Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

“Teus risonhos, lindos campos têm mais flores ”, craques e patrocinadores

Todas as bolas adidas que rolaram pelos gramados do marketing esportivo

Todas as atividades culturais, sociais e esportivas são contextos privilegiados que permitem a capitalização de marcas e produtos, que desenvolvem e/ou patrocinam eventos promocionais. Essas atividades desenvolvidas e repetidas em períodos de tempo pré-determinados viram tradição e entram para o calendário de eventos, contando com ampla cobertura e divulgação da imprensa. Nesses casos, o evento promocional cumpre o papel de comunicar e fixar a imagem da marca ou do produto que está patrocinando ou realizando o evento. A adidas sabe disso como ninguém. Anualmente, a marca investe mais de US$ 900 milhões em marketing esportivo, sendo que a maior parte desse valor é dirigida ao patrocínio de grandes eventos esportivos como as Olimpíadas, Copas da FIFA, federações esportivas e atletas individuais.

Dentre tantos outros investimentos em eventos esportivos, desde 1963, a adidas desenvolve bolas de futebol profissional. A primeira bola produzida pela empresa alemã recebeu o nome de Santiago. As bolas adidas tornaram-se tão famosas quanto a marca, depois que a maior patrocinadora de Copas do Mundo da FIFA passou a produzir as bolas que rolaram pelos gramados do marketing esportivo do mundo inteiro.

Por ocasião da Copa de 1966, a adidas tinha tudo para ganhar a concorrência da bola oficial do mundial na Inglaterra, com uma bola de 32 gomos que apresentou à FIFA. Mas, o modelo inglês foi escolhido para o torneio realizado na terra natal do futebol. Quatro anos mais tarde, em 1970, foi vez da adidas fornecer a bola oficial para o mundial que consagrou o Brasil campeão com a bola Telstar. Com 32 gomos costurados à mão, a bola de couro foi a primeira bola oficial da empresa produzida especialmente para uma Copa do Mundo. A data também marca a primeira vez que o mundial foi transmitido ao vivo pela televisão. Daí o nome da bola: Telstar – Estrela da Televisão. Modelo semelhante – branca com pentágonos pretos – foi produzida em 1974 e recebeu o nome de Telstar Durlast.

A Argentina foi campeã da Copa 1978 com a bola adidas Tango com desenho inovador: gomos em tríades; a Itália ganha a Copa de 1982, na Espanha, com a bola Tango España com costuras de couro seladas. Em 1986, no México, a Argentina é bicampeã com a Azteca, a primeira bola totalmente sintética. A Etrusco Único seguiu o modelo anterior e fez da seleção alemã campeã da Copa de 1990, na Itália. O Brasil é tetracampeão da Copa de 1994, nos Estados Unidos, com a Questra produzida pela adidas com uma camada de espuma de polietileno. A França ganha em casa, em 1998, com a Tricolore, a primeira bola multicolorida. Em 2002, a bola oficial do mundial ganhou um chassi costurado em três camadas. A redondinha recebeu o nome de Fevernova e fez do Brasil pentacampeão da Copa realizada no Japão e Coréia do Sul.

Para a Copa do Mundo da FIFA 2006, a adidas desenvolveu a melhor bola de futebol de todos os tempos, a Teamgeist. O novo conceito estava à altura das exigências cada vez maiores dos craques do futebol. A Teamgeist foi a primeira bola totalmente sintética com apenas 14 gomos. Para a Copa de 2010, na África do Sul, a marca alemã criou a Jabulani. A nova bola introduziu importantes avanços tecnológicos. A textura com ranhuras de aderência assegurava o domínio da bola, trajetória estável no ar e aderência perfeita em qualquer condição. Além disso, a Jabulani era formada por oito gomos em 3D unidos termicamente e, pela primeira vez na história, moldados esfericamente para dar à bola um formato perfeitamente cilíndrico, que garantia uma precisão nunca antes alcançada.

