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FGV Management Rio realiza segunda edição do ´Fórum de Marketing Digital´

O FGV Management Rio vai promover, no dia 28 de agosto, a segunda edição do "Fórum de Marketing Digital". O evento acontece na sede da Fundação Getulio Vargas, em Botafogo, Rio de Janeiro.

No evento, especialistas e executivos do setor irão abordar os efeitos da internet e das novas tecnologias na forma como as organizações se relacionam com seus diferentes públicos. Entre os convidados, está o diretor de Comunicação e Marketing da FGV, Marcos Facó.

As inscrições – gratuitas – já estão abertas. Para mais informações e inscrições, acesse: http://mgm-rio.fgv.br/eventos-detalhes/2013/08/28/forum-marketing-digital .

Serviço:
2º Fórum de Marketing Digital FGV
"Relacionamento entre agências, consultores e as organizações na Era Digital"
Quando: Dia 28 de agosto (quarta-feira), a partir de 18h30min
Onde: FGV Botafogo
Praia de Botafogo, 190 – Auditório 12º andar – Rio de Janeiro
Site: http://mgm-rio.fgv.br/eventos-detalhes/2013/08/28/forum-marketing-digital

Fonte: Cidade Marketing

O tal Planejamento Estratégico

Quem nunca ouviu a frase “Para quem não sabe aonde quer chegar, qualquer caminho serve”? Originalmente do conto Alice no país das maravilhas, e bastante mencionada nas escolas de Administração e Marketing, ela nos mostra que o primeiro passo é definirmos um objetivo, é sabermos para onde queremos ir, o que queremos, caso contrário, ficamos como uma folha de papel em meio a um vendaval: sem saber aonde chegará.

O elevado índice de mortalidade das empresas, além da ausência de um plano de negócio em sua abertura, é a falta de um planejamento estratégico implantado, fazendo com que processos sejam executados de maneira menos assertiva, investimentos são alocados de forma menos eficiente e esforços em marketing – quando há – são realizados sem foco, dispersos.

Saber “Onde estou” é primordial. Saber exatamente onde a empresa está inserida no contexto mercadológico proporcionará a realização de análises como a identificação de suas potencialidades e fragilidades em relação aos seus concorrentes e quais suas ameaças e oportunidades em relação ao mercado, e em face disto, criar futuros cenários e estabelecer planos de ações, porém, para isto, é preciso ter a definição de onde se quer estar. A definição deste objetivo global será o direcionador para que sejam definidas as estratégias e ações.

Basicamente, em uma forma mais resumida, é preciso fazer três perguntas: Aonde quero chegar? Onde estou? Como chegarei até lá? Só então a partir destas definições poderão ser expandidos os desdobramentos de um planejamento estratégico, onde poderá trazer como benefícios para sua empresa o alinhamento da comunicação interna e externa, potencialização comercial, minimização de perdas em investimentos de baixo retorno, planejamento de marketing mais assertivo, entre diversos outros benefícios, tanto em questões operacionais, quanto gerenciais.

E em sua empresa, estão sendo feitas as perguntas certas?

Fonte: Administradores

Invista na embalagem. Ela aparece primeiro e, portanto, deve ser bastante atrativa

Como diz um velho ditado, “a primeira impressão é a que fica”. Logo, em qualquer produto ou artigo promocional a primeira impressão é causada justamente pela embalagem, pois é ela quem aparece antes de qualquer conteúdo.

A embalagem ocupa um papel importante, uma vez que está em contato direto com nossos olhos. Seja desde um simples artigo oferecido num supermercado até o próprio produto promocional.

“Nos últimos anos, ela se tornou uma poderosa ferramenta de marketing e um componente fundamental para o sucesso dos produtos de consumo. No caso dos artigos promocionais e brindes, a função da embalagem está ligada principalmente à valorização do artigo que está sendo oferecido. Ela tem a função do ritual fazendo a entrega do presente”, afirma Fábio Mestriner, presidente da ABRE – Associação Brasileira de Embalagem.

Para Maria Christina Godinho, diretora de comunicação integrada da Contato Comunicação & Marketing, a embalagem precisa fazer parte da estratégia de comunicação desde o início da ação promocional, até o momento da escolha do brinde.

“A embalagem é tudo. Não adianta enviar um colar de diamantes num saquinho de pão. Se estamos desejando dizer que uma empresa é séria e tem credibilidade num determinado setor, temos que fazer com que toda a comunicação transmita essa imagem”, ressalta Maria Christina Godinho.

