Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

Carreira: Sua marca pessoal não tem preço!

Em época de bilhões de pessoas e trilhões de informações e em velocidade cada vez maior, como conseguir deixar um sinal pessoal de sua existência e de suas ideias na web?

O primeiro passo é saber quem você é e fazer de seu nome uma marca. Criar uma assinatura pessoal é fundamental para ser reconhecido e identificado por seu trabalho, carreira, projetos ou coisas feitas por você.

Seja empreendedor ou empresário, empregado ou autônomo, profissional, artista, artesão, qualquer pessoa precisa de uma identidade única.

Construir esta marca pessoal é fundamental para ter certeza de que seu trabalho seja reconhecido e valorizado. Seguem algumas dicas para criar e consolidar essa identidade digital:

Seu nome é sua melhor identidade

Aquilo que você escolher como assinatura pode ficar associado a você para sempre. Nome real ou pseudônimo, faça uma única escolha e não mude mais. Em tempos digitais ter que alterar algo significa recomeçar tudo ou perder um significativo tempo.

Trabalho lento e a longo prazo

A não ser que você seja ou se torne uma celebridade ou alguém famoso, sua reputação será resultado de muito esforço. Um pouco de guerrilha, de insistência, de constância. Pra conhecer e ser conhecido, é preciso tempo e esforço. A curto prazo não se consegue algo duradouro.

Seu cartão de visita é você

Muito mais do que o cartão que você entrega, e-mail ou celular, vale sua apresentação e postura. Como você reage, olha e se comporta. O olho no olho faz a primeira impressão e como você se comporta e se comunica vai definir um perfil de personalidade. Nada substitui este contato pessoal.

Conexões e valor

Por mais ampla e diversificada que você consiga tornar sua cadeia de contatos, profissionais ou pessoais, seguidores e leitores, saiba que ela é virtual e não real. Mesmo no mundo online, filtre e selecione aqueles que interagem e dialogam com você no mesmo nível, trocando informações e interagindo de forma positiva. Sua rede mais confiável será sempre formada pelas pessoas mais próximas, com quem você fala ou tem contato diretamente.

Seu conteúdo, sua verdade

Mais do que nunca, você é o que diz, o que escreve, o que lê, o que comenta e o que divulga. Seja uma frase, texto, foto, vídeo ou texto na web as coisas perduram e você pode se arrepender de alguma atitude impensada. Como sua própria vida e suas atitudes, seu conteúdo é de sua responsabilidade. Procure também o equilíbrio entre pessoal e profissional.

Foco e energia

Dúvidas e imprevistos sempre surgem, mas nesta longa jornada tem vantagem quem sabe o que quer e consegue se manter no trilho. Concentre o foco naquilo que você realmente gosta ou sabe. Caminhos sempre existem dentro e caminhos, mas o pior é adiar decisões ou não decidir.

Siga seus próprios ideais

Nunca esqueça daqueles ideais e sonhos que ficaram para trás, mas que definiram e ainda definem quem você é. Eles podem ser a melhor referência nas horas de desespero, desânimo e vazio existencial. Ser fiel a si mesmo é também reconhecer erros, se autocriticar , saber.

Fonte: www.pontomarketing.com

No Facebook, mais um case de insucesso nas redes sociais!

Já comentei algumas vezes como algumas empresas simplesmente se jogam nas mídias sociais, sem qualquer tipo de planejamento estratégico. Creem que o Twitter e o Facebook, por exemplo, são apenas mais dois canais de marketing.

Até aí o pensamento não está totalmente equivocado. O intuito das companhias é o de aumentar suas vendas, assim como o de ampliar o seu reconhecimento no mercado. Utilizar as redes sociais como plataformas para alavancar tais projetos é uma ideia bem
interessante, desde que, é claro, bem construída. Isso porque há muitos fatores que devem ser considerados, sendo o “cliente” o principal deles.

Irei relatar um caso pessoal (como cliente em relação a uma empresa) e minhas considerações sobre ele na minha visão de profissional da área de Mídias Sociais.

