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Um Brinde como Presente Especial

Produtos duráveis e personalizados são cada vez mais valorizados no mercado promocional.

Quando uma empresa pensa em oferecer um brinde o principal objetivo é fazer com que sua marca seja sempre lembrada pelos clientes. Se o objeto ofertado for um produto durável como, por exemplo, um copo de cristal ou uma caneca de vidro, o resultado é mais satisfatório, pois, além de divulgar a mensagem da empresa, o brinde terá, também, utilidade para quem o recebe.
Nesta tendência, o mercado vem requisitando, com maior freqüência, produtos feitos em vidro, como os copos de cristal e as canecas, citados anteriormente. Além da utilidade, do design diferente e das cores, estes produtos vêm cumprindo um importante papel na indústria do setor: geram empregos diretos na produção já que, embora muitas indústrias utilizem máquinas modernas para a produção em série, um produto especial é mais valorizado quando tem agregado, em sua composição, o trabalho artesanal, principalmente no setor de decoração das peças. Por isso, este segmento vem sendo bastante apreciado pelas empresas que buscam diferenciação no mercado de brindes promocionais.

Técnica artesanal resiste ao tempo
Até o início do século XX, a produção de vidro era totalmente artesanal, utilizando-se as técnicas de sopro e de prensagem. A indústria só evoluiu para a produção em massa com o aperfeiçoamento dos moldes e o advento dos fornos contínuos, que começaram a ser produzidos a partir dos anos 40.
Existem duas maneiras de imprimir a marca da empresa (logotipo ou logomarca) nos copos e canecas de vidro: por aplicação em silk ou por adesivo. Na primeira, a estampa é aplicada diretamente na peça com jato de tinta já, na segunda opção, o decalque e impresso em papel e depois transferido para a superfície do vidro. A vantagem é que a figura, uma vez gravada, não desbota e nem se degrada com o tempo, fazendo com que a marca do cliente tenha vida eterna, isto é, enquanto o brinde durar.
No Brasil, segundo a Abividro – Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro – existem mais de 200 fabricantes nacionais, sendo que 24 empresas possuem processo de produção totalmente automatizado.

Os copos e as canecas de vidros podem ser requisitados para campanhas de lançamento como, por exemplo, na divulgação de uma nova marca de bebida; em datas especiais – uma caneca comemorativa ao aniversário da empresa -, ou mesmo como prêmio: junte tantas tampinhas de refrigerantes e receba um copo para formar sua coleção.
Isso demonstra o quanto o vidro é um material versátil e útil para a produção de brindes personalizados, duráveis e úteis.

Fonte: Ewerton Ruvolo, sócio-diretor da RI4.

Márcia Mariano
Jornalista – MTB 16.770 -RJ

Atendimento – Competindo em Tempo e Flexibilidade

Estamos vivendo um novo mundo empresarial, onde os ciclos de vida dos produtos e negócios estão sendo reduzidos cada vez mais rapidamente. Nesta nova economia, a qual os especialistas denominaram de “economia do conhecimento”, as formas de atendimento de nossos clientes (telefone, e-mail, internet) precisam de destaque em dois aspectos de grande importância: tempo e flexibilidade.

Já não basta mais para as empresas competirem baseadas em custo e qualidade. O aumento da competitividade tem provocado uma busca por soluções inovadoras, a rapidez de resposta e a flexibilidade para atender as exigências cada vez mais específicas dos clientes são fundamentais para garantir a sobrevivência.

Para competir e vencer no aspecto “tempo”, a área de atendimento da empresa precisa ser composta por pessoas inteligentes e criativas, com habilidades e percepções como, por exemplo, a de identificar oportunidades, de ter idéias inovadoras, de entender o que o cliente quer, mesmo que muitas vezes sua mensagem não seja clara. Esta capacidade de gerar, compartilhar, conectar e integrar conhecimentos, possibilita uma vantagem competitiva real em “tempo” para a empresa.

Para vencer no aspecto “flexibilidade”, primeiramente é preciso compreender o real significado deste conceito. Uma coisa é mudar freneticamente por estar desnorteado, sem rumo, atirando para todos os lados. Isso, com certeza, não é flexibilidade. Mudar a estratégia muitas vezes é necessário, mas com um norte, uma direção, um sentido, avaliando os cenários, identificando as oportunidades e fortalecendo os pontos falhos. Contudo, mudar e neutralizar valores, cultura e a alma da empresa, é como caminhar para um cadafalso.

