepção da empresa pelos clientes e, consequentemente, pode afetar a sua reputação. É por isso que o Citi estimula o diálogo em todas as áreas e apoia diversas ações de interação entre os funcionários. Não somente em atividades do dia a dia, mas, por exemplo, em ações de voluntariado.

No dia 22 de junho o banco vai promover o Dia Global na Comunidade, quando os funcionários são convidados a participar de atividades voluntárias de suporte às comunidades locais. São oportunidades em que não apenas reforçamos nosso discurso de compromisso com a sociedade, interna e externamente, mas também promovemos a integração e interação entre as pessoas em torno de um valor da empresa.

Com clientes mais participativos e críticos por meio das redes sociais, como a empresa maneja a sua imagem?

Entendemos que só é possível construir e manter uma boa imagem se atendermos às expectativas dos nossos clientes – ou superarmos essa expectativa – e se mantivermos uma relação transparente e produtiva com eles e também com os demais públicos com os quais nos relacionamos, como fornecedores, parceiros, funcionários, governo, ONGs, comunidade, concorrentes, acionistas e o mercado em geral. Por este motivo realizamos um trabalho constante de aprimoramento do atendimento e dos nossos canais de relacionamento, entre eles as redes sociais.

Entendemos que qualquer manifestação do cliente, seja por ligação ao SAC ou por internet, merece a nossa dedicação na avaliação, explicação e resolução de problemas ou dúvidas. Certamente essa postura nos favorece quanto a questões de imagem.

Fonte: ClienteSA

Faap marca presença em Cannes

A Fundação Armando Alvares Penteado (Faap) participa pelo terceiro ano do Festival Internacional de Criatividade Cannes Lions, na França, com um estande institucional localizado no Palais des Festivals.

O espaço, mais uma vez, é o ponto de encontro entre alunos, ex alunos e profissionais da área interessados em trocar informações a respeito do mercado e sobre as últimas novidades apresentadas no maior evento do setor.
Quem passa pelo estande da Faap tem a oportunidade de registrar esse momento por meio do aplicativo de realidade aumentada desenvolvido especialmente para o evento com o objetivo de deixar o espaço mais descontraído e interativo.

A partir dele, o visitante pode tirar uma foto junto com elementos virtuais que fazem referência ao contexto do festival, como o próprio troféu, por exemplo, e publicar nas redes sociais instantaneamente. É uma oportunidade para interagir com os amigos virtuais entre uma atividade e outra.

Já quem está acompanhando o Festival de Cannes Lions do Brasil, também pode brincar com o aplicativo e enviar a foto para os amigos a partir da fan page institucional da Faap.

O diretor da Faculdade de Comunicação e Marketing da Faap, professor Rubens Fernandes Jr, reforça a importância do evento: “O Festival de Cannes reúne todo o mercado publicitário e possui uma programação intensa, com diversas atividades voltadas à formação do profissional. A Faap não poderia estar de fora dessa”.

Fonte: Promoview

Cirque du Soleil fecha parceria com a Sid Lee

O Cirque du Soleil fechou parceira com a agência de publicidade Sid Lee para lançar a Sid Lee Entertainment. A novidade foi anunciada durante apresentação das duas empresas no Festival de Cannes.

A ideia do novo negócio é possibilitar às marcas ter acesso a iniciativas de marketing de experiências. “Estamos colocando nossos 29 anos de experiência em entretenimento para as marcas”, afirma o CEO Daniel Lamarre
O Cirque du Soleil fechou parceira com a agência de publicidade Sid Lee para lançar a Sid Lee Entertainment. A novidade foi anunciada durante apresentação das duas empresas no Festival de Cannes.

A ideia do novo negócio é possibilitar às marcas ter acesso a iniciativas de marketing de experiências. “Estamos colocando nossos 29 anos de experiência em entretenimento para as marcas”, afirma o CEO Daniel Lamarre
Lamarre deu exemplos de o quão grande a companhia se tornou. Ele afirmou que o circo possui 50 mil artistas na base de dados construída por “olheiros” e que tem parceria com dezenas de universidades nos Estados Unidos e Canadá para buscar gente.

A trupe possui ainda um grupo de tendências que, segundo ele, fica surfando na internet e viajando para encontrar tendências dos mundos da moda, arquitetura, música para elevar a barra criativa do Cirque.
“Apesar de tudo o que conseguimos, eu admito que faltava algo. Precisamos nos reinventar. Aprendi com nossa agência Sid Lee a força das marcas e o quanto elas precisam de entretenimento. Então, passamos a pensar em como podemos servir aos propósitos das marcas. Não é patrocínio o que queremos, mas sim criar experiências de marca mais profundas”, afirma, sobre a missão da Sid Lee Entertainemnt.

Fonte: Promoview

Budweiser cria Mansão da Bud

Para exibição dos jogos da Copa das Confederações Fifa 2013, a agência Haute, em parceria com a Budweiser, criou o projeto Mansão da Bud.

