Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

Apaixonados por socialização, interação e compartilhamento de informações

Dos 80 milhões de internautas brasileiros, 79% deles estão nas redes sociais (*)

Muitos profissionais da área de comunicação estão se manifestando na mídia a respeito do uso equivocado das redes sociais pelas empresas. O argumento desses profissionais reside no fato de que a maioria das pessoas está nas redes para encontrarem outras pessoas, não para encontrarem marcas. E as marcas não estão se relacionando com seus clientes adequadamente. Claro que esse grande número de clientes potenciais é importante para qualquer empresa. São mais de 63 milhões de brasileiros presentes nas redes sociais que em sua grande maioria quer se relacionar com outras pessoas, interagir e compartilhar informações.

A DM9DDB desenvolveu estudo inédito que apresenta uma nova classificação do consumidor em ambiente digital. O estudo, intitulado Perfis Digigráficos, conclui que as mudanças trazidas pelas inovações digitais pouco ou nada tem a ver com sexo, idade ou classe social, mas sim com três novos critérios: 1. Quanto e como as pessoas utilizam os recursos e equipamentos de tecnologia. 2. Quais são as intenções que elas têm ao consumir os diversos produtos digitais. 3. E, principalmente, quanto os recursos digitais servem para moldar a própria identidade. Com base nestes novos critérios, a DM9DDB adotou cinco perfis de consumidores digitais:

Imersos: tiveram parte de sua identidade definida a partir da tecnologia. Com ela, conseguiram “se encontrar”, definir melhor seus interesses e estabelecer melhores vínculos com o mundo. Personalidade e identidade foram definidas pela era digital, que lhes permitiu dar vida a mais personas.

Ferramentados: recorrem à tecnologia para agilizar as tarefas, mas não a idolatram. A tecnologia os ajuda nas tarefas cotidianas, facilita suas vidas. Mas não dependem dela nem são definidos por ela. Esse grupo é um exemplo de como as pessoas redefiniram a maneira de se relacionar com família, escolas, empresas e governo.

Fascinados: querem parecer modernos e tecnológicos. Para eles, computadores, gadgets e hábitos da era digital são ícones da modernidade – e consumir essas novidades os ajuda a atestar que são antenados. Eles são um excelente exemplo de como o relacionamento com os outros foi bastante modificado.

Emparelhados: a tecnologia é fundamental para pôr em prática os projetos da vida. Eles enxergam a tecnologia como a grande companheira para fazer o dia a dia acontecer. Sem ela, a vida fica extremamente complicada. Para este grupo, as máquinas são como uma extensão do corpo, potencializando suas capacidades humanas.

Evoluídos: o universo das máquinas e da tecnologia é seu habitat. São crianças e adolescentes que já nasceram adaptados e estão crescendo no mundo digital. Não conheceram o mundo pré-digital.

Para Cynthia Horowicz, VP de planejamento da DM9DDB, “o estudo é uma colaboração para as marcas, e será uma grande contribuição para que sofistiquem o entendimento do consumidor na era digital”. Rodrigo Maroni, diretor de planejamento e estratégia digital da agência, completa: “Essa nova classificação dos consumidores nos permite aumentar a eficiência das ações digitais, pois nos orienta a gerar ideias mais relevantes para cada público”.

Os brasileiros passam três vezes mais tempo navegando na internet do que assistindo à televisão e trocam informações sobre produtos e marcas antes de decidir qualquer compra. Portanto, cada vez mais a opinião e o relacionamento com pessoas que podem ser consumidores potenciais de uma marca é essencial. Criar uma imagem de marca que seja sustentável na prática é fundamental para a sobrevivência das empresas nas redes sociais. A marca deve aprender como encantar, conversar, interagir e oferecer informação relevante para cada uma dessas pessoas. Sejam elas imersas, ferramentadas, fascinadas, emparelhadas ou evoluídas.

Por Elisabeth Guimarães – Grupo Bríndice

Fontes:
Ibope Nielsen Online (*)
O número total de pessoas com acesso à internet em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais) atingiu 79,9 milhões no quarto trimestre de 2011, segundo o IBOPE Nielsen Online. O crescimento foi de 2% sobre o trimestre anterior, de 8% sobre o mesmo período de 2010 e de 19% em relação a 2009. Os ambientes casa e trabalho foram os principais responsáveis pela expansão do total de internautas no Brasil em 2011.
DM9DDB

As cinco diretrizes do Marketing Promocional

Não é fácil fazer marketing, criar estratégias, planejamentos, definir conceitos, público alvo e as melhores ferramentas a serem utilizadas. Que dirá fazer o marketing promocional, que exige muita dedicação, pesquisa, esforço e um trabalho insistente.

