As fortes marcas utilizam-se de logomarcas simples e um incessante trabalho de marketing

As marcas não nascem fortes e conhecidas, precisam ser construídas, razão pela qual há um incessante trabalho de marketing direcionado a elas.

A marca tem a função de representar uma identidade comercial, construindo a imagem da empresa junto ao mercado e à mente dos consumidores. Estes, por sua vez, agregam valores afetivos aos produtos influenciados pelo poder de determinada marca. Ela deve ser vista não apenas como um nome, mas como um grande patrimônio da empresa.

A maioria das marcas conhecidas mundialmente começaram pequenas, foram crescendo gradativamente e chegaram ao topo. Para chegar ao ápice de uma marca, tornando-a conhecida e poderosa, grandes investimentos e eficazes estratégias de marketing são fundamentais.

As ações de marketing mais utilizadas na construção de marcas fortes e duradouras incluem, publicidade bem elaborada, endomarketing, a identidade corporativa e visual, as promoções e merchandising, ações de responsabilidade social e o relacionamento com a imprensa.

Alguns elementos externos, como as ações dos concorrentes, as circunstâncias econômicas e a alteração de comportamento dos consumidores, também influenciam na força que uma marca terá em determinado momento.

Na última Copa, a Adidas fez uma ação de marketing nas redes sociais para popularizar sua bola. O gerente de marketing da Adidas no Brasil, Paulo Ziliotto, relata que 50% da verba foi para ações na internet: "Essa foi a primeira Copa em que Twitter e Facebook tiveram relevância. Isso fez com que as informações se espalhassem muito mais rápido".

As grandes marcas utilizam-se de logomarcas simples, sem muitos detalhes, como por exemplo, a Coca-Cola, Nike, Adidas, entre outras. É curioso ainda saber por que essas marcas com tanto poder utilizam símbolos sem muitos incrementos.
Dados publicados pelo SEBRAE, apontam que uma marca deve ser simples, a intenção é facilitar a associação do produto à logomarca, por isso quanto mais simples ela for, mais facilidade os clientes terão em gravá-la. A marca tem que estar associada a algo de positivo.

Marcos Hiller, especialista em marketing e professor de cursos de MBA, descreve a importância do branding, o gerenciamento da marca. Segundo ele, as marcas não são apenas símbolos, mas sim uma conexão com os consumidores.

A marca é fundamental para estabelecer laços entre empresa e cliente. Quando um consumidor faz a opção por um produto ou serviço demonstra que está satisfeito e é por esta marca que ele é capaz de pagar mais caro ou dar a preferência em um negócio.

Por Renata Carvalho – Grupo Bríndice

Mobile marketing, mídia eficiente e personalizada

Estreitar o relacionamento entre uma marca e o seu consumidor é o objetivo comum de todas as empresas que investem altos valores em estratégias de marketing, isto é, atingir o público-alvo com ações que promovam a sintonia do produto ou serviço com o seu cliente.

Considerando o cenário mercadológico em constante transformação e o aumento acirrado do nível de competição entre as empresas, torna-se necessário elaborar campanhas personalizadas que interajam e dialoguem com o consumidor. Surge então um novo tipo de mídia, o mobile marketing, capaz de atingir rapidamente o público segmentado e de proporcionar resultados significativos à empresa que está investindo.

Eficiente e de baixo custo, nenhuma outra mídia consegue ser tão pessoal quanto o mobile marketing e atingir números impressionantes, já que o aparelho celular está sempre às mãos dos consumidores. De acordo com os dados da ANATEL – Agência Nacional de Telecomunicações –, existem mais celulares do que habitantes no país, índice denominado como densidade. A taxa média de crescimento e as datas comemorativas (Natal, Dia das Mães, Dia dos Pais, etc) elevam as vendas dos aparelhos e estima-se que seja ultrapassada a marca de duzentos milhões de aparelhos ainda este ano.

A partir da entrada de dispositivos móveis como ferramenta de comunicação, abriu-se espaço para as atividades de marketing que são feitas sob medida para os interesses do usuário. Várias empresas vêm adotando esta ação promocional como parte de suas estratégias de divulgação e relacionamento com os clientes.

