Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

Budweiser cria Mansão da Bud

Para exibição dos jogos da Copa das Confederações Fifa 2013, a agência Haute, em parceria com a Budweiser, criou o projeto Mansão da Bud.

Um casarão de 1.500 metros quadrados é a sede de um calendário de atividades oferecidas até o dia 30/06. A programação é diversa e exclusiva para convidados da agência.
Extrapolando a ideia de apenas receber o público para assistir aos jogos, a Haute investiu na ideia de uma espécie de clube para ser o “QG” de amigos durante a Copa das Confederações. A produtora Sacode, de Pablo Fantoni e Coy Freitas, é responsável por toda ambientação da casa.

Para criar o clima de jogo, com bar, telões e churrasqueira. A sala de jogos é equipada com mesas de sinuca, pebolim e ping pong, espaço para games de PlayStation e toda terça-feira de Poker Night.
As segundas-feiras são dedicadas às mulheres. A Haute 4 Girls, núcleo feminino da agência, toma conta de eventos como o Circuito 4 Girls, com diversas atividades físicas e dicas de saúde, campeonato de tranca, dentre outros.

Com foco no futebol, a sala de cinema exibe documentários, entrevistas e jogos que marcaram a história do futebol. Para animar o happy hour das sextas-feiras, humoristas sobem ao palco e comandam as sessões de stand up comedy.
Todas as partidas do Brasil na Copa das Confederações são transmitidas ao vivo, com almoço e distribuição de kit do torcedor.

Fonte: Promoview

Estratégia na nova economia da informação

Se o mundo fosse perfeitamente certo, não haveria necessidade de estratégia”, afirma Philip Evans. O mundo é tão incerto que o próprio conceito de estratégia evoluiu ao longo do tempo. Segundo o especialista, que é sócio do Boston Consulting Group, a estratégia hoje requer do gestor a construção de coalizões com pessoas que não se controla diretamente, na busca de vantagem competitiva horizontal. Assim é na nova economia da informação.

Evans dedica-se a pesquisar a relação entre Tecnologia da Informação (TI) e estratégia empresarial. Esse é o tópico que o trará a São Paulo no dia 12 de junho como palestrante do Fórum HSM Estratégia 2013.

Em seu livro A Explosão dos Bits: Estratégias na e-Economia (ed. Campus/Elsevier), escrito com Thomas Wurster, Evans aborda a economia da informação, mas observa que a maioria dos tradicionais princípios de estratégia, como economia de escala e segmentação, ainda é aplicável. O que mudou foram os objetos desses princípios.

Objetos são unidades de negócios, setores, cadeias de valor, clientes, relações e estrutura organizacional, entre outros. Eles se conectam por uma cola chamada “informação”. O xis da questão é que ela se dissolve pela ação de novas tecnologias. “Então, as estruturas se fragmentam também, mas as partes resultantes seguem as mesmas regras que sempre seguiram.”

A nova economia da informação é, assim, o reequilíbrio de forças existentes quando uma delas, a informação, é subtraída.

O impacto da era dos grandes dados

Durante conferência realizada pela revista The Economist em 2012, Evans fez um apanhado das mudanças que levaram à evolução do conceito de estratégia enquanto o contexto mudava: de escassez de informação para o de abundância dela.

Ele explicou que o modelo básico de estratégia pressupõe uma distinção entre o que acontece fora da empresa e o que se passa dentro dela. Dentro da organização, todos colaborariam e, fora dela, todos agressivamente concorreriam. Essa distinção já não pode ser feita, pois tanto nos ambientes interno como externo da organização as tecnologias são as mesmas. Os problemas internos à corporação são, também, os mesmos que os de fora, bem como o desafio de colaboração e coordenação.

O conceito de estratégia corporativa surgiu há mais de 30 anos, apregoando que seria possível separar a empresa em atividades e buscar vantagem competitiva em cada uma delas. Nos anos 1990, percebeu-se que grande valor reside no espaço entre essas atividades, e a cadeia de valor passou a ser vista como um todo, o que levou à visão vertical de alcance de vantagem competitiva.

Na era dos grandes dados a que chegamos, a perspectiva muda novamente, pois a visão passa a ser horizontal. “O ponto principal é que os grandes dados são, em geral, maiores do que a unidade de negócios e do que a própria corporação”, salientou Evans. Então, para explorar o valor dos grandes dados, é preciso orquestrar como as muitas partes do sistema se encaixam.

Outro desafio é: se “informação” significa “grandes dados”, a organização é grande o suficiente para ter tal vantagem? Alguém é grande o bastante? A informação, que antes poderia compor a vantagem competitiva da empresa, agora é fornecida por alguém de fora, como o Google.

Segundo Evans, na integração horizontal, em vez de gerir várias atividades ao longo da cadeia de valor, uma companhia deve focar uma apenas e crescer com a escala do produto para muitos mercados. O mesmo Google é exemplar nesse aspecto.

Fonte: HSM

Stevia em ação no Circuito Vênus de Corrida Feminina

No dia 16/06, foi realizado o 18º Circuito Vênus de Corrida Feminina em São Paulo com apoio da Doce Menor e do Grupo ZAZComm. O evento reuniu cerca de sete mil atletas e mais centenas de acompanhantes.

