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Hertz faz ação promo em parceria com a Sony

A Hertz, em parceria com a Sony, faz ação promocional exclusiva para os clientes. Durante o mês de junho, todos os que fizerem locações de veículos para lazer a partir da categoria C6 (compacto completo com air bags e freio ABS), nas cidades participantes, ganham um par de ingressos para assistir ao novo longa “Depois da Terra”, nos cinemas. Com estreia marcada para 07/06, o filme é estrelado por Will Smith e seu filho Jaden Smith.

As cidades participantes da ação de marketing promocional são: São Paulo (SP), Brasília (DF), Campinas (SP), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Aracaju (SE) e Goiânia (GO). A expectativa é que a locadora presenteie seus clientes com mais de mil pares de ingressos
“A Hertz está animada em trabalhar com a Sony para trazer essa promoção aos nossos clientes. Eles não só terão a oportunidade de experimentar a maioria das mais recentes adições à nossa frota, como o New Fiesta e Sandero, mas também receber esse presente em troca da locação”, fala John Salagaj, diretor de marketing da Hertz no Brasil.

Fonte Promoview

ESPM colocará tendências de Cannes em cápsula do tempo

Cannes Lions é momento de premiação, mas também é momento de pesquisa de mercado. Pensando no potencial criativo reunido na Riviera Francesa de 16 a 22/06, a ESPM vai buscar tendências, selecionar as melhores e enviá-las para o futuro.

As previsões sobre o que acontecerá com a criatividade nos próximos 20 anos serão embaladas em uma “cápsula do tempo”, que terá a permissão para ser abertas apenas daqui a dez anos, em 2033, pelos futuros participantes de Cannes Lions.
A ação de viagem no tempo será apresentada durante o workshop “How to sell my stuff in 2033”, apresentado pelos professores da ESPM Emmanuel Publio Dias, João da Matta, Vince Vader e Laura Chiavonne.

A iniciativa buscará convergências ligadas à comunicação, ao relacionamento com as marcas, ao perfil do consumidor e à tecnologia.

“Vamos recolher ideias e sugestões de todo mundo, editar esses insights durante o workshop. Não apresentaremos respostas prontas; esperamos promover e gerar um enorme acervo colaborativo”, afirma Laura.

Como é um movimento colaborativo, qualquer pessoa pode contribuir com seus conhecimentos e percepções, respondendo uma pesquisa postada no site ou na página do Facebook (How to sell my stuff in 2033).

Fonte: Promoview

Ministério da Saúde coloca bolsas de sangue em abrigos de ônibus de SP

Duas caixas publicitárias dos novos abrigos de ônibus de São Paulo foram substituídas por grandes bolsas de sangue para chamar a atenção da população sobre a necessidade de se doar sangue regularmente. A ação faz parte da campanha "Seja pra quem for, Seja Doador", do Ministério da Saúde para o Dia Mundial do Doador de Sangue. É o primeiro projeto especial realizado pela Otima, empresa responsável pela publicidade nos novos abrigos.

Para atrair ainda mais atenção da população, o nível do líquido vai variar, subindo e descendo, por meio de um mecanismo interno. No layout da bolsa haverá a mensagem: “#doesangue e ajude a aumentar nosso estoque”. “A ideia é simular que o volume do líquido depende da quantidade de pessoas que estarão twittando a hashtag, e assim movimentar o assunto nas redes sociais”, explica o publicitário Agnelo Pacheco, responsável por toda a campanha.

A receptividade das agências e empresas com a retomada da mídia exterior em São Paulo tem sido muito positiva. “O desenvolvimento de projetos sob medida como este prometem gerar grande repercussão, uma vez que trazem uma interferência significativa na cidade”, explica Nilson Moysés, diretor comercial da Otima. Além das peças especiais localizadas nas Avenidas Doutor Arnaldo e Domingos de Moraes, mais 98 faces publicitárias convencionais espalhadas na cidade de São Paulo apoiarão a divulgação da campanha.

Fonte: Adnews

CCE ganha nova identidade visual com campanha

A CCE adota uma nova identidade visual e lança campanha com foco no público jovem. Criada pela agência MOMA, “EU QUERO” traz o conceito de inovação e reúne os atributos que o consumidor moderno busca no mercado PC+, conceito de tecnologia convergente que integra ecossistemas de dispositivos e telas (computador, TV, tablet e smartphone).