Um casarão de 1.500 metros quadrados é a sede de um calendário de atividades oferecidas até o dia 30/06. A programação é diversa e exclusiva para convidados da agência.
Extrapolando a ideia de apenas receber o público para assistir aos jogos, a Haute investiu na ideia de uma espécie de clube para ser o “QG” de amigos durante a Copa das Confederações. A produtora Sacode, de Pablo Fantoni e Coy Freitas, é responsável por toda ambientação da casa.

Para criar o clima de jogo, com bar, telões e churrasqueira. A sala de jogos é equipada com mesas de sinuca, pebolim e ping pong, espaço para games de PlayStation e toda terça-feira de Poker Night.
As segundas-feiras são dedicadas às mulheres. A Haute 4 Girls, núcleo feminino da agência, toma conta de eventos como o Circuito 4 Girls, com diversas atividades físicas e dicas de saúde, campeonato de tranca, dentre outros.

Com foco no futebol, a sala de cinema exibe documentários, entrevistas e jogos que marcaram a história do futebol. Para animar o happy hour das sextas-feiras, humoristas sobem ao palco e comandam as sessões de stand up comedy.
Todas as partidas do Brasil na Copa das Confederações são transmitidas ao vivo, com almoço e distribuição de kit do torcedor.

Fonte: Promoview

Estratégia na nova economia da informação

Se o mundo fosse perfeitamente certo, não haveria necessidade de estratégia”, afirma Philip Evans. O mundo é tão incerto que o próprio conceito de estratégia evoluiu ao longo do tempo. Segundo o especialista, que é sócio do Boston Consulting Group, a estratégia hoje requer do gestor a construção de coalizões com pessoas que não se controla diretamente, na busca de vantagem competitiva horizontal. Assim é na nova economia da informação.

Evans dedica-se a pesquisar a relação entre Tecnologia da Informação (TI) e estratégia empresarial. Esse é o tópico que o trará a São Paulo no dia 12 de junho como palestrante do Fórum HSM Estratégia 2013.

Em seu livro A Explosão dos Bits: Estratégias na e-Economia (ed. Campus/Elsevier), escrito com Thomas Wurster, Evans aborda a economia da informação, mas observa que a maioria dos tradicionais princípios de estratégia, como economia de escala e segmentação, ainda é aplicável. O que mudou foram os objetos desses princípios.

Objetos são unidades de negócios, setores, cadeias de valor, clientes, relações e estrutura organizacional, entre outros. Eles se conectam por uma cola chamada “informação”. O xis da questão é que ela se dissolve pela ação de novas tecnologias. “Então, as estruturas se fragmentam também, mas as partes resultantes seguem as mesmas regras que sempre seguiram.”

A nova economia da informação é, assim, o reequilíbrio de forças existentes quando uma delas, a informação, é subtraída.

O impacto da era dos grandes dados

Durante conferência realizada pela revista The Economist em 2012, Evans fez um apanhado das mudanças que levaram à evolução do conceito de estratégia enquanto o contexto mudava: de escassez de informação para o de abundância dela.

Ele explicou que o modelo básico de estratégia pressupõe uma distinção entre o que acontece fora da empresa e o que se passa dentro dela. Dentro da organização, todos colaborariam e, fora dela, todos agressivamente concorreriam. Essa distinção já não pode ser feita, pois tanto nos ambientes interno como externo da organização as tecnologias são as mesmas. Os problemas internos à corporação são, também, os mesmos que os de fora, bem como o desafio de colaboração e coordenação.

O conceito de estratégia corporativa surgiu há mais de 30 anos, apregoando que seria possível separar a empresa em atividades e buscar vantagem competitiva em cada uma delas. Nos anos 1990, percebeu-se que grande valor reside no espaço entre essas atividades, e a cadeia de valor passou a ser vista como um todo, o que levou à visão vertical de alcance de vantagem competitiva.

Na era dos grandes dados a que chegamos, a perspectiva muda novamente, pois a visão passa a ser horizontal. “O ponto principal é que os grandes dados são, em geral, maiores do que a unidade de negócios e do que a própria corporação”, salientou Evans. Então, para explorar o valor dos grandes dados, é preciso orquestrar como as muitas partes do sistema se encaixam.

Outro desafio é: se “informação” significa “grandes dados”, a organização é grande o suficiente para ter tal vantagem? Alguém é grande o bastante? A informação, que antes poderia compor a vantagem competitiva da empresa, agora é fornecida por alguém de fora, como o Google.

Segundo Evans, na integração horizontal, em vez de gerir várias atividades ao longo da cadeia de valor, uma companhia deve focar uma apenas e crescer com a escala do produto para muitos mercados. O mesmo Google é exemplar nesse aspecto.

Fonte: HSM