A Doce Menor esteve presente com um estande do produto Stevia 100%, organizado e operacionalizado pela ZAZ Eventos.
O estande da Stevia tinha nutricionistas dando dicas de alimentação saudável e balanceada, além de medição de massa corporal, enfermeiras que realizaram o teste glicêmico nas atletas e ainda uma degustação de sucos naturais exóticos adoçados com Doce Menor – Stevia 100%, uma alternativa natural e saudável para a substituição do açúcar.

A degustação foi realizada por intermédio de um bar no próprio estande e por uma equipe de promotoras que circularam durante a concentração com mochilas térmicas.
O grupo ZAZCOMM. foi contratado para planejar as ações estratégicas de divulgação e conscientização da marca, elaborar o conceito da campanha que foi utilizada durante o 18º Circuito Vênus de Corrida, e também foi a responsável pela produção e operacionalização do estande.

Fonte: Promoview

Karsten divide toalhão usado em ação promocional

A Karsten, empresa têxtil com sede em Blumenau (SC), especializada nos segmentos de cama, mesa, banho e tecidos para decoração, que completou 130 anos no mercado em 2012, realizou durante o verão 2013 a ação de marketing promocional “Renove Seu Verão” em seis praias do País.

Na ação criada pela agência Dabster Comunicação, durante os finais de semana, um toalhão gigante, com cerca de 200 metros quadrados, fez a alegria dos banhistas das praias da Enseada e Maresias, no litoral paulista; Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro; Praia dos Ingleses e Jurerê Internacional, ambas em Santa Catarina; e Guaratuba, no Paraná.
Agora, higienizadas e divididas, as toalhas de banho, já no tamanho convencional, foram entregues a instituições de caridade das cidades participantes.

Os toalhões criados equivalem a 170 toalhas de banho convencionais e se transformaram em 650 unidades na medida 0,76X140 cm.

A entrega aconteceu no mês de maio às instituições: Fundo Social de Solidariedade do Guarujá, Fundo Social de Solidariedade de São Sebastião, Fundo Social de Solidariedade e a Apae de Bertioga, Comunidade Morro do Jacarezinho do Rio de Janeiro e Grupo da Terceira Idade Alegria de Viver de Florianópolis. Cada cidade recebeu 130 toalhas.

Fonte: Promoview

O Marketing de canal e relacionamento

Hoje vivemos em um mercado totalmente competitivo. O objetivo do departamento de marketing é gerar o aumento de leads para a equipe comercial, realizando campanhas de incentivo, eventos, participação em feiras, entre outras ações. Nesse cenário, enfrentamos vários submarketings, como web marketing, trade marketing, nichos e assim por diante. Um dos mais importantes é o marketing de canal, utilizado pela maioria das empresas, independentemente do nível de canal que executa, seja direto ou por distribuidores.

Quando o departamento de marketing atua como distribuidor dos produtos ou serviços, o canal se torna ainda mais complexo. Afinal, o escoamento não depende totalmente do fabricante ou do distribuidor, mas de terceiros envolvidos na operação. Quando estamos na função de distribuidores, temos de acompanhar todo o trajeto dos produtos/serviços, sempre buscando o feedback dos envolvidos na operação para que o canal passe por constantes aperfeiçoamentos. Em qualquer ramo de atividade, o cenário é dinâmico e fazer o follow-up é essencial. Como distribuidores, temos de dar competência aos varejistas ou revendas em PRODUTOS, PREÇOS e PROMOÇÕES, pois qualquer falha na operação prejudica todos os envolvidos pela distribuição.

Dentro do composto de marketing (4P), o preço é fundamental para o desenvolvimento dos canais. Precisamos garantir que nossas revendas tenham preços competitivos, que garantam volume e rentabilidade. Porém, temos de tomar muito cuidado com a política imposta pelos canais em que atuamos. Ainda dentro do composto de marketing, quando falamos em canais, logicamente estamos atuando dentro da PRAÇA, e estar bem colocado no mercado é essencial para obter um bom escoamento dos produtos.

Marketing de relacionamento

Com a concorrência cada vez mais agressiva, o departamento de marketing deve buscar diferenciais para fidelizar os envolvidos na distribuição. Sabemos que não é tarefa fácil. Por isso, acredito que, quando falamos de relacionamento, não nos referimos apenas ao dos vendedores com seus clientes. O departamento de marketing também tem de se interar com a equipe de vendas. Afinal, quem está sempre em contato com o cliente e entende o dia a dia dele são os vendedores.

Uma vez que o marketing tem um bom relacionamento com a equipe de vendas, as ações de marketing certamente terão sucesso. Não podemos desperdiçar verbas direcionadas para o marketing, então a união com o departamento de vendas é essencial. O relacionamento com o cliente é o mais importante para fidelizar o canal. Dentro da empresa em que trabalho, sempre bato nessa tecla.

Construir um bom relacionamento demanda tempo, paciência e dedicação. Precisamos ouvir mais do que falar e resolver possíveis obstáculos que possam aparecer, sempre trocando informações e deixando os envolvidos a par do que está acontecendo. Nessa hora, devemos ser realmente parceiros e entender as necessidades do canal. Qualquer tipo de ação que o marketing fizer, as empresas da concorrência poderão copiar, mas quando temos um bom relacionamento com os envolvidos na operação, temos um trunfo. É uma ação que, quando bem feita, fideliza qualquer canal.

* Danilo Munhós, Coordenador de Marketing da Gomaq, empresa presente há mais de 45 anos no mercado de tecnologia de impressão.

Fonte: Administradores.com