Kia Sorento entra para a Liga da Justiça

Resultado da parceria entre a Kia Motors e a DC Entertainment, o Kia Sorento Justice League foi revelado na Comic-Con, em San Diego, EUA.

O Sorento representa o último de uma série de oito carros da marca com o tema da Liga da Justiça. O responsável pela concepção deste Kia Sorento temático, foi o desenhista de quadrinhos e copublisher da DC Entertainment Jim Lee.

Vale lembrar que este carro faz parte da campanha “We Can Be Heroes” e está incluído em um leilão beneficente no eBay. O leilão estará disponível até o dia 27/07, no site. Até agora, a campanha conseguiu arrecadar mais de 2,3 milhões de dólares (R$ 5,15 milhões), e ajudou mais de cinco milhões de pessoas na África.

Fonte: Julio Cesar/UOL.

Shell vai premiar o melhor motociclista do Brasil

Estão abertas as inscrições para a promo “O Melhor Motociclista do Brasil 2013“. É uma ação de marketing promocional educativa que estimula a pilotagem segura da motocicleta e premia o melhor condutor com uma máquina italiana Ducati Monster 796 ABS.

O modelo, lançado no Brasil neste mês, é o grande prêmio para que motociclistas busquem conhecimento e respondam corretamente a 20 questões sobre segurança, pilotagem defensiva e manutenção preventiva. A ação promocional é patrocinada pelo óleo lubrificante para motocicletas da Shell e organizada pela revista Duas Rodas.
“A ação tem o objetivo de disseminar conhecimentos para uma pilotagem consciente, e, consequentemente, associa as marcas a práticas responsáveis. Fazemos isso de uma maneira natural, porque é preciso buscar informações para responder corretamente ao questionário”, explica Marcelo Assumpção, da organização.

O questionário é respondido on-line e encerrado com a criação de uma frase. Dez participantes que gabaritarem o questionário serão selecionados pela frase para provar suas habilidades em uma pista montada no próximo Salão Duas Rodas, em outubro, na capital paulista.

As inscrições pode ser feitas até o dia 15/09 pelo site da Duas Rodas.

Fonte: Promoview

Cadê o espetáculo do crescimento?

Seis anos depois do lançamento de sua primeira versão e com gastos acumulados na casa dos trilhões de reais até este momento, o Programa de Aceleração do Crescimento parece não empolgar muito a plateia com o seu espetáculo do crescimento econômico: chegamos ao terceiro trimestre de 2013 com uma inflação anualizada acima de seu limite superior de controle (6,5%) e com grande probabilidade de crescimento real negativo do PIB para o segundo trimestre deste ano, em função da forte desaceleração da indústria e de um crescimento modesto do setor de serviços.

Diante do exposto, as grandes questões que ficam são:

1. Apesar dos investimentos públicos feitos em infraestrutura por meio do PAC e do PAC 2, por que ainda existem diversos gargalos estruturais que impedem o pleno desenvolvimento das atividades econômicas? E

2. Por que um país que possui o quinto maior mercado consumidor em potencial do mundo não consegue atrair investimentos privados para a formação bruta de capital fixo, a fim de aumentar capacidade produtiva e permitir, assim, que seja atendida a demanda reprimida de uma nova classe média ávida por consumo em quantidade e qualidade?

Em relação ao primeiro questionamento, parece que a resposta está na imprecisão dos planos que sustentam as ações do PAC, pois falta a devida pormenorização dos projetos em carteira no momento de sua concepção, o que resulta em sucessivas revisões de cronogramas e orçamentos desses projetos. Em síntese: por falta de planos de gerenciamento de projetos adequados desde o início, obtém-se menos gastando mais num mesmo período de tempo.