Dentro deste contexto, existem três grandes fatores que se tornaram críticos para garantir a competitividade: tecnologia da informação, comunicação (conexão) e conhecimento coletivo.

O primeiro fator, “tecnologia da informação”, vem modificando o tipo de trabalho nas formas de atendimento, integrando toda a empresa com a rede de Clientes, criando um banco de dados com informações valiosas, facilitando os futuros contatos e viabilizando o tão desejado “atendimento personalizado”, defendido pelos amantes do marketing 1 to 1.

O fator “comunicação” é o responsável pela conexão entre a empresa e os clientes. A Internet, um canal cada vez mais viável e acessível, facilita este processo, fazendo com que os negócios transcendam suas fronteiras físicas. Já não basta integrar a central de atendimento da empresa com as áreas financeira, back-office, recursos humanos, entre outras. Os clientes também precisam fazer parte desta rede. E, para conseguir acompanhar estes avanços, o investimento em comunicação se faz necessário. Porém, fundamental mesmo é o 3º fator: o “conhecimento coletivo”.

Trata-se de “conhecimento coletivo” uma inteligência com que abordamos e solucionamos problemas de sentido e de valor, que coloca nossos atos e nossa vida em um contexto mais rico, mais gerador de sentido, fazendo com que possamos avaliar as conseqüências de um “atalho” e qual o seu sentido em relação ao verdadeiro caminho. O “conhecimento coletivo” permite que as pessoas sejam criativas, mudem regras, alterem situações, ultrapassem as fronteiras, sejam capazes de contornar normas rígidas, utilizando-se da flexibilidade e do bom senso moral.

Desta forma, este último fator crítico é o que realmente agrega valor na percepção dos Clientes. As empresas conseguem o diferencial tempo e flexibilidade através do “conhecimento coletivo” da organização. O desafio é criar mecanismos participativos e uma política de RH que favoreçam o comprometimento das pessoas e reconheçam este tipo de inteligência.

Nesta caminhada, o treinamento e a educação levam ao aprendizado. Por sua vez, o comprometimento e o aprendizado das pessoas são subsídios para atingir o que chamamos de conhecimento coletivo (sabedoria), isto é, o conhecimento que é compartilhado e necessário para se conseguir os diferenciais tempo e flexibilidade.

Parcerias e Relacionamentos

A palavra de ordem, hoje, é: parceria. Para viabilizarmos projetos e negócios, é cada vez mais necessário formatar parcerias, sejam elas com funcionários, colegas de trabalho, empresários, empresas ou profissionais diversos.

Quando vendemos algum produto ou serviço, estamos vendendo algo decorrente de uma série de parcerias. Se nessa cadeia algum elo não for sólido, vai sempre prejudicar o resultado final e, conseqüentemente, a imagem junto ao cliente.

Serviços executados por terceiros, sejam eles fornecedores ou funcionários fazem parte do produto final, sempre. Por isso é preciso estar atento à formatação destas parcerias, que sejam lucrativas para todas as partes envolvidas.

Acabou-se o tempo em que poucos lucravam e muitos trabalhavam. Esta fórmula já provou estar falida.

Sociedades que ainda se baseiam nela, têm altos índices de criminalidade e pagam um preço muito alto pela insegurança em que vivem. Empresas que insistem em manter parcerias injustas com seus funcionários, pagam o preço com baixa produtividade e muito desperdício.

Não é em vão que, cada vez mais, as empresas estejam adotando políticas de remuneração e benefícios mais justas, e muitas delas efetuem até distribuição de lucros entre seus funcionários.

Quem ainda não aprendeu que é necessário dividir para ganhar, pagará o preço ficando fora do mercado.
Em várias oportunidades, os clientes estão cada vez mais exigentes e cobrando um atendimento personalizado, ágil e eficiente.

Empresas e profissionais que não estruturarem seus negócios, com base em parcerias sólidas e lucrativas, não estão, ou não estarão, muito em breve, aptas a atender o cliente de hoje.

Tudo isso pode não ser novidade para você, mas ainda existem muitas empresas e profissionais praticando: “… a mim tudo, ao vosso reino nada”.
Mas essa é uma tendência que tende a desaparecer, juntamente com aqueles que a praticam.

