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Adidas dá tênis a quem saltar feito jogador de NBA

Você é fã de basquete e quer comprar um tênis novo. O mais conveniente seria ir numa loja e adquirir o acessório. Mas, na ação de marketing promocional da Adidas não é o dinheiro que compra, e sim a habilidade.

Em Londres, a marca levou Derrick Rose para apresentar sua nova linha de tênis. Uma pop-up store foi aberta ao público, mas só existia uma maneira de conseguir levar o produto para casa: pulando tão alto quanto o jogador do Chicago Bulls.
Com prateleiras numa altura proibitiva para a maioria das pessoas, a D Rose Jump Store poderia servir também para controlar os compradores compulsivos.

Fonte: Promoview

Como conquistar mais

Nos atuais de tempos de transformação, o que mais se ouve falar é em qualidade e nesse meio, “tempo” é um ativo mal administrado pela maioria das pessoas.

Todos nós queremos mais qualidade de vida, mais tempo para diversão, mais dinheiro, mais reconhecimento… Mais, mais e mais… E cada vez menos tempo, menos dinheiro, menos, menos… Como alinhar isso?

E se eu te disser que você pode conquistar TUDO – ou o mais próximo desse seu "tudo"-?

Vamos lá, esse rápido artigo tem o intuito de empoderar você nas suas tomadas de decisão diárias, alertando para o fato de que você deve fazer o que muito já sabe: focar!

Sabe qual segredo que pessoas de sucesso como um dos apresentadores mais famosos do país, Marcelo Tas, a atriz Paola Oliveira e do presidente da Google Larry Page têm em comum? Olha bem, são pessoas de áreas distintas, mas todas com sucesso.

Deixe eu te contar: eles têm um coach.

E para você que não sabe o que é Coaching é só clicar na aba “O que é coaching?”.

Se pessoas que querem sucesso tem um coach, você deve ver que passar por um processo de Coaching deve ter resultado.

Diante disso, eu como seu coach, quero te dar algumas dicas para conquistar mais de maneira rápida e objetiva.

1. Valorize seu tempo!

Priorize o mais importante. Pergunte-se "o que preciso realizar de maneira mais rápida?"; "Estou agindo como uma pessoa que quer alcançar tal objetivo?"; "Alguém focado, faria o que estou fazendo?".

2. Esquematize sua rotina!

Papel e caneta fazem milagres. Agende compromissos. Escreva seus projetos. Delimite datas. Temos muitos aplicativos que podem ser úteis para você gerenciar seu tempo.

3. Mensure resultados!

Como você deve saber o que não se pode medir não se pode administrar. Sendo assim, estipule prazos, resultados. Cobre-se!

4. Faça diferente!

Crie identidade própria. Desenhe uma visão de si mesmo estabelecendo sua missão de vida.

5. Congruência!

Comportamento (ações), pensamentos, desejos, sonhos e projetos devem estar alinhados. Quantos de nós não chegamos aos nossos objetivos por causa da desordem interna? Pense a respeito e responda: eu estou compromissado a conquistar, mesmo sacrificando certos prazeres diários?

Fonte: Administradores

Como o governo pode facilitar a inovação nas empresas

Está claro que o setor produtivo brasileiro precisa investir em pesquisa e desenvolvimento e aumentar a produtividade. O país corre o risco de ficar para trás, como aponta o Índice Global de Inovação 2013, que traz o Brasil em uma preocupante 64ª colocação geral. Divulgado no início de julho, o estudo produzido pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (Ompi), Insead e Universidade Cornell faz uma radiografia das condições para a inovação nos países e leva em conta fatores como as políticas de incentivo do governo, uma legislação específica, a porcentagem do PIB gasta em pesquisa, o número de patentes concedidas e a produção científica nas universidades, entre vários outros. Em muitos desses quesitos, as empresas do Brasil encontram dificuldades, na avaliação dos pesquisadores do índice, inclusive em relação aos vizinhos: o país é apenas o oitavo entre os países de América Latina.

Um dos quesitos mais mal avaliados no relatório foi “crédito, investimento e competitividade”, em que o Brasil ficou em 75º lugar. Para melhorar essa posição, a ajuda do governo nessa área é fundamental: segundo pesquisa de Eduardo Viotti, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), entre 1998 e 2000, apenas 11% das empresas com atividades inovadoras no Brasil receberam financiamento público para pesquisa. Em países europeus, essa proporção atinge em média 35%.