Comprei uma viagem por meio de agência, localizada em São Paulo. Logo após fazê-lo, considerei um pouco estranha a abordagem subsequente. Eles me adicionaram como amiga no Facebook. Cliente é amigo(a)? Em minha opinião, cliente é cliente e deve ser tratado como tal.

Aceitei o convite e, infelizmente, tive problemas em relação ao atendimento (offline) com a empresa e o mesmo ocorreu online, ratificando a máxima de muitos influenciadores do segmento de Mídias Sociais: “Se uma companhia não te atende bem offline, não espere o contrário online”.

Escrevi em meu mural do Facebook um desabafo causado pelo mau atendimento da empresa e citei o nome da mesma. Para meu espanto, pouco tempo depois, meu post foi deletado e eu, que era cliente-amiga, também acabei por ser excluída da “segunda opção”. Ao questionar a dona da agência sobre tais práticas, ela apenas me disse: “Quem cuida de nossas mídias sociais são terceiros”. (sic)

Sinceramente gostaria muito de saber que empresa terceirizada é esta, pois apagar o que um cliente escreve é inadmissível. É um dos “jamais faça” que um profissional da área aprende (ou deveria aprender)…

Depois, analisei a Fan Page da agência. Como já suspeitava, é claro, seu conteúdo é baseado em propagandas maravilhosas e em posts sobre viagens sensacionais. Muito fácil assim, não é mesmo?

Escrevo este post como um alerta… Se for criticar um produto/serviço e alguém apagar o que escreveu, reclame novamente (sempre com educação, é claro) e faço o mesmo no Twitter, no Reclame Aqui… Canais é que não faltam!

E você, que administra uma Fan Page, não preciso nem dizer que deletar um post está fora de questão, certo? Responda a todas as questões de forma rápida e no mesmo local onde foram postadas. Ou seja, se a crítica tiver sido foi feita no Twitter, por exemplo, é lá que deve ser respondida. Não tente direcioná-la para o e-mail da companhia ou via telefone.

Sim, redes sociais são excelentes meios publicitários para aumentar suas vendas, mas sempre houve e haverá um elemento muito importante em qualquer que seja a plataforma: o elemento humano.

Seja on ou offline, o cliente deve sempre ser tratado com respeito. Isso independe de qualquer regra. É questão de educação e bom-senso.

Fonte:www.pontomarketing.com

São Paulo terá a sua Oktoberfest!

A colônia alemã agora tem seu rincão na agenda cultural paulista. Com investimentos de R$ 8 milhões, a Tedesco Comunicação organiza entre 23 e 25 de novembro a 1ª Oktoberfest de São Paulo, no Anhembi, na cidade de São Paulo. O evento, que tem o apoio de Brahma Chopp, Lufthansa, São Paulo Turismo e Mercado Municipal Paulistano, deve reunir cerca de 80 mil pessoas.

O festival ocupará 25 mil metros quadrados do pavilhão onde será montado um palco de 300 metros quadrados para as apresentações das bandas típicas, restaurantes com o melhor da culinária alemã e bares com cervejas importadas da Ambev (Franziskaner, Leffe e Hoegardeene). Também serão vendidos chopes Brahma e Brahma Black, além da família Bohemia. Já a marca Stella Artois estará presente no camarote.

Outras festas típicas alemãs, como a de Blumenau e a de Santa Cruz do Sul, terão espaço na Vila Germânica montada pela Tedesco. O evento tem ainda o apoio cultural da Representação do Estado da Baviera no Brasil, do Centro de Turismo Alemão (DZT), da Berlitz, Oktoberfest Blumenau, da Oktoberfest Santa Cruz do Sul, do Brooklin Fest, da Sociedade Filarmônica Lyra e do Club Transatlântico.

“O DNA da festa é a união da colônia. Conseguimos o apoio de todos e essa mobilização rendeu Munique, que mandará seu segundo prefeito para receber uma homenagem na abertura. Este é um produto premium que defende a cultura da Baviera”, diz Madelon Tedesco, diretora de operações da empresa. Mais tradicional Oktoberfest do mundo, o evento de Munique ocorre no mês de setembro e recebe mais de seis milhões de pessoas.

