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Marketing promocional não é modismo

É muito comum no Brasil se copiar tendências do que ditam os chamados países de primeiro mundo. Isso acontece praticamente em todos os segmentos, ou seja, na moda, nos alimentos, enfim, somos o que se pode chamar, na era digital, de ‘cola-copia’.

Mas, isso não se restringe somente aos hábitos dos brasileiros, também está inserido no mercado de uma maneira geral, e, aqui, mais especificamente, me refiro ao marketing promocional.

Podemos dizer que a internet é um espaço livre e democrático, porém, é preciso saber separar o joio do trigo, pois, do contrário, vai ter muita gente comprando gato por lebre, se é que isso já não está acontecendo.
Até alguns anos atrás, era raro vermos na internet alguém falando de marketing promocional. Podíamos até ver ações promocionais publicadas, principalmente quando atreladas a uma grande marca, mas, a expressão em si, não era utilizada. Muitos, sequer, sabiam o seu significado.

Opa! As coisas mudaram. A partir do momento que a Ampro foi à mídia e começou a divulgar, além do seu trabalho, o crescimento desse mercado, o número de agências associadas e que estão há anos lutando por um destaque maior em relação às agências de pubicidade, em busca, principalmente de respeito por parte dos contratantes, parece que deu um ‘start’, e, todo mundo começou a se achar especialista em marketing promocional.

Da noite para o dia surgiram vários blogs e sites se intitulando de marketing promocional. Virou uma febre. Vocês podem até dizer: “Nossa! Que bom! Enfim essa categoria está tendo o respeito que merece e que tanto buscou.

Ledo engano. Infelizmente, para quem realmente é do ramo, sabe que isso não passa de modismo. De pegar uma carona no que é bom.

Para quem é do mercado, sabe que com uma boa estratégia de SEO, se consegue ficar na primeira página do Google. Esse é o sonho de marcas, empresas, produtos, enfim, todos acreditam que isso dará um maior ‘status’, e, com isso, uma ampliação em seu negócio.

Pois é isso que estão fazendo com o marketing promocional. Apenas estratégias de SEO para aparecerem no Google, mas, se formos analisar a fundo, quem realmente entende do assunto, verá que não tem nada de marketing promocional nessa história.

Recentemente, dando uma pesquisada na internet, encontrei um tal de ‘mestre do marketing’. Curiosa, fui ver. Não tinha nenhum conteúdo publicado, mas, quem criou esse blog fantasma, apareceu no Google.

Muitos estão investindo no chamado “Mandamentos do marketing promocional”, mais uma estratégia que dá certo, para o Google, porém, sem fundamento.

O que está na hora de todos entenderem, é que o marketing promocional é uma disciplina, e, posso afirmar, a melhor que existe quando uma marca quer se aproximar do seu público, e, o mais importante, ganhar a sua fidelização.

A internet continua sendo livre, cada um pode publicar o que quiser e sobre o que quiser. No entanto, se o mercado promocional quer mesmo ganhar destaque, ser respeitado, não perder espaço para agências de publicidade que estão levando a melhor em prêmios da categoria, está na hora de separar o joio do trigo.
Divulgar o que está sendo feito em termos de ação promocional é fundamental para o crescimento das agências especializadas. É uma oportunidade para que as marcas vejam o trabalho sério que é realizado, e muito mais certeza de sucesso da ativação do que deixar a sua divulgação nas mãos das “pseudo agências especializadas”.

Primeira página do Google é muito bom, mas, não é isso que fará com que o respeito e a credibilidade sejam conquistados. Trabalho bem feito, bem divulgado, agências especializadas se unindo, isso sim, fará a diferença, e, principalmente, saber o que realmente é marketing promocional.

Afinal, será que alguém terá retorno publicando receitas culinárias em um blog de futebol, ou vice-versa?

Fonte:Promoview

Folianópolis 2013 começa sua turnê de ensaios pelo Brasil

Toda a energia e o ritmo contagiante do axé do Folianópolis irão percorrer mais de mil quilômetros para quatro eventos, aquecendo os foliões do Sul e Sudeste para a oitava edição da “Micareta Mais Bonita do Brasil”.

Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), e, claro, Florianópolis, estão na rota dos já tradicionais “Ensaios Gerais do Folianópolis”. Na Capital catarinense, dia 30/08, o esquenta do Folia será ainda mais especial com show de Saulo Fernandes, ex Banda Eva, lançando sua carreira solo.
A primeira cidade a receber a festa itinerante será Porto Alegre. Nesta quarta-feira (24/08), o Cafe de la Musique da capital gaúcha será tomado pelo axé da cantora Diana Dias e o pagode do grupo Showdi. Uma noite que marcará a cidade e contagiará a todos para a grande festa que acontece em novembro.

Com a mesma energia contagiante do axé, a badalada casa Via Marquês na capital paulista também será palco do Ensaio Geral do Folianópolis, dia 02/08. Além do eletrizante show de Diana Dias, os foliões do Sudeste também poderão conferir a performance de Rodrigo Rios, uma das revelações do atual Sertanejo Universitário.
No dia seguinte, a festa oficial da Micareta Mais Bonita do Brasil desembarca em Curitiba, no Boteco Santi do Batel. A estrela do axé, nascida na Ilha da Magia, Diana Dias comanda a noite ao lado do Grupo Tentativa.

Chamada Geral

No dia 30/08, no charmoso Garden Music Park em Jurerê Internacional, Florianópolis irá reunir os amantes do axé para dar um “gostinho” do que será a oitava edição do Folianópolis.

No palco, o cantor Saulo Fernandes irá lançar sua carreira solo, pela primeira vez em Santa Catarina. Saulo esteve à frente da Banda Eva, durante 11 anos. O Ensaio Geral em Floripa terá a abertura de Diana Dias, um dos talentos da nova geração do axé e que Saulo sempre fez questão de cantar junto.
O evento no Rio de Janeiro ainda não tem data marcada. Todas as informações estão no site. Os abadás para a Micareta já estão à venda no site.

Fonte: Promoview

O sucesso precisa ser planejado

Quase sempre que atravessamos momentos turbulentos, somos lembrados de casos de sucesso, como forma de nos motivar. Naturalmente, admiramos os vencedores e muitas vezes gostaríamos de estar no lugar deles. Porém, quase nunca nos preocupamos em checar os passos que o vencedor deu para alcançar o topo.

Muitas vezes, acreditamos que para vencer basta ter muito talento. Afinal de contas é assim com os atletas, a exemplo de Neymar, Messi e cia, não é mesmo? É verdade que o talento tem um enorme peso na jornada para o sucesso, porém, sozinho ele não é o bastante. É necessário outros componentes, a exemplo do conhecimento e atitude. Mesmo os mais talentosos necessitam de muito treinamento para aprimorar suas habilidades.

O fato é que há muitas etapas e sub-etapas que se tem que colocar em ordem quando se deseja triunfar. A primeira atitude é se planejar com maestria para chegar onde se deseja. Pode acreditar que quase ninguém chega ao topo sem um cuidadoso planejamento.

Há aqueles que não preparam formalmente o plano, mas têm todos os passos da caminhada memorizados e todos os dias revisam as rotas e fazem os ajustes necessários. Nem sempre os vencedores costumam revelar aos outros o que mais desejam, mas eles sabem muito bem o que querem e como chegar lá.

No entanto, não basta ter um planejamento qualquer. Ele tem que ser baseado em visão cristalina do que você quer, pois sem essa visão você não terá como definir as metas. Sem meta você não sabe para onde ir e, consequentemente, não poderá avaliar seu desempenho. Daí, o resultado será muito esforço e pouco resultado positivo.

Portanto, antes de ter um planejamento é necessário ter um ardente desejo de conquistar algo importante. Pois, o desejo é o "querer", é o motor que alimenta e sustenta a motivação. É ilusão achar que somente com planejamento faremos de nossos sonhos realidade, pois isso não é verdade. Há muitas outras qualidades que precisam ser reunidas para garantir o sucesso, entre tantas citamos: a honestidade, caráter, fé, integridade, amor, persistência, conhecimento, habilidade, atitude, esperança, ambição, compaixão, visão e motivação.

