O Boticário lança ação promocional com descontos em maquiagens

Até o dia 11 de agosto, a rede de lojas de O Boticário oferece para clientes 20% de desconto em produtos de todas as linhas de maquiagem da marca. A ação celebra a chegada do Inverno e completa a nécessaire de maquiagem, garantindo a produção de vários looks em diferentes estilos.

Participam da promoção os diversos produtos das linhas Intense, Make B., Capricho e Sophie Teens. Esmaltes, lançamentos e acessórios não estão incluídos

Fonte: Cidade MArketing

Estudo aponta participação das principais ações de marketing digital

Trazer um panorama sobre o impacto das principais ações de marketing nos canais digitais foi o objetivo do estudo inédito da Serasa Experian sobre Performance nos Canais Digitais que apontou o ciclo do search dentro do segmento.

Realizada com mais de mil empresas, 72% disseram investir em ações de search. Desse total, 39% procuram aumentar a receita das vendas, enquanto 29% têm com objetivo primário elevar o tráfego do site. Enquanto isso, 16% dos entrevistados almejam gerar leads e 13% apenas melhorar o relacionamento com o público. Já 3% das empresas esperam aumentar a exposição da marca.

Na participação efetiva do search dentro do e-commerce, em que foi monitorado o comportamento de cerca de 500 mil e-consumidores ao redor do país, a representatividade do canal no tráfego total é de 27,25% e a participação na conversão total é de 33,73%. A taxa de conversão do canal fica em 2,08%.

A pesquisa completa pode ser encontrada no Slide Share da Virtual Target www.slideshare.net/VirtualTarget

Fonte: Cidade Marketing

Branding. Andam falando por aí…

A reputação de uma empresa pode ser o seu ativo mais valioso. Desde o momento da conquista, à fidelização de um cliente, a boa imagem é essencial, algo intrinsecamente ligado a qualidade dos serviços e produtos oferecidos e de um relacionamento em que o consumidor consiga reconhecer o valor da marca que sempre confiou. Na era da informação, em que o poder colaboracionista das redes sociais pode impactar espantosamente a vida de uma companhia, é preciso gerir com maestria a boa, ou má, fama que se constrói.

Uma vez que compromete o lucro, impacta a concorrência, atrai – ou repele- mais consumidores, a reputação de uma empresa pode ser considerada um ativo tangível. Por isso, o gerenciamento da imagem desta se torna vital para o negócio, algo que pede um sólido plano de negócios, alinhado a estratégias mais assertivas. Dalton Pastore, CEO da Corpora – BR, empresa com foco na reputação corporativa com ações de branded content e brand experience, explica que as principais empresas e corporações do mundo tratam da reputação de maneira profissional, "Com apoio de inteligência estratégica especializada", diz. "As corporações precisam hoje em dia alinhar o corporate value que oferecem a sociedade, com os anseios de seus stakeholders e seu plano de negócios. Em um assunto tão fundamental como reputação, não há espaço para improvisações", conclui.

Também não há espaço para as falhas dentro das redes sociais. Com o poder de disseminar, e rápido!,as informações de qualquer empresa, saber manejar as críticas e elogios é essencial a manutenção da boa reputação. "Na era da informação e do conhecimento que estamos vivendo, a alternativa muitas vezes segura e confortável do "low profile" não está mais disponível. Todo mundo tem uma opinião sobre todas as corporações e tem meios de multiplicar esta opinião", afirma Pastore. "As empresas estão dedicando esforço e recursos ao gerenciamento de sua reputação simplesmente porque isso é vital para seus negócios. Vale muito dinheiro", completa.

Quem também está atenta à reputação nas mídias sociais é a equipe da Whirlpool. José Júlio Pereira, presidente de manufatura, serviços ao consumidor, peças e qualidade da companhia na América Latina, explica que o monitoramento das redes é preocupação constante da marca. "Nós monitoramos ativamente as citações às nossas marcas e sempre buscamos o diálogo. Nosso foco é atender aos desejos e às necessidades dos nossos consumidores, seja na escolha de um novo produto, ou no atendimento pós-venda", diz Pereira. "Em busca disso, investimos continuamente em inovação, qualidade e comunicação com o nosso público. A boa reputação no mundo digital é resultado de uma postura transparente e receptiva, que permita o aprendizado constante", conclui.

A responsabilidade é de todos

A quem compete a responsabilidade de gerir a imagem de uma empresa? Isto depende só do departamento de comunicação? Para a diretora de relações institucionais da Basf, Gislaine Rossetti, é preciso repassar os valores da marca para toda a equipe, de modo que isto a reputação seja reflexo do bom funcionamento interno da companhia. "Acreditamos que todos os nossos colaboradores são embaixadores da marca Basf. Para isso, temos o trabalho de engajamento deles por meio de ações de comunicação interna, além da capacitação de líderes como porta-vozes de comunicação, unificando as mensagens-chave da companhia", explica.

Fonte: ClienteSA

O ativo mais importante da empresa

A reputação de uma empresa é seu bem mais valioso, seu ativo mais importante. Em tempos em que o consumidor está mais participativo por meio das redes sociais, é preciso saber gerir com maestria a imagem da companhia, caso contrário, a vida desta pode estar correndo um grande risco. "Na era da informação e do conhecimento que estamos vivendo, a alternativa muitas vezes segura e confortável do ´low profile´ não está mais disponível. Todo mundo tem uma opinião sobre todas as corporações e tem meios de multiplicar esta", afirma Dalton Pastore, CEO da Corpora – BR, empresa com foco na reputação corporativa com ações de branded content e brand experience.