O novo posicionamento de marca agrega valores que representam o atual momento da empresa após a fusão com o Grupo Lenovo. Com cores vivas e que inspiram o mundo criativo dos jovens, entre o laranja e amarelo, a nova comunicação visual da CCE mostra que a marca tem modernidade, conexão, mas, acima de tudo, simplicidade.

O novo conceito foi criado após estudo realizado pela empresa, com base na identificação dos principais atributos que conectam a marca com o público-alvo e o novo momento da CCE. Entre eles, a empresa destaca: otimismo, leveza, atitude, diversão e espírito jovem. “A mudança aproxima a marca do nosso público e mostra como a CCE está presente em suas vidas em etapas importantes, de maneira rápida e descomplicada”, destaca Humberto De Biase, diretor de Marketing e Trade Marketing da Lenovo.

Desenvolvida com os atributos da nova identidade da marca, a campanha EU QUERO reflete o que os usuários esperam da tecnologia, com inovação, informação, entretenimento e conexão fácil a tudo que os interessam. “Tudo o que os consumidores querem é estar conectados ao mundo digital e a CCE oferece os produtos mais inovadores e acessíveis para atender a essas necessidades”, ressalta De Biase.

Com inserções em mídia impressa, TV e em pontos de venda específicos por todo o Brasil, a peça publicitária tem como mote o Dia dos Namorados. Os produtos CCE já estão disponíveis nos PDVs das grandes redes varejistas.

Fonte: IN Investimentos e noticias

Não basta planejar, é preciso executar

Empreendedorismo, planejamento e execução compõem o tripé do processo de evolução das empresas. O primeiro abre portas por meio da ação imediata dirigida pela dinâmica de mercado; o segundo corre em paralelo ao anterior, oferecendo sustentação para o crescimento contínuo da organização; e o terceiro efetiva o planejado que sustenta o espírito empreendedor inicial.

Portanto, falamos de uma relação interdependente, de um ciclo que se autoalimenta continuamente. Porém, ao observarmos a rotina empresarial, hoje constatamos o desequilíbrio desse conjunto que garante longevidade inovadora aos negócios, ou seja, mantém a empresa em pé.

Em tempos recentes, tivemos a ousadia de empreender, favorecidos por uma inédita estabilidade econômica. Fizemos do empreendedorismo nossa palavra-chave. Com o tempo, para sustentá-lo em bases consistentes, aprendemos a investir em planejamento, evitando as até então comuns correções de rumo em diferentes etapas do trajeto. Então, o que nos falta hoje? Execução. Mas como, se somos reconhecidos como empreendedores ou empresários de ação?

Acredito que a resposta a esta pergunta exija reflexão sobre onde está concentrada essa ação. Em especial, entre as empresas de médio e grande portes, ela se encontra “paralisada” na fase de planejamento. Explico: a ação está voltada à alimentação contínua da cultura de planejamento, o que impede a execução.

Observamos que essa parte do tripé empresarial, por trazer certo elitismo à estrutura organizacional, corre o risco de transformar-se em fim de si mesmo, perdendo seu papel de meio que nos leva ao fim, ou seja, à execução.

Na alternância do ciclo empreender-planejar-executar, constatamos que as empresas estão cada vez mais focadas na formalização de ideias que não saem do papel, minuciosamente planejadas e a todo momento complementadas com novas análises e documentações, o que nos leva a constatar, na prática, que as empresas se colocam na linha de perigo para atingir a excelência em planejamento e perder a vocação da execução.

Como afirmava Goethe, "não basta saber, é preciso também aplicar; não basta querer, é preciso também fazer”. Levando o pensamento do escritor alemão à realidade empresarial, devemos lembrar-nos de que não basta traçar o caminho, é preciso trilhá-lo. Isto é, não basta planejar o empreendimento, é preciso executá-lo.

Só assim podemos evitar o desequilíbrio que gera o risco permanente de sermos engolidos pelo mercado. Portanto, é preciso que as empresas retomem a execução, pois só assim estarão dando utilidade ao planejado e mantendo o equilíbrio do tripé que as sustentam.

Fonte: Administradores.com