Aquele que realmente deseja alcançar o topo e conquistar seus sonhos, deve desenvolver cada uma dessas qualidades. Porém, não se esqueça que tudo começa com um enorme desejo que se transforma em planejamento. Croft M. Pentz nos revelou: “Tenhas metas claras. A história da humanidade é cheia de vidas desperdiçadas. Amores que não geram relações enriquecedoras, talentos que não levam a carreiras de sucesso. Ter objetivos evita o desperdício de tempo, energia e dinheiro”.

Pense nisso e ótimo dia!

Fonte: administradores

Segmentação: 5 dicas para criar negócios únicos

Já parou para pensar no contexto em que, milênios atrás, um ancestral nosso começou a pintar cavernas? Penso que foi aí que nasceu o primeiro ser humano fora da curva. Afinal, o “normal” era caçar e não pintar. Podemos comparar o comportamento deste indivíduo com o de empreendedores capazes de cultivar a inovação e quebrar paradigmas.

A evolução permitiu ao ser humano o poder de empreender e buscar crescer em direções que antes eram impossíveis. O fato é que quanto mais ricos nos tornamos como espécie, menos “normais” acabamos sendo, pois temos oportunidade de fazermos mais e mais do que nos inspira.

Portanto, o processo de morte do “normal” é algo que vem acontecendo há muito tempo. Foi um longo caminho que percorremos entre a existência de um único modelo de automóvel até os dias de hoje, onde mais de cento e oitenta marcas de carros, cada uma com dezenas de modelos e cada modelo com dezenas de cores inundam o planeta. Temos cada vez mais escolhas personalizadas, e é por isso que vamos ao mercado e uma simples pasta de dente do mesmo fabricante pode ser encontrada em inúmeras versões.

Para colocar um pouquinho mais de tempero nesta história, a internet hoje é massivamente disseminada no mundo todo, em todas as classes sociais. Só no Brasil, são mais de 94 milhões de usuário ativos. O ritmo da falência do “normal” foi tremendamente acelerado pela rápida adoção do digital pelo consumidor.

Com a internet, cada um de nós pode dar vazão aos próprios gostos e preferências em termos de consumo e de comportamento com uma velocidade inesperadamente maior, e encontrar vários outros como nós mesmos mundo afora. O resultado disso é que temos cada vez mais coisas específicas para pequenos grupos de pessoas únicas. É a magia da segmentação.

O velho e bom “one size fits all” (expressão que significa “um modelo serve para todos”) já era, pelo simples motivo que hoje não existe um consumidor que queira ser tratado igual a outro. Consumidores querem uma experiência personalizada, e o maior erro que se pode cometer no planejamento de um negócio é tentar agradar a todos.

Então, se você pensa em empreender ou se está reavaliando seu negócio, o que fazer na prática? Veja minhas cinco sugestões:

1 – Reposicione-se. Não caia na armadilha de “sendo mais genérico eu atendo um público maior (o dito consumidor normal)”. Sendo generalista, a tendência é você atender de forma mediana ou parcial uma fatia do público que ainda tolera isso. Lembre-se que o consumidor “normal” está em extinção.

2 – Pense nos aspectos comerciais. Assim como existe um grupo de consumidores que curtem determinados recursos de um produto, existem aqueles que compram pela forma como ele é vendido. O que quero dizer é que a diferenciação pode estar na oferta comercial e não apenas no produto.

3 – Segmente sua atuação. Se está claro que você não atende a todo o mundo, quem você atende? Muitas vezes se faz confusão aqui. Segmentar é muito mais do que escolher um ramo de atividade como público alvo. Entram em questão critérios geográficos, psicográficos e até comportamentais.

4 – Faça tudo ao mesmo tempo. O ideal é que todas as frentes (produto, praça, preço e promoção) sejam diferenciadas ao mesmo tempo. Um produto inovador, para um público específico, ofertado de uma forma única. É disso que estamos falando!

5 – Use o marketing a seu favor. Marketing de massa virou um erro em si mesmo – ao menos para as pequenas empresas com recursos limitados para investir em divulgação. Se cada consumidor é único, a massa não é mais assim tão massa, e certamente boa parte do investimento (ou todo ele) será desperdiçado. Em suma, segmentando fica muito mais fácil descobrir onde está o seu cliente e dirigir seus esforços de forma mais eficiente.