A Comunicação da Empresa

Todos sabem o papel que a publicidade ocupa dentro do marketing de uma empresa. Mas nem todos conhecem os tipos de comunicação existentes e, muito menos, quando devemos utilizar cada um deles. Normalmente, podemos dividir a comunicação em três campanhas:
1 – Campanha Institucional
2 – Campanha Promocional
3 – Campanha de Divulgação
Nos três casos, o objetivo é o mesmo: tornar nossa marca ou produto conhecido e apreciado. Mas nem tudo para por aí. Em cada um dos casos, a forma como vamos expor o nosso produto ou marca na mídia vai determinar o público que queremos atingir e como fazê-lo.

Na Comunicação (ou campanha) Institucional, a empresa desenvolverá todo o trabalho, visando tornar a marca conhecida e fortalecendo sua imagem junto ao seu público alvo. A campanha institucional é algo muito comum de se ver hoje em dia. São as campanhas que comumente vemos na mídia de massa, como TV´s e revistas, que procuram passar a filosofia de trabalho da empresa e o posicionamento que adotam perante seus consumidores, concorrentes e toda a sociedade. Neste tipo de campanha, nunca veremos uma empresa falando explicitamente sobre os serviços e produtos que tem a oferecer. Ela não se trata de venda e, sim, de conquista. Da conquista da confiança das pessoas em tudo o que a empresa faz, do que é.
Já a Campanha Promocional tem seu foco totalmente voltado para a venda. Este tipo de ação geralmente é colocado em prática quando a empresa precisa estimular as pessoas a consumirem seus produtos. A ela sempre está agregado algum tipo de premiação, bonificação ao público que compra o produto em questão. Numa estratégia de comunicação, este tipo de campanha sempre é utilizado para alavancar as vendas de um produto em baixa, ou no lançamento de um novo produto de uma linha. Ela é muito utilizada por anunciantes que comercializam seus produtos através do comércio varejista.

A Campanha de Divulgação utiliza-se de ações onde o objetivo é divulgar o produto ou serviço que a empresa tem a oferecer para o seu público alvo. Este tipo de campanha geralmente é muito confundido com a comunicação institucional, mas são completamente diferentes. Como já foi descrita, a divulgação serve para falar do que sua empresa tem, para oferecer e a institucional mostra ao público o que sua empresa é.

A comunicação de divulgação também é chamada de campanha de sustentação e serve, principalmente, para manter o produto/serviço na lembrança do seu público alvo, mantendo as vendas estáveis, dentro dos objetivos da empresa.

Portanto, independentemente do tamanho da empresa e da verba que irá ser empregada, é importante se ter em mente que antes de aumentar as vendas é preciso conquistar a confiança do nosso público alvo. Seja através do trabalho de pré e pós-vendas ou através de um mega evento de comunicação. As pessoas precisam conhecer nossa empresa e nosso produto muito bem antes de adquiri-lo e, conseqüentemente, incorporá-lo ao seu cotidiano pessoal ou profissional.

Satisfação Garantida durante a Negociação!

Todo empresário, antes de fechar um novo negócio, precisa estar ciente da relação que pretende manter com essa nova empresa. Afinal, se tem como objetivo estabelecer um bom relacionamento, visando uma fidelização para futuros negócios a longo prazo, precisa fazer com que esse novo cliente sinta-se satisfeito durante esse primeiro negócio.

Mas como deixar o cliente satisfeito quando o assunto são valores e, claro, sem sair prejudicado? Em princípio, antes de qualquer negociação, deve-se levar em conta o tipo de negócio que se está fazendo, por exemplo, se você estiver comprando um imóvel de determinada pessoa, muito provavelmente após adquirir esse bem, você não entrará mais em contato com o ex-proprietário. Nesse caso, seu único objetivo é realizar um bom negócio, pelo melhor valor possível.

Mas se você estiver vendendo seu produto para um novo cliente, seu interesse será a satisfação total dele, para que se torne fiel à sua empresa.

Nesse caso, vale a pena sacrificar um pouco sua margem de lucro em um primeiro momento, fazendo com que o outro lado fique satisfeito com o resultado. Afinal, em muitos casos, o bom relacionamento será mais importante do que o resultado dessa primeira negociação.

Pense bem antes de fazer qualquer negociação, avalie relações que podem representar grandes negócios a médio e longo prazo e boa sorte!