Para tentar falar um pouco desse segmento do marketing, o promocional, dividir certos conceitos, definir os cinco pilares, as cinco diretrizes essenciais é um grande passo que ajudará na condução desse processo mercadológico.

É claro que existem vários fatores, várias estratégias, mas aqui é possível esclarecer algumas, estes cinco pontos que podem contribuir para uma ação de marketing promocional bem sucedida.

Primeiro – O primeiro ponto é a observação. A partir da observação dos clientes, observação do comportamento do mercado será possível definir como agir em uma ação promocional. Observar é perceber a oportunidade, é perceber como poderão ser definidas as ações e para qual público direcionar. É preciso ficar atento também para promoções diretas, ou indiretas, se serão agregados valores ao produto, ou uma estratégia de fortalecimento de marcas.

Segundo – A partir das observações é essencial realizar uma pesquisa. A pesquisa com o consumidor fará uma leitura do mercado e será a direção para qual é a maior necessidade, e poderá detectar qual é o melhor caminho para atacar os pontos enfraquecidos, alavancar vendas e aumentar a satisfação dos clientes em relação a uma marca, a uma empresa, a um produto.

Terceiro – Após as observações e pesquisas, mãos à obra. Agora é a hora de iniciar a definição de estratégias que irá compor o planejamento. As estratégias devem ser definidas com base no que fazer, como fazer, onde fazer e quando fazer, além de, por que fazer. Nesse momento será avaliado se será uma promoção de preço, de produto, de valor agregado (leve 2 ganhe 1, por exemplo), de concursos ou sorteios com participação dos consumidores, direta ou indireta. Após essas definições, fica mais claro o objetivo e a definição do público e do momento exato para atingir. Aqui também existe um ponto crucial a perceber: é se a promoção é para uma época, um evento específico, associada a um tema, ou se é uma promoção para alavancar vendas e aumentar o share.

Quarto – Depois dos três primeiros pontos, fechar o planejamento, colocar no papel e definir as diretrizes objetivas é o passo seguinte. Agora a intenção é reunir as equipes comerciais, de marketing, financeira e de projetos e planejamentos para apresentar como será realmente executada a promoção. No planejamento devem ser descritos os objetivos, o público-alvo, a real intenção da promoção e os resultados esperados dentro do segmento, do produto, do mercado em que uma marca ou empresa atua. Aqui também é necessário definir as regras e os procedimentos que serão apresentados ao público, deixando bem claro para a divulgação as normas que regem a promoção que devem ser muito bem definidas e esclarecidas.

Quinto – Executar e mensurar. Esse quinto ponto fecha o ciclo promocional e coloca em prática todo o processo de ação do marketing promocional. Agora é o momento de ir a campo, oferecer os benefícios promocionais, divulgar, motivar o público, executar as campanhas publicitárias e chamar as pessoas para o território, percebendo a atitude do consumidor, o comportamento, a aceitação e avaliando a todo o momento, dentro do período promocional, as respostas e os resultados. Nesse momento tudo tem que dar certo, sem que haja qualquer empecilho que transforme a ação promocional em uma estratégia negativa, pois o que está planejado para obter resultados de sucesso, com uma pequena desatenção, pode jogar por água abaixo todo o trabalho, todo suor envolvido na elaboração das ações que foram planejadas para alavancar vendas e gerar maior satisfação ao público, aos clientes, ao mercado.

Esses são alguns dos passos para que o seu negócio, o seu produto ou seu serviço e marca possam ganhar mais clientes, mais confiabilidade e mais credibilidade dentro de um processo de Marketing Promocional.

Por Erick Machado – Grupo Bríndice

Os bastidores do Promológico. A palavra de quem planejou a pesquisa que aponta novos rumos para o mercado promocional

Thiago Nascimento, diretor de planejamento da NewStyle, recebeu o Guia Bríndice para uma entrevista que resultou em um bate-papo descontraído e repleto de insights e criatividade. Entre uma pergunta e outra, Nascimento fez questão de ilustrar suas posições com exemplos e comentários preciosos para o mercado pro-mocional e, especialmente, para o mercado de brindes.

