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Trabalho em Equipe

Nossas observações e estudos relacionados ao tema "Desenvolvimento de Equipes" têm nos conduzido a algumas conclusões que, apesar de parecerem óbvias, apresentam situações raramente encontradas na rotina de trabalho e nas relações dentro de Organizações, Departamentos, Áreas ou mesmo dentro das próprias Equipes.

Por sinal, sempre que as pessoas se referem ao seu grupo de trabalho, mesmo os próprios Gerentes, utilizam o termo "minha equipe". Baseados na afirmação de que toda equipe é um grupo, porém, nem todo grupo é uma equipe, há uma pergunta que precisa ser respondida:

Como está a sua empresa? Vocês trabalham em grupo ou em EQUIPE?

Entendemos que Grupo é um conjunto de pessoas com objetivos comuns, em geral se reúnem por afinidades. O respeito e os benefícios psicológicos que os membros encontram, normalmente, produzem resultados de aceitáveis a bons. No entanto, este grupo não é uma EQUIPE.

Entendemos que EQUIPE seja um conjunto de pessoas com objetivos comuns, atuando no cumprimento de metas específicas. A formação da equipe deve considerar as competências individuais necessárias para o desenvolvimento das atividades e conquistas de metas. O respeito aos princípios da equipe, a interação entre seus membros e, especialmente, o reconhecimento da interdependência entre seus membros na busca de resultados pela equipe, deve favorecer ainda os resultados das outras equipes e da organização como um todo. É isso que torna o trabalho desse grupo um verdadeiro TRABALHO EM EQUIPE.

Vale, portanto considerar:

• Quais são os aspectos e variáveis que favorecem a formação do verdadeiro espírito de Equipe em sua empresa?
• Como implementá-los?
• Qual é a postura do Líder?
• Que benefícios os membros e empresa terão com o Desenvolvimento do Trabalho em Equipe?
• Por que é tão importante considerar este "caminho" para a conquista de melhores resultados?
• Quem na organização deve ser envolvido?

Você e sua Organização devem refletir sobre todos estes aspectos.

Fonte: Carlos Basso

Atender o Cliente com um Sorriso é o Primeiro Passo para um Grande Negócio

Um pequeno gesto que faz uma grande diferença…
Já diz o ditado: "Sorria, mesmo que seja um sorriso triste, porque mais triste que um sorriso triste é a tristeza de não saber sorrir". E é a pura verdade, principalmente quando nos referimos ao ambiente de trabalho. Independentemente da função que o profissional exerça, o sorriso é uma arma fundamental para trazer melhores resultados para os seus negócios.
Esta é a afirmação que Stefi Maerker, diretora executiva da SEC Talentos Humanos, vê como explicação para o que chama de Marketing do Sorriso. "Comportamento gera comportamento e é sempre muito importante ter consciência de que você está agindo de maneira correta com um cliente e com seus colegas de trabalho. E a maneira correta inclui sorrir, sempre!", afirma.
Segundo Stefi, o sucesso individual é resultado do trabalho em equipe, portanto o sorriso é fundamental em todas as relações do mundo atual. A maioria dos sorrisos começa perto de outro sorriso, por isso é importante estar cercado com o apoio necessário para que o ambiente de trabalho se transforme num local agradável, fazendo com que os negócios fluam positivamente e com naturalidade. "O sorriso é um sustento no trabalho. Ele representa repouso para o cansaço, coragem para o desânimo, consolo para a tristeza e alívio para a angústia", explica.
Existem algumas recomendações práticas para sorrir no ambiente de trabalho: o sorriso ajuda a resolver problemas, alivia as tensões do dia-a-dia e quebra barreiras. Para a executiva, o Marketing do Sorriso está diretamente relacionado ao Marketing Pessoal, indispensável nos dias de hoje para quem quer sobreviver no concorrido mercado de trabalho. "As pessoas costumam achar erroneamente que Marketing Pessoal é apenas ter bons relacionamentos, boas experiências profissionais nas empresas pelas quais passar e desenvolver um trabalho exemplar. Mas não é só isso! Também faz parte do Marketing Pessoal ter uma boa presença e atitudes positivas, e sorrir ajuda nessas duas últimas questões", finaliza.
Fonte: Stefi Maerker – diretora executiva da SEC Talentos Humanos

Conheça Melhor o seu Comprador para Vender Melhor

A função de comprador é, certamente, uma das mais importantes dentro de uma empresa. Tão importante quanto treinar seus vendedores é definir muito bem os critérios de escolha de um bom comprador e o perfil dessa personagem dentro da engrenagem de um ambiente corporativo.

O comprador atual é um profissional assalariado, que trabalha de forma individual, sob supervisão, em escritórios. Eles viajam para visitar fornecedores e é comum passarem muito tempo ao telefone em negociações. São profissionais que adquirem grandes quantidades de materiais, suprimentos e equipamentos para empresas comerciais, industriais ou do governo. São eles também que fazem contratos e organizam estratégias de suprimento.
Saiba que esse profissional é responsável por receber e classificar as requisições de compras de cada departamento. Geralmente, ele se reúne com a gerência e funcionários dos demais setores para ajudar a determinar necessidades de aquisição. Para estar atualizado a respeito do que está sendo vendido no mercado que lhe interessa, o comprador realiza pesquisa em catálogos e jornais do comércio. Contratos com fornecedores, negociação de preços e condições de contratos também fazem parte da atribuição dessa personagem.

