Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

3 Promo assina tintas Suvinil em pontos de venda

A Suvinil recria ambiente de tintas e investe nos seus espaços de vendas, nas principais redes de materiais de construção de Salvador (BA) e Região Metropolitana.

O projeto assinado e executado pela 3Promo Marketing Promocional, tem como objetivo atender os interesses do cliente na prática do merchandising, apresentando um conjunto de informações destacada dos produtos na loja, afim de acelerar a sua rotatividade.
Já foram realizadas implementações de visibilidade da marca em grandes redes como Vapt Blue Tintas, Comercial Ramos e Ferreira Costa.

A construção de móveis expositores, adesivos, materiais gráficos e ambientes exclusivos de atendimento e experimentação, foi realizada pela nova empresa do grupo 3Promo – A3 Print Soluções Personalizadas.

Fonte: Promoview

Brechó EcoSolidário incentiva reciclar a moda

Em 2010, Jill Fehrenbacher, a fundadora de um dos sites mais famosos de inovação e ecodesign, o Inhabitat, defendeu os brechós como uma das cinco áreas tendência no mercado sustentável.

Esta visão ecológica e empreendedora faz parte da vida de alguns baianos desde 2006, quando estudantes elaboraram o Brechó EcoSolidário, encontro que em 2010 se tornou a expressão brasileira da iniciativa Dialogues en Humanité, realizada em Lyon na França, a partir de 2002.
A ideia dos organizadores franceses é buscar parcerias com eventos afins em outras cidades do mundo. Além de Salvador, Berlim (Alemanha), Bangalore (India) e Riad (Marrocos) também são parceiros da ação europeia.

Depois de sete anos de realização, o evento cresceu tanto que ganhou mais de 200 voluntários e, para ser uma realidade em 2013, pede a colaboração de internautas para a organização do brechó pelo endereço Catarse.me.

Segundos os organizadores, a quantia arrecadada será destinada para a compra de lonas para cobrir as barracas e contratação de pessoas qualificadas para garantir a segurança dos participantes na ação sustentável.

Ainda de acordo com os responsáveis, os principais objetivos do brechó são: a conscientização sobre os efeitos do consumo para as mudanças climáticas atuais, e o incentivo para que os participantes repensem e transformem seu consumo, buscando evitar desperdícios, priorizando produtos mais saudáveis e cuja produção seja sustentável, social e ambientalmente correta.

O evento, que está previsto para os dias 26 e 27/10, no Parque da Cidade, em Salvador (BA), é anual e possui um mercado de produtos oriundos de cooperativas, atividades de caráter cultural (apresentações de música e dança), ações formativas (oficinas de educação ambiental e permacultura) e de saúde integral (aulas de ioga, biodança, massagens, reiki).

Fonte: Promoview

Motorola: Moto X, primeiro smartphone totalmente desenvolvido pela Google

O primeiro smartphone lançado pela Motorola após a aquisição da empresa pela Google foi apresentado hoje nos Estados Unidos, com um design customizado em até 504 combinações de cores e texturas.

O Moto X, primeiro smartphone totalmente desenvolvido pela Google após a compra da Motorola, é um aparelho baseado na plataforma X8 Mobile e possui oito núcleos em seu processador. O interessante é que cada núcleo já tem o seu papel definido dentro do processador: um processador de dois núcleos (dual-core), quatro para processar as imagens com a placa gráfica Adreno 320, e os outros dois especialmente para a linguagem natural do sistema e computação contextual.A tela do smart é AMOLED com resolução HD 720p de 4,7 polegadas, com 2 GB de memória RAM, uma boa quantidade de memória na nossa opinião. E para sustentar esse potencial, uma bateria de 2.200 mAh, que não impressionou, ainda mais pelo currículo pesado da Motorola em smartphones com baterias de forte potencial, como o Razr MAXX HD. A câmera traseira tem 10 megapixels e a frontal dois megapixels, ambas com função de filmagem em HD 1080p.
Em conectividade, o smartphone vem completo, com Bluetooth 4.0, USB 2.0, Wi-Fi, GPS e o NFC, além de ser compatível com o 4G.O design personalizado é um dos atrativos do aparelho, com mais de 504 combinações entre cores da tampa traseira e frontal, como texturas, botões laterais e o anel que fica em torno da câmera. Vai ser bastante difícil um usuário achar um telefone igual ao seu na rua.

O aparelho chega ao mercado na versão modificada do Android 4.2.2 pela Motorola, e também na versão Android puro e ainda não tem data de lançamento ou preço no Brasil.

Fonte: Cidade Marketing

Amazoo Açaí patrocina o filme A Brasileira

Amazoo Açaí, está patrocinando a produção “hollywoodiana” A Brasileira. Produzido por Uri Singer e Fabio Golombek sob a direção de Brian Brightly, o filme traz no elenco Dean Cain e Mariel Hemingway, além da protagonista Fernanda Machado.

O enredo, baseado em uma visão cômica e irônica da tênue linha entre amizade e amor, destaca a relação entre homens e mulheres. Os estereótipos de masculinidade construídos pela sociedade e as conseqüências que isso pode trazer são apresentados nessa comédia de costume que tem estréia em 16/08.
“Como o açaí é reconhecido internacionalmente como uma fruta genuinamente brasileira e inovamos ao comercializá-lo em um formato prático para o consumo, fomos procurados pelos produtores do filme, que buscavam um produto com total identificação com o apelo brasileiro.”, explica Luciana Bruzzi, da GlobalBev.