Guia Bríndice – Quais são as informações que mais chamaram sua atenção nos resultados da pesquisa?
Thiago Nascimento – A NewStyle desenvolveu uma pesquisa que abordou aspectos sob os pontos de vista antropológico, psicológico e sociológico. Um campo de estudo que considerou a promoção e a sociedade de consumo como objetos de análise. Partimos de algumas questões como “O que influencia o seu comportamento de consumo?”; “Como os diversos estímulos promocionais influenciam sua decisão de compra?” e “O que é promoção em sua opinião?”. E as respostas a essas perguntas nos levaram a perceber que estamos no século XXI, mas as promoções estão paradas no tempo. As agências e anunciantes ainda fazem promoção como se fazia no século passado. Boa parte do que é feito hoje reflete um Brasil de 20 ou 30 anos atrás: um país paternalista, onde a promoção assume um papel assistencialista. Hoje, é necessário acompanhar as mudanças de um mundo em que tudo é mais simples, colaborativo e personalizado; e o consumidor quer testar. Todas essas mudanças acontecem de forma dinâmica; tudo acontece ao mesmo tempo, de forma fragmentada e muito rapidamente. As promoções precisam refletir esses novos comportamentos e formas de relacionamento. Afinal, o consumidor brasileiro está mais crítico e prefere a verdade.

Guia Bríndice – A pesquisa detectou que 89% dos entrevistados que participam de sorteios gostariam de escolher seus prêmios. Em sua opinião, como essa estratégia poderia ser viabilizada?
Thiago Nascimento – A pesquisa detectou que o consumidor cansou de prêmios emoldurados, fechados. Ele gostaria de ter a oportunidade de escolher o prêmio de acordo com suas necessidades, sendo algo personalizado, customizado. Para esclarecer, podemos pensar em uma viagem que poderia ser oferecida como prêmio sob o ponto de vista atitudinal, de acordo com o perfil do consumidor que poderia escolher entre campo, cidade ou praia. Esse é um exemplo de prêmio que poderia ser oferecido de acordo com a preferência do consumidor, respeitando as escolhas do público-alvo.

Guia Bríndice – A pesquisa detectou que a maioria dos entrevistados não aprova o recurso publicitário de utilizar “imagens meramente ilustrativas”. Nós sabemos que as imagens utilizadas muitas vezes não correspondem à realidade, uma vez que a comunicação utiliza o recurso de atrair o consumidor com imagens que refletem um patamar acima da realidade. Qual a solução para isso?
Thiago Nascimento – Em campo, percebemos que a comunicação deve utilizar imagens reais dos prêmios. Atrair o consumidor com imagens que refletem um patamar acima da realidade não funciona mais. Esse recurso causa frustração. O consumidor atual é crítico e quer a verdade. Por exemplo, não adianta publicar uma imagem de um carro de luxo, quando, na verdade, o carro oferecido como prêmio refere-se a um modelo popular. Isso também causa ruído na comunicação.

Guia Bríndice – A participação do consumidor em promoções ainda é burocrática. A pesquisa detectou que os consumidores gostariam que tudo fosse mais simples. Em sua opinião, como as campanhas promocionais poderiam facilitar a vida do consumidor na hora de participar de uma promoção, sem que ele tivesse de cumprir muitas etapas?
Thiago Nascimento – No início do desenvolvimento tecnológico, a quantidade de dados solicitada estava relacionada a uma questão preventiva. Tudo era feito para evitar fraudes e isso tornou a participação do consumidor mais burocrática. Atualmente, a coleta de dados deve seguir o pensamento digital que foi desenvolvido para facilitar a vida do consumidor. Por exemplo, hoje para o usuário criar um perfil no Facebook é necessário preencher apenas seis campos de dados. Para participar de uma promoção, o consumidor muitas vezes precisa preencher 16 campos de dados. O Promológico divulgou as 10 descobertas promológicas e uma delas diz respeito ao PromoRelacionamento. Ou seja, a promoção não deve ser encarada apenas como uma ferramenta de vendas. Mas, como o início de um relacionamento duradouro de envolvimento com a marca. A pesquisa detectou que as empresas mantêm relacionamento com os ganhadores da promoção e não utilizam a base de dados para iniciar e manter relacionamento com os outros participantes. Portanto, não faz mais sentido a burocratização da participação em campanhas promocionais.