Estudos indicam que mensagens curtas, como SMS, MMS e WAP são bem mais eficientes do que o e-mail marketing. A publicidade via mobile é 70% mais lida do que os e-mails – e esse recurso pode construir a identidade de uma marca, além de aumentar as decisões de compra dos consumidores.

As tendências para o mercado do mobile marketing são mais promissoras que o uso da internet. O estudo Global Media Habits 2010 mostra como a mídia tem sido consumida ao redor do mundo e aponta que a penetração da internet é interrompida por custos, admitindo um elevado aumento na utilização dos aparelhos celulares. No Brasil, 32% das pessoas usam a internet, mas 86% delas têm telefones móveis. É o mesmo cenário de outros países, como China (20% contra 57%) e Indonésia (5% contra 66%).

Os aplicativos para smartphones são outra forma de tendência para o mobile marketing. Uma pesquisa realizada pela consultora de mercado IDC indicou um crescimento de 90% na venda de smartphones no mundo inteiro entre os meses de junho e setembro de 2010. O número é praticamente o dobro das 42,8 milhões de unidades vendidas no mesmo período do ano passado.

Esses apps estão em alta, principalmente em BlackBerrys, iPhones e Androids, e são apresentados em diferentes formas, além de cobrirem uma grande variedade de interesses. Porém, uma coisa é comum nos aplicativos móveis: todos eles estão abertos à publicidade.

O empresário e consultor de Marketing Interativo, Rodrigo Rosa, que dirige a 4Mobile Experience, focada em aplicativos para celular, afirma: “Apple e Android hoje lideram praticamente 60% dessa disputa comparadas aos outros sistemas operacionais. Enquanto a Apple ainda apresenta vantagens por dispor da maior loja virtual de aplicativos e facilidade de acesso aos mesmos, o sistema Android destaca-se por embarcar no maior número de fabricantes de aparelhos. Mas, acredito que a Apple terá de esforçar-se na relação de vantagens no hardware e flexibilidade do sistema operacional para enfrentar o Android de igual para igual”.

“O próprio avanço das tecnologias dos aparelhos para smartphones que permitem acesso à internet, e-mails e aplicativos é um grande fator que explica a adequação da informação ao dia a dia das pessoas. Quanto mais acessível a informação estiver para este público, mais rápido a empresa poderá se comunicar com o mesmo”, conclui o empresário do setor.

É importante ressaltar que a comunicação enviada ao aparelho de um consumidor exige o máximo de cuidado e atenção, porque de alguma forma o telefone móvel é a extensão da personalidade de quem o utiliza. Deste modo, um simples envio de SMS mal executado pode ser visto como invasão de privacidade.

Por Renata Carvalho – Grupo Bríndice

Marketing digital: a coqueluche do mundo do marketing

Toda ação de comunicação feita por meio de internet e telefonia celular é chamada de ação de marketing digital. E, como em todas as ações de marketing, elas buscam a captação de novos clientes e a melhoria da relação com os antigos, tornando-os cada vez mais fidelizados à marca, produto ou serviço. Atualmente, o marketing digital é uma das ferramentas de vendas e de fixação da marca que mais penetram na mente do consumidor, uma vez que a comunicação está presente o dia todo, via internet, celular e até mesmo pela TV digital.

A evolução de softwares, tanto para dispositivos móveis quanto para computadores, permite uma comunicação cada vez mais completa com o consumidor, com movimento, informações e, em muitos casos, até jogos. As vantagens do marketing digital são inúmeras, a começar pela mensagem, que pode ser personalizada e individualizada, ficar disponível 24 horas por dia, todos os dias da semana. Permite, também, interatividade com o cliente, a um baixo custo, oferecendo maior visibilidade quando comparado a outras mídias.

Além da mais comum ação de marketing digital, o envio de e-mails, as redes sociais, os blogs e os microblogs também fazem parte do mix de ferramentas que englobam esse tipo de comunicação, mesclando vendas com diversão. Porém, ao se utilizar de ferramentas como redes sociais e blogs, é preciso ter cuidados especiais com suas atualizações, que devem ser constantes, caso contrário, pode-se passar uma imagem negativa da campanha e, por consequência, da empresa.