Se você pensa em empreender, acreditem em mim: o mundo não precisa de mais gente medíocre fazendo coisas medianas para pessoas “normais”. Considere morto o “normal” e aproveite as grandes oportunidades que esse novo universo pode abrir. Viva a individualidade!

Marcelo Lombardo é sócio fundador da NWG Tech, e criador do Omiexperience, software de gestão para micro e pequenas empresas.

Fonte: Administradores

Legislação sobre Concursos culturais sofre mudanças

Uma portaria do Ministério da Fazenda (422/13), em vigor desde sua publicação no dia 18/07, traz restrições aos concursos culturais promovidos pelas marcas no Brasil.

Ela regulamenta a Lei nº 5.768, de 1971, que dispõe sobre a distribuição gratuita de prêmios mediante sorteios, vale-brindes ou concursos a título de propaganda. O texto tem potencial para provocar mudanças de estratégias nos departamentos de marketing dos anunciantes brasileiros. Isso porque, ele pretende deixar claro quais as situações que podem ser consideradas como concursos culturais, e quais são definidas como promoções comerciais.
A portaria quer evitar formas mascaradas de se fazer publicidade da marca sob a forma de concursos culturais. O texto informa diversas situações que não poderão mais ser consideradas como concursos.

É importante ressaltar que essas iniciativas não estão proibidas: elas apenas deixam de ser consideradas como concursos culturais e assumem a figura jurídica de promoção comercial.

De acordo com o texto assinado pelo ministro Guido Mantega, não são mais permitidos, por exemplo, concursos culturais em redes sociais. Isso significa um golpe em estratégias como as que buscavam ampliar o número de “likes” no Facebook por meio de concursos.

Ações realizadas na televisão também terão restrições, já que não serão consideradas como concursos culturais as iniciativas que exijam algum tipo de pagamento por parte do consumidor.

Também está proibida a vinculação de qualquer concurso cultural a datas comemorativas, como Dia dos Pais (a próxima data comercial), Dia das Mães, Dia das Crianças, aniversários de cidades e Estados, e também a campeonatos esportivos.

Sabe-se que muitas estratégias para o Dia dos Pais já previstas estão sendo revistas pelas agências. Outras importantes mudanças que devem afetar as estratégias das marcas são proibição da divulgação do concurso em embalagens de produtos, seja do anunciante promotor ou de terceiro, e o fim das premiações que envolvam produtos ou serviços da própria marca promotora.

Confira o texto completo da portaria aqui.

Com a tipificação de promoção comercial, essas ações ficam sujeitas, como todas as outras promoções em troca de prêmios que já acontecem no Brasil, à aceitação do “pedido de autorização para a realização de distribuição gratuita de prêmios a título de propaganda”.

A Caixa e o Ministério da Fazenda, por meio de sua Secretaria de Acompanhamento Econômico, são os órgãos responsáveis pela autorização aos pedidos.

As empresas ficam sujeitas ainda ao pagamento de uma taxa que incide sobre esse pedido, imposto de renda e apresentação de uma série de comprovações tributárias da empresa (companhias que não pagaram impostos, por exemplo, não podem realizar promoções).

“Muitas empresas, até mesmo por mero desconhecimento legal, estavam realizando promoção comercial sem a devida autorização, apenas chamando a ação de concurso cultural”, explica Isabela Guimarães Del Monde, sócia do escritório Patrícia Peck Pinheiro Advogados.

Mas, na prática, muitos anunciantes usavam o artifício de concurso cultural para evitar o pagamento da taxa e para não precisar esperar o tempo gasto na aprovação do pedido para executar as promoções.

As novas regras para determinar o que é um concurso cultural já estão valendo, e, caso uma empresa promova irregularmente uma ação que envolva uma das situações descritas pela portaria, ela poderá ser punida em 100% do valor dos prêmios ou ficar proibida de fazer concursos por dois anos.

A Caixa e o Ministério da Fazenda avaliam que podem ocorrer questionamentos judiciais, já que o texto é uma portaria, e não uma lei.

Fonte: Promoview