Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

10 péssimos conselhos sobre mídias sociais

Muitas pessoas se auto-intitulam como experts em social media, mas às vezes baseado em pouca ou nenhuma experiência na área. Fica difícil saber em quem acreditar e, para isso, listamos alguns conselhos de amigos da onça:

1-“Mídia social é o novo SEO”
Ter perfil em redes sociais não anula as estratégias de SEO. Ambas as ações de marketing funcionam melhor juntas e devem coexistir para melhorar o rankeamento e levar mais pessoas à sua página.

2-“Use hashtags populares, pois ajuda na divulgação”
Hoje em dia hashtags são usadas mais para fazer um comentário e não para buscar algo. Ex: #omelhordomundo

3-“Quanto mais você publica, melhor”
A quantidade de posts é o que menos tem valor. O conteúdo é sempre o rei em qualquer ambiente virtual.

4-“Programe todos os posts de uma só vez para poupar tempo”
Você pode até programar os posts, mas procure alternar os horários de acordo com o gerenciamento de retorno. Não canse seus fãs com as mesmas informações, ao mesmo tempo e em todos os lugares.

5-“Qualquer um pode realizar serviços de mídias”
Este serviço deve ser realizado por pessoas ou empresas especializadas e competentes para tal. Invista neste trabalho e não o entregue nas mãos de qualquer um.

6-“Não leve nada para o pessoal”
Você deve imprimir sua personalidade na mídia, por isso seja emocional e transmita seus valores, com bom senso é claro, nas redes.

7-“Responda a todos os comentários negativos”
Não ignore os comentários negativos, mas escolha sua batalha. Existem comentários que são feitos apenas para causar problemas ou se capitalizar em cima de sua resposta. Analise antes de dar o feedback.

8-“Se você cometeu um erro, delete o post para consertá-lo”
Na internet, não há erro que possa ser desfeito ou perdoado. Peça desculpas e pense bem antes de qualquer postagem.

9-“Ter muitos fãs/seguidores e engajamento é o que importa”
Eles são muito importantes, mas apenas uma peça no quebra-cabeça que leva o negócio ao sucesso. Dê prioridade aos clientes e ações de marketing mais diretas, já que, a princípio, é o que mantém seu negócio.

10-“Poste X vezes por dia”
Não existe um número de postagens ideal, e sim os momentos mais convenientes para publicar. Observe os retornos!

Fonte: Adnews

O ganho da reconquista

Reconquistar a confiança de um cliente pode ser a empreitada mais difícil de uma empresa. Porém, a luta é válida uma vez que os clientes mais "difíceis" podem ser os maiores colaboradores. Dispor do senso de urgência para mostrar a estes a importância que possuem para a companhia é o primeiro passo da evolução. Em entrevista exclusiva ao Portal ClienteSA, especialistas discutem as estratégias mais assertivas para se reaproximar do consumidor.

"As empresas demoram a perceber ou não possuem processos claros que gerem alertas de que o cliente está os deixando", afirma a superintendente do SAC do Santander, Monique Bernardes. Para a executiva, em primeiro lugar é preciso identificar o momento em que o consumidor está propenso a sair e, agir preventivamente.

A melhor maneira de perceber a insatisfação do consumidor é estar próximo dele. Segundo Monique, o Santander atua com diversas ferramentas de CRM, as quais mostram o relacionamento do cliente com a instituição e, com isso, são identificadas as suas necessidades. "Trabalhamos no sentido de entendê-las e estreitar os laços", revela.

Longe de enxergar alguns clientes como "difíceis", ou, "ex-clientes", o gerente de atendimento a consumidores da Fiat, André Pego, avalia que estes podem ser os grandes colaboradores da companhia. Para o executivo, o caminho mais vantajoso é sempre o da reconquista e, tornar o cliente um embaixador da marca é uma das soluções que impactam na reaproximação com este. "Se algo acontecer durante o relacionamento entre a empresa e o consumidor, o caminho mais vantajoso é o da reconquista. Clientes exigentes elevam o padrão do produto e do serviço, apontando melhorias e oportunidades ainda não exploradas pela empresa", evidencia Pego.

