Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

Incrível, mas isso acontece

Essa experiência, eu já vivi em diversas empresas e já não me impressiona, mas acontece.Todos vocês sabem que vivo de organizar empresas; recuperá-las, e checar suas exposições à fraude.No mês de março tive a experiência que passo a relatar.
Estava eu preenchendo o checklist do Diagnosys, e a determinada altura cheguei aos itens que checam a exposição da tesouraria, e pedi ao controller da empresa para chamar a pessoa responsável pela tesouraria.

Ele chamou a Srta. Cleide (Nome Inventado), e pediu para ela se sentar ao meu lado, pois ela precisava responder algumas perguntas para o checklist.

Perguntei a Srta Cleide:

– Srta. Cleide; descreva-me passo a passo como a Srta. processa os cheques ao portador recebidos pela Srta?

Ao que ela me responde inocentemente:

Sabe Sr. Paul, isso é um dos meus orgulhos, pois nos possibilitou reduzir o prazo de recebimento da empresa.

Eu junto todos os cheques ao portador e em vez de depositá-los; eu vou ao Banco e os recebo na boca do caixa em dinheiro e ai visito os fornecedores e os pago em dinheiro, sempre conseguindo um desconto, pois pago em dinheiro!

Que funcionária exemplar a Srta Cleide; deveria receber o premio funcionário do mês, ou do ano; ou até do século!

Segui com o checklist e terminei o questionário com Srta. Cleide.; esperei a sua saída da sala e passei a perguntar ao controller: “Quando você faz a conciliação bancária?”

A resposta me deixou mais chocado: “- A Srta. Cleide é que faz a conciliação”

Eu sei que muitos de vocês irão dizer que estou inventando estórias, mas não estou; juro aconteceu.

Isto reforça a minha publicação anterior: Porque sempre tem alguém que diz:EU NÃO SABIA?

Até o dono da empresa me disse: Eu não sabia o que poderia acontecer.

Nada; mas Nada deve ser pago em espécie nas empresas; tudo DEVE SER PAGO ou através de cheques nominais cruzados com a observação “Ou á sua ordem” riscado; ou então por transferências em contas de pessoas Jurídicas; nunca em contas de pessoas físicas.

Em casos de duvidas referir-se à legislação do DECRETO Nº 57.595 DE 07 DE JANEIRO DE 1966

Pode parecer óbvio, mas isso ainda acontece ai fora!

Cuidem-se

Fonte: Administradores

O capital humano por trás do preço baixo

Há muito tempo brasileiros têm ido aos Estados Unidos e outros países em busca de mercadorias com preço baixo, e ao chegar lá se assustam com o baixo custo especialmente no setor têxtil onde conseguem encontrar casacos infantis forrados e até com capuz de marcas importantes por apenas U$3,00.

Está discrepância de preço revolta a todos, e nos faz ver como estamos acostumados a pagar caro e aceitar esta condição. Porém, quando está fazendo suas compras você alguma vez parou para pensar como esta peça chegou até você? Como é possível que alguma empresa lucre e ainda pague os custos com um valor tão baixo na mercadoria?

Convido vocês a refletirem o que é necessário negligenciar para que o consumidor pague tão pouco, e para isto tenho dois bons exemplos que me tocaram muito ao conhecer, em 2005 foi lançado o documentário China Blue onde mostrava a vida de uma garota do interior que foi trabalhar em uma grande fábrica de jeans na cidade que por sua vez, assim como muitas outras empresas, se aproveitam do fato de estar em um país com pouca possibilidade de qualidade de vida e deixam seus funcionários em condições de habitação e trabalho praticamente escravas.

Estes são apenas dois casos entre muitos que mostram como é preciso burlar as leis, agredir o meio ambiente e especialmente quantas pessoas se sacrificam com trabalhos sub-humanos para aumentar a lucratividade das fábricas e nos possibilitar pagar menos? Será que o custo de uma peça realmente paga todas essas consequências? Já não está na hora, diante de tantos protestos e lutas, de começarmos a pensar nas nossas ações e comprar de empresas confiáveis, que possuam selo de qualidade para comprovar que acima de um bom produto há responsabilidade social?

Pare e pense, quantos chineses deverão trabalhar 20 horas por dia, quantos bolivianos deverão vir ilegalmente para São Paulo e se esconderem dentro das oficinas, quantas empresas deverão desabar (como no caso de Bangladesh) para que comecemos a cobrar que nossos produtos devem fazer bem não apenas para o bolso, mas também para as condições humanas? Quantos?

Fonte: Administradores

Conexão África: O Fieldmarketing para franquias brasileiras

Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o mercado de franquias movimentou, no último ano, R$ 103 bilhões. Sem dúvida, o setor desponta como uma boa oportunidade para quem quer empreender com um risco calculado e retorno certo. O grande desafio do empreendedor está em fazer a gestão da loja e atender ao padrão proposto pela franquia.

