Quebre as suas regras e reinvente-se

Muitos seguem uma rotina de vida que só é possível alcançar determinado sucesso se os ventos soprarem a favor, e não é bem assim que deveria acontecer. Algumas pessoas esperam acontecer ao seu tempo outras preferem batalhar e ir de encontro a esse tal “tempo”, o que quero dizer é o seguinte: – Quebre as regras, reinvente-se! Não fique à espera de algo que você tanto sonha para ter em suas mãos.

Mais prazeroso de que ter seus sonhos realizados é a forma de como foi conquistado, e isto também deve incluir tanto as histórias de sucesso como também aquelas inúmeras tentativas que você passou para até então alcançar o esperado.

Não deixe de iniciar, se você tem claro o objetivo de onde se quer chegar, por que não começar? E digo mais, o mais importante que começar é terminar, comesse quantas vezes forem necessárias, mas nunca deixe de iniciar algo, o aprendizado torna-se fortalecido para as suas próximas etapas. Mas qual é o melhor momento para começar algo em sua vida? Que tal agora mesmo?

Nas empresas ou comércios em geral, você pode facilmente reparar que em toda a sua volta estão às oportunidades, organizações inteiras que virão à vida se tiver um corajoso e determinado suficiente para contribuir com iniciativas. Já pensou a respeito?

Você enxerga inúmeras possibilidades a sua volta, e só imaginar como ficaria você não está iniciando, apenas imaginando o que acontecesse se alguém tomasse tal iniciativa. É por isso que histórias simples de sucesso de alguém que simplesmente foi lá tomou a iniciativa e fez por acontecer, e muitos acabam pensando… Puxa eu tinha pensado nesta ideia, ou lembra que eu comentei com você que poderia fazer isso? …. Infelizmente poderia, mas por falta de iniciativa outro foi lá e fez.

Iniciar é um ato intencional, deve partir somente de você, o estímulo deve acontecer de dentro para fora, então você parte para ação. Ninguém atente um telefonema por coincidência, ou acaba lendo um e-mail por acaso, não é? Você teve a iniciativa de pegar o telefone quando tocava ou de abrir a inbox e ler um a um dos e-mails de hoje, porque iniciativas de mudanças e melhorias na sua empresa ou departamento seriam diferentes?

Mas também não seja um daqueles que apenas iniciam uma grande ideia e depois abandonam, acompanhe de perto, faça seus cases de sucesso, estabeleça metas e planeje um cronograma de implantação, mas mude, quebre suas regras de vez em quando, mas mude reinvente seu modo de ver as coisas perspective as mudanças e benefícios para você e sua empresa. Mas nunca deixe de mudar, não caminhe em círculos, inove sua maneira de inovar cada vez mais, fazer a diferença é difícil, mas tente! Inicie, estimule-se!

Fonte: Administradores

Eike Batista e Barão de Mauá: o que há em comum?

No século XIV um industrialista se destacou num Brasil cafeeiro, certamente foi um dos maiores empresários da história do Brasil. Estou falando de Irineu Evangelista de Sousa, Barão e Visconde de Mauá. Para alguns, e eu me incluo nesses, foi o maior empreendedor já nascido no Brasil. Especialmente pela sua origem humilde e ascensão meteórica. Mauá, com 40 anos, já era uma das pessoas mais influentes do Império Brasileiro, período histórico em que mudar de classe social era muito difícil.

No tempo presente, porém, o empresário da vez é Eike Batista. Primeiramente surgiu como um ídolo para uma geração de jovens empreendedores e uma oportunidade de investimento para uma legião de investidores. Vale lembrar que Eike conseguiu investimentos de “todo o Brasil”, desde o BNDS e André Esteves até as “simples” pessoas físicas, ou seja, quase todo mundo acreditou nos “seux sonhox”.