Na busca pela reconquista, as ações que impactam nesta reaproximação com o cliente são muitas. Porém, agora estas devem ser certeiras, afinal, a primeira chance já foi dada. A diretora de marketing da Suvinil, Daniela Tavares, afirma que os lançamentos de produtos inovadores, a capacitação constante da equipe e, pesquisas de satisfação do atendimento são algumas das estratégias que a empresa deve adotar para retomar o fôlego na gestão. "Outro fator importante é a agilidade das respostas e soluções às demandas apresentadas. Contamos com o envolvimento de toda equipe para propor inovações e melhorias em todos os processos", pontua.

Após reconquistar o cliente, ainda é preciso investir em ferramentas que garanta um relacionamento sem ruídos. O diálogo transparente deve estar sempre aberto e, para isso ser possível, é preciso investir nos canais de atendimento – como conta Daniela. A integração, articulada a tecnologia é outra vantagem que as companhias possuem para não deixar nenhum cliente escapar.

Fonte: ClienteSA

Mastercard lança app que permite entrevistar seleção brasileira

A Mastercard lançou um aplicativo no Facebook que permite os torcedores enviarem perguntas por escrito ou em vídeo para a comissão técnica e jogadores da seleção brasileira.

Serão respondidas as 40 perguntas mais criativas, sendo que 25 serão da cidade de Recife e os outros 15 de outros lugares do Brasil. Os vencedores também ganharão camisas autografadas.

As questões devem ter no máximo 250 caracteres e podem ser enviadas até o dia 16 deste mês. Os ganhadores serão anunciados no dia 24 junho na fanpage da marca.

Fonte: Administradores.com

O Boticário lança game ao público masculino

O entretenimento faz parte de uma plataforma em que os usuários também recebem conteúdos informativos
Para entreter o público alvo da marca de perfumes masculino, Quasar, O Boticário investe pela primeira vez no mundo dos games. A marca lança o "Desafio Quasar Quest", desenvolvido pela Aquiris e gerenciado pela W3Haus. O jogo pode ser acessado pelo endereço eletrônico, onde os consumidores também encontrarão conteúdos como dicas de beleza, carreira, saúde e estilo.

"Quasar é uma marca moderna, que fala com o público jovem e os games são um território de grande afinidade com os nossos consumidores", diz Ana Ferrell, diretora de comunicação e branding de O Boticário. "A plataforma Quasar Quest tem como objetivo gerar interação com o público masculino e reforçar o posicionamento da marca por meio de temas que fazem parte da vida dele", completa a executiva.

O desafio

O jogo convida os participantes a se aventurar nos desafios do dia a dia de um personagem. O internauta, representado por um homem Quasar, precisa vencer os obstáculos propostos e pegar a maior quantidade de itens para ir cada vez mais longe. A fragrância é a energia que o impulsionará para ir além em cada uma das situações. O jogador deve ir o mais longe possível e, conforme as conquistas, poderá ganhar "sobrevidas".

Os clientes do Programa O Boticário Fidelidade que se cadastrarem no game ganham 100 pontos no Programa, que podem ser trocados por descontos em qualquer loja O Boticário.

Desafio Quasar Quest, que também estará disponível para Android e IPhone, terá duas versões em 2013 – a ideia é acompanhar desafios que o consumidor está vivendo durante o ano. No Dia dos Pais, por exemplo, haverá uma missão relacionada à data. "Estamos felizes de participar desse movimento da empresa já que é a primeira vez que O Boticário lança um game para interagir com o consumidor", afirmou Chico Baldini, sócio e CCO da W3haus.