Recentemente, a FIFA, o COL (Comitê Organizador Local da Copa) e a adidas revelaram o nome da bola Oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014. O nome Brazuca foi escolhido por voto público com a participação de mais de um milhão de torcedores brasileiros, representando 70% dos votos. Essa foi a primeira vez que os torcedores estiveram diretamente envolvidos na escolha do nome da bola da Copa do Mundo. O secretário-geral da FIFA, Jérome Valcke, declarou estar muito feliz com a participação dos torcedores brasileiros na escolha do nome de um dos símbolos mais importantes do evento. “Tenho certeza que a bola Brazuca entrará para a história junto com outras famosas bolas de futebol da Copa do Mundo da FIFA, como a Tango, utilizada em 1978 na Argentina, e a Azteca, que esteve em jogo em 1986 no México.”

Marketing esportivo adidas
A imagem de marca da adidas foi marcada por um episódio que entrou para a história do marketing esportivo mundial. Nas Olimpíadas de 1972, o nadador Mark Spitz estava a caminho de ganhar sete medalhas de ouro, quando recebeu a visita de Horst Dassler, filho do fundador da empresa, na Vila Olímpica de Munique. Ele pediu para o norte-americano usar a marca quando subisse ao pódio. Só que havia um problema: os calçados ficariam cobertos pelas calças que os nadadores usavam nessas ocasiões. Dassler então sugeriu para Spitz carregar os sapatos na mão. O atleta aceitou a proposta de Dassler e segurou um par de adidas Gazelle para receber as medalhas. Depois, Spitz teve que se explicar ao COI (Comitê Olímpico Internacional), e a marca ganhou visibilidade mundial. Em 1998, a adidas se tornou a primeira marca de material esportivo a ser nomeada pela FIFA como patrocinadora oficial do evento.

Em 2003, a maior campanha publicitária da marca alemã foi lançada globalmente sob o slogan “Impossible is Nothing”, que desenvolveu o conceito que revela a essência que a adidas tem em comum com os atletas ao redor do mundo: o desejo de superar limites, descartando tudo que poderia ser considerado impossível. A campanha incluiu grandes atletas como o boxeador Muhammad Ali, o corredor de longa distância Haile Gebrselassie, o ícone do futebol David Beckham, o jogador francês Zinedine Zidane, o nadador Ian Thorpe, o campeão dos 100 metros Maurice Greene e a estrela da NBA Tracy MacGrady. O conceito da campanha foi desenvolvido a partir da história de cada um desses atletas, que desafiaram o impossível, realizaram sonhos e conseguiram quebrar recordes inimagináveis.

As marcas patrocinadoras de eventos esportivos que incluem campeonatos, clubes, times e atletas sabem que os resultados dessas ações advêm de um processo de identificação e simpatia dos consumidores, uma vez que o patrocínio agrega valor às marcas. Consumidores não compram apenas produtos de marcas patrocinadoras, mas o status conferido a elas. Desta forma, o patrocínio ganha relevância quando a imagem de marca dos investidores em marketing esportivo é fixada na memória do consumidor. Essa relevância apresenta ainda mais resultados quando o evento é divulgado pelas emissoras de televisão. Muito mais eficiente do que filmes publicitários, a presença de marcas patrocinadoras em eventos esportivos não interrompe o entretenimento do telespectador, sendo assimilado com muito mais simpatia e predisposição. Sempre bom lembrar que os torcedores de todo mundo reconhecem que “nossos risonhos, lindos campos têm mais flores”, craques e espaço para receber as cores de todas as bandeiras das seleções de todos os campeonatos. Sejam eles regionais, brasileiros,libertadores, das confederações ou mundiais.

Por Elisabeth Guimarães – Grupo Bríndice

Fontes: FIFA
Mundo das Marcas
adidas

Sua Empresa possui bons Vendedores ?

Desde o mercantilismo, o ato de vender é valorizado. Com a economia globalizada atual e o grande aumento da competitividade, essa atividade talvez tenha chegado ao seu auge. E aumentar as vendas é a meta diária de qualquer empresário.

Muitas vezes, quem encontramos no mercado desempenhando atividades de vendas são pessoas despreparadas para o exercício desta função. Muitos profissionais que atuam na área de vendas não têm perfil de vendedores, não desenvolveram a habilidade de bons negociadores ou, então, entraram no negócio pois esta foi a única área que lhes sobrou.