Eike Batista, no entanto, possui algumas coisas em comum com o mítico Barão de Mauá. A primeira delas é a inveja. Sim, Eike e Mauá podem se orgulhar de terem sido uma das pessoas mais invejadas desse país. Quando Eike Batista apareceu no programa “fantástico” da Rede Globo mostrando seu jatinho, sua vida de bilionário e a forte convicção de que seria o homem mais rico do mundo… pronto! Desde o banqueiro milionário até o limpador de pára-brisas, todo mundo teve inveja do Eike. Na verdade, dizem que essa é uma característica do brasileiro. As pessoas se incomodam com quem sai da “curva da média”. Quem cresce mais do que os demais acaba incomodando. E sendo assim, a inveja cria o desejo de que o “destoante” volte ao “normal”. Será?

Mauá também foi muito invejado, inclusive pelo Imperador. Houve uma época em que se dizia: “No Brasil há um Rei e um Imperador!”. O Imperador era D. Pedro II e o Rei, Mauá. Porém, aquele que havia sido o homem mais rico do país, mais rico, inclusive, que o próprio Império foi à falência por volta de 1878. Completamente endividado, Mauá escreveu um livro intitulado “Exposição aos Credores”, onde explicou os motivos da falência de cada um dos seus empreendimentos. Dentre alguns dos motivos, Mauá indicou erros próprios, problemas estruturais do país e inveja de terceiros. No entanto, ele vendeu suas empresas e antes de morrer conseguiu sanar todas as suas dívidas, honrando, dessa forma, todos os seus compromissos.

Novamente falando do presente, no dia 19/07/13, Eike Batista publicou uma carta semelhante ao texto publicado por Mauá. Eike indicou erros próprios, disse que confiou demais em pessoas erradas, e assim como o Barão, indicou que honrará todas as suas dívidas com os credores. Fazer os investidores recuperarem o dinheiro aplicado talvez seja impossível (infelizmente), mas será que assim como Mauá, Eike ao menos pagará a todos os seus credores?

Empreender constitui risco. Grandes retornos necessitam de grande exposição ao risco. Os negócios de Eike e Mauá, devido às suas magnitudes, eram arriscados. Dessa forma, a derrocada de ambos, na verdade, indica uma situação natural do ato de empreender. As pessoas só gostam de casos de sucesso, no entanto, os de fracasso podem nos ensinar muito mais. Acredito que não podemos desqualificar as competências empreendedoras de Eike e Mauá, visto que poucos chegaram até onde eles chegaram. Suas experiências contribuem para nos mostrar que todos estamos sujeitos a erros, e absolutamente, ninguém é perfeito.

O digníssimo Barão de Mauá honrou seus compromissos e entrou para a história brasileira como um dos maiores empreendedores nascidos no país. Eike Batista, também já entrou para a história, no entanto, fica a dúvida: será que assim como o Barão, Eike pagará a todos os seus credores? Teremos que esperar para saber. Ao menos temos a certeza de que, no que se refere à área de negócios, estamos assistindo a um dos momentos mais auspiciosos da história brasileira!

Fonte: Administradores.com

Redes sociais: por que contratar um especialista?

A fan page da sua empresa está pronta, as imagens estão customizadas, as abas estão desenvolvidas e os álbuns estão repletos de fotos sobre o que sua empresa tem de melhor para mostrar. Para gerenciar todo o trabalho nas redes sociais um funcionário ou um freelancer foi escolhido para postar conteúdos e ficar “de olho” no que está acontecendo. Se este é o cenário atual das suas redes sociais, é melhor repensar a forma como sua empresa lida com a presença nestas mídias.

Estamos aqui para falar de um quesito fundamental para quem é responsável por fazer gestão de redes sociais: o comportamento e a postura profissional. O x da questão não está no trabalho a ser desenvolvido pelo colaborador e nem na capacidade do mesmo, mas no comportamento, na maturidade, na responsabilidade com o perfil e no comprometimento com o trabalho, que exige acompanhamento contínuo.

O analista de mídias sociais ou social media, como é chamado o profissional responsável pela área, não deve ser um candidato que esteja buscando sua primeira experiência profissional ou apenas goste de Internet, por exemplo. Um bom social media precisa ter passado por um processo de aprendizagem, onde possa ter adquirido experiência profissional e desenvolvido habilidades com este convívio, como: postura, iniciativa, criatividade, liderança, entusiasmo, jogo de cintura, entre outras.

