3 dicas para migrar da loja física para a virtual

Com a ascensão do e-commerce, expandir os negócios da loja física para a loja virtual ficou extremamente atrativo. Por isso, muitos empreendedores estão buscando conhecimento e capacitação para tal. É preciso ter em mente que as estratégias são diferentes, assim como sua atuação dentro do ambiente virtual. Veja algumas dicas:

1.Tenha ‘lábia’ na descrição
Sem o contato pessoal, quem vende o seu produto são as descrições e imagens. Aproveite sua experiência na loja física e pense nos principais argumentos utilizados para convencer um cliente, quais são suas dúvidas mais frequentes e curiosas. Faça uma descrição completa e acrescente estes elementos que farão toda a diferença.

2.Faça a escolha certa
Assim como você escolhe o imóvel em que vai abrir o seu negócio, você vai escolher a plataforma em que sua loja vai atuar. Este é um momento importante e é preciso avaliar bem os serviços oferecidos. Preze por um sistema de credibilidade, com uma boa carteira de clientes e que ofereça facilidades para você e seu público, bem como o crescimento de sua empresa.

3.Organize a logística
Como você nunca teve preocupações em entregar mercadorias, essa pode ser uma parte difícil, mas com boa organização é possível tirar de letra! Primeiro, você deve pensar na ‘apresentação’ do produto, disponibilize embalagens de diversos tamanhos e plástico bolha ou qualquer outro material para acomodar o produto, tenha etiquetas e fitas. Após isso, escolha bem a operadora de entrega, faça cotações e leve em conta a segurança. É importante, ainda, refletir em relação ao famoso ‘frete grátis’, pois você não pode sair no prejuízo!

Faça uma gestão de estoque para integrar as informações de suas lojas e invista em boas ações de marketing. Sucesso!

Fonte: Administradores

Pen drives personalizados estão cada vez mais requisitados

Para aqueles que não sabem, nos dias de hoje, os pen drive podem ser vendidos a valores bastante baixos, e podem ser utilizados com uma determinada frequência por empresas como por exemplo como brindes promocionais, no entanto, para que isto realmente seja interessante, é necessário que o pen drive seja personalizado, assim como também há pessoas que acabam por ter interesse em fazer com que o seu pen drive fique completamente diferente.

Para que assim não corram o risco de misturar, ou até mesmo de perder em locais onde há uma grande quantidade de pessoas, sendo assim, vamos entender agora mesmo como funciona o sistema de personalização de pen drives.

Como funciona:

O que acontece, é claro, que podemos encontrar uma grande quantidade de empresas que são especializadas na personalização de objetos independente do material que é utilizado neste, no entanto, a forma que pode ser considerada como mais comum de personalização de pen drives é através do laser, sendo que para isto poderá se colocar por exemplo as inicias ou até mesmo o nome completo, ou quem sabe o logo tipo da empresa, fazendo com que assim, as pessoas sempre que forem utilizar o pen drive, se lembrem da sua empresa.

Assim como também há a forma de personalização com adesivos, que podem ser encontrados em diversos lugares, e dependendo do tipo de ferramenta que você possui em casa, poderá ser utilizado as impressões dos computadores com inicias do seu nome, desenhos que sejam do seu interesse, entre outras.

E por fim, não podemos deixar de citar, que também é possível verificar a personalização dos pen drives diretamente em gráficas ou outras empresas que trabalhem de forma especifica para a personalização, fazendo com que o adesivo seja feito sob medida, e claro que não podemos nos esquecer ainda que há empresas que podem fazer formatos diferenciados de pen drive personalizados, com por exemplo com a inicial do seu nome, ou então com um desenho que seja do seu interesse, no entanto é importante lembrar que se trata apenas de uma capa, e não de uma proteção específica.

Fonte: Administradores

Acerte no alvo

Notícias, pesquisas, relatórios, newsletters, boletins, sugestões de clientes, e-mails. O varejista recebe tanta informação que tem cada vez mais dificuldade de filtrar o que é bom para o negócio ou a carreira. Tentar absorver e analisar tudo toma tempo, energia e pode reduzir a competitividade

Separando o joio do trigo

O que realmente importa? Acompanhar todos os indicadores da empresa, não perder de vista as notícias econômicas, ler as pesquisas de mercado, se aprofundar nos estudos sobre o consumidor, dedicar tempo para os e-mails, torpedos, jornais, livros técnicos, sites? Ufa! Certamente não é possível dar conta de tudo. Mas existem maneiras de aproveitar parte das informações em benefício próprio e da empresa. A palavra de ordem é foco: entender bem o que se quer, para buscar ou aproveitar aquilo que realmente interessa. Você já faz isso?