Muitos podem até ter forte interesse em progredir na área, mas encontram dificuldades, já que não existe uma faculdade de vendas, assim como existe para marketing, engenharia, medicina, etc. Restando uma única solução: cursos e treinamentos que qualifiquem, de verdade, estes profissionais.

É claro que existem pessoas que têm o dom de vender sem nunca antes terem tido qualquer tipo de treinamento formal. Desde um camelô até um alto executivo, estas pessoas contam com habilidade nata de negociação e convencimento das pessoas ao seu redor.

Porém, é inegável que estamos bem longe da situação idealizada para a atuação de nossos profissionais de vendas. O vendedor, que deveria desenvolver uma relação de confiança, acompanhar o projeto de ponta a ponta, demonstrando interesse, procurando conhecer melhor as necessidades e o negócio do cliente e, principalmente, ajudando-o a encontrar a solução para seu problema, acaba se contentando em oferecer menor preço e disponibilidade de entrega ou, então, ser simplesmente um vendedor “tira pedidos”, que se aproveita do bom nome da empresa e da credibilidade desta para simplesmente colher as assinaturas da venda.

De quase nada adianta atender a um cliente dessa maneira, pois não há garantia nenhuma de que aquele comprador será um cliente fiel de sua empresa. Não podemos nos esquecer de que uma boa venda é aquela em que ambas as partes ficam com a sensação de terem realizado um bom negócio.

Brindes ganham destaque no São Paulo Fashion Week

Cenário da moda se rende aos brindes inusitados e práticos que são oferecidos durante os desfiles

O conceito de “brinde” é muito amplo, afinal qualquer artigo pode se tornar um brinde, depende da mensagem que a empresa pretende transmitir.
Uma das maiores provas dessa teoria é o São Paulo Fashion Week – Calendário Oficial da Moda Brasileira. O tradicional evento, que reúne os principais estilistas do país, está chamando cada vez mais a atenção dos convidados e da imprensa em geral, mas não somente por causa dos desfiles e sim por causas dos brindes inusitados e práticos que muitos estilistas e patrocinadores estão desenvolvendo para cada edição do evento.

Os mimos distribuídos aos convidados do São Paulo Fashion Week sempre dão o que falar. Criados especialmente para o evento esses brindes enchem os olhos e causam inveja em que não ganhou.

A última edição, realizada entre 26 de janeiro e 01 de fevereiro, que apresentou a coleção inverno 2003 contou com brindes irreverentes. E a própria imprensa especializada em moda já está mais atenta aos brindes oferecidos a cada edição.
Eles estão ganhando reportagens em cadernos até então destinados apenas ao cenário fashion. Seguindo o caminho da moda o brinde também está se tornando a cada dia um acessório fashion e cheio de glamour.

Leia na próxima matéria:
“Produtos inusitados que viraram brinde no São Paulo Fashion Week,”

A Importância da Participação das Empresas em Feiras

A maior parte dos empresários brasileiros não tem a menor dúvida de que as feiras representam o caminho mais rápido e eficiente para a efetivação de suas vendas no mercado interno e externo.

Os expositores, ocupando um stand em uma feira especializada atingem, frequentemente, clientes potenciais de todos as partes do país, além de terem a oportunidade de conhecer a oferta de seus concorrentes e suas últimas novidades. Já os visitantes, por sua vez, têm uma visão pessoal e completa de todo o segmento ofertado em determinada feira de seu interesse.

Os visitantes estabelecem contatos ou para adquirir um produto de sua necessidade ou para retornar como expositor, para, então, colocar os seus produtos ao mercado. Essa participação em feiras gera, entre vários fatores, a melhoria da qualidade dos produtos ofertados pelas empresas, uma vez que, ao serem observados o nível de qualidade e a agregação de valor aos produtos das empresas concorrentes, as empresas se vêem na posição de nivelar seus padrões produtivos para tornarem seus produtos competitivos no mercado, aumentando assim ainda mais a concorrência e a possibilidade de inserção no mercado global.