O social media é responsável pela gestão de conteúdo da sua empresa, ou seja, por administrar o relacionamento entre empresa e seguidores/fãs. É ele que também irá monitorar, por meio de ferramentas, tudo o que está sendo falado sobre a marca. Depois disso, os relatórios serão documentos importantes para definir novas estratégias para a empresa, assim como descobrir novos mercados, produtos e serviços, ou mesmo, a lidar com as vontades do consumidor para reverter reclamações em soluções.

Por isso, só por ser jovem, ter facilidade com tecnologia, possuir perfis em diversas redes sociais e gostar do Facebook não é o bastante para ser responsável pela página de uma empresa na Internet. Diariamente recebemos erros graves cometidos nas redes sociais, que vão da falta de atendimento ao vocabulário inadequado, posturas antiéticas, comentários preconceituosos e até ofensas e ameaças. A culpa é do consumidor? Exceto em casos de “troladores”, não. Mas sim, da postura que este perfil adotou frente ao seu público.

Por isso, a escolha do profissional ou da agência que fará a gestão das redes sociais da sua empresa deve ser um processo cuidadoso, que envolve conhecimento teórico, prático e técnico da

equipe, domínio da atividade do cliente, criatividade para engajar seguidores e fãs, planejamento e produção de conteúdo relevante e diário, além e não menos importante, jogo de cintura, agilidade, rapidez na apuração, raciocínio rápido para administrar imprevistos, monitoramento, etc.

Quando o responsável pelas redes sociais da sua empresa é um profissional sem preparo ou mesmo sem postura, a reputação de uma companhia, que leva anos para ser construída, pode ser destruída em poucos caracteres, às vezes até menos de 140. Além de ter a imagem manchada, também pode correr o risco de virar “meme” entre os usuários.

A Internet e a redes sociais são poderosas ferramentas para disseminar conteúdo, se expor, trocar experiências, apresentar ideias, sugestões e, acima de tudo, e o que poucas empresas perceberam, trocar opiniões com consumidores e clientes, ouvi-los e fazer com que eles se tornem parte do cotidiano e das ações das empresas.

Agora, quem sua empresa vai incumbir de conversar direto com o cliente?

Talita Scotto é sócia-diretora da Agência Contatto, especializada em produção de conteúdo online e offline, gestão de redes sociais e assessoria de imprensa.

Fonte: Administradores.com

CRM é estratégia de negócio

Por Lincoln Morato

Um dos valores mais preciosos de uma empresa é o seu cliente. Conquistá-lo e mantê-lo são metas que todo empreendedor deve ter, por isso, as organizações não medem esforços para desenvolver estratégias voltadas para esse foco. O conceito em voga hoje é o CRM, ou Customer Relationship Management, que nada mais é do que a gestão do relacionamento com o cliente. Trata-se de algo mais abrangente do que uma solução tecnológica de gestão de dados, é uma estratégia de negócio que tem por objetivo antever as necessidades dos clientes já conquistados, com o objetivo de fidelizá-los, e de gerar oportunidades para a conquista dos novos.

Aspectos como bom atendimento, satisfação e valor do cliente, retenção e lealdade à marca entram em cena, muito em função das novas tecnologias que aproximam cada vez mais as empresas de seus clientes, oferecendo uma gama de canais de comunicação. A Internet sem dúvida estrutura essa dinâmica, ampliando a interação entre o consumidor, as empresas e seus produtos.

Os sistemas de CRM têm como pilar operacional a gestão de uma enorme base de dados. Para ser eficiente, esta base deve se manter organizada, higienizada e validada, pois é ela quem vai auxiliar nas ações para reconhecer, atender e dar a devida atenção ao cliente. Assim, é fundamental que a empresa crie mecanismos específicos e padronizados para colher informações sobre os clientes para alimentar sua base de dados. E o mais importante deste processo de gestão: a forma personalizada de gerenciar as informações dos clientes. Daí a importância da qualidade a da atualização de informações, pois cada cliente tem suas especificidades e, ao tratá-lo de forma particular, cria-se vínculo e aumenta o ciclo de vida da relação comercial.