Felizmente, a situação está mudando e, no relatório do próximo ano, o país pode galgar algumas posições no ranking nesse quesito. Este ano, o governo federal anunciou programas como o Inova Empresa, que distribuirá, via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), 32,9 bilhões de reais em editais da Agência Brasileira da Inovação (Finep). As linhas de crédito para inovação anunciadas este ano abarcam todos os setores produtivos, e centenas de empresas serão beneficiadas por meio de programas temáticos, como o Inova Agro, Profarma e Inova Energia.

Além de acesso mais fácil ao financiamento, outro mecanismo que o governo tem para melhorar o ambiente de inovação é aprimorar a legislação. Há avanços claros desde a criação da Lei de Inovação do governo federal, de 2004, que facilitou o investimento estatal e a encomenda de tecnologias por parte do governo para empresas. Outro passo agora está sendo dado pelos governos estaduais e municipais. Em 16 estados brasileiros, já existem leis de apoio à inovação, o que é um rápido avanço, se considerarmos que, em 2005, havia apenas uma lei do tipo, no Amazonas. Outros três estados já elaboraram uma minuta de lei, e o Distrito Federal possui um projeto em tramitação. De maneira geral, as leis estaduais no Brasil, assim como a lei federal, autorizam, por exemplo, o compartilhamento dos laboratórios de instituições científicas e tecnológicas por empresas incubadas e por empresas nacionais.

Além de ganhar posições em rankings internacionais, um ambiente mais propício à inovação fará com que as empresas brasileiras tenham um papel mais destacado na economia global. De acordo com estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), as empresas inovadoras têm 16% mais chances de se tornar exportadoras.

Fonte: Exame

Melhores práticas entre agências e mercado

Com o intuito de valorizar as melhores práticas exercidas entre agências e clientes no mercado, o 1º Congresso Brasileiro de Live Marketing promoveu hoje (30/07), uma reflexão sobre os efeitos das concorrências de diferentes pontos de vista, com o intuito de gerar uma relação mais duradoura e estratégica.

A discussão foi liderada pelo Comitê de Relação Sustentável entre Cliente e Agência, liderado por Célio Ashcar Júnior, da Mix Brand Experience.
O comitê discutiu as várias maneiras de evoluir na parceria, e, principalmente, de alcançar uma relação sustentável entre a agência e cliente. O painel contou com a presença de Roberto Abdenur, presidente do Grupo Etco que falou sobre a ética, transparência e economia sustentável, em uma visão mais ampla de conscientizar a sociedade sobre os malefícios sociais de práticas não éticas e seus reflexos negativos para o País.

O painel trouxe ainda um debate com representantes de grandes empresas como Andrea Bó, diretora de marketing da Johnson & Johnson; Fernando Chacon, CMO do Banco Itaú; Marcelo Miranda, diretor de marketing da SKY; e Rachel Denstone, do departamento de suprimentos da BRF.

Do lado das agências, participaram Fernando Figueiredo, da Bullet; José Boralli, da b!erraz; Marcelo Heindrich, da Ponto de Criação; e Rodrigo Rivellino, da Aktuell. Eles debateram pontos importantes focados em concorrência, contratos, agenciamento, ética e economia sustentável.

Fonte: Promoview

Twitter Hotel abre para os viciados em mídia social

Para os visitantes que procuram o conforto da vida numa ilha, ficar sem smartphones e todas as outras tecnologias seria algo muito bem-vindo. Mas, por outro lado, se sua ideia de paraíso se mistura com outros viciados em redes sociais, então o Twitter Hotel é pra você.

Localizado na ilha espanhola de Majorca, o Sol Wave House usa das redes sociais como um meio de melhorar sua experiência dentro do hotel. Aberto há um ano, o local possui quartos tematizados, bebidas, e uma comunidade virtual chamada #SocialWave, que pode ser utilizada pelos hóspedes para interagirem e flertarem entre si.
O login é feito por um aplicativo de rede especial, somente por meio do Wi-Fi do hotel. Uma vez que esteja logado, o participante pode compartilhar fotos, enviar mensagens em particular, conferir quem está on-line e onde estão dentro do estabelecimento, podendo mandar beijos virtuais.

Marco Fantón, director de Mídia Social do empreendimento, disse que: “vê a ideia como uma extensão divertida e interativa do que os hóspedes estão, realmente, fazendo nas férias – divulgando sua viagem usando redes sociais, como o Facebook, Twitter ou Instagram”.

No hotel, tudo é inspirado no microblog, inclusive a #TwitterPoolParty, às sextas-feiras, onde se pode degustar bebidas temáticas e “quebrar o gelo” na Twitter Party Suite. Esses quartos particulares podem receber até quatro pessoas, decorados com bolhas, balões azuis, alcaçuz em formato de hashtag e um espelho que desperta uma vontade grande de tuitar.

Fonte: Promoview