Ainda de acordo com a executiva, “a meta com a iniciativa é reforçar a presença do produto no mercado nacional e internacional e destacar ainda mais seus principais atributos junto aos consumidores”. Atualmente a GlobalBev já exporta Amazoo Açaí para EUA, Portugal, Eslovênia, Suíça, França, Espanha e África do Sul.

Fonte: Promoview

Confiança em jogo!

Autor: Bruno Domingues

Tendo em vista a economia que ainda está em recuperação, nos últimos tempos as pessoas passaram a adotar um comportamento cada vez mais desconfiado e controlador. E quando o assunto é analisar os grandes volumes de dados no tempo que possa gerar informações que possam ser acionados em beneficio ao negócio, diferentes problemas de confiança são levantados pelo mundo corporativo. Com Big Data, o maior desafio é fazer as pessoas acreditarem – e confiarem – nesta solução. E não se trata apenas de confiar nos dados em si. Trata-se do que pode ser feito com Big Data.

Não é fácil, no entanto, fazer as pessoas confiarem em ideias extraídas de modelos que associam dados estruturados e não estruturados obtidos em tempos distintos. Confiamos em nossos instintos, nossa experiência, nossa intuição – ou nos dados? Mesmo quando as correlações de dados revelam um aumento nas vendas ou na eficiência, os líderes empresariais podem não acreditar no que veem. É por isso que a construção da confiança em Big Data é tão importante. As pessoas não irão desejar abrir mão dos instintos nos processos de tomada de decisões usados durante anos até estarem convencidas de que, sem sombra de dúvida, Big Data funciona.

Ganhar confiança não é uma coisa que acontece da noite para o dia. Pode ser um longo processo, e um que requer tato à medida que você interage com os líderes empresariais em cujo território você está pisando. Ao longo dos últimos três anos, a Intel tem implantado iniciativas de Big Data internamente com grande sucesso. Mas tivemos que passar por um longo processo de tentativas e erros para chegar onde estamos atualmente. A maior parte das iniciativas envolve ganhar a confiança dos principais interessados dentro das linhas de negócios.

Por meio desse processo, identificamos seis passos para ganhar a confiança em nossas iniciativas de Big Data:

1. Compreenda o negócio e compreenda os dados. Pode parecer óbvio, mas realizar uma profunda e complexa análise para uma unidade de negócios exige sentar-se com as pessoas-chave para compreender o que a unidade faz, como ela interage com o resto da empresa e os desafios que enfrenta. O que está impedindo o progresso? O que está impedindo-os de serem mais eficientes? Você precisará de alguém capaz de fazer as perguntas certas e que tenha uma boa compreensão dos dados disponíveis.

2. Determine o problema e como os dados podem ajudar. Comece a ligar os pontos entre o problema empresarial e os dados disponíveis. Esses dados ajudarão a resolver este problema? Neste ponto você poderá perceber que tipo de dado você precisa. É possível ter acesso a ele? O dado existe dentro ou fora da empresa? As pessoas tendem a pensar em Big Data como mídia social e a Internet das Coisas. Elas sentem a necessidade de ir imediatamente para fora da empresa a fim de extrair esse tipo de dado, mas a integração de dados externos adiciona complexidade e há uma significativa quantidade de valores nos dados de dentro da organização.

3. Defina expectativas sensatas – afaste-se se for preciso. Certifique-se de que a empresa entende que para cada problema de negócio resolvido, pode haver três ou quatro não resolvidos. Passamos alguns meses em projetos que produziram pouco ou nenhum valor significativo. Se os projetos não estão gerando os resultados que sua empresa está procurando, você terá que estar disposto a se afastar e focar na próxima oportunidade.

4. Aborde os projetos de Big Data em paralelo com os métodos tradicionais. Os líderes empresariais não desistirão de processos e tecnologias familiares e dirão: "Ok, agora confiarei em Big Data". Você tem que provar isso a eles enquanto ainda operam dentro dos parâmetros habituais para tomadas de decisões.

5. Seja flexível. A análise de Big Data na qual você está embarcando é uma exploração. Você pode encontrar importância em áreas inesperadas. Isso implica ser flexível sobre a metodologia e as ferramentas. Reconheça que o seu conjunto de ferramentas para Big Data não será o mesmo daqui a um ano, seja flexível na sua implantação e atualização, fazendo investimentos de acordo com a necessidade. Busque experiência em diferentes tipos de análises à medida que continua trabalhando para demonstrar o valor para o negócio.

6. Mantenha o objetivo em mente. Às vezes o processo parecerá complexo. É nesses momentos que é preciso manter o foco nos resultados. Aqui na Intel, conseguimos aproveitar o Big Data e as análises preditivas para alcançar uma redução de 25% no tempo para a validação do design do chip, o que aumentou a velocidade para o lançamento no mercado de novos chips. Resultados como este transformam todo o processo em um esforço que vale a pena.

Adquirir confiança nas ideias de Big Data leva tempo. Mas uma vez que algumas iniciativas estejam em andamento, a empresa estará mais aberta e não só os negócios mudarão, mas também a TI mudará. À medida que os departamentos de TI adotem iniciativas de Big Data que tenham resultados empresariais, elas serão transformadas em um parceiro estratégico para a empresa, um parceiro que já conquistou a confiança necessária.

Bruno Domingues é Arquiteto Principal da Intel Brasil.

Fonte: ClienteSA