A troca de informações entre os colaboradores da empresa e os clientes, por meio dos sistemas de CRM, permite a criação de seu histórico (dados cadastrais, compras, eventuais reclamações, comentários), o que baliza as estratégias a serem estabelecidas em todas as áreas da empresa: comunicação, marketing, vendas, produção etc. Por meio de relatórios gerenciais do CRM é possível empreender ações, cujo lema é atender ao cliente certo, na hora certa, com o produto adequado, pelo canal de comunicação mais eficaz.

Não por acaso, segundo pesquisa da Gartner, os softwares de CRM estão na mira dos empresários ao redor do mundo, ocupando o primeiro lugar na lista de prioridades de investimentos para este e o próximo ano. O estudo envolveu 1,5 mil executivos em 13 países, incluindo Austrália, Brasil, China, Colômbia, Alemanha, Índia, Indonésia, México, Rússia, Cingapura, Coreia do Sul, Reino Unido e organizações norte-americanas. No entanto, o conceito de CRM como estratégia de negócio não deve ser entendido apenas como uma evolução tecnológica.

Em um mundo marcado pela economia livre e competitividade agressiva, o consumidor, há um bom tempo, deixou de ser passivo para tornar-se exigente e seletivo. Assim, é preciso conhecê-lo para poder conquistar. O aspecto relacional entre a empresa e o cliente pressupõe a compreensão de valores, de desejos, enfim, de pessoas, e, as empresas devem usar a tecnologia como ferramenta para este objetivo, não como um fim em si.

Lincoln Morato é coordenador de marketing da ZipCode

Fonte: ClienteSA

Especialistas debatem sobre ferramentas do Live Marketing durante Congresso inédito

Durante os dois dias reservados para o 1º Congresso Brasileiro de Live Marketing, evento inédito que irá reunir dezenas de agências, fornecedores e anunciantes em São Paulo, a AMPRO – Associação de Marketing Promocional prepara atividades paralelas organizadas por especialistas que compõem cinco dos seus comitês especializados. Com a presença de convidados especiais, os grupos irão debater informações relevantes sobre marketing de incentivos, trade, logística e estudos acadêmicos. “Além do conteúdo exclusivo do Congresso, a AMPRO também disponibiliza ao público os detalhes dos trabalhos de comitês especializados, que igualmente contribuem para o desenvolvimento do Live Marketing no Brasil.”, afirma Kito Mansano, presidente da entidade.

No dia 29 de julho, a partir das 14h, o GEA – Grupo de Estudos Acadêmicos da AMPRO, liderado por Luciano Bonetti, coordenador do curso de Comunicação Mercadológica da Metodista, discutirá sobre as novas diretrizes curriculares para os cursos de comunicação, com a presença de Fernando Ferreira de Almeida, coordenador do curso de Publicidade e Propaganda da Metodista e diretor da Intercom; e alguns convidados já confirmados, como João Riva (FAAP e sócio-diretor da Omelete Inteligência), Altair Scheneider (Metodista), Marina Pechlivanis (ESPM e sócia-diretora da Umbigo do Mundo). “O encontro acontece em um momento muito importante para o ensino da comunicação, pois o Ministério da Educação esta em plena discussão das novas diretrizes curriculares para os cursos desta área. O nosso mercado precisa participar desta discussão e dar a devida importância para as disciplinas que envolvem o Live Marketing. Pretendemos discutir o papel de cada um: agências, clientes, universidades e professores na formação do novo profissional de Live Marketing. O Fernando trará um panorama de como está o andamento das novas diretrizes e no debate vamos ouvir o ponto de vista de cada um”, grifa Bonetti.