O dia começa com a caixa de entrada repleta de e-mails que só começarão a ser respondidos após as reuniões programadas. Os livros e as revistas já estão em casa para uma leitura mais atenta. Uma espiada nos sites e no Facebook é inevitável. E o que não pode ficar para trás é o relatório de vendas, a pesquisa de preços, a proposta do fornecedor, o plano dos consultores. Com uma ou outra adaptação, essa é a rotina da maioria dos profissionais do setor, sobretudo dos gestores e executivos. Desse cenário caótico, pode-se concluir ao menos uma coisa: é impossível processar tanta informação.

Lucas Barcelos, assessor da diretoria e sucessor da rede Super Bom, com 11 lojas em Campos dos Goytacazes (RJ), recebe diariamente uma série de newsletters com notícias em seu e-mail, que checa no computador e também no celular. "A maioria delas nem leio", confessa. Só passa pelo filtro o que vem de fontes conhecidas e nas quais ele sabe que pode confiar. Mesmo assim, ainda seleciona os assuntos que terão maior impacto em seu trabalho. "Privilégio informações como participação de mercado dos produtos, aquisições entre empresas e matérias sobre relacionamento da indústria com os supermercados", exemplifica o varejista, que também dedica atenção especial aos dados de mercado disponibilizados semanalmente pela Nielsen para redes que, a exemplo do Super Bom, compartilham informações de vendas com a consultoria.
Quem também se preocupa em selecionar bem o tipo de informação que pode ajudar na tomada de decisões é Erlon Ortega, diretor comercial da rede Serve Todos, com 6 lojas no interior paulista. "Todo fornecedor traz uma série de dados, e até hoje nenhum me mostrou pesquisa dizendo que o produto dele não vende", brinca. Como nem tudo cabe no sortimento, Ortega analisou o desempenho de alguns produtos e percebeu que o público da rede costuma procurar itens com forte campanha em televisão. Desde então, pede essa informação sempre que um fornecedor apresenta uma novidade.

Manter o foco em informações capazes de alterar o rumo das decisões é, de fato, condição essencial para não cair nas armadilhas do excesso de informação.

Quem confirma é Marlos Barbosa, CEO da OThink, consultoria de gestão empresarial que cria soluções práticas para a realidade de cada cliente. "Quando os gestores tocam um processo utilizando quantidade de informação maior do que a empresa tem capacidade de absorver e gerenciar, acabam gastando energia em pontos que não são críticos à situação que precisam resolver", explica. Entre as consequências negativas, esse erro pode significar demora na definição de algo importante e perda de competitividade em relação a concorrentes com estruturas mais profissionalizadas. "Em um ambiente competitivo e com margens apertadas, as empresas não podem se dar ao luxo de desperdiçar energia e tempo de seus executivos", reforça o CEO da OThink.

Fonte: Mercado Moderno

No Strezzz…

Zerar o estresse da equipe pode trazer mais benefícios do que você imagina. Segundo pesquisa da consultoria Regus com mais de 16 mil profissionais em todo o mundo, 41% dos brasileiros sentiram que os níveis de estresse aumentaram em relação ao ano passado.

Apesar de ser menor que a média global, de 48%, o índice deve ser visto com atenção. De acordo com a Regus, a falta de infraestrutura interna para dar suporte ao crescimento do País e a contínua instabilidade da economia mundial contribuíram para essa pressão. Tanto que os principais gatilhos para elevar o estresse são de natureza profissional, como o trabalho, citado por 55% dos respondentes, as finanças, com 45%, e os clientes, com 38%.

"Trabalhadores estressados costumam ser infelizes e doentes. As empresas que desejam ajudar suas equipes a levar uma vida mais gratificante não podem deixar de analisar e combater os níveis elevados de estresse dentro de suas organizações", esclarece Guilherme Ribeiro, diretor-geral da Regus no Brasil.

Pensando justamente nisso, o Carrefour desenvolve diversos projetos com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos funcionários. Um deles é a semana na qual os colaboradores contam com serviços de medição de pressão, da taxa de colesterol e glicemia, entrevista com médicos e dicas posturais.

