Brindes Personalizados e Corporativos — Compare Fornecedores Verificados e Peça Cotação Grátis

Brindes ecológicos: distribuição de sementes e mudas deve estar dentro da lei

Com multas que podem chegar a 125% do valor dos produtos apreendidos, legislação prevê penalidades para revendas não registradas no Ministério da Agricultura e também para compradores de sementes e mudas de empresas ilegais.

Ecologia e sustentabilidade têm sido temas de diversas ações de marketing corporativo. Mas será que as campanhas sustentáveis são ecologicamente corretas? Será que os fornecedores de sementinhas e mudas obedecem à legislação? No Brasil, por falta de divulgação e de fiscalizações mais severas, o setor de brindes ecológicos cresce tortuosamente. Segundo a Lei nº 10.711/2003, sementes e mudas só podem ser comercializadas por empresas que possuam o Registro Nacional de Sementes e Mudas (Renasem).

Seguindo as normas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a legislação rege as diversas atividades relacionadas a sementes e mudas, incluindo produção, embalagem, comércio, utilização e exportação, entre outras. Diante disso, comercializar sementes e mudas sem o registro é crime e as multas podem chegar a 125% do valor dos produtos apreendidos. E um ponto importante, especialmente para profissionais de comunicação e marketing, é que a Lei também prevê penalidades para quem compra sementes e mudas de empresas não registradas.

Segundo Sidney Corradini, presidente da Ação Ecologia, uma das exigências é que as sementes sejam embaladas em máquinas e com papel especial para evitar contaminações e garantir mais qualidade. "O fato é que grande parte das empresas do mercado promocional se apresenta como especialista em brindes ecológicos, mesmo sem ter registro para comercializar sementes, muito menos para embalá-las!"

Embora ainda não haja rigor suficiente no setor de brindes, a fiscalização nacional de sementes está cada vez maior com relação a commodities, como soja, milho, trigo, arroz, algodão e feijão. Apenas em 2010, mais de 20 mil fiscalizações resultaram em multas da ordem de R$ 20 milhões e na apreensão de 16,8 mil toneladas de sementes falsificadas.

Marketing insustentável?

Em nome da preservação ambiental, diversas ações de marketing impulsionam o setor de brindes ecológicos. Até porque a distribuição de mudas e sementinhas é uma das maneiras mais baratas e eficazes de realizar uma simpática ação promocional.

De acordo com Corradini, quem entende um pouco de marketing sabe que os profissionais da área vivem correndo contra o tempo e, muitas vezes, têm verbas reduzidas. "É justamente este cenário que favorece a proliferação de falsas empresas especializadas", diz.

Mas, ele lembra que, com relação a sementes e mudas, não existe "almoço grátis", pois é necessário esperar safras, tempo de germinação e enraizamento, além de outras questões climáticas, biológicas e logísticas. "Justamente por isso, ofertas com expressiva redução de preço e tempo de entrega só são possíveis aos que descumprem a Lei", afirma.

E uma bem intencionada ação de "marketing sustentável", se realizada de maneira incorreta, pode gerar prejuízos econômicos, biológicos e até ferir a credibilidade do tema junto à sociedade.

O barato sai caro

"Quem nunca ganhou, por exemplo, um bonsai que morreu ou uma sementinha que não germinou? Mas será culpa da rega e do plantio? Falta de "mão" para plantas ou urucubaca do ambiente?" Corradini afirma que, infelizmente, em boa parte dos casos acima, a resposta é não! "Claro que há quem coloque o vaso em local impróprio, regue demais ou de menos. Mas as principais causas deste tipo de fracasso são mudas e sementes sem procedência, armazenadas ou embaladas de maneira incorreta, que podem ser falsificadas ou de baixa qualidade", calcula.

Por questões climáticas, quase 100% das sementes de hortaliças e flores comercializadas legalmente no Brasil são importadas. Porém, o especialista conta que muitas são armazenadas manualmente em embalagens plásticas por empresas não especializadas. E este processo ilegal, além de prejudicar o meio ambiente, ainda favorece o risco de contaminação e a queda no índice de germinação.

Espalhar pragas e doenças é outro problema gerado por empresas não certificadas. Vários kits ecológicos, por exemplo, incluem sementes indicadas ao setor agrícola, preparadas para o plantio em larga escala. Embora ofereçam baixo risco de envenenamento, tais espécies contêm Captan, um fungicida comum na prevenção de pragas, que pode causar reações em crianças, caso engulam uma única semente.