Portanto, conhecer esse componente dentre os seus clientes é importante também, porque são eles que fazem as recomendações à gerência e funcionários da empresa sobre fornecedores, além de monitorarem sua performance durante o contrato.

Observe também que o olhar de um comprador é especializado e ele pode ser uma boa fonte de consulta e participação no momento do desenvolvimento de um novo produto.

Para se ter uma idéia, nas indústrias, os novos funcionários de compras participam de programas de treinamento a fim de aprendem o funcionamento da empresa e seus procedimentos de compra. Atuam com compradores experientes para conhecer materiais, preços, fornecedores, mercados, e outros dados importantes.

Além disso, os compradores atacadistas e distribuidores sabem antecipar as preferências do consumidor. Eles sabem quais são os produtos que vão vender.

HABILIDADES DE UM COMPRADOR
Os compradores devem apresentar habilidades de planejamento e organização, boa comunicação, relacionamento com pessoas de vários níveis de uma organização e desenvolvimento de bons contatos com fornecedores. Logo, é fundamental que a empresa também crie e administre a habilidade de estabelecer bons relacionamentos com os compradores. São eles que representam o cliente de forma legítima e integral.

Talita Quirino
Jornalista Responsável

Consumidor gasta mais na rua 25 de Março do que em shoppings

SÃO PAULO – O consumidor está gastando mais na rua 25 de Março -famoso centro de compras popular da cidade de São Paulo-, do que em shopping centers, aponta pesquisa sobre hábitos de consumo elaborada pela TNS.

De acordo com o levantamento, as pessoas deixam, em média, R$ 193,45 ao comprarem na rua de comércio mais famosa do Brasil. Já quando consomem em shoppings, o gasto médio é de R$ 140, uma diferença de 38,18%.

Consumidores de todas as faixas de renda compram na Vinte e Cinco e arredores, sendo que o tíquete médio por faixa de renda é o seguinte: R$ 598,63 para a classe A, R$ 198,06 para a B, R$ 137,67 para a C e R$ 49,35 para os consumidores da classe D.

Dinheiro: o preferido

O dinheiro é a forma de pagamento preferida para quem costuma comprar na rua 25 de Março, utilizado por 77% das pessoas que responderam à pesquisa. Em seguida, está o cartão de crédito, utilizado por 15% dos consumidores. Cheque e boleto bancário respondem por apenas 1% da preferência cada.

No que diz respeito aos produtos, as pessoas gastam mais ao comprarem brindes (R$ 167), perfumes e cosméticos (R$ 160,87), tecidos para roupas (R$ 157,88) e embalagens (R$ 155,77).

Roupas infantis, artigos de cama, mesa e banho, lingeries e panelas vêm em seguida, com R$ 128,32, R$ 121,24, R$ 113,06 e R$ 108, respectivamente.

Com menos de R$ 100 ficam os artigos de decoração (R$ 83,66), artigos de papelaria (R$ 80,44), utensílios domésticos (R$ 76,23), artigos descartáveis (R$ 71,55) e meias (R$ 48,80).

Números

A 25 de Março recebe cerca de 400 mil pessoas por dia, chegando a um milhão de consumidores no período natalino. A região compreende 2.500 metros de extensão, sendo 350 lojas e 3 mil stands em shoppings, galerias e prédios espalhados por 18 ruas. Além disso, a região possui 2 mil camelôs (74 legalizados) e 150 guardas civis na fiscalização.

Fonte: UOL Notícias

Utensílios de restaurantes tornam-se canal de mídia

Projeto envolve 500 PDVs e tem faturamento de R$ 5 mi

A empresa Midia Gourmet está propondo uma nova abordagem nos canais de mídia indoor para o segmento de bares e restaurantes.

Nesse caso, jogos americanos, porta-talheres, cardápios delivery, porta-guardanapos, bolachas para copo, embalagens de sanduíche, saquinhos de pão e pastel, guardanapos e copos descartáveis se transformam em instrumentos de comunicação com consumidores que estão fazendo uma refeição ou tomando um chopinho.

Já são 500 restaurantes e bares cadastrados em São Paulo, Alphaville, Osaco e Campinas para exibir mensagens de anunciantes como Eletropaulo, Chemin Incorporadora, Yázigi e Concessionária Honda (Team Trends), nesses utensílios desses PDVs. O plano para este ano é ampliar o volume de parceiros nas cidades do Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Brasília, Belo Horizonte, Salvador e Recife. Os espaços são selecionados e agrupados por segmentos econômicos e comportamentais.

“A veiculação publicitária em materiais que estão presentes no dia-a-dia dos restaurantes leva a mensagem das marcas de forma agradável e divertida, alcançando o consumidor no horário das refeições, quando ele está mais descontraído e predisposto a receber novidades”, comentou Meyer Nigri, sócio e diretor executivo da Midia Gourmet, empresa lançada há três anos.

Nigri enfatiza que o objetivo é atrair campanhas customizadas e direcionadas para targets específicos. Nesse caso, como enfatiza o diretor da Mídia Gourmet, elas alcançam “maior eficácia do que os veículos tradicionais de propaganda de massa”. Nigri acrescenta: “Além disso, por sermos uma mídia segmentada, conseguimos oferecer uma excelente relação custo/benefício”, complementou.

O executivo da Midia Gourmet explica que os planos de crescimento do negócio para 2010 são ambiciosos – é estimado faturamento de R$ 5 milhões – afinal beber e comer estão na lista de primeira necessidade.

por Paulo Macedo

Fonte: Propmark