A divulgação de produtos e serviços em meios digitais permite que consumidores realmente interessados interajam com a empresa e procurem saber mais sobre o que lhes interessa. Com isso, atinge-se exatamente o cliente que quer comprar, além de criar a oportunidade para que novos clientes também se interessem pelo produto ou serviço oferecidos.

O primeiro lugar onde as pessoas procuram informações hoje em dia é na internet, sendo assim, é indispensável estar on-line. Um site com informações relevantes e visualizações também para mobile web, estar presente nas redes sociais, realizar ações diretas com os clientes são as maneiras mais modernas e eficientes de atingir o público desejado. No setor de brindes, por exemplo, é essencial que as empresas disponibilizem catálogos on-line e tenham ferramentas para estabelecer contato com o cliente via internet, tornando-se, com isso, referência na hora da escolha do brinde e otimizando o tempo do comprador.

Por Socci Comunicação

A importância das pesquisas de mercado

A crescente competitividade do mercado exige que as empresas estejam cada vez mais atentas ao consumidor. Como instrumento fundamental, a pesquisa de mercado auxilia no momento de se conhecer este consumidor e detectar seus desejos. Para mostrar as características e importâncias da pesquisa de mercado, a Bríndice entrevista Ernesto Nunes, sociólogo, formado pela Universidade de São Paulo (USP), com MBA em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e mestrado em Antropologia do Consumo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Ernesto também é consultor de pesquisa de mercado com experiência na área há 17 anos, professor de pós-graduação em Empreendedorismo e Gestão da PUC-SP e de graduação em Comunicação Social do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.

Bríndice: Qual é a função de uma pesquisa de mercado e qual sua importância dentro de uma empresa?
Ernesto: Pesquisa de mercado é uma ferramenta amplamente difundida no meio empresarial. Ela funciona como uma ponte que aproxima o consumidor do gestor, por meio de informações utilizadas para identificar problemas e oportunidades.

Bríndice: Quando é necessário realizar uma pesquisa de mercado?
Ernesto: Fazemos pesquisa quando temos que tomar decisões para as quais nosso conhecimento é insuficiente ou precário, reduzindo riscos e incertezas. Ou mesmo quando temos um envolvimento até afetivo com nosso negócio, o qual nos impede de enxergar com clareza seus problemas. Ou, também, devido ao fato de que a realidade muda mais rápido do que as empresas são capazes de acompanhar e, portanto, levantar informações sobre o que pensam os consumidores é fundamental para manter a empresa competitiva.

Por exemplo, uma pesquisa de mercado é indicada para identificar a embalagem mais adequada para um produto que estamos lançando; para verificar, em outro caso, se uma propaganda está adequada ao público que se deseja atingir, com linguagem apropriada, mensagem clara e capacidade de fazer com que o cliente lembre-se da marca que está sendo anunciada.

Bríndice: Quais são e como funcionam as metodologias de pesquisas de mercado existentes?
Ernesto: Tradicionalmente, as pesquisas de mercado são classificadas em qualitativas ou quantitativas. As metodologias qualitativas mais utilizadas são a discussão em grupo (os famosos focus groups) e as entrevistas em profundidade. Elas possuem um caráter exploratório, baseadas em pequenas amostras, que proporcionam “insights” e compreensão do contexto de um problema ou de uma oportunidade.

As metodologias quantitativas, por sua vez, são aquelas que, em função do tamanho de uma amostra e da forma como são selecionados os entrevistados, possibilitam extrapolar os resultados para o universo considerado, com uma representatividade estatística e uma margem de erro conhecida.

Bríndice: Quais os cuidados que devem ser tomados na escolha da metodologia da pesquisa?
Ernesto: Deve-se levar em consideração, principalmente, o objetivo da pesquisa planejada. Objetivos diversos, metodologias diversas, isoladas ou combinadas. Tempo para realização da pesquisa e recursos financeiros disponíveis também devem ser considerados.