Por isso, a embalagem destinada aos artigos promocionais deve ser desenhada especificamente com este objetivo, ou seja, deve ser criada para elevar, valorizar e envolver o produto como se fosse algo precioso, um presente que representa a vontade de agradar de quem está oferecendo. Ela deve demonstrar o cuidado e a atenção que foram destinados ao produto.

“Uma das estratégias de utilização da embalagem como ferramenta de marketing consiste em transformá-la no próprio brinde. Como exemplo, podemos citar as latas decorativas, os copos de requeijão, os kits de cosméticos, cuja embalagem é uma necessaire e assim por diante”, destaca Fábio Mestriner.

De acordo com o presidente da ABRE, a embalagem surgiu e se desenvolveu inicialmente para atender as necessidades básicas de proteger, acondicionar e transportar o produto. Com o tempo, foi ganhando novas funções, como as de comunicar e vender, principalmente quando surgiram os supermercados e desapareceu a figura do vendedor. A partir daí, a embalagem passou a substituí-lo, interagindo diretamente com o consumidor.

“Hoje, ela é usada principalmente como ferramenta de marketing atuando na venda, na promoção e até como componente importante no processo de “branding”, em que todas as manifestações da empresa, inclusive a embalagem, devem trabalhar para a construção da marca”, explica Fábio Mestriner.

Os profissionais de marketing fizeram da embalagem uma ferramenta fundamental para conduzir os produtos de consumo ao sucesso num cenário competitivo cada vez mais complexo e congestionado, como o que vemos hoje em tempos de globalização.

Para o presidente da ABRE, os consumidores, que são a verdadeira razão de ser da embalagem, consideram-na algo muitíssimo importante em suas vidas, chegando ao ponto de não distinguí-las ou separá-las do produto. “Para eles, embalagem e produto são uma coisa só, constituem uma entidade indivisível. Um item que segundo eles, é cada vez mais relevante no processo de escolha dos produtos”, define.

Porém, Fábio Mestriner faz uma ressalva: “É preciso evitar o excesso na embalagem, para não oferecer ao consumidor mais do que o produto possa cumprir, gerando expectativas que não serão atingidas. Mas por outro lado, ela deve valorizar o produto, ressaltando seus principais atributos e apelando para o desejo do consumidor”, alerta.

Por Priscilla Merlino – Grupo Bríndice

Fontes:
Fábio Mestriner, Presidente da ABRE – Associação Brasileira de Embalagem – www.abre.org.br
Maria Christina Godinho – Diretora de comunicação integrada da Contato Comunicação & Marketing

Cool hunters: caçadores de tendências que trazem o futuro às empresas

Descobrir as tendências do mercado pode ser um fator-chave para a sobrevivência de um produto ou marca, principalmente em áreas com mudanças frequentes, como a moda ou o entretenimento. E, justamente, descobrir as tendências do mercado e o que há de mais novo nele é o desafio de um profissional especializado: o chamado o cool hunter. Ainda pouco conhecido, o trabalho de cool hunting é saber observar, registrar, analisar, interpretar e tirar as informações corretas, identificar tendências com um olhar estratégico e, a partir daí, influenciar moda, design e publicidade. São analisados padrões de comportamento, consumo, roupas e tudo mais que expresse o desejo futuro do consumidor. O cool hunter está sempre com uma máquina fotográfica nas mãos e de olhos, ouvidos e mentes abertos.

Em uma situação hipotética, podemos exemplificar a atuação de um cool hunter: muito antes de surgir todo o furor sobre as questões ambientais, ele já estava analisando hábitos comportamentais e de consumo e notava que a preocupação das pessoas com o meio ambiente cresceria a cada dia. Também foi o cool hunter que percebeu que os apartamentos construídos eram cada vez menores. Cruzando essas duas informações, o profissional encontrou um nicho de mercado: o desenvolvimento de bicicletas dobráveis, as quais seriam uma alternativa não poluente ao transporte e ocupariam pouco espaço. Com a ideia do produto, o cool hunter apresenta-a a uma empresa disposta a comprá-la, desenvolvê-la e produzi-la. Anos depois, certamente, as bicicletas dobráveis já terão sido produtos muito comuns em lojas especializadas e em grandes magazines, e as empresas precursoras terão investido e lucrado com o negócio, enquanto as outras, que não contaram com esse tipo de profissional, já terão perdido uma boa fatia de mercado.