Outro item com a conotação de "ecologicamente correto" é o chamado papel semente que, plantado na terra, gera uma muda. A produção é artesanal e simples: basta fazer papel reciclado – como se aprende até em pré-escolas –, inserir a semente no papel ainda úmido e secá-lo ao sol ou em uma estufa.

Neste caso, o problema é que a alta umidade e o forte calor exterminam 70% das sementes. Além disso, depois de seco, o papel semente é impresso em um equipamento jato de tinta e, em contato com o líquido tóxico, as poucas sementes vivas que restam ficam comprometidas e o produto final corre o risco de nunca se tornar uma muda.

Por isso, Corradini sugere que, antes de encomendar brindes ecológicos, as empresas e agências devem consultar a Associação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas (ABCSEN) e a Associação Brasileira de Sementes e Mudas (ABRASEM). "A idoneidade do fornecedor é fundamental para evitar diversos problemas para qualquer empresa, inclusive jurídicos", alerta.

Fonte: Portal Administradores

Coca-Cola vai ao encontro do público com PDV customizado

A música de Milton Nascimento já dizia: “Todo artista tem de ir aonde o povo está”. Com grandes marcas não é diferente. Quanto mais próxima ela estiver de seu target, mais presente fica na mente dele.

A Coca-Cola, que sempre utiliza ações de marketing promocional para estreitar laços com o seu público-alvo, seja por intermédio de brindes, ações de guerrilha, ações promocionais virtuais, entre tantas outras, mais uma vez faz a diferença quando o assunto é marketing de relacionamento.

Visando proporcionar uma experiência única de relacionamento com a marca, a Coca-Cola instalou “O Quiosque Coca-Cola” no calçadão da Praia de Copacabana. O espaço é um ponto de venda customizado, com design diferenciado, inspirado nas linhas de produção do refrigerante.

Todos os produtos do portfólio da companhia poderão ser encontrados no quiosque que foi criado pela Future Group e tem como público-alvo os adolescentes. A alimentação do espaço está a cargo do Andy’s.

Entre os destaques do quiosque da Coca-Cola está uma degustação especial da bebida. O consumidor que pedir para viver a experiência da “Coca-Cola servida da forma perfeita” apertará um botão em uma máquina que aciona um vídeo no qual o criador da Coca-Cola, John Pemberton, faz uma saudação e explica qual a forma perfeita de servir o produto.

Logo após, a máquina se abre e dela sai uma garrafa do refrigerante, na temperatura exata de três graus, pronta para ser saboreada. Após a experiência, o consumidor ganha o copo contour no qual ela é servida, de brinde.

O projeto conta com uma plataforma musical especial, que inclui a veiculação da rádio Coca-Cola FM, criada pela marca no Rock in Rio. Mas, os consumidores que quiserem, podem ouvir sua própria seleção musical: cada mesa conta com conectores de aparelhos de MP3 e celulares que podem ser conectados ao sistema exclusivo de cada ombrellone, para não atrapalhar os demais frequentadores. Todos os materiais usados no quiosque são reciclados ou recicláveis.

Com este projeto piloto, a Coca-Cola quer criar um espaço de entretenimento e tendência neste verão. Futuramente, ele poderá ser ampliado para outras praças. O “Quiosque Coca-Cola” também é o primeiro ponto de venda da Coca-Cola que a própria empresa instala no Brasil. Ela é fruto de uma parceria com a Rio de Janeiro Refrescos e com a Orla Rio.

Fonte: Promoview

Empresas investem em brindes ecológicos em Bauru, SP

Ideias sustentáveis têm sido utilizadas dos presentes de final de ano.
Os brindes são entregues aos funcionários e clientes.