Bríndice: Como calcular a margem de erro de uma pesquisa?
Ernesto: Na maioria das pesquisas de mercado, não é possível entrevistar a totalidade das pessoas que representa o público-alvo (denominado “universo”), pois, além de ser muito caro, levaríamos muito tempo para entrevistar todos (e será que todos gostariam de conceder uma entrevista?). A saída é entrevistar uma parcela (“amostra”) do público a ser estudado. Como nem todo o universo será pesquisado, dizemos que, estatisticamente, há uma margem de erro na pesquisa. Um erro que não coloca em dúvida os resultados da pesquisa, mas que deve ser levado em consideração.

A margem de erro de uma pesquisa de mercado depende do tamanho da amostra que será entrevistada e do tamanho do universo. Considerando uma margem de erro de 3% e um intervalo de confiança (outro conceito da estatística utilizado em pesquisa) de 95%, estamos dizendo que o resultado apresentado tem 95% de chance de estar dentro da margem de erro, ou seja, 2,5% de chance de estar acima dela e 2,5% de estar abaixo dela.

Um exemplo: se um determinado produto for preferido por 25% dos consumidores, comparativamente a outras marcas de produtos similares, levando em consideração a margem de erro de 3%, ele estará entre 22% e 28% dentro da margem de erro e com 2,5% de chance de estar acima de 28% e 2,5% de estar abaixo de 22%.

Bríndice: Como evitar as desculpas comuns dos possíveis entrevistados, como, por exemplo, “estou sem tempo” e incentivá-los a participarem da pesquisa?
Ernesto: As pesquisas tradicionais, realizadas por um entrevistador com uma prancheta na mão, realmente assustam os possíveis entrevistados, principalmente em grandes centros urbanos, onde as pessoas estão sempre apressadas e com medo da violência. Mesmo as pesquisas por telefone, que ofereceriam uma certa comodidade ao respondente, também vêm perdendo apelo. Questionários enxutos, entrevistadores educados e simpáticos sempre ajudam. Uma abordagem muito interessante é a pesquisa on-line, em que um questionário é enviado por e-mail, permitindo que o entrevistado escolha o melhor momento para dar a sua opinião. Caso haja um incentivo – brinde, sorteio, etc. – a probabilidade de participação aumenta.

Bríndice: Como funcionam os grupos de discussão?
Ernesto: Os grupos de discussão são conversas realizadas por um moderador treinado, junto a um pequeno grupo de respondentes, pré-selecionados entre consumidores que pertencem ao universo que se pretende estudar. As discussões em grupo normalmente acontecem com no mínimo 8 pessoas e no máximo, 12. A composição do grupo deve ser homogênea, em termos de características demográficas e socioeconômicas. O contexto da discussão envolve uma atmosfera relaxada, informal e dura de uma a três horas e tudo é registrado, tanto em vídeo como em áudio, para que o moderador possa, posteriormente, rever o material e fazer a sua análise.

Bríndice: Quais os prós e contras das pesquisas de mercado realizadas via internet?
Ernesto: Pesquisa pela internet é uma realidade na Europa, na Ásia e nos EUA e o que poucos sabem é que a pesquisa pela internet está crescendo muito no Brasil. As vantagens residem, basicamente, na agilidade com que um estudo é realizado, no valor que se cobra (muito mais acessível do que os caros estudos feitos de forma tradicional, com entrevistadores na rua ou realizados por telefone) e na comodidade oferecida ao entrevistado. Posso citar, ainda, os rígidos controles no recrutamento dos entrevistados e a consistência dos dados obtidos na utilização de questionários programados, os quais impedem “erros de pulos”, em que o entrevistado responde a uma pergunta quando deveria responder a outra.

Por outro lado, contra a pesquisa pela internet posso citar o fato de ainda não termos uma ampla difusão do acesso à web em vários pontos do país, o que nos impede de alcançar consumidores em cidades de pequeno e médio porte, em algumas regiões do Brasil.

