8 Ps do marketing digital versus 4 Ps do marketing: qual a diferença?

Se você ainda não sabe o que são os 8Ps do Marketing Digital, mas já sabe o que são os 4Ps do Marketing “tradicional”, certamente deve estar se questionando agora, ou já se questionou, porque dizem 8 e não 4, porque criaram 8Ps?

Em primeiro lugar saiba que um não tem tanto a ver assim com o outro, na verdade o Mix de Marketing é uma ferramenta, teoria ou metodologia, como queira, onde os 4Ps (Produto, Preço, Praça e Promoção) existem e ainda existirão com a mesma importância, sendo estes muito importantes em um trabalho tático de planejamento de Marketing. Mas nos 8Ps temos apenas somente 1P que vem com significado muito semelhante com os do Mix, que é o P de Promoção, somente este.

Os 8Ps (Pesquisa, Planejamento, Produção, Publicação, Promoção, Propagação, Personalização e Precisão) seriam como um passo a passo contínuo, cíclico, que formam as estratégias de Marketing Digital. Esta é uma metodologia muito importante, extremamente útil e muito bem arquitetada por Conrado Adolpho Assis.

Já o Mix de Marketing (os 4Ps) foi uma estratégia, ao meu ver, muito inteligente, criada por Jerome McCarthy, onde pelo menos pensando as ações de marketing sobre 4Ps já teríamos uma abrangência bem significativa do que deve ser pensado (planejado) e executado em uma empresa em termos de Marketing.

Assim, uma empresa precisa entender muito bem Marketing, precisa executar Marketing como uma cultura ou uma filosofia na empresa, fazendo com que esta foque sempre suas atenções ao cliente ou consumidor. Para atuar de forma mais efetiva no ambiente digital algumas metodologias precisavam ser desenvolvidas, e não tenho dúvidas que entendendo a fundo o funcionamento dos 8Ps do Marketing Digital, a empresa consegue fazer um trabalho na Internet de forma exemplar, consegue faturar mais e inclusive descobrir novas oportunidades.

Estude mais este assunto, garanto para você que vale apena!

Fonte: Administradores

O mundo dos negócios segundo o filme "Tudo Por Um Sonho"

O filme "Tudo Por Um Sonho" é baseado em uma história real. Baseado na história de vida do surfista Jay Moriarity, um prodígio garoto que aos 15 anos de idade decide enfrentar o maior desafio de sua vida. Ele decide enfrentar as Costas Mavericks, onde ficam as maiores ondas do mundo. Mas, o que o este filme nos ensinaria sobre o mundo dos negócios?

Durante sua jornada ele inicia uma amizade com Frosty Hesson, um surfista veterano interpretado no filme pelo conhecido ator Gerard Butler. No mundo dos negócios, em qualquer que seja o ramo, é fundamental a presença de um "frosty", alguém que será o seu mentor, aquele que mesmo contra a sua própria vontade irá lhe ensinar tudo o que for necessário e importante para que você esteja preparado para alcançar o êxito.

Segundo Frosty, existem quatro pilares fundamentais para se chegar a esta estrutura humana de preparação: o físico, o mental, o emocional e o espiritual. Em outras palavras, para que consigamos o alcançar o êxito nos negócios é necessário que estejamos em constante equilíbrio com o que praticamos, o que pensamos, o que imaginamos, e principalmente, naquilo em que acreditamos.

O mito das ondas gigantescas, como as Mavericks – consideradas pela grande maioria dos surfistas como impossível de ser enfrentada é antigo. Tão antigo quanto o mito de que somos incapazes de realizar nossos maiores desafiosl. Mas, assim como existem surfistas capazes de enfrentar as maiores ondas do mundo, também somos capazes de enfrentar nossos maiores desafios. O filme nos faz perceber que entre o impossível e o possível existe algo que conhecemos como o medo.

Do quê você tem medo? Qual legado quer deixar? Quais coisas você não consegue encarar porque tem tanto medo?

Estes questionamentos feitos pelo mentor de Jay nos fazem refletir sobre o que nos impede de alcançar o êxito no mundo dos negócios. A resposta para estas perguntas pode ser a "chave" para o que existe entre o possível e o impossível.

Fonte: Administradores

Marcas que "marcam" vendem mais

Uma marca reconhecidamente lembrada pelos consumidores é uma “marca forte”. E isso faz toda a diferença principalmente no momento da escolha, quando ela é preferida incondicionalmente sem sequer avaliar as possíveis vantagens das concorrentes.