Presentear clientes e funcionários com brindes no fim do ano é normal, mas a forma como isso é feito tem mudado. Em muitas empresas de Bauru, no interior de São Paulo, as simples canetas, calendários e agendas ganharam um toque de sustentabilidade.
Nos cartões, corações de papel reciclado e sementes para serem plantadas. De garrafas pet surgiram saquinhos de lixo para o carro, e também as sacolas ecologicamente corretas. A fabricação é personalizada a pedido das empresas, para presentear clientes e funcionários. Para a criadora, um desafio é tornar as lembranças atraentes para realmente serem usadas.
"Além de ter um produto com reaproveitamento de garrafa pet, uso de sementes, mas sempre se preocupando com a utilização desse produto. Eu trabalho com empresas desde grandes corporações, bancos, entidades educativas, como faculdades, como também com profissionais liberais, que querem presentear o seu cliente de uma forma mais emocional possível. Realmente como um agradecimento", explica a empresária Carla Mota.
Levar uma garrafinha para o trabalho pode economizar centenas de copos descartáveis. E foi nisso que uma empresa pensou ao comprar as lembranças de fim de ano. Também encomendou sacolas reaproveitáveis.
"Você está lembrando do seu funcionário no fim do ano e aproveitando pra deixar bastante forte essa questão da responsabilidade socioambiental. Ele lembra, ele anda com o produto no carro, ele vai aos mercados, enfim, ele está divulgando a marca nos lugares aonde ele vai". Eric Garms de Oliveira, vice-presidente da empresa.
Se o brinde for o tradicional calendário, o papel pode ser reciclado, como em banco da cidade. "A gente acha que com o calendário a gente pode motivar também mais pessoas, mais empresas a se voltar mais ainda para a sustentabilidade do planeta, pra aproveitar melhor os nossos recursos naturais e proporcionar até geração de emprego e renda para as pessoas que vivem disso”, afirma Geraldo Luis Machado de Oliveira, superintendente regional da Caixa Econômica Federal.
Em outra empresa da cidade, o bambu foi o material escolhido para os kits de fim de ano. Ele tem sido divulgado como a madeira do futuro e essa ideia de sustentabilidade faz parte até das mensagens de fim de ano que os clientes e funcionários estão recebendo. "Porque o bambu é um forte aliado no combate ao aquecimento global e passar essa mensagem para os funcionários em forma de presente a gente achou muito interessante”, explica o gestor de Recursos Humanos da empresa. São dois brindes diferentes: uma bandeja para petiscos e um kit para preparar caipirinha.

Fonte: G1 Bauru e Marília

Pimenta e Script levam arte urbana ao Rio de Janeiro

Para divulgar em grande estilo a inauguração da Faculdade Contemporânea da Cidade, a Pimenta Mídia Alternativa, em parceria com a agência Script, produziu uma diferenciada intervenção urbana em um dos principais cartões postais do Rio de Janeiro, a Lagoa Rodrigo de Freitas.

Desde o dia 07/01, os pedalinhos da Lagoa estão circulando totalmente ilustrados com as mais inusitadas artes urbanas, desenvolvidas pelos irmãos grafiteiros Tito e Téo Senna, levando a criatividade da Faculdade Contemporânea da Cidade para o ambiente externo. Cada pedalinho representa um dos cursos da nova faculdade, que tem como premissa valorizar a arte.

A ação ainda conta com equipe promocional uniformizada próxima ao Corte do Cantagalo, distribuindo brinde da faculdade a todos os passantes, gerando ainda maior burburinho no local.

A intervenção funciona como uma real exposição de arte ao ar livre, que poderá ser apreciada na Lagoa Rodrigo de Freitas até o dia 07/02. Vale ressaltar que os pedalinhos utilizados na ação promocional são da empresa Klein.

Fonte: Promoview

Johnson&Johnson divulga linha Deep Clean em academias de Porto Alegre

Ação contou com distribuição de brindes, adesivos e displays com itens dos produtos nos vestiários femininos. Promotoras realizaram testes sobre cuidados com a pele durante as aulas
Por Letícia Alasse, do Mundo do Marketing | 06/01/2012
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A Johnson&Johnson aposta em ações de mídia indoor para divulgar a linha Deep Clean, da sua marca de cosméticos Neutrogena. Durante um mês, a empresa realizou atividades de conscientização das mulheres sobre a importância de manter uma pele saudável em algumas unidades da academia BioAtiva, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

Para disseminar a marca entre as consumidoras, a empresa mudou a ambientação dos vestiários femininos com adesivos da Deep Clean e displays de três produtos que compõem a linha. Um grupo de promotoras também realizou o teste “3 minutos de cuidado com a pele” com as alunas, com o objetivo descobrir que tipo de pele cada consumidora possui e apontar os cosméticos mais adequados.

A ação contou ainda com adesivos nas salas de ginástica e aulas patrocinadas com a distribuição de brindes as participantes. A expectativa da marca era impactar cinco mil consumidores durante o período de 5 de dezembro a 5 de janeiro de 2012. As agências B/Ferraz e Mídia em Foco foram responsáveis pelo projeto.

Fonte: Mundo do Marketing