Em 2013, quando será celebrado o ano da Alemanha no Brasil, a Oktoberfest de São Paulo será ampliada (terá 18 mil metros quadrados a mais) e terá um pavilhão com serviços de open bar e food. “Este ano será um ‘esquenta’ com uma homenagem à Berlim”, conta Madelon. A Tedesco já fechou com o Anhembi para realizar o evento até 2015.

Fonte: www.meiomensagem.com.br

Higiene e beleza deve crescer 15% em 2012!

A classe C tem sido apontada como a força motriz para o crescimento de diversos setores da economia e com o mercado de higiene e beleza não é diferente. Segundo dados do Ibope divulgados nesta terça-feira 13 pelo jornal Valor Econômico, o potencial de consumo dessa parcela da população, hoje com 104 milhões de pessoas (53% da população do País), gira em torno de R$ 15,43 bilhões, o equivalente a 42,6% do total das compras feitas nacionalmente. Com gastos avaliados em R$ 15,05 bilhões, a classe B vem na sequência com uma participação de 41,52%.

A previsão é que os brasileiros terminem o ano de 2012 com gastos da ordem de R$ 48,58 bilhões em produtos de higiene e beleza, alta de 15% ante 2011. O setor de beleza (perfume, maquiagem, hidratante e filtro solar, entre outros) representa R$ 36,24 bilhões desse total, enquanto a categoria de higiene (escova de dente, creme e fio dental, xampu, sabonete, papel higiênico, entre outros) deve somar R$ 12,34 bilhões. O estudo foi realizado pelo Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do Ibope Inteligência.

FOnte: www.meiomensagem.com.br

Marketing digital: A importância…

A melhor explicação para uma conversão assistida que ouvi foi uma analogia com o segundo gol do Brasil na final da copa do mundo de 2002. O gol foi marcado aos 33 minutos do segundo tempo por Ronaldo. Porém, a jogada começou lá atrás, na defesa, com o zagueiro Roque Júnior, que cabeceou para Cafú, que tocou para Kléberson que, após carregar um pouco, finalmente tocou a bola e, após um belo corta-luz de Rivaldo, Ronaldo dominou e mandou para a rede.

Quem levou o mérito foi o atacante Ronaldo, mas se não fossem os outros jogadores, desde o início da jogada, o gol não teria saído. Então, embora o protagonista da história tenha sido aquele que concluiu, todos os outros elementos foram fundamentais para o resultado final.

No marketing digital acontece a mesma coisa. Os sites, e-commerces ou não, buscam a conversão, a realização máxima daquilo que se propõe e uma análise muito comum é entender de onde veio o usuário que converteu. Deste modo, os sites podem saber onde intensificar seus esforços: no canal que trouxe mais conversões.

Este canal normalmente é o Google, tanto por busca orgânica quanto por links patrocinados. E é o buscador que leva o mérito da maioria das conversões realizadas. Mas, ao estudar mais detalhadamente o fluxo, é possível notar uma situação muito interessante: o usuário que foi no Google, digitou o nome da empresa, entrou e converteu, já havia acessado o site em outros momentos. E estes acessos são oriundos dos mais diversos canais: redes sociais, mídias display, outras pesquisas no Google, e-mail marketing e até mesmo motivados pela mídia off-line.

Cada mídia teve o seu papel no processo de conversão e foi responsável por atuar junto ao usuário em determinado momento do ciclo de compra. Os canais anteriores ao último não foram os responsáveis pela conversão, mas deram assistência para que ela acontecesse, assim como os jogadores de futebol no exemplo acima. Isso é a conversão assistida.

E qual é a importância de cada canal destes no processo de aquisição de cliente? A resposta está no Modelo de Atribuição, que imputa a cada passo uma parcela de mérito naquela conversão, mas isso é assunto para outro texto.

Muitas vezes, campanhas que têm baixa conversão são cortadas e a conversão global do site diminui, pois as campanhas cortadas não eram responsáveis pela conversão final, mas eram responsáveis por dar assistência.

Todos os canais, juntos, são fundamentais para o site realizar melhor seu objetivo.

Fonte: www.pontomarketing.com