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Cinco erros a evitar em apresentações

Coach especializado em apresentações corporativas e a grandes públicos, Carmine Gallo, autor do livro “The Presentation Secrets of Steve Jobs”, explica que grande parte dos erros acontece devido à falta de prática dos apresentadores e dá algumas dicas para que eles consigam captar e manter a atenção do público de modo a garantir que todos compreendam a mensagem transmitida.

Seguem as cinco gafes mais constantes nas apresentações e as maneiras de evitá-las:

1. Falar muito: segundo estudos neurológicos, as pessoas tendem a se concentrar em um determinado assunto durante, aproximadamente, dez minutos. Com isso em mente, os executivos precisam criar apresentações curtas, de no máximo, vinte minutos.

Dica: Gallo aconselha que, se o assunto abordado exigir mais tempo de discussão, o apresentador deve dividir o conteúdo em partes separadas e intercalá-las com atividades que relaxem a mente do público, como vídeos e piadas.

2. Dividir o conteúdo em itens: a segmentação do assunto apresentado é importante, mas a técnica de mostrar todos os slides a partir de tópicos deixa o público entediado. É a partir daí, então, que se começa a ver grande parte da audiência checando e-mails e enviando mensagens via telefone celular.

Dica: não utilize o mesmo padrão estético em todos os slides e tente utilizar mais imagens do que palavras, uma vez que os dados ali dispostos são apenas para apoiar o apresentador.

3. Não ensaiar: de nada adianta fazer cursos para falar em público e mostrar um ótimo conteúdo se não tiver ensaiado o modo como irá se comportar no momento da apresentação. Pela prática é possível identificar quais informações devem cortadas ou aprofundadas, por exemplo.

Dica: ensaiar o discurso e filmá-lo ou mostrá-lo a outras pessoas antes da apresentação oficial trará segurança ao executivo e melhorará muito sua performance.

4. Ler dos slides: quando o apresentador começa a ler as informações dispostas, perde completamente o vínculo com seu espectador.

Dica: além de estar preparado e ter pleno conhecimento do conteúdo que será exposto, o executivo deve levá-lo ao público de modo informal, como se estivesse contando uma história.

5. Ignorar a linguagem corporal: cerca de 93% da impressão que a audiência leva do apresentar é efeito de sua habilidade de expressão, do modo como está vestido, da maneira como conduz o tempo. Isso significa que o conteúdo, em si, é responsável por apenas 7% da imagem que o executivo passará enquanto expõe o material.
Dica: Simular uma apresentação, gravá-la e assisti-la é uma ótima opção. Nesse momento, o apresentador deve prestar atenção a três quesitos: contato visual (olhar nos olhos das pessoas na plateia é essencial), postura (é importante manter-se confortável e não colocar as mãos nos bolsos) e entonação vocal (nunca se deve manter um único tom de voz o tempo todo).

Fonte: uol.com.br

FNQ e ESPM promovem grupo de estudo sobre marketing

A Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) e a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) criaram um grupo de estudos a fim de debater a qualidade da gestão do marketing realizado pelas organizações brasileiras, nos cenários atual e futuro, assim como compartilhar práticas de sucesso que possam auxiliar líderes de organizações brasileiras a ampliarem o conhecimento e implantarem estratégias mais estruturadas e eficazes.

O Núcleo de Estudos Temáticos sobre o Marketing na Nova Era, terá a participação de 13 empresas e instituições parceiras da FNQ, dentre as quais CEMIG, Correios, CPFL, Embraer, Food Design, Portal F, Promon Engenharia, Santa Casa de Misericórdia – Porto Alegre, SEBRAE, UNIP.

Os profissionais serão coordenados pelo Líder da área de Marketing na ESPM, Prof. Dr. Marcelo Pontes, que pretende debater com o grupo desde a desconstrução de conceitos de marketing, qualidade da produção do marketing no Brasil e o que deveria ser feito para gerar mais resultado em um cenário em constante mutação.