A participação em feiras comerciais é um dos instrumentos de marketing mais eficazes de que dispõem as empresas. Nas últimas décadas, mais precisamente nas duas últimas, tem-se verificado vertiginoso crescimento no número de feiras comerciais que se realizam nos mais diversos cantos do país, e que abrangem os mais variados setores e produtos. Hoje, muitas empresas já possuem um calendário anual de participação em feiras profissionais.

Em alguns setores, há empresas que têm nas feiras sua principal estratégia comercial.
Outras, se preparam o ano inteiro para em um único evento lançar seu produto no mercado e anunciar novas estratégias ou até mudanças substanciais dentro da companhia.

Há, ainda, empresas que consideram a feira um evento de participação obrigatória para sinalizar sua posição no mercado onde atua.

O grande sucesso das feiras como estratégia comercial e de marketing das empresas deve-se a vários fatores: custo relativamente baixo em comparação a outros veículos de propaganda e divulgação; possibilidade da empresa se fazer presente institucionalmente e projetar sua imagem para um público específico, como no caso das feiras setoriais; possibilidade de contato direto com clientes e prospects sem necessidade de se locomover; oportunidade para analisar a concorrência e também o seu próprio produto, avaliando, em um só momento, preço, tecnologia, design, posicionamento de mercado e todos os demais itens que interessam à área de marketing e vendas; oportunidade para os profissionais envolvidos observarem novos produtos, tecnologias e estratégias comerciais, adquirindo novo know-how que contribua para o desenvolvimento tanto do profissional e da empresa quanto do segmento como um todo.

E o Marketing de sua Empresa ?

E o marketing na sua empresa? De que forma ele pode auxiliar? Como utilizar as suas orientações para posicionar-se, para enfrentar batalhas diárias?
Antes de fazer essa abordagem, são necessárias algumas advertências e lembretes importantes para todas as organizações, independentemente de tamanho e finalidades:
Marketing não faz milagres. Marketing não é propaganda, e propaganda não é a alma do negócio. A propaganda é parte dos instrumentos de marketing.
De nada adiantam apresentações e discursos bonitos sem conhecimento científico. Trabalhar na base do empirismo, do "achômetro", não leva a nada.
O marketing não deve ser apenas um departamento. Ou melhor, até pode ser, desde que a organização seja feita de forma coordenada e integrada. No entanto, com os mercados globalizados, a exigência é mais forte para essa coordenação e integração.
Nesse contexto, é evidente que a preocupação ou os esforços de marketing nas organizações estejam voltados, entre outros, para:
. Visão de negócios;
. Planejamento e administração estratégicos, pensando no futuro, mas sem esquecer do presente. Os parâmetros do passado também precisam ser lembrados;
. Desenvolvimento de novas ferramentas para alavancagem das vendas e maiores lucros;
. Ética e o compromisso social;
. Importância da coleta e análise de informações;
. Inovação constante e mudança adequada e acelerada;
. Transformação das relações entre as pessoas e as mudanças nas formas do poder;
. Busca incessante pela eficiência, eficácia e efetividade;
. Aproveitamento das oportunidades de mercado, lembrando sempre de conhecer com profundidade o público alvo e a forma de se comunicar com ele;
. Custos e lucros, fazendo sempre uma analogia com os padrões existentes no mercado;
. Elaboração e implementação de estratégias, sem perder de vista o foco;
. Busca por profissionais especializados que sejam ousados, tenham uma visão global e saibam trabalhar em equipe;
. Mudanças e intenções de compra das pessoas e organizações;
. Necessidade não só de pensar globalmente, mas de agir e interagir localmente;
. Acompanhamento e monitoramento dos movimentos estratégicos da concorrência;
. Fixação de relacionamentos duradouros;
. Conhecimento, com bom nível de compreensão, além do domínio de informática, marketing direto e internet;
. Posicionamento na mente do consumidor;
. Flexibilidade para mudar sempre que for necessário.

Pelo exposto, constata-se a importância e a necessidade do Marketing, tanto na área estratégica, quanto nas áreas operacionais de toda e qualquer organização.