Ainda em relação ao PAC, há que se observar uma predileção por projetos megalomaníacos em detrimento de soluções menos dispendiosas e mais condizentes com as necessidades regionais e locais. Um exemplo disso está na construção de grandes usinas na região norte de nosso país, que sofrem com sucessivos atrasos de cronogramas em decorrência de riscos não previstos ou subestimados, como gargalos logísticos para suprir as obras e ocupações indígenas, quando projetos de pequenas centrais hidrelétricas muito bem poderiam atender as necessidades nacionais com menos investimentos, menos perdas com transmissão de energia elétrica por grandes distâncias (afinal de contas, é o centro-sul o principal mercado consumidor de energia) e menos impactos ambientais.

Quanto ao segundo questionamento levantado, frise-se a insegurança que investidores estrangeiros ainda têm em relação ao nosso país por entenderem que existem constantes mudanças de regras no ambiente de negócios local, como as que vêm ocorrendo nos setores de petróleo e gás e mineração, reduzindo, destarte, o retorno sobre os seus investimentos de longo prazo. Some-se a isso a falta de confiança na equipe econômica que assessora o Governo Federal. Em vista disso, ocorre uma verdadeira farra do boi de capitais especulativos em nosso país, que se aproveitam da inanição da equipe econômica do Governo Federal para lucrarem no curtíssimo prazo.

Por fim, um elemento que é decisivo para a falta de robustez do desenvolvimento econômico (e social) brasileiro é a deficiência de nosso sistema educacional. Nossas escolas públicas carecem de professores, infraestrutura e currículos alinhados com as necessidades de formação de cidadãos conscientes e qualificados para transformar a pátria grande em grande pátria. Faltam escolas técnicas e universidades e sua distribuição é desigual, sendo maior a concentração nas capitais estaduais e menor nas cidades do interior. Além disso, ainda existe distanciamento entre o meio acadêmico e iniciativa privada e sociedade. O resultado dessa soma de fatores é o déficit de formação de mão de obra qualificada para atender o mercado e do surgimento de ilhas de saber, muitas vezes, incapazes de atender as demandas sociais. Isso sem falar no distanciamento de nosso país em relação aos países líderes em inovação tecnológica.

Portanto, urge a cooperação entre Poder Público, empresas e sociedade para planejar, implementar e monitorar ações de curto, médio e longo prazos para conduzir o Brasil ao espetáculo do crescimento que tanto foi alardeado nos últimos anos. Afinal de contas, quando o assunto é desenvolvimento econômico-social, não deve haver espaço para demagogia, já que o resultado de um discurso vazio será sentido por esta e pelas próximas gerações. Conhecimento e boa vontade não faltam dentro e fora da Administração Pública. Basta saber (e querer) contar com as pessoas certas nos lugares certos no tempo certo. A isso, chamamos Administração Pública Gerencial.

Um forte abraço a todos e fiquem com Deus!

Fonte: Administradores

A Espionagem dos EUA: Por que causou tanto reboliço?

O agente da espionagem americana, aposentado, na rede de “comunicações via correios”, nos informou que o reboliço causado pela ESQUERDA da América Latina está relacionado ao que se puderam apurar em termos de indícios, conversações escritas, conspirações contra os povos, os domínios e potentados criminais de empresários e políticos e outras malandragens a mais, tais como: lavagem de dinheiro, desvios de verbas, nomeações com laranjas facilitadores (Ex, caso da ANA – Agência Nacional de Águas) e outras temeridades lesa-pátria e crimes contra a humanidade latina.

Os casos registrados e vistos pelo Estado Maior Militar, que Obama montou mostram “quem, o que, quando, como, quanto US$ e para quem” foram ativadas ações, tarefas e atividades ilícitas, em várias situações de ordem de alta traição ao povo, à instituição constitucional, ao sistema de leis e judiciais, ao sistema financeiro, às reservas de energia, metais, minerais, vegetais, territoriais e etc.

São transgressões de arrepiar os patriotas. E o Brasil tem pouco deles. São aberrações insuportavelmente imorais e de afetação estratégica à riqueza presente e futura das nações. Só se salva o CHILE… O agente nos informou que nem sob tortura ele revelaria tais informações. Além dele não ser rastreável, pela estrutura de segurança de nenhuma nação latina.