O time de profissionais deve se reunir uma vez por mês para desenvolver projetos, publicações, pesquisas e artigos que possam contribuir para a melhoria de práticas de marketing realizadas no País, numa visão evolutiva. A primeira etapa do projeto visa definir os objetivos dos participantes com a iniciativa e apresentar caminhos com base em estratégias comprovadas e que geram resultado para as organizações. Em uma segunda etapa, serão realizadas apresentações de boas práticas. Para finalizar, será produzida uma pesquisa que pretende investigar quais são as práticas adotadas pelas empresas e quais os gaps.

De acordo com o superintendente-geral da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), Jairo Martins, a FNQ pretende, com a criação do Núcleo de Estudo, propiciar um espaço para que os participantes possam ampliar o seu conhecimento na área, bem como fornecer subsídios que auxiliem líderes e gestores a buscarem formas e ferramentas que permitam melhorar a gestão de suas empresas e negócios, em face à volatilidade do ambiente atual. “É importante que as organizações mantenham-se abertas ao conhecimento e às novas tendências do mercado, além de aplicá-las em seu negócio, contribuindo para o desenvolvimento das organizações e, consequentemente, da sociedade, principalmente à luz dos limites impostos pelos princípios da sustentabilidade”, acredita Martins.

Os Núcleos de Estudos Temáticos da FNQ têm como missão possibilitar o maior aprofundamento no estudo de práticas de gestão das organizações brasileiras, buscando alimentar a evolução contínua do Modelo de Excelência da Gestão (MEG), disseminado pela FNQ. Formados por profissionais do meio empresarial e acadêmico que realizam estudos aprofundados sobre os temas diversos da gestão organizacional, os grupos visam ainda a disseminação da informação por meio de publicações, palestras, artigos, encontros e eventos.

Fonte: Administradores.com

Duplo promove o Karaokê Ford no Atlântida Festival

Quem passou pelo Atlântida Festival, festa promovida pela rádio do Grupo RBS no último dia 15/06, em Porto Alegre, viu, entre as milhares de pessoas, uma presença ilustre: o New Fiesta Hatch.

E claro que ele não estava lá só pra bonito. Estava lá, de portas abertas, para que os presentes pudessem conhecer de perto o lançamento da Ford bem no clima do festival. Como? Com o Karaokê Ford, ação planejada e materializada pela agência Duplo.
Conectado com a estratégia global da marca, que vê no público jovem muito mais do que um influenciador da decisão de compra da família, a ação de marketing promocional convidou o público a fazer do New Fiesta Hatch o seu próprio palco, soltando a voz diante das câmeras e aparecendo no telão do festival.
Coincidentemente, a ação promocional estava em sintonia com o aniversário da Ford na Duplo. No último dia 16/06, foram comemorados os três anos da premiadíssima campanha “16 dias dentro de um Ford”

Para convencer a marca de que era a melhor opção entre os concorrentes da conta da Ford do Rio Grande do Sul, os colaboradores passaram 16 dias em frente às câmeras e dentro de um carro da marca, mostrando uma das principais características da Duplo: envolvimento.

Você está preparado para a economia da ampulheta?

A natureza do trabalho está mudando. Trabalhos complexos que dependem de pessoas especializadas vão pagar cada vez mais. Trabalhadores do conhecimento, executivos de alto escalão, médicos altamente treinados, programadores e outras pessoas que usam sua inteligência no mercado, podem esperar ser cada vez melhor remunerados.

Por outro lado, trabalhadores da linha de frente, aqueles no balcão de atendimento dos restaurantes, e outra tarefas que não exigem tanto estudo, podem esperar ficar cada vez mais distantes dos requisitos necessários para chegar ao primeiro time. Sem habilidades diferenciadas, essas pessoas estão fadadas a ganhar a vida executando tarefas simples, com poucas perspectivas de crescimento.

E o pessoal do meio? Os gerentes médios, profissionais sem especialização, aqueles fáceis de substituir ou até automatizar com um bom sistema de informação? Esses vão se tornar cada vez mais raros (e pobres).

Não estou falando, caro leitor, de um futuro distante que vi em algum sonho ou nas borras de chá. Estamos falando da “economia da ampulheta”, tema que está se tornando realidade em países como Estados Unidos e Inglaterra, e que em breve podemos esperar chegar por aqui.