Em Campinas, interior de São Paulo, a loja Dom Pedro realiza ações que visam a integração, menor nível de estresse e incentivo à produtividade. Possui uma sala de jogos com mesa de pingue-pongue, sinuca e academia interna que funciona três vezes por semana com aulas ministradas por profissionais capacitados. A unidade também realiza ações pontuais, como a do Dia das Crianças, na qual os filhos dos funcionários podem passar o dia com os pais.
As campanhas podem ser realizadas por cada unidade da rede, com total autonomia da matriz brasileira, que fica em São Paulo. A empresa disponibiliza ainda inscrições gratuitas aos funcionários para os eventos esportivos que costuma patrocinar

O Pão de Açúcar também se dedica a manter seus colaboradores bem longe do estresse. Uma das ferramentas é a pesquisa de engajamento, que mede fatores de satisfação. Segundo Cristiane Lacerda, gerente de Planejamento e Desenvolvimento de Gente, ela é uma evolução da pesquisa de clima. "Não adianta medir a satisfação se não soubermos o quanto aquele colaborador está conectado com o propósito da empresa", esclarece. Com os resultados da pesquisa são realizadas ações pontuais.

Outra preocupação da companhia é com alimentação saudável e atividades físicas. Uma das iniciativas nesse sentido foi a criação de academias de ginástica, hoje presentes na sede administrativa e em diversos Centros de Distribuição nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza e Brasília. "O cuidado com as pessoas sempre foi uma crença no Grupo Pão de Açúcar", pontua Cristiane.

Ações como essas não são exclusivas dos gigantes. O Lopes Supermercados, com 26 lojas no Estado de São Paulo, também trabalha para o bem-estar dos colaboradores. "Entendemos que a motivação parte de cada um. Por isso, buscamos estabelecer ações que contribuam para a equipe e a eficácia de seus trabalhos", explica Cristiane Andrade, gerente de Recursos Humanos da rede

A executiva conta ainda que a empresa mantém um canal de comunicação com os colaboradores, pelo qual compartilha ideias e sugestões, e também realiza pesquisas de clima. Com base nos resultados dessas duas ferramentas promove melhorias, como a sala de descanso e lazer. Trata-se de um espaço para o colaborador descansar e se integrar com os colegas, o que contribui para melhorar a qualidade de vida e a produtividade durante o expediente de trabalho. Hoje, 90% das lojas já possuem o benefício.

Empresa pequena cobra menos
Segundo a pesquisa da Regus, as causas de estresse mudam conforme o tamanho da empresa. Nas companhias menores, a cobrança dos gerentes é considerada fonte de estresse por apenas 21% dos entrevistados. Já nas empresas grandes, esse percentual sobe para 42%. Outra constatação do estudo é que 66% dos brasileiros, independente do porte da empresa, acreditam que uma maior flexibilidade nos horário de trabalho ajudaria a diminuir o problema – alternativa que, no varejo, se aplicaria apenas ao pessoal administrativo

Outra constatação da pesquisa da Regus é que os funcionários de pequenas empresas estão mais propensos ao estresse causado por clientes, com 41% das citações. Nas grandes, o percentual é de 33%. "Essa situação ocorre porque as empresas menores normalmente têm um número inferior de funcionários. Eles, por vezes, acumulam atividades além do atendimento direto ao cliente. E, por isso, deve-se ficar atento. Se essa situação não for bem dosada, pode gerar um grau Manter os colaboradores motivados é uma maneira de combater o problema. Veja o que fazer: Evite estresse na sua equipe maior de preocupação e o consequente estresse", pontua Guilherme Ribeiro, da Regus.

A alta carga de estresse se reflete diretamente nos negócios. O rendimento das equipes cai abaixo do esperado, provocando queda da eficiência, além de aumentar o número de afastamentos por motivo de doença.

De maneira geral, a empresa pode contribuir para reduzir o problema proporcionando um local de trabalho agradável, onde as sugestões dos funcionários são levadas em consideração. Uma política de recursos humanos com premiações e oportunidades de treinamento e desenvolvimento também ajuda bastante. "Não podemos esquecer que antes de sermos gerentes, chefes ou subordinados, somos colaboradores, principalmente em um supermercado onde o trabalho é realizado em equipe", finaliza Ribeiro.
EVITE ESTRESSE NA SUA EQUIPE
Manter os colaboradores motivados é uma maneira de combater o problema. Veja o que fazer:

Comunique mais e melhor Seja objetivo e claro; nunca se esqueça de ser assertivo nos problemas. Traga fatos e dados, vá direto ao ponto

Desenvolva Empatia Colocar-se no lugar do outro fazvocê mais humano e ajuda a entender as diferenças

Aprenda a dar Feedback Faça críticas construtivas em vez de "ferraback"

Tenha Foco Isso contribui para que você seja mais produtivo. O mercado de varejo é muito dinâmico e exige atenção e orientação para o resultado

Prazer em Servir Não há nada mais prazeroso do que atender genuinamente as necessidades de alguém. Dedique-se

Fonte: Praxis Consultoria

Profissionalização varejo familiar

Após trazer profissionais de grandes empresas, as redes regionais estão obtendo ótimos resultados. As famílias continuam lá, e o negócio ganha em planejamento

Não é segredo que as redes regionais vivem um ótimo momento. Dados do Ranking de Supermercados de SM mostram que 34 dessas empresas tiveram, em média, alta real de 18,4% no faturamento em 2011 sobre 2010, bem acima das três gigantes e também da média do autosserviço. Esse crescimento é reflexo da mudança de postura de muitas delas. Geralmente com administração familiar, elas estão profissionalizando a gestão por meio da contratação de profissionais com experiência nas maiores redes do setor.