O executivo destaca que o compartilhamento das informações sobre determinada empresa não se restringe aos clientes. "Funcionários, fornecedores, distribuidores, imprensa, legisladores, agentes de regulação; todos tem influência no sucesso ou no fracasso da corporação", diz. Pastore ainda acrescenta que dentro da organização, o dono, CEO da empresa é quem tem a primeira responsabilidade sobre a imagem corporativa, sobrevindo para todos os diretores e, por fim, os funcionários.

A reputação ainda pode comprometer no lucro, impactar a concorrência, atrair – ou repelir -, mais consumidores, por isso o gerenciamento da imagem se torna vital para o negócio, algo que pede um sólido plano de negócios, alinhado a estratégias mais assertivas . "As principais empresas e corporações do mundo tratam da reputação de maneira profissional, com apoio de inteligência estratégica especializada, diz Pastore. "Uma conexão falha com os stakeholders (públicos de contato) pode comprometer a habilidade de uma corporação para contar com sua boa vontade, confiança e suporte. O que, por sua vez, certamente irá tornar mais difíceis os objetivos traçados no plano de negócios", conclui.

Prevenir para não remediar

A maneira como a crise de uma imagem é gerenciada pode ser decisiva a companhia. Saber manejar, sem descuidos, a reputação de uma empresa desde -sempre – é fundamental para o êxito desta."As corporações precisam hoje em dia alinhar o corporate value que oferecem a sociedade, com os anseios de seus stakeholders e seu plano de negócios. Em um assunto tão fundamental, como reputação, não há espaço para improvisações", finaliza Pastore.

Fonte: ClienteSA

Ética, Negócios e Resultados

Quantas vezes nossos familiares fizeram um encontro para discutir princípios éticos? Quantas vezes na escola nossos professores discutiram ética sistematicamente? Quantas vezes nossos amigos se encontraram para discutir ética? Quantas vezes houve reuniões estruturadas na empresa para discussão exclusivamente de ética?

A resposta para essas questões é: Poucas vezes ou nenhuma vez!

Se não aprendemos ética na família; se não aprendemos ética na escola; se não aprendemos ética com os amigos; se não aprendemos ética no trabalho, como sabemos ética? Na verdade, há uma confusão profunda entre os conceitos de ética, que trata do bem e mal universal; com os conceitos de moral e conduta, que tratam do certo e errado particular. Como ética não está na agenda do dia de todos nós, pouco discutimos, e por isso pouco sabemos.

Falando especificamente das organizações, a ética também não é objeto de discussão do dia a dia como são discutidas outras questões como: planejamento, resultados, mercado, colaboradores etc. Na verdade, em empresas de maior porte a discussão sobre ética acaba terminando na formulação de um Código de Conduta, equivocamente chamado de "Código de Ética". Esse "Manual" existe para coibir algumas práticas equivocadas por parte de alguns colaboradores. Problemas como furto, quebra de equipamento, acesso às redes sociais, atrasos, faltas excessivas, relacionamentos amorosos, vantagens obscuras, favorecimentos de fornecedores, entre outros. Tudo isso são só aspectos morais e legais que necessitam mais de orientação e desenvolvimento de consciência do que um simples "manual" que acabará no fundo das gavetas.

A discussão ética é outra coisa. Ela tem como foco a relação de bem/mal entre todos na empresa e fora dela. A discussão ética promove o aumento da consciência em busca de um significado maior sobre a existência de todos nós e da empresa. Afinal, para quê você existe? Para quê a empresa existe? A discusão ética ajudará a entender que a resposta não é apenas: ganhar dinheiro e ser feliz. Isso é uma pequena parte da postura ética. A outra parte, e a mais importante, foca na razão essecial da existência. Trata do legado que vamos deixar para as futuras gerações e de que forma faremos isso. No fundo, queremos ser referência ética para todos que virão. É muito ruim pensar que nossos filhos dêem exemplos de postura ética utilizando outras pessoas que não nós, não é mesmo?

Uma empresa que discute ética de forma sistemática e estruturada não precisa criar manuais de boas práticas. Ela aposta que, ao aumentar o nível de consciência, as pessoas agirão de forma ética naturalmente com todos os agentes do holograma: acionistas, fornecedores, colaboradores, clientes, imprensa, governos etc.

Tratar as pessoas de forma ética é entender que as pessoas são sujeitos e não objetos. São fins e não meios. Essa postura mais humanística contribui para criação da imagem de marca de uma organização de forma ímpar. Organizações que assumem estrategicamente a ética como fio condutor, trilham o caminho mais difícil de se obter resultados. O mundo é formado muito mais por predadores do que por pessoas mais conscientes. Por outro lado, o fio condutor da ética gera valor perene. A empresa e seus profissionais se transformam em verdadeiros "inspiradores" para todo o entorno.

No fundo, queremos nos relacionar e fazer negócios com pessoas e companhias éticas. Prestigiaremos essas pessoas e empresas e até perdoaremos alguns deslizes, pois entenderemos que a intencionalidade dessas pessoas e empresas é a melhor para todos. Se não é possível me atender (como consumidor) do jeito que eu quero é porque existem argumentos éticos superiores que, com a devida explicação, eu tenho tendência a compreender.

Quando perguntamos para as pessoas- incluindo aqui as empresas-, Quem é você quando ninguém está olhando? A resposta de uma pessoa ética: O(A) mesmo(a). A resposta de quem não está nem aí com tudo isso é: Veja bem…

Francisco de Assis Sobrinho é Filósofo, Professor de Ética e Consultor.

Fonte: ClienteSA