Os latinos estão em atraso tecnológico total, em relação aos EUA. Não há técnicos, nem equipamentos, nem verbas e nem estruturas de detecção e/ou neutralização de atos de espionagens e contra informações em país latino algum.

O Brasil ainda está na plataforma precária de investigações científicas, nas formulações do pós 2ª Grande Guerra Mundial, assim mesmo com muitas técnicas do FBI propriamente ditas, da era de J. Edgard Hoover. Outros países latinos, ainda nem entraram no século 20 da investigação científica e de seu aparelhamento tecnologicamente moderno e complexo.

Há um reboliço de lideranças hipócritas de ladrões, agentes de peculato e prevaricação, falsidade ideológica, alta traição à pátria, com desregramento e transgressões constitucionais, feitas sobre povos indefesos, pela ausência de agências de investigação e segurança institucional, e por agentes de corrupção e lobbies internacionais.

Não se trata de violação nenhuma de soberania e do destino natural dos povos, mas de criação de vigilância para salvaguardas defensivas aos investimentos norte americanos na América Latina, em frente à recorrência de movimentos ideológicos socialistas e comunistas.

Os EUA têm investido trilhões de US$ na região e foi nestes últimos quase 100 anos um parceiro forte de investimentos, e que até ajudaram ao país – Brasil – chegar à 7ª Economia do planeta.

Exemplos da participação norte americana no desenvolvimento do Brasil:

http://www.ibm.com/br/ibm/history/ibm_brasil.phtml, IBM no Brasil – desde 1917;

http://www.clubedofordinho.com.br/si/site/0058/p/Hist%C3%B3rico%20da%20Ford%20Brasil, FORD no Brasil – desde 1919;

http://pt.wikipedia.org/wiki/Chevrolet, CHEVROLET no Brasil – desde 1924;

http://brazil.geblogs.com/viaje-pela-nossa-historia/, GENERAL ELETRIC no Brasil – desde 1919;

As infiltrações de agentes ideológicos e de motivos corruptores estão tão fortes na região, que estão vilipendiando as riquezas nacionais, sem o controle dos povos latinos, seus administradores, e sem a devida responsabilidade patriótica de ninguém… Muita coisa poderá provocar o IMPEDIMENTO COLETIVO de líderes de 10 a 15 nações latinas.

O Brasil perdeu uma instalação da PETROBRÁS na Bolívia e ficou por isso mesmo (é tão rico a este ponto?). Os EUA têm muito mais do que uma simples instalação de energia e combustível no Brasil. Têm um complexo industrial investido, que ajudou a nação ser a 7ª Economia do planeta, fora o know-how transferido para cá em quase todos os ramos tecnológicos modernos, para fabricação de produtos e serviços de qualidade, com produtividade e economia…

Com o Partido dos Trabalhadores na governança efetiva, e que tem viés socialista e comunista, os EUA estão vigiando os movimentos e as conspirações contra os povos, brasileiro e outros latinos, feitos por seus líderes administrativos e políticos, para minimizar os impactos econômicos em suas empresas e interesses comerciais no país.

Com o PT governando o Brasil não há possibilidade de se efetivar CONCORRÊNCIA PERFEITA OU QUASE PERFEITA…

O Partido dos Trabalhadores interfere até na estrutura patrimonial, de valoração e precificação de materiais, matérias primas e insumos, alterando os padrões técnicos de escolhas e seleção de recursos necessários à produção. Interfere nos critérios de seleção de ações executivas privadas, prestigiam esquemas espoliadores, com falsos especialistas, com participações societárias prejudiciais e com comissões, impondo debilóides em esquemas de cerceamento e coerção, da soberania de autogestão privada das empresas. Já acabaram com a PETROBRÁS usando as práticas "administrativas do comunismo". O que já aconteceu em toda a Venezuela. A Argentina vai descendo a ladeira do progresso.

Apesar deste reboliço todo os EUA vão continuar sua “espionagem” sobre os povos latinos, para minimizar os riscos de seus investimentos, de seus interesses e de seu pessoal locado aqui para ajudar o desenvolvimento dos países.