Embora a marca seja um bem intangível ela acaba ganhando tangibilidade quando adquiri o prestigio suficiente para fazer o consumidor avaliar positivamente os produtos ou serviços ofertados e associados a uma marca ao ponto de transformá-la em sinônimo de um produto, é o caso da bombril que se transformou e sinônimo de esponja de aço ou da maizena, que as donas de casas ao precisarem de amido de milho vão ao supermercado comprar maizena. Estes são apenas alguns exemplos da importância de uma marca forte.

Algumas empresas conseguem manter marcas fortes por muitos anos enquanto outras sequer conseguem estabelecer suas marcas. Estudo realizado por institutos de pesquisas como o Bonilha, que há vários anos faz pesquisas Top of Mind sobre as marcas mais lembradas pelos consumidores tem mostrado que os produtos e serviços que fazem parte do cotidiano das pessoas e que têm um grau elevado de aceitação por parte delas são as mais lembradas, porém o uso constante e a qualidade são fatores importantes mas, insuficientes para manter-se vivo na lembrança do consumidor.

A recordação é alimentada e fortalecida pela comunicação que a marca mantém com o público, a propaganda é importantíssima dentro do quesito comunicação, pois seu papel elementar é fazer com que o consumidor lembre sempre que o produto ou serviço, simbolizado pela marca é algo indispensável para ele.

Atualmente existem vários produtos e serviços de boas qualidades no mercado, que não conseguem conquistar um espaço na mente dos consumidores. Estudos apontam que isso não acontece devido principalmente pelo volume de investimento que os empreendedores e empresários dispõe ou estão dispostos a investir em comunicação, pois se os recursos forem escassos a tarefa de manter a percepção da marca em evidência será extremamente difícil, e isso leva os empreendedores a buscar apenas um nicho ou seguimento de compradores.

Mas, isso não significa que um pequeno ou micro empresário não possa construir uma marca bonita, criativa e que tenha significado, para isso é preciso estar atento às características da demanda. É preciso perceber o que os consumidores querem e como querem, deverá lançar ou adequar seus produtos a fim de atender as exigências dos seus clientes. É preciso promover adaptações intrínsecas e externas.

Se o produto agrada aos jovens, por seus apelos radicais ou ambientais, sua embalagem e marca deve ser coerentes em formato, cores, simbologia compatível com a cultura jovem, e outros indicadores que possa transmitir credibilidade. O importante é conquistar a satisfação do consumidor não apenas com o produto, mas também com a honestidade e responsabilidade da empresa que o produz. Ao conseguir isso uma marca da credibilidade estará para sempre na cabeça do consumidor.

Fonte: Administradores

Análise – A contratação de imigrantes e o desenvolvimento do mercado de trabalho brasileiro

A imigração já marca o Brasil por cinco séculos. Os primeiros imigrantes foram os portugueses, na época do descobrimento do Brasil, no século XVI e, desde então, em proporções maiores e menores, eles foram chegando. No entanto, foi na segunda metade do século XIX que se iniciou o grande fluxo de expatriados. Após este período, o Brasil nunca mais atingiu a marca de cinco milhões de imigrantes, registrada anteriormente. Hoje, o total é de dois milhões no mundo e, de acordo com especialistas, o Brasil é um dos países com o menor volume deles, apenas 0,2% da população.

Uma pesquisa conduzida por uma empresa especializada do setor classifica o Brasil em 27ª posição, no que se refere à questão da atratividade para imigrantes. O Chile e a China são os destinos mais procurados por profissionais e estudantes, ocupando a 9ª e a 19ª posições, respectivamente. A Suíça, Cingapura e Estados Unidos lideram o levantamento. Se considerarmos o percentual de estrangeiros nos países, nossos números também deixam a desejar. Enquanto Suíça lidera com 22,3%, ficamos apenas com 0,3% da nossa população.

Com o baixo número de estrangeiros e o apagão de mão de obra, é preciso repensar as estratégias para tornar o país ainda mais atrativo para estes profissionais. De acordo com pesquisas do setor, cada profissional estrangeiro poderia gerar entre 1,3 e 4,6 empregos e ainda, é claro, agregar ao trabalhador brasileiro a cultura de disseminar know-how a outros profissionais, além do conhecimento processual.

