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Roupas e varal em outdoor é ideia da Sal

O esperado “Bazar de Verdade da Knoten” chegou, e, com ele, veio a nova campanha desenvolvida pela Sal para a ação de marketing promocional.

Como o bazar da Knoten é um bazar de verdade, onde se compra roupa pra família toda gastando pouco, as pessoas vão precisar de mais espaço no varal.

Com o mote: “Você vai precisar de mais espaço no varal”, os outdoors receberam varais e roupas de verdade. Além disso, os assinantes da cidade de Timbó do Jornal de Médio Vale receberam, no dia 05/07, o seu jornal enrolado em um pedaço de varal de verdade, com um grampo e uma tag com o mote da campanha.
Os dez primeiros assinantes do jornal que chegaram à loja da Knoten com a tag, ganharam uma peça do bazar.
Leandro Sabino, diretor da Sal, diz que: “É sempre um prazer trabalhar com clientes que confiam na agência. E a Knoten, sem dúvida, é um deles. Quando há este relacionamento maduro, em que cada um faz a sua parte e confia no outro, o resultado sempre aparece e deixa todo mundo feliz”.

“Todo mundo tá de parabéns. Parabéns ao cliente, que confia na Sal e sempre dá carta branca para as nossas maluquices. Parabéns à galera da agência, que surpreendeu novamente e ralou bastante pra colocar a campanha na rua. E parabéns para a equipe de vendas do cliente que, com muita competência, está transformando toda essa viagem em vendas e lucro”, conclui Sabino.

Fonte: Promoview

Poupança passa a render mais que inflação após alta da taxa Selic

A elevação da taxa Selic (juros básicos da economia) para 8,5% ao ano beneficiou a poupança. Por causa da fórmula em vigor desde o ano passado, que atrelou a remuneração da caderneta aos juros básicos, o rendimento da aplicação subiu de 5,6% para mais de 6% ao ano, fazendo a poupança render mais que a inflação estimada para 2013.

O cálculo considera não apenas os juros básicos, mas também a taxa referencial (TR), que volta a incidir sobre os rendimentos quando a taxa Selic fica maior que 8% ao ano. A TR é variável e depende das expectativas do mercado, mas, segundo cálculos da própria equipe econômica, o rendimento final poderia ficar em até 6,17% ao ano. Sem a TR, o rendimento final da poupança corresponderia a 5,95% por ano.

Pela regra em vigor, quando a taxa Selic está maior que 8,5% ao ano, a poupança rende 0,5% ao mês (6,17% ao ano) mais a TR. Quando os juros básicos da economia estão iguais ou inferiores a 8,5% ao ano, a caderneta rende 70% da taxa Selic mais a TR.

A fórmula só vale para o dinheiro depositado na poupança a partir de 4 de maio de 2012. Para os depósitos anteriores, o rendimento segue a regra antiga, de 0,5% ao mês mais a TR. Os demais direitos de quem aplica na caderneta foram mantidos, como a isenção de taxa de administração e de impostos.

De acordo com o boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada toda semana pelo Banco Central, a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deverá fechar o ano em 5,81%. No Relatório de Inflação, divulgado no fim de junho, o próprio Banco Central elevou de 5,7% para 6% a projeção para o IPCA em 2013. Nos dois casos, a poupança renderá mais que o índice de preços.

Fonte: administradores.com

Doritos leva para curtir a melhor balada do mundo

Doritos levou no dia 22/06, o jovem Reynaldo Latuf diretamente de São Paulo à balada Green Valley,em Camboriú, litoral norte catarinense.

A casa noturna foi recentemente considerada a melhor balada de música eletrônica do mundo, estando no primeiro lugar no “Top 100 Clubs” da publicação inglesa Dj Mag. A ação de marketing promocional irreverente faz parte do novo conceito global da marca: “Para os Fortes”, e aproveitou a comemoração do título recebido pela casa noturna e a parceria de dois anos com a marca.
Alinhada à identidade Doritos, a ação promocional foi iniciada por promotores da marca que selecionaram um consumidor (Reynaldo Latuf e um amigo – Rubens Ferreira) no bar São Bento, localizado no bairro do Itaim Bibi em São Paulo, e fizeram uma proposta imperdível: ir para um lugar com a cara de Doritos.

O jovem precisou ser forte e teve que aceitar entrar na limusine rumo ao aeroporto, pegar um jatinho com destino a Santa Catarina, já que a balada ocorreria a poucas horas depois na Green Valley, em Camboriú.