Há pouco mais de um mês, estive na África do Sul e lá pude ver na prática a dinâmica e o desempenho do varejo deste país. O benchmarking, muito comum para este setor da economia, permite a utilização e adaptação de ideias e técnicas para o varejo brasileiro, o que em geral resulta em boas experiências e novas oportunidades de negócios.

Nesta linha, surge o fieldmarketing, um conceito amplamente divulgado e utilizado na África do Sul e em países como a Austrália, Reino Unido, Índia e China. O fieldmarketing atua em todas as áreas estratégicas para a efetivação da venda nos canais do varejo, desde a coordenação e gerenciamento da operação junto à indústria, até a comunicação nos diferentes pontos junto ao consumidor. O conceito, permite a otimização e a melhoria do desempenho das ações de merchandising e do marketing no varejo.

Durante a viagem, pude conhecer o trabalho do fieldmarketing no ramo de telefonia, tanto em lojas de rede como em franqueadas. O case é interessante para colocar em discussão as práticas utilizadas, agregar novas ideias e revolucionar a relação entre franquias e franqueados por aqui. Para o modelo de franquia brasileiro, o fieldmarketing é, sem dúvidas, um terreno a ser explorado.

As propostas implantadas na rede de varejo de telefonia envolveram o treinamento de equipe, o check list de padronização de lojas e de discurso, a utilização correta e produtiva dos materiais de merchandising e, principalmente, a gestão de pessoas deste ponto de venda.

Munido de uma foto da loja, com todas as indicações e disposição dos materiais de merchandising, a equipe especializada em fieldmarketing checava item por item a validação da proposta. Além da organização e padronização do ponto de venda, o time era responsável por treinar a equipe de vendas e de atendimento ao cliente. A preocupação com o nível de excelência no serviço oferecido é tão grande que o check list envolve desde o uso de uniformes até aspectos ligados à ativação da marca, como a checagem das peças e positivação dos materiais de campanha.

Colocar a gestão da loja sob o conceito de fieldmarketing permite que toda a operação, do treinamento ao aumento do potencial da marca no ponto de venda, esteja alinhada aos resultados de vendas, fidelização de cliente e objetivo da franquia.

O fieldmarketing é responsável por colocar em prática, no ponto de venda, as ações traçadas em nível estratégico. Mais do que garantir que o planejamento concebido pela gestão da marca seja realmente praticado no ponto de venda, o fieldmarketing está apto a indicar os pontos de atenção em uma franquia e corrigi-los com eficiência, proporcionando mais efetividade aos resultados dos franqueados.

Luciana Barreto é diretora de novos negócios da Smollan, empresa líder em fieldmarketing no mundo

Fonte: Administradores

Perfetti Van Melle ativa novo produto com sampling

A Social Agency, empresa do Grupo E.Life desenvolveu uma ação especial para o lançamento do novo Fruittella Tutti Frutti, da Perfetti Van Melle, que tem por objetivo incentivar as pessoas a darem uma pausa no cotidiano e desfrutar de momentos que possam tornar a vida mais alegre.

Com o mote “Um dia mais alegre com Fruittella”, acontece no dia 03/08, a partir das 10h30, na Lagoa do Taquaral, em Campinas (SP), uma ação de sampling com a distribuição de três mil balões com frases positivas incentivando as pessoas a mudarem suas rotinas em prol de uma vida mais doce, mais feliz. Além disso, promotoras farão a distribuição dos produtos Fruittella.
A ação de marketing promocional de lançamento conta também com conteúdos especiais postados na fan page da marca que levam a assinatura: “Fruittella Tutti Frutti: é amor em forma de doce”, entre outros.

Fonte: Promoview

Fiat quer ‘humanizar’ processo de compra de carro

A Fiat Automóveis do Brasil vai lançar em breve uma ferramenta on-line chamada Fiat Live Store, com o objetivo de “Humanizar o processo de decisão de compra de automóveis que, cada vez mais, passa pela internet”, diz a montadora.

“Vai ser uma experiência imersiva e inédita, uma revolução na forma de experimentar carros. É tudo que podemos contar por enquanto”, afirma João Ciaco, diretor de Publicidade e Marketing de Relacionamento da Fiat para a América Latina.
Na Fiat Live Store o consumidor “experimentará de perto e ao vivo” os principais carros da marca sem sair de casa. E, ao final dessa experiência, poderá agendar um test-drive na concessionária mais próxima.

“Mais do que uma grande ideia, a Fiat Live Store é um modelo de negócio. Cerca de 60 profissionais da agência estão trabalhando no projeto desde o ano passado. Acredito que este seja o futuro da propaganda: fazer coisas que não pareçam propaganda mas que sejam relevantes para nossos clientes e desejadas pelas pessoas”, diz Fred Saldanha, Chief Creative Officer da AgênciaClick Isobar, que concebeu e produziu a iniciativa.

O projeto, que conta com um estúdio de 600 m² produzido pela The Marketing Store, será divulgado por meio de campanha criada pela Leo Burnett Tailor Made que, com a AgênciaClick Isobar, compõe a Agência Fiat.

Fonte: Promoview