E alerta ainda que irão compartilhar com outros países investidores no Brasil, sobre as tramas, fraudes, falcatruas, falsidades ideológicas e picaretagens de administradores e políticos, no Brasil, enquanto as sombras do socialismo e do comunismo pairarem sobre povos incultos, sujeitados aos crimes lesa-pátria e lesa-humanidade, em face do que se praticou, pelo menos nos últimos 11 anos.

Por isso nossa ECONOMIA vai mal…

Fonte: Administradores

Afinal, como se administra?

A administração é uma ciência humana e, não sendo uma ciência exata, suas técnicas, práticas e experiências são bem variadas. Essa afirmação é fácil de ser comprovada na prática de trabalho de inúmeras pessoas que, pelo menos uma vez, já trocaram de emprego. Um empresário (administrador) jamais gerencia sua empresa da mesma maneira que outro, ele gerencia e administra da sua maneira, mesmo que tenha feito a mesma faculdade com os mesmos professores e ainda tenham sido estes colegas de classe.

Cada pessoa tem o seu jeito, tem o seu estilo, isso não muda. É sabido que a própria ciência da Administração, suas teorias e experiências mudam de acordo com a cultura e evolução da sociedade. Se isso acontece, porque teríamos então que estudar Administração?

Na verdade esse estudo nos nivela a um padrão de teorias e experiências bem sucedidas e que seu conhecimento nos coloca com mais condições para decidirmos e fazermos um futuro melhor.
Para melhor entender utilizo um conceito mais simples de Administração. Respeitando e compilando os conceitos de outros autores, eu resumiria que Administração é: "Tomar decisões, através das pessoas para os melhores resultados". Nesse conceito destaco três palavras chave para se considerar a administração de necessidades de uma empresa ou até mesmo de nossas vidas: decisões, pessoas e resultados.

Tomar decisões – eis aí uma das coisas mais difíceis de fazer, ainda mais quando se trata de pessoas – é o mais determinante. Imagine você ter que decidir entre duas pessoas para contratar em sua empresa, por exemplo, o cargo seria de vendedor técnico de máquinas, sendo subordinado a um gerente de vendas. Uma delas demonstrou que tem todo o potencial técnico que você necessita, mas você ficou com dúvida sobre sua postura profissional e bom relacionamento para trabalhar no grupo. A outra pessoa se mostrou bem mais desenvolvida na postura e relacionamentos, mas não tanta habilidade ou potencial técnico. Qual pessoa deve ser contratada?

O mundo sem pessoas seria morto, ou seja, nem existiria. Viver e se fazer vivo significa ter uma relação forte com outras pessoas, ou seja, criar um bom relacionamento. A administração de sua vida ou empresa depende basicamente das pessoas com que você convive ou trabalha. Administrar, desta maneira, se torna algo muito complexo, mas verdadeiramente humano. Afinal, você administra é para as pessoas, e não para coisas materiais.

Basicamente administro em busca dos melhores resultados. Se você não pensa assim nem se preocupe em administrar ou entender melhor a ciência da Administração, ela não tem sentido sem resultados. O resultado de forma pessoal pode ser uma melhora no amor em família, uma melhora na sua saúde, por exemplo, balanceando sua alimentação, as atividades físicas que faz, etc. Mas resultado positivo mesmo é sair de uma situação atual para uma melhor.

Concluímos então que Administrar tem de ser, necessariamente, uma atividade baseada em projetos e ações que dêem as melhores condições para a tomada de DECISÃO, as melhores condições para o bom relacionamento entre as PESSOAS, e daí então, a coordenação de todas as ações para alcance dos melhores RESULTADOS.

Por fim lembre ainda algo importantíssimo da área do Marketing: os resultados devem ser mais humanos, devem estar focados nas necessidades das pessoas. Pensando assim, nas pessoas, os MELHORES RESULTADOS serão conseqüência. Portanto, estude mais, administre de seu jeito e estilo, mas entenda e valorize as pessoas, é você quem decide seu futuro e resultados!

Fonte: Administradores