Para completar a surpresa, ele foi tratado como a grande estrela da noite, com tratamento VIP, com direito a seguranças, visita aos camarins dos DJ´s e visita à cabine de som. Veja no vídeo:

A iniciativa é uma continuação da ação de sucesso ocorrida nos Estados Unidos há três meses.

“Essa iniciativa resume bem o posicionamento da marca: ousada e autêntica, como o público de Doritos. Queremos cada vez mais trazer esse tipo de inovação para o Brasil”, afirma Gonzalo Do Pico, diretor de Marketing da PepsiCo Brasil.

Além do Reynaldo e do seu amigo, um funcionário da PepsiCo, Helio Dong Jin Baek, também foi escolhido para participar. Em uma ação de endomarketing, os funcionários da empresa foram convidados a responder perguntas para que a marca conseguisse escolher um sortudo que tivesse um perfil “forte”. Hélio foi o escolhido e teve uma noite inesquecível na Green Valley.

A balada de sábado (22/06), do Green Valley foi inteira marcada de surpresas. Além da ação “Para os fortes”, a casa noturna teve a distribuição de produtos com uma embalagem especial comemorativa: Doritos Sweet Chilli Green Valley, na cor verde, pelo título de melhor balada eletrônica do mundo, ganho pelo Green Valley recentemente.

Além disso, Doritos tematizou o ambiente com uma embalagem de três metros e uma chuva de tortilhas de papel e balões com a nova logo.

Fonte: Promoview

O segredo da criatividade

Em Psicologia Experimental um dos maiores desafios na hora de desenhar um experimento é encontrar uma forma de disfarçar o real objetivo da investigação.

Isto é necessário porque, segundo explica Elliot Aronson em The Social Animal, se os participantes souberem o verdadeiro propósito da pesquisa, eles não se comportarão naturalmente. Em vez disto, tentarão agir de forma a se destacar individualmente ou, ainda, "ajudar" o pesquisador buscando um resultado compatível com o que eles acham que os pesquisadores esperam*.

No Experimento de Stanley Milgram, por exemplo, se os voluntários soubessem que o objetivo era medir os efeitos da autoridade – em vez de verificar o impacto das punições no aprendizado – certamente os resultados teriam sido bem diferentes dos registrados. E no Experimento de Solomon Asch, por conseguinte, se os participantes soubessem que o que estava sendo avaliado era a pressão exercida pelo grupo – e não a acuidade visual – a pesquisa também teria sido inútil.

Mas esta técnica, de disfarçar os verdadeiros objetivos daquilo que se busca, também pode render frutos muito interessantes para o mundo corporativo. Em Sausalito, na Califórnia, a Lexicon Branding especializou-se em batizar empresas e produtos através de metodologias pouco ortodoxas.

Para criar nomes de sucessos como BlackBerry e Pentium, o fundador e CEO David Placek vale-se de um artifício parecido com o dos cientistas sociais: camuflar as verdadeiras finalidades de algumas tarefas confiadas a seus funcionários. Ele acredita que, desta forma, evita que eles tomem atalhos, sejam vítimas de viéses cognitivos, ou adotem ideias pré-concebidas e conceitos óbvios demais.

Segundo contam Dan e Chip Heath, no recém-lançado Decisive: How to Make Better Choices in Life and Work (Crown Business, 2013), para criar um nome para um novo produto da Colgate – uma mini escova de dentes descartável, que já vem com um creme dental que dispensa enxágue – Placek criou uma força-tarefa que trabalhou no escuro. Bem, quase no escuro…

Em vez de saírem a campo atrás de ideias para o nome de uma escova de dentes – o que inevitavelmente restringiria a busca a uma categoria pré-definida e já existente, prejudicando o caráter inovador do produto – a equipe foi levada a acreditar que o cliente era a marca de cosméticos Olay, que estaria introduzindo uma linha de higiene oral.

A escolha do cliente fictício tinha, também, uma razão de ser, pois a própria Olay lida com estética e beleza, conceitos importantes para a venda de uma escova de dentes.

Ao final do processo, prevaleceu a ideia central de algo leve e prático, em vez de associações mais óbvias relacionadas diretamente a produtos odontológicos. De analogias mais distantes e indiretas, surgiu o nome Wisp, que significa algo como um pequeno tufo, um feixe de cerdas, uma pequena e prática escova.

Muitas vezes, tudo o que precisamos é sair um pouco do óbvio, deixar de lado os conceitos imediatos e as ideias instantâneas. Quando tateamos no escuro, as chances de nos depararmos com algo novo e original acabam nos surpreendendo e trazendo ótimas novidades. Isto é que não deveria ser segredo para ninguém!

Fonte: Administradores

Mortalidade infantil empresarial: como enfrentá-la?