Guia Bríndice – É muito comum o lançamento de promoções que unem vários tipos de mecânicas numa só ação e oferecem ao consumidor a oportunidade de participar de várias formas. Por exemplo, primeiro o consumidor participa de uma mecânica achou, ganhou e com o código impresso na embalagem é convidado a participar de um sorteio. Como você percebe esse tipo de estratégia?
Thiago Nascimento – De um lado, é necessário um esforço de comunicação para que o consumidor seja atraído naquele momento. O consumidor é imediatista e precisa perceber que será beneficiado, que ganhará algum tipo de vantagem. Se o benefício lhe for apresentado de forma rápida e relevante, a combinação de duas mecânicas numa mesma campanha promocional é boa, é recomendada. Por outro lado, é estratégico perceber que cada uma das mecânicas responde a um objetivo de marketing específico. O sorteio, por exemplo, é recomendado para aumentar as vendas de um produto que já é consumido pelo público-alvo. A mecânica compre e ganhe é recomendada para conquistar novos consumidores de uma determinada marca e a degustação para conquistar consumidores de marcas concorrentes. Por isso, anunciantes e agências devem desenvolver campanhas promocionais que correspondam às expectativas dos consumidores e aos objetivos de marketing das marcas e produtos.

Guia Bríndice – A respeito da distância que existe entre as grandes empresas e os consumidores. Como uma grande empresa poderia melhorar sua experiência com o consumidor, se não consegue atendê-lo de forma personalizada, como “a vendinha do seu Manuel”, por exemplo?
Thiago Nascimento – A experiência do consumidor também deve ser abordada sob dois pontos de vista: a regionalização e a flexibilidade no oferecimento da premiação. A regionalização diz respeito, principalmente, à escolha da linguagem na comunicação. Enquanto o consumidor do sudeste “faz compras do mês”, o do nordeste “faz feira” e o do sul “faz rancho”. Um anunciante nacional deve levar em conta essa questão, desenvolvendo uma comunicação que fale de diferentes formas com cada região, encontrando recursos linguísticos adequados para falar ao mesmo tempo com diferentes culturas. A premiação também deve considerar as diferenças de poder de consumo de cada região. Enquanto no sudeste a linha branca já está consolidada aos hábitos de compra dessa população, no nordeste, considerando o seu poder aquisitivo, o consumo desses produtos é percebido de outra forma, ou seja, é mais valorizado. O anunciante também deve reconsiderar o hábito de se fazer presente em determinadas regiões apenas em épocas e/ou comemorações específicas, como as festas juninas, por exemplo. O ideal seria que o anunciante estivesse presente em todas as regiões o máximo de tempo possível e de acordo com seus objetivos de marketing.

Guia Bríndice – A partir dos resultados da pesquisa realizada pela NewStyle, o mercado de brindes pode utilizar esses dados e informações para oferecer opções mais adequadas para as empresas anunciantes e agências que desenvolvem campanhas promocionais. Em sua opinião, como o mercado promocional pode colaborar com as empresas anunciantes e agências na criação de campanhas promocionais?
Thiago Nascimento – O mercado de brindes pode colaborar com inteligência estratégica. Ou seja, oferecendo um portfólio de brindes acompanhado de uma leitura que considerasse o perfil do consumidor. Uma combinação de dados que disponibilizasse para os anunciantes e agências o acesso a informações relevantes relacionadas a categorias de brindes desenvolvidos de acordo com o perfil dos consumidores. Ou melhor, informações que justificassem as características mais atrativas desses brindes. Afinal, existem informações disponíveis no mercado que podem colaborar para a realização de um portfólio de brindes relevantes para diferentes campanhas promocionais.

Por Elisabeth Guimarães – Grupo Bríndice

Lançamento de Novos Produtos

ESPAÇO DO BRINDE

Esta área foi criada com o objetivo de levar informações sobre o setor de brindes tanto para as empresas que atuam neste mercado como para as que se utilizam dele.

LANÇAMENTOS

Como a Internet tem se mostrado um excelente meio de geração de negócios,encurtando distâncias e globalizando os mercados,reservamos a você, empresário de brindes, este espaço, onde será possível divulgar o lançamento de novos produtos comercializados por sua empresa.

