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Entregue tudo o que vende…

Quando você casou seu marido tinha cabelo, era magro e aposto que não tinha barriga. Não ficava esparramado no sofá da sala no final de semana, assistindo ao jogo de futebol pela televisão e o pior de tudo, não roncava. No começo do relacionamento o rapaz e a moça fazem uma campanha de venda mútua, durante o processo do namoro, que vocês nem imaginam!

Durante todo o namoro, se comportam o melhor possível, sempre. Ambos fazem e honestamente procuram cumprir, promessas e compromissos. Procuram andar o tempo todo na linha. Até que finalmente fecham a venda e se casam. Então, acaba o namoro e começa a espaçar aquelas atitudes delicadas, de boa vontade e de consideração. Começam a abandonar o hábito de se arrumarem com cuidado.

Em resumo, tenho certeza de que o índice de divórcio seria reduzido em 90% se homens e mulheres entregassem, no casamento, o que venderam durante o namoro.

Da mesma forma, acredito que na maioria dos casos em que perdemos um cliente para o concorrente, isso não se deve ao melhor preço ou ao melhor produto, embora isso também tenha influência. Na maioria das vezes é porque a concorrência chegou e namorou nosso cliente com melhor serviço, mais interesse, maior preocupação e ouvindo com maior atenção as descrições das suas necessidades.

Para combinar esse exemplo de vendas e namoro, alguém perguntaria: quando devemos dizer à nossa mulher que a amamos? Resposta: Antes que alguém o diga. Quando é que você deve dizer ao seu cliente que você gosta dele? A mesma resposta: antes que outro o diga! Então, você deve demonstrar esse amor ao seu cliente por meio de serviços de excelência.

Fonte: Administradores.com

O que os gestores de marketing precisam saber sobre finanças

Sabemos que o setor financeiro nunca foi muito “amigo” do marketing, mas as empresas que possuem marqueteiros com conhecimento na área de finanças consegue unir, pelo menos em alguns projetos, esses dois setores.

Empresas que não gozam de capital circulante líquido abundante têm um setor financeiro carrancudo nas análises dos projetos de marketing. Os marqueteiros por muitas vezes têm os seus projetos recusados ou remendados por não passarem segurança em números para o setor financeiro, a palavra muito famosa nesse caso é payback. Traduzindo para o português, “pagar de volta”. E é exatamente o que este critério avalia, o tempo que uns investimentos levam para pagar de volta ao investidor o investimento inicial.

Não estou dizendo aqui que o gestor de marketing tem que entender perfeitamente de finanças ou que venha substituir funções desses profissionais. Mas não restam dúvidas que devem ter o conhecimento para planejar melhor seus projetos, para mensurar seus projetos no impacto que os mesmos vão causar na saúde financeira das empresas, positivas ou não. Assim, o papel é ter em mente, todo o tempo, que o objetivo do seu projeto de marketing será de criar maior riqueza para os acionistas – proprietários – da empresa. Logo, os gestores de marketing devem ter suas ideias baseadas em números, para conseguir através de argumentos numéricos convencer gestores de finanças que seus projetos são viáveis financeiramente. Podendo, se basear, em pesquisas de marketing bem realizadas – que também não são baratas, mais argumentos (risos).

Normalmente, os números apresentados devem guardar certa coerência com as premissas do projeto. Que, por muitas vezes, são ignorados pelos gestores de marketing por simplesmente acreditar demais na sua ideia, apenas por intuição. Assim, podemos dizer que o papel dos gestores de marketing nas finanças é transmitir em números tudo aquilo que normalmente é feito em linguagem corrente. Estratégias, táticas, fundamentadas em números tornam um projeto com todas as chances de obter sucesso na sua empreitada, afinal, todo projeto deve buscar a criação de riqueza para os proprietários das empresas.

Fonte: Administradores.com

Buscar excelência e qualidade de gestão geram bons resultados

É comum que o pensamento corporativo esteja sempre focado nos resultados do negócio, principalmente nos resultados financeiros. Mas atualmente muitas empresas já sabem da importância de se buscar excelência e qualidade de gestão para obter um crescimento significativo.

A Brasal Refrigerantes, responsável pela fabricação, comercialização e distribuição das marcas Coca-Cola e Fensa, é um exemplo de empresa que comprova esse pensamento. Lá já existe a convicção de que a melhoria das práticas de gestão a conduz a melhores resultados, não só financeiros, mas de mercado, processos, pessoas e sociedade.

A empresa começou a investir na melhoria da gestão em 1997, com o Programa Gestão pela Qualidade Total. No ano passado, a empresa alcançou 73% da participação do mercado local, resultado efetivo da implantação de um programa permanente de excelência da gestão e da utilização do Modelo de Excelência da Gestão (MEG), disseminado pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ).