Foi o que fez a Super Rede, uma central de negócios cearense composta por seis empresas de autosserviço, a maioria família. Elas contrataram, em 2006, Paulo Ângelo Cardillo para ser o primeiro superintendente da central. Ex-diretor comercial do Pão de Açúcar para o Nordeste, ele chegou com a missão de aproximar todas as partes que formam a central e padronizar suas negociações.

"Cada empresa associada tinha um foco diferente nos negócios. Criamos então uma área comercial em conjunto e passamos a comprar 100% do sortimento das redes aqui pela central", conta Cardillo.

Um dos responsáveis pelo processo foi José Ximenes Tabosa. O sócio da Frangolândia e atual presidente da Super Rede está satisfeito com os resultados obtidos. "Conseguimos unir todos os interesses dentro de um só. Também nos aproximamos bastante da indústria e levamos nosso pessoal para fazer curso de gerenciamento por categorias. Com isso o ganho real foi rápido", afirma.
E foi mesmo. Após profissionalizar a gestão, a Super Rede viu seu faturamento saltar de R$ 450 milhões em 2006 para mais de R$ 1 bilhão em 2010. No ano passado, o crescimento sobre 2011 foi de 16%. Outro indicador positivo: a participação de mercado das redes associadas na Grande Fortaleza subiu de 22% para 45% nos últimos sete anos.
União de interesses
Ex-diretor comercial do Grupo Pão de Açúcar para o Nordeste, Paulo Ângelo Cardillo (à esquerda) chegou em 2006 à Super Rede, hoje presidida por José Ximenes Tabosa (à direita). Unificação das compras para as seis empresas da central foi um dos projetos implantados com sucesso.

É claro que a adaptação de uma empresa a outro modelo de gestão não ocorre sem dificuldades. Quem explica é Maria Tereza Roscoe, professora da Fundação Dom Cabral. "O profissional que chega a uma empresa menor geralmente encontra estrutura enxuta, sistemas informais de gestão e uma mentalidade diferente para os negócios. Mas não significa que precisará mudar tudo. O importante é que as partes se conheçam, sentem juntas e planejem o que será melhorado", recomenda.

A rede gaúcha Imec, 20 lojas, passou por um processo semelhante. Administrada por duas famílias, a empresa contratou três profissionais com larga experiência no varejo para comandar a gestão. Um deles é Leonardo Taufer, que trabalhara no Walmart por seis anos antes de assumir, em abril de 2012, o posto de diretor comercial. Seu principal desafio era estabelecer um calendário de longo prazo na gestão do Imec. Entrava em seu "pacote" de metas aumentar as vendas da empresa, reduzir gargalos logísticos e alavancar o negócio de atacarejo da rede, que contava com uma única unidade.

"O padrão das lojas e a infraestrutura já eram bons. A empresa tinha plenas condições de crescer, mas o planejamento era muito carente, feito mês a mês", explica o executivo. Com a nova equipe, um calendário de maio até o fim do ano foi estabelecido, com orçamento e metas definidas. Passado o período, os resultados apareceram. Em 2012, as vendas do Imec cresceram 19%, enquanto o tempo necessário para girar o estoque caiu 10%, agilizando as operações. Considerando somente o atacarejo, o crescimento foi ainda maior: 39% na mesma loja, além da conversão de um supermercado para esse formato. E a margem bruta de lucro sobre as vendas nos supermercados cresceu 13%.
É importante ressaltar, como afirma a professora Maria Tereza, que profissionalizar a gestão não implica eliminar a influência das famílias no negócio. Afinal, o conhecimento que elas têm de anos de varejo não pode ser ignorado. Mas a mudança é importante para quem quer competir em iguais condições com os concorrentes maiores.

Familiaridade com os bons resultados

» 122% foi o crescimento da receita da Super Rede em 5 anos, após a profissionalização
» 19% foi quanto cresceram as vendas do Imec no primeiro ano com mudanças na gestão

Fonte: Supermercado Moderno