Em 2008, com a crise financeira, muitos intelectuais se perguntaram se o capitalismo ainda funcionava, e a pergunta continua ecoando nos meios acadêmicos, bem como no próprio mercado. No mês passando, buscando responder essa questão, Sramana Mitra – empreendedora do Vale do Silício e fundadora do projeto One Million by One Million (1 milhão por 1 milhão), que ensina empreendedorismo na internet – publicou um texto na Harvard Business Review baseado em suas pesquisas sobre empreendedorismo e alguns fatores que aponta como falhas sérias do modelo econômico.

De acordo com Mitra, dois problemas se destacam. Primeiro, “sequestro” do capitalismo por especuladores. Segundo, o fato de o sistema produzir muita riqueza no topo da pirâmide, gerando uma distribuição desigual no restante da sociedade. Ambos problemas resultaram, segundo Mitra, em uma ordem mundial instável e volátil, que faz os mercados se chocarem periodicamente, levando “à carnificina financeira e ao sofrimento humano em larga escala”.

Para solucionar essa situação, a autora explica que é necessário utilizar o príncipio fundamental do capitalismo – a criação do valor de que as pessoas estão dispostas a pagar – e aplicar no meio da pirâmide em uma escala global. Em outras palavras, ela ressalta que a sociedade precisa de empreendedores dispostos a criar produtos e oferecer serviços direcionados à demanda de consumidores específicos. Mitra ressalta a necessidade de se ensinar como criar um negócio que pode se tornar sustentável e lucrativo e criar empregos.

"Muitos falam sobre o papel que os pequenos negócios desempenham nas economias em desenvolvimento e na criação de empregos. Entretanto, apenas nos Estados Unidos, 600.000 negócios morrem todos os anos. Essa mortalidade precoce é produto da ignorância sobre como construir e sustentar negócios", explica.

Sramana Mitra afirma que um dos motivos por trás dessa mortalidade é que as pessoas alimentaram o mito de que empreendedorismo significa capital de risco. A mídia, escolas de negócios, incubadoras – toda parte do ecossistema que deveria ensinar as boas práticas nos negócios – reforçam essa falácia.

A realidade é que aproximadamente 99% dos empresários que procuram financiamento é rejeitado.

Existem duas razões primárias por trás desse fenômeno. O primeiro é que a maior parte das empresas iniciantes que estão procurando um capital de risco são muito pequenas e possuem um crescimento muito lento para se encaixar nesse modelo de risco. O segundo é que os empreendedores procuram o capital de risco muito rápido, sem fazer a tarefa de casa adequada.

Em seu artigo, a empreendedora faz questão de ressaltar que há um método para o que ela chama de “a loucura do empreendedorismo”. Segundo ela, enquanto os “traços de personalidade” (coragem, resiliência e persistência) não podem ser ensinados, o método de construir um negócio pode. Aliás, deveria ser ensinado não apenas em instituições de elite, mas em todos os níveis da sociedade, em massa.

"Se nós podemos democratizar a educação e a incubação de empreendedores em escala global, eu acredito que não apenas diminuiria essa mortalidade, como criaria um sistema econômico mais estável", afirma Mitra. Isso porque o meio da pirâmide – um grande número de pequenos e médios empresários – estaria fora do alcance dos especuladores.

Todo começo das startups está focado no capital de fundação do negócio. Como resultado, menos de 1% dos empreendedores do mundo tem acesso a apoio inicial. A tese da autora é de que os outros 99% dos empreendedores confiam no Capitalismo 2.0: um sistema de distribuição democrática do capitalismo. Focado em criar valor, gerar riqueza, criar empregos, mas não tão focados em especular. Para ela, o capitalismo mercantil chegou ao seu limite. Democrático, o capitalismo distribuído vai permitir que o pêndulo gire e dê poder aos criadores de valores.

A boa notícia é que na era da conexão banda-larga, você pode acessar a internet para aprender a construir negócios. "Vamos dizer que ensinemos negócios a milhares de empreendedores nas próximas décadas. Nós ensinaremos a eles fundamentos como empreendedorismo = consumidores + receitas. Financiamento é opcional", escreveu Mitra.

Da África para a Indonésia, da Colômbia para o Maine (estado norte-americano), gerações de empreendedores se proliferam. Eles possuem a oportunidade de acessar uma certa metodologia e conhecimento. O que você acha que vai acontecer?

“A mortalidade precoce das empresas vai cair. Um grande número de empreendedores vai aprender como fazer o negócio crescer. Um empresário que teria feito U$ 1 milhão em um ano, com o suporte necessário, talvez fizesse U$5 milhões”, afirma a empreendedora.

Fonte: Administradores