São inúmeros os benefícios proporcionados pela vinda de imigrantes para o Brasil. Os níveis de especialização, bagagem, experiências múltiplas e até mesmo a fidelidade profissional característica, têm muito a acrescentar em nossa cultura organizacional.

O principal benefício que a imigração traz ao Brasil é a oportunidade de qualificar a mão de obra em nível nacional, com profissionais especializados, formados por escolas mundialmente reconhecidas e dispostos a aplicar, ensinar e transmitir o conhecimento e a tecnologia utilizados no país de origem.

Uma rápida análise da história brasileira revela que a participação dos imigrantes no século XX permitiu a modernização da agricultura, o processo de industrialização e o desenvolvimento do comércio e do setor de serviços.

Embora o País tenha avançado muito nos últimos cem anos, pouco se investiu na formação e qualificação profissional e há um apagão de talentos em todas as áreas profissionais. Em uma economia moderna e em desenvolvimento, esta realidade é preocupante e a importação de mão de obra qualificada, disposta a transmitir e compartilhar conhecimento é uma alternativa eficiente para combater os anos de atraso educacional e profissional do País.

Em meio a este cenário e em busca de maior diversidade e conhecimento de mercado, as empresas buscam, com cada vez mais frequência, mão de obra especializada e que está em falta no mercado brasileiro. Vale ressaltar que este esforço vindo das empresas não visa prejudicar ou refrear a presença de brasileiros no mercado de trabalho, e sim contribuir com a formação e técnica destes profissionais que, em breve, terão o know how necessário para suprir às demandas existentes.

Entretanto, para que este intercâmbio funcione na prática é preciso repensar alguns (pré) conceitos sociais, raciais e até sexuais da cultura brasileira. É preciso que as empresas pensem em treinamentos interculturais, por exemplo. Para que haja maior interação e respeito mútuo à cultura de cada país dentro das organizações, é necessário que os colaboradores conheçam e respeitem as culturas e o espaço um do outro.

Questões como os esforços do governo para promover esta interação e facilitar a entrada de imigrantes no País, bem como medidas que auxiliem no posicionamento do Brasil como um polo atrativo e de boas oportunidades são alguns dos desafios.

O Brasil já evoluiu muito em alguns aspectos imigratórios. Porém, ainda temos um longo caminho a percorrer. Em tempos de globalização, o País não pode perder esta oportunidade de crescimento, troca e transferência de conhecimento.

A vinda de estrangeiros não pode nem deve ser considerada uma subtração no número de vagas. Deve sim ser entendida como uma oportunidade de novas posições de trabalho e de desenvolvimento iminente do País, para ampliação e formação de profissionais completos.

Renê Ramos – é sócio da EMDOC, consultoria especializada em serviços de mobilidade global.

Fonte: Administradores

Cresce inadimplência do consumidor

A inadimplência do consumidor encerrou o primeiro semestre de 2013 com crescimento de 5,6%, em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo Indicador Serasa Experian. É a menor variação para os seis primeiros meses do ano desde 2011, quando a inadimplência do consumidor cresceu 21,6%. Na variação mensal (junho contra maio) o índoce registrou queda de 4,0%. Na relação anual (junho deste ano contra o mesmo mês do ano passado) o indicador caiu 3,0%.

Segundo os economistas da Serasa Experian, o consumidor está mais cauteloso em relação à sua situação financeira neste primeiro semestre do ano. A inflação reduziu o poder aquisitivo e o ciclo de elevação dos juros tem penalizado aqueles que utilizam intensamente o cheque especial e o rotativo do cartão de crédito. Diante deste cenário, o consumidor evita novas compras a prazo e prioriza o pagamento e a renegociação das dívidas. Ainda de acordo com os economistas, a inadimplência como um todo está perdendo fôlego em decorrência de um conjunto de fatores desfavoráveis ao consumidor, com menos renda e mais juros.

As dívidas não bancárias (junto aos cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica, água etc.) foram as principais responsáveis pelo crescimento do indicador no primeiro semestre do ano, com variação positiva de 12,6% e contribuição de 5,8 p.p. A inadimplência com bancos também cresceu 1,3% e contribuiu com 0,6 p.p. Já os cheques sem fundos apresentaram queda de 9,4% e contribuição negativa de 0,7 p.p. Os títulos protestados também caíram 1,4%, mas apresentaram contribuição nula no indicador semestral.

Fonte: ClienteSA