Com início às 15h40, o Comitê de Planejamento Logístico abordará o tema “A contribuição da Logística para a Evolução do Live Marketing”, com destaque para os diferenciais que a logística promocional oferece para o sucesso das ações. “Se é ao vivo, tem data, local e hora para acontecer. Abordaremos especialmente a importância do planejamento logístico e o impacto das obrigações fiscais e tributárias na sustentabilidade do negócio. Haverá ainda a apresentação de um case de sucesso envolvendo cliente, agência e empresa de logística e o relançamento do Guia de Melhores Praticas em Planejamento Logístico para Live Marketing.”, destaca Eduardo Salicini, responsável pelo planejamento e marketing do Grupo DGT. O encontro contará com as participações de Carlos Ortiz (Grupo DGT e diretor do Comitê), Ana Del Mar e João Riva (Sócios-diretores da Omelete), com a divulgação de pesquisa inédita com operadores logísticos que atendem ao segmento de Live Marketing.

Já no dia 30, a partir das 10h30, o COVIA – Comitê de Operadoras de Viagens de Incentivo debaterá sobre “O papel das operadoras de viagens de incentivo e sua relação com as agências de Live Marketing”. Quais as particularidades desse trabalho, a importância do especialista e o timing da operação serão alguns dos detalhes trazidos pelo grupo. “Representantes da Avianca – Rodrigo Napoli, diretor comercial – e da rede Marriot – Bruna Duarte, diretora de vendas internacionais também estarão presentes para explicar como funcionam os mecanismos de reservas, preços e prazos de pagamento”, antecipa o diretor do Comitê, Wanderley Saldanha.

Na sequência, às 14h, o painel do Comitê de Marketing de Incentivos aborda “A evolução do Marketing de Incentivo integrado ao conceito de Live Marketing”, apresentado por Jorge Medauar e “A legalidade das premiações em campanhas de incentivo segundo o Direito do Trabalho”, por Nelson Mannrich, professor titular de Direito do Trabalho da USP. Para a mesa debatedora, já confirmaram presença Sueli Brusco (SIM Group), Luiz Salles (Cia Group), Paulo Netter (LTM) e Ricardo Albregard, advogado e secretário do Comitê.

Para finalizar, a partir das 15h40 do dia 30, o Comitê de Trade Marketing discute o “Live Marketing e tendências mundiais: expectativas do varejo em relação à indústria e ao setor de serviços”, com mesa debatedora composta por Ricardo Roldão (CEO do Atacadista Roldão), Marcos Carcagni (Diretor de Inovação da Imbera Beyond Cooling) e Patricia Lanzoni (CEO da JPL Trade Marketing Results), como mediadora.

Com o objetivo de posicionar o mercado, aprimorar a relação entre cliente e agência e mostrar a evolução do Live Marketing no Brasil, o 1º Congresso Brasileiro de Live Marketing irá reunir convidados de peso, como Patrick Flynn, diretor técnico do Cirque du Soleil; Roberto Abdelmur, presidente da ETCO; Rachel Denstone, compras da BRF; Marcelo Miranda, diretor Marketing da SKY; Fernando Chacon, CMO do Itaú; Andrea Bó, diretora de marketing da J&J; Roberta Medina, realizadora do Rock in Rio entre outros.

O Live Marketing é um dos mercados que mais cresce no país. Em 2012 movimentou R$ 40,3 bilhões no Brasil, com estimativa de crescimento de 15% para este ano.

Confira a programação completa das atividades paralelas dos Comitês especializados da AMPRO:

Dia 29 de julho:

14h às 15h30 GEA-Grupo de Estudos Acadêmicos

15h40 às 17h10 Comitê de Planejamento Logístico

Dia 30 de julho:

10h30 às 12h COVIA-Comitê de Operadoras de Viagens de incentivo

14h às 15h30 Comitê de Marketing de Incentivo

15h40 às 17h10 Comitê de Trade Marketing

Serviço: 1º Congresso Brasileiro de Live Marketing

Data: 29 e 30 de julho de 2013

Local – Área de eventos do WTC

Endereço – Av. das Nações Unidas, 12551, São Paulo/SP

Informações e inscrições: www.congressolivemarketing.com.br

Fonte: ClienteSA