A cada lançamento de produtos, enviaremos um newsletter (propaganda em formato de e-mail)a todos os usuários cadastrados no Portal, informando, demostrando as novidades, convidando-os a conhecerem sua empresa. Ao acessarem o portal Brindice poderão, conseqüentemente, acessar o seu Site.

São mais de 20.000 e-mails de empresas cadastradas que atuam nos principais segmentos: Indústria, Comércio e Prestação de Serviços, em todo o território nacional.

Maiores informações sobre forma de cadastramento e prazos de divulgação de seus lançamentos poderão ser obtidas através do e-mail:

[email protected]

Site é para o Cliente e não para a Empresa

Quando for contratar a criação e definir os serviços a serem prestados pelo site da sua empresa na internet, ou quando for avaliar o que você já tem, lembre-se de fazer a seguinte pergunta: qual a importância em ter a minha empresa on-line?

Embora planejamento seja uma das palavras mais utilizadas no meio empresarial atualmente, seja pela busca de eficiência ou por economia – ou pelos dois motivos concomitantemente – na prática essa etapa nem sempre recebe a atenção devida. Quando uma empresa resolve apresentar-se através de um site na rede mundial de computadores é porque visa algum tipo de resposta do internauta que tiver acesso aos seus dados, seja ele um curioso ou um cliente. É exatamente aí que mora a diferença na hora do planejamento: uma página pessoal, em certos casos, até pode ser feita por curiosos da programação e voltadas para os curiosos da navegação on-line, mas um site empresarial, não.

Excluindo os seus familiares e amigos e os dos seus funcionários, as pessoas que visitam a sua empresa na Internet certamente estarão à procura dos serviços que ela oferece, se não para utiliza-los no momento, ao menos como uma forma de pesquisa. Excesso de banners, pop-ups, animações e apresentações enjoativas atraem curiosos e afastam clientes, ou seja, sua empresa passa a ser comentada, mas não pelo público devido.

Além de funcionar como apresentação do seu negócio, o site é uma forma de manter ativo um elo de ligação à distância com os seus clientes e fornecedores. O objetivo é que eles se sintam próximos e com acesso ao trabalho ou ao serviço que você presta. Abrir um canal de comunicação com os visitantes do site é uma boa receita para estreitar esses laços.

Alon Sochaczewski, sócio-diretor da Euro RSCG Interaction Brasil, lembra que os empresários estão cada vez mais apreensivos com a concorrência, a constante redução das margens de lucro e a incessante busca da perfeição no quesito "como vender mais" que, segundo ele, “as empresas brasileiras se preocupam tanto em produzir, gerar negócios e vender que acabam se esquecendo do preceito básico para o sucesso: o bom relacionamento com seu consumidor final”. Podemos incluir também os fornecedores neste pensamento, quanto maior e mais ostensivo for o acesso deles à sua empresa, melhor e mais produtiva será a relação entre vocês. Ainda de acordo com Alon, o serviço de atendimento aos consumidores – e a quem mais queira se manifestar – é um caminho relativamente barato e que pode ser implantado rapidamente. Para tanto, basta criar um e-mail exclusivo para o recebimento das mensagens e disponibilizar uma pessoa com a exclusiva função de ler e responder a todas (neste caso, você estará usando a Internet independente de ter um site). Essa mesma pessoa deverá fazer relatórios quantitativos e qualitativos periódicos para que você tenha controle do serviço e deverá também construir um banco de dados consistente para analisar em tempo real todos os dados do contato. Se a demanda for grande demais, a abertura de um site com uma seção que responda às questões mais freqüentes sobre a empresa pode diminuir o volume de mensagens eletrônicas e ainda sanar as dúvidas de imediato.

Uma ferramenta de chat on-line também pode reduzir o custo do atendimento, aumentar a qualidade do contato e ainda gerar uma boa impressão. Para completar, Alon atenta para uma atitude que não passa de boa educação e cuidado com a imagem: envie um e-mail agradecendo o contato do seu cliente e explicando as providências que foram tomadas.

Aí está um passo a passo de como utilizar a tecnologia a favor da sua empresa, de uma forma simpática, menos onerosa e, com certeza, mais eficiente que contratando o primo do amigo do seu vizinho que acabou de começar um curso de programação visual. Ele provavelmente encherá a home page da sua empresa com animações e efeitos, mas até que as informações interessantes baixem, o usuário já partiu para outro site.