O raciocínio é mais ou menos o seguinte: antigamente as empresas precisavam de grandes contingentes de pessoas de “nível médio”. Fossem os gerentes e supervisores em grandes empresas, ou aqueles funcionários responsáveis por um ou outro processo. Essas pessoas possuíam algum nível educacional, mas nada de destaque, e um salário que os colocavam na classe média para o resto da vida.

Então vieram os avanços da reengenharia. Diferentes técnicas e tecnologias de gestão achataram cada vez mais as empresas, melhorando os resultados e de quebra tornando irrelevante o trabalho de muita gente. Ao mesmo tempo, a tecnologia da informação crescia, sistemas automatizados avançavam em todas as carreiras profissionais, melhorando muita coisa ao mesmo tempo que tornavam os profissionais responsáveis em reunir, processar e buscar dados cada vez mais irrelevantes. Outras tecnologias, como a robótica, reduziram imensamente a necessidade de pessoal enquanto aumentavam a produtividade. Tarefas que precisavam de centenas de trabalhadores agora são feitas com poucas pessoas qualificadas.

Com isso tudo, alguns países já estão tendo que lidar com um fenômeno novo: De um lado, uma elite profissional altamente qualificada, com salários e perspectivas fantásticos. De outro, uma grande massa de pessoas fazendo trabalhos braçais, necessários mas que não dependem de nenhuma qualificação. A classe média, cada vez mais espremida, começa a sumir. Daí o nome: Ao invés da tradicional pirâmide de classes, com uma maioria na classe baixa, seguida de classe média e os ricos no topo, as sociedade modernas estão começando a parecer mais com ampulhetas: Um maior número de ricos, um maior número de pobres, e menos gente entre eles.

Antes que alguém venha jogar pedras e dizer que a solução é o comunismo, lembro que os fatores que estão levando a isso dependem mais da natureza do conhecimento e do trabalho no século XXI do que algum plano malvado. O trabalho ficou mais complexo, e quem sabe lidar com isso é bem remunerado. Quem ficou para trás ficará ainda mais para trás.

No Brasil, apesar de termos nossas peculiaridades, podemos prever que ocorrerá algo parecido. Afinal, é um fenômeno do tempo em que vivemos. Em todo caso, é sempre melhor se preparar para uma mudança, mesmo se o impacto aqui não for o mesmo, do que não fazer nada e ser pego desprevenido.

A boa notícia é que o caminho para o topo da ampulheta é bastante claro: Carreiras de alto valor agregado. Se o conhecimento que você possui, as habilidade que você tem e o trabalho que você desenvolve são sofisticados e diferenciados, o mundo nunca pareceu tão bom para você. A notícia é ruim para aqueles acomodados, felizes no conforto da mediocridade. Se seu trabalho é “mais ou menos”, e hoje você se sente seguro, isso pode mudar rapidamente.

E então, você está preparado para viver na ampulheta?

Fonte: Administradores.com

M-payment pede mais praticidade e segurança

Marcos Cavagnoli

Os meios de pagamentos móveis ainda enfrentam desafios no Brasil. Mesmo que timidamente, alguns modelos de Mobile Payment (ou m-payment) devem compartilhar mercados com os cartões de crédito, ainda em 2013. Enquanto isso não acontece, o varejo perde oportunidades de vendas e os consumidores, a experiência de realizar boas compras, de forma mais agradável, segura e ágil.

Dados da International Data Corporation (IDC) mostram que pela primeira vez na história o segmento de smartphones representa mais da metade (51,6%) do total de telefone celulares em circulação no mundo, totalizando 216,2 milhões de handsets. Bancos e operadoras de telefonia estão de olho nesses números e discutem as prováveis tecnologias e os modelos viáveis para a implantação de um m-payment padrão para o país. A discussão ainda vai longe…

No mês de maio deste ano, o Banco Central (BC) deu um passo importante para a solução no impasse do setor privado sobre o marco regulatório, em busca de regularizar os pagamentos por meio de telefones celulares. A Medida Provisória 615, que define o conjunto de regras e procedimentos para a transferência de dinheiro e pagamentos, bem como sua aplicação a dispositivos móveis tem como meta dar acesso direto aos usuários finais, pagadores e recebedores. A MP faz "arranjos de pagamento", e deve ser regulamenta até outubro deste ano.