Fonte: ClienteSA

Formas de comércio: novas experiências no e-commerce

Aqui sempre falamos de processos internos do negócio de vender na internet. Sempre encontro pessoas que dizem que nada de novo se faz, sempre falamos de formas de comércio, como alinhar as expectativas do consumidor, o e-commerce 3.0, o frete, o risco, mas nenhuma nova modalidade de experiência.

Em pesquisas, me deparei com a Pesquisa Amadeus, que é representativa para o mercado de Turismo.

Ela aponta o crescimento do mercado de Turismo até 2020, buscando a fonte de rentabilidade para a indústria de viagens na próxima década. Realizada pela Oxford Economics, a pesquisa encomendada pela Amadeus usou como fonte, agentes de viagens, executivos de companhias aéreas e especialistas no mercado do turismo. É uma pesquisa bem completa que tem foco nas possibilidades de negócios, mas também tira conclusões importantes a respeito do comportamento do consumidor desse mercado, por isso falo delas aqui com vocês.

Na próxima década o mercado vai se deparar com um público: Mais exigente, com maior expectativa de vida (oportunidades para o lazer), advindo de países emergentes e mais viajantes à negócios rodando por aí.

Vamos ter a concorrência entre companhias aéreas ainda mais acirradas, porém a venda de serviços complementares (ancillary services) aparece como uma alternativa à fidelização desse consumidor.

E ai o que mais me interessou – A TECNOLOGIA – estará aliada à experiência do passageiro para trazer resultados favoráveis, além dos serviços complementares. Parcerias entre provedores de T.I e cias aéreas, serão prováveis.

Teremos cabines virtuais, informações diferenciadas (provenientes da tecnologia e das futuras parcerias e uso de redes sociais) vão permitir um maior entendimento do passageiro por parte da cia, como as preferencias por alimentação, entretenimento e acomodação. Com tudo isso, a divisão física das classes deverão cair em desuso, abrindo espaço para essas “cabines virtuais”.

Novos destinos irão aparecer, com maior frequência. Nesse contexto a América Latina receberá 56 milhões de turistas (crescimento de quase 5 % e enviará 43 milhões para o turismo global – o mesmo crescimento).

Para as agências de viagens, assim como as cias aéreas, terão a oportunidade de oferecer vendas cruzadas aos seus clientes, com isso, aumentarão a rentabilidade por meio de comissões recebidas de terceiros.

A consultoria e serviços personalizados com a facilidade da INTERNET, as reservas sem intermédio de agentes, porém com orientação personalizada (é a hora de se reinventar para o agente de viagens), usando a tecnologia para disponibilizar itinerário e dicas do destino durante a viagem.

Nichos também terão um futuro promissor, segundo essa pesquisa. Porém, me chamou a atenção a venda de EVENTOS VIRTUAIS, que diminuem a emissão de carbono na atmosfera, reduzem custos e tempo de deslocamento e ainda melhoram o equilíbrio entre o trabalho e a vida das pessoas.

O crescimento desse mercado atingiu um auge próximo de 2008 e teve uma queda entre 2008 e 2009 devido à crise econômica mundial. Em 2010 retomou seu crescimento e nos dia de hoje dobrou de tamanho.

O evento virtual pode ser totalmente personalizado, a empresa fortalece a marca e proporciona uma experiência envolvente com o usuário final. Com a plataforma integrada de webcast, é possível fazer um evento com perfeição sem downloads ou pop-ups atrapalhando a comunicação.

E o mais interessante é que o sistema de cadastro é incrível, todos sem exceção estarão na sua base no dia seguinte, pois para entrar é necessário que o próprio participante se cadastre.

Verifiquei eventos interessantes virtuais, com recepção, auditório, salão de exposições, central de conteúdo, estandes de expositores e até fórum de integração entre todos que participavam, gostei bastante do modelo e acredito que é mesmo uma forma nova de comércio na internet que tem tudo para nos encantar nos próximos meses.

Fonte: Administradores.com