Existem diversas empresas que já contam com este profissional. Normalmente, seus cool hunters são pessoas modernas, com grande poder de observação, antenadas com o que está acontecendo no mundo e apreciadoras de arte, cultura e música. Eles estão espalhados pelo mundo inteiro, atualizam os sites quase que em tempo real para que, quem contratou seus serviços, obtenha as informações em primeira mão, como modelos, cores, tipos, hábitos de consumo, etc. Um bom exemplo do trabalho de cool hunting é o portal www.coolhunting.com, em que se pode saber o que há de novo na moda, na arquitetura, no universo tecnológico, entre outros.

Isso nos sugere que esse novo profissional irá ditar e “prever” grande parte do que o consumidor irá procurar daqui a algum tempo. Uma mina de ouro para empresários dispostos a ganhar novos mercados e inovar com seus produtos.

Por Socci Comunicação

Fontes:
– IBOPE
– Fashion Bubbles
– abcDesign.

Brindes para as donas de suas próprias vidas

No Brasil, as mulheres já representam a metade do número de pessoas empreendedoras

Elas já não são mais donas de casa. São donas de suas próprias vidas. Em 2001, as mulheres ocupavam a marca dos 29% dos empreendedores brasileiros, de acordo com a Global Entrepreneurship Monitor (GEM), pesquisa que mapeia a atividade empreendedora em mais de 60 países. De 2007 para cá, mais de 10 milhões de mulheres abriram seus próprios negócios e, em 2010, passaram a representar quase a metade dos empreendedores do mercado nacional (49,3%). Do universo entrevistado pelo instituto, em 2011, 58% das mulheres alegaram ter aberto um negócio porque perceberam uma oportunidade de mercado, não necessariamente porque desejavam ter uma fonte de renda própria. Em 2011, abraçar e investir numa oportunidade de negócio foi o estímulo de 69% das mulheres ouvidas no estudo.

No comandando de suas empresas passaram a chamar atenção de outras instituições como SEBRAE, que por meio de um levantamento aponta para números que confirmam o estudo da GEM. De cada 100 empreendedores individuais, 45% são mulheres. De acordo com a consultoria Rizzo Franchise, cerca de 61 mil delas estão à frente de alguma franquia que fatura até 32% a mais do que as lojas gerenciadas por homens. Segundo, a economista e pesquisadora Gina Paladino, que acompanhou o estudo GEM 2012, as mulheres estão planejando melhor e procuram compreender o mercado de atuação pretendida.

A partir desses estudos e pesquisas, fica uma indagação importante para o mercado de brindes dirigido para mulheres. Especificamente para mulheres empreendedoras, quais são os brindes que agradariam esse público? Uma pesquisa rápida entre os fornecedores de brindes revela que os mais procurados são os kits femininos, que incluem produtos e acessórios para maquiagem, acessórios para cozinha, velas aromáticas e tantos outros. Todos são válidos, sem dúvida. Mas, estamos falando de mulheres empreendedoras, donas de seus próprios negócios. Quais seriam os brindes mais adequados para esse público?

Segundo Luiz Salvador em entrevista para o Meio & Mensagem: “Uma empresa jamais deve atrelar seu nome a algo que não seja de qualidade, para não estragar sua reputação. Pode até dar uma caneta de R$ 0,40, mas ela precisa escrever, porque a imagem da empresa também está relacionada ao brinde. Claro que quanto mais caro melhor a qualidade e a aparência do brinde. Caro ou barato, o mais importante é que o brinde seja duradouro, porque, assim, o brinde circula por mais tempo, garantindo maior tempo para a fixação de imagem de marca”. O empresário deixa claro, então, que o mais importante é oferecer um brinde que agrade o público-alvo, que tenha qualidade e seja relevante. Tudo para manter a imagem de marca da empresa que oferece e assina a campanha que oferece o brinde.

Portanto, mulheres que conquistaram mais do que independência financeira e que estão em posição de liderança devem ser percebidas como público do mercado de brindes corporativos. Aqueles que além de relevantes estão especialmente de acordo com o perfil dessas consumidoras. O mercado, geralmente, disponibiliza brindes como agendas, canetas de luxo, conjuntos para escritório como brindes dirigidos para homens. Nada mais equivocado. Os números apontam para 50% de mulheres em postos de proprietárias e dirigentes de suas empresas. Campanhas dirigidas para essas mulheres devem ser repensadas e os modelos podem ser superados, a ponto de considerarem que mulheres empreendedoras podem ser presenteadas com brindes relacionados às suas posições profissionais. Afinal, são donas de suas próprias vidas.

Por Elisabeth Guimarães – Grupo Bríndice

Fontes:
Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP)
Rede Mulher Empreendedora
Prêmio SEBRAE Mulher de Negócios
Meio & Mensagem