Ainda há outro problema a ser administrado: o impasse sobre o marco regulatório. Esse é um dos maiores conflitos encontrados para regularizar a tecnologia nacionalmente, já que o governo ainda não tem previsão para implantar o sistema. Enquanto a discussão não acaba, usuários e varejo aguardam, com ansiedade, o momento de utilizar as facilidades oferecidas pela experiência com o mobile payment.

Nos Estados Unidos, dois modelos de pagamentos estão em uso por lá: o App – pagamento feito pela internet via aplicativo instalado no telefone – e por meio de SMS. Com o envio de mensagem de texto pelo celular é possível receber uma senha, que ao ser reenviada, confirma-se o pagamento do produtos/serviços em poucos minutos. Mas ainda falta agilidade e intuitividade nesses dois serviços.

Há outro modelo, já em experimento no mercado brasileiro, que se baseia na tecnologia NFC (Near Field Communication). No entanto, essa tecnologia exige que o usuário se desloque até o POS ou vice-e-versa. A experiência deu certo no Japão e na Coréia do Sul, onde a solução é usada em larga escala pelos comércios e usuários de gagdets. O modelo permite que transações financeiras sejam realizadas com um simples toque na tela do celular, por meio da combinação de antenas com um chip NFC, instalado no smartphone. Esse sistema de pagamento funciona aliado a um aplicativo como uma espécie de cartão de crédito/débito ou pré-pago.

E quais são as vantagens que o m-payment oferece tanto para quem vende e para quem compra produtos e serviços? Quem tem estabelecimento comercial poderá se aproveitar de inúmeros benefícios logísticos e financeiros. As facilidades oferecidas por este ecossistema permitem ativar novos clientes que buscam praticidade e boas experiências de compras. São pessoas que não querem (e não podem) perder tempo, e que precisam de maior intuitividade e segurança na hora de efetuar pagamentos remotos.

E possível simplificar a experiência dos usuários com um modelo flexível, interoperável e exclusivo? No segundo semestre de 2013, chegará ao mercado brasileiro um sistema de m-payment capaz de conectar os celulares de clientes aos computadores dos caixas na hora dos pagamentos. Via aplicativo, as informações das despesas serão transmitidas diretamente ao telefone móvel do cliente com o valor a ser debitado. E com apenas um toque na tela dos smartphones paga-se a contas, eliminando por completo as intermináveis filas que se formam, geralmente, na hora de sair dos locais.

Esta solução traz uma série de vantagens para quem vende e para quem compra. Comerciantes de bares e restaurantes, por exemplo, vão aproveitar melhor o tempo dos funcionários, já que não precisarão mais deslocar-se do caixa às mesas dos consumidores com as tradicionais máquinas de cartões – economia de tempo, de locação dos equipamentos e de papel. Ao apertar um botão o cliente paga a conta e foto dele aparecerá no computador do caixa, informando o pagamento em poucos segundos. Com isso, o estabelecimento poderá manter o CRM com histórico de compras, oferecerá em cima disto vantagens ou compensações on line, além de poder contar com a lealdade dos clientes.

Para os usuários, há mais vantagens ainda ao realizarem a compra via telefone celular. Além de melhorar a qualidade de vida – com a economia de tempo e redução de desgaste das relações com quem fornece produtos e serviços -, armazena informações das compras no celular e traz consigo uma nova forma de qualificar e compartilhar nas redes sociais as experiências de compra à sua rede de contatos.

Esta é uma boa oportunidade, inclusive, para fornecedores de produtos e serviços receberem feedbacks espontâneos dos usuários, adequando ainda mais seus produtos/serviços à venda.

Marcos Cavagnoli é engenheiro e foi vice-presidente e diretor executivo do Buscapé Company, JP Morgan Chase, Citibank, Daimler Chrysler e Alstom. Atua na área de canais eletrônicos, cash management, meios de pagamentos e fraudes.

Fonte: ClientesSA