Baseada nos critérios do MEG, a empresa implantou práticas como estreitar o relacionamento com o cliente, promovendo programas de encontros que mostram o funcionamento da empresa e cada etapa do processo produtivo. Além disso, existe todo um trabalho de pré-venda que permite conhecer muito bem os clientes e atendê-los de acordo com as suas necessidades.

Quando se pensa em gestão de pessoas também é preciso levar em conta que a satisfação do funcionário ou colaborador reflete diretamente nos crescimento da empresa. Dentro da Brasal foram criadas, por exemplo, práticas educacionais como capacitação e convênios com faculdades e escolas de idiomas.

Mas não se deve pensar apenas em capacitação. É preciso foco também na qualidade de vida. Ginástica laboral e centros de convivência para a realização de atividades de lazer conjuntas não só estimula e motiva, como promove a integração dos funcionários com a empresa e com os colegas.

Uma boa dica vem do diretor geral da Brasal, Renato Barbosa: “Para colocar em prática a gestão de qualidade épreciso ter em mente que a busca por excelência não tem fim e precisa ser constante, com autoavaliações para que sempre possa ser melhorada no dia a dia”.

Fonte: Administradores.com

Ação promo leva para jogar no Couto Pereira

O Coritiba Foot Ball Club está promovendo mais uma ação de marketing promocional exclusiva para seus sócios. Já pensou em jogar uma partida de futebol em pleno Couto Pereira, ganhar um uniforme oficial da Nike completo e ainda uma camisa oficial do Verdão 2013/2014? O Coxa está escalando seus sócios para uma partida inesquecível.

Para participar da ação promocional basta ser sócio adimplente do clube e se inscrever no hotsite até o dia 12/07, às 17h.
Serão 16 sócios sorteados (oito homens e oito mulheres) que terão a chance de vivenciar uma partida especial no gramado do Couto Pereira.

Fonte: Promoview

3 cuidados ao ser colega de trabalho e amigo ao mesmo tempo

São Paulo – Os jovens querem que seus colegas de trabalho sejam a sua segunda família. É o que revela uma pesquisa publicada pelo site Business Insider. De acordo com o levantamento, 71% dos entrevistados (que nasceram depois de 1980) consideram importante esta proximidade com seus companheiros de expediente e 88% buscam locais de trabalho que sejam divertidos e sociáveis.
“É uma característica do jovem, até porque a geração Y tem mobilidade grande, é comum ver jovens migrando, trabalhando em outros locais e isso faz com que exista necessidade de aproximação”, diz Iracema Dias de Araújo Andrade, diretora técnica da Viva Talentos.

Alexandre Santille, CEO do LAB SSJ, consultoria de educação corporativa, concorda que querer estar conectado com os colegas de trabalho é uma característica dos jovens, mas faz uma ressalva. “Um jovem há 30 anos teria comportamentos parecidos, o que mudou é o fato de as pessoas passarem mais tempo no trabalho e também a tecnologia que traz uma facilidade de conexão”, diz.

Os dois especialistas afirmam que é possível, sim, conseguir a tão sonhada relação próxima com os colegas de trabalho e superiores, mas, afirmam, os jovens devem ficar atentos a alguns pontos. Confira quais são:

1 Separação de pessoal do profissional é necessária durante o expediente

Na noite anterior, todos podem ter saído juntos após o término do trabalho, mas, no dia seguinte, a relação profissional deve prevalecer, por exemplo, em uma reunião de feedback. "Separar os momentos é um aprendizado”, diz Iracema.

Já que os jovens usam a expressão 2ª família, Iracema cita um desafio que existe dentro do ambiente familiar. “É como na família, os pais querem ser amigos de seus filhos, mas também precisam educá-los e dar limites e, para isso, fazem a separação dos momentos”, diz.

Na opinião de Santille, a maturidade é o ponto crucial e que vai fazer toda a diferença na hora de fazer a distinção entre assuntos pessoais e profissionais. “O papel do gestor é ajudar o jovem a separar as coisas”, diz.
2 É melhor se conectar com pessoas que têm valores semelhantes aos seus
A relação de confiança estabelecida no ambiente de trabalho é o primeiro passo para quem deseja se aproximar de um colega ou do gestor também fora da empresa. Por isso, Santille recomenda que o profissional faça uma análise de perfil no sentido de buscar conexão com pessoas que têm valores e propósitos parecidos. “É trabalhar para gestores alinhados”, diz.

3 Procure empresas que promovam a integração

Um ambiente acolhedor e mais informal é o sonho de muitos jovens quando o assunto é a empresa ideal para trabalhar. Conforme a pesquisa, 88% dos entrevistados pertencentes à Geração Y querem isso.

“Já há esse movimento por parte de empresas que criam espaços integração e de acolhimento”, diz Iracema. A dica é buscar justamente locais que tenham a integração e cooperação dentro da sua política de recursos humanos e fuja de ambientes com competitividade exacerbada e estimulada por gestores.

Fonte: Exame