Bríndice: É caro contratar uma pesquisa de mercado?
Ernesto: Depende do ponto de vista. O que é mais caro: gastar R$ 20.000,00 em uma pesquisa de avaliação de um produto que custou alguns milhões para ser desenvolvido ou lançá-lo ao mercado sem saber o que o consumidor pensa dele, correndo o risco de ter que fazer alterações posteriores ao lançamento? Ou pior, ver o seu produto naufragar em um mercado altamente competitivo? Até um candidato a empreendedor ou uma pequena e média empresa podem fazer pesquisa de forma barata e eficiente, não somente as grandes corporações. Com orientação adequada todos podem, é o que mostra a minha experiência de quase 20 anos trabalhando em institutos de pesquisa e como docente em cursos de empreendedorismo, ensinando como fazer pesquisa de mercado com rigor e eficiência e, normalmente, com poucos recursos financeiros.

Bríndice: A pesquisa foi feita. E o que fazer com os resultados?
Ernesto: Montar um plano de ação com base nos resultados e agir para atingir os objetivos que motivaram a pesquisa. Pesquisa realizada que não é utilizada é perda de tempo e dinheiro jogado fora. Antes de planejar uma pesquisa, deve-se saber o que fazer quando os resultados chegarem às suas mãos. Se você não faz a mínima ideia do que fará com os resultados da pesquisa, é melhor repensar se é o momento correto de realizá-la.

Por Socci Comunicação

Cool hunters: caçadores de tendências que trazem o futuro às empresas

Descobrir as tendências do mercado pode ser um fator-chave para a sobrevivência de um produto ou marca, principalmente em áreas com mudanças frequentes, como a moda ou o entretenimento. E, justamente, descobrir as tendências do mercado e o que há de mais novo nele é o desafio de um profissional especializado: o chamado o cool hunter. Ainda pouco conhecido, o trabalho de cool hunting é saber observar, registrar, analisar, interpretar e tirar as informações corretas, identificar tendências com um olhar estratégico e, a partir daí, influenciar moda, design e publicidade. São analisados padrões de comportamento, consumo, roupas e tudo mais que expresse o desejo futuro do consumidor. O cool hunter está sempre com uma máquina fotográfica nas mãos e de olhos, ouvidos e mentes abertos.

Em uma situação hipotética, podemos exemplificar a atuação de um cool hunter: muito antes de surgir todo o furor sobre as questões ambientais, ele já estava analisando hábitos comportamentais e de consumo e notava que a preocupação das pessoas com o meio ambiente cresceria a cada dia. Também foi o cool hunter que percebeu que os apartamentos construídos eram cada vez menores. Cruzando essas duas informações, o profissional encontrou um nicho de mercado: o desenvolvimento de bicicletas dobráveis, as quais seriam uma alternativa não poluente ao transporte e ocupariam pouco espaço. Com a ideia do produto, o cool hunter apresenta-a a uma empresa disposta a comprá-la, desenvolvê-la e produzi-la. Anos depois, certamente, as bicicletas dobráveis já terão sido produtos muito comuns em lojas especializadas e em grandes magazines, e as empresas precursoras terão investido e lucrado com o negócio, enquanto as outras, que não contaram com esse tipo de profissional, já terão perdido uma boa fatia de mercado.

Existem diversas empresas que já contam com este profissional. Normalmente, seus cool hunters são pessoas modernas, com grande poder de observação, antenadas com o que está acontecendo no mundo e apreciadoras de arte, cultura e música. Eles estão espalhados pelo mundo inteiro, atualizam os sites quase que em tempo real para que, quem contratou seus serviços, obtenha as informações em primeira mão, como modelos, cores, tipos, hábitos de consumo, etc. Um bom exemplo do trabalho de cool hunting é o portal www.coolhunting.com, em que se pode saber o que há de novo na moda, na arquitetura, no universo tecnológico, entre outros.

Isso nos sugere que esse novo profissional irá ditar e “prever” grande parte do que o consumidor irá procurar daqui a algum tempo. Uma mina de ouro para empresários dispostos a ganhar novos mercados e inovar com seus produtos.

Por Socci Comunicação

Fontes:
– IBOPE
– Fashion Bubbles
– abcDesign.