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Relacionamentos Duradouros

Hoje em dia, pouca gente se dá conta de que um relacionamento duradouro depende muito das minúcias e das surpresas, positivas e negativas. Às vezes, a recusa em prestar um serviço adicional não influi tanto na qualidade do relacionamento, como um telefonema não retornado. Você lida com aquele cliente há anos. Mas, numa determinada reunião, você lhe promete marcar um almoço para tratar de planos futuros …. e some.

Mesmo que isto não seja fatal, é certo que o relacionamento sairá “chamuscado”. Não para você, mas para o seu cliente, que acreditava ser um cliente especial, diferenciado. O tempo gasto para que a confiança em você seja reestabelecida ( o que muitas vezes não acontece) é muito maior do que aquele desprendido para novos contatos.

Outro problema grave para os relacionamentos é a mentira.
Parece óbvio ? Mas uma pesquisa realizada com executivos de vendas nos EUA revelou que 47% deles suspeitam de que seus vendedores tenham mentido em visitas de vendas. Sua transparência com seus clientes dever ser do tipo cristalina, nada menos.

Outra coisa essencial para nutrir um relacionamento de longo prazo é contribuir para que o cliente saia ganhando o mesmo que você, pois, toda a relação de venda deve basear-se no espírito “ganha-ganha”. Você e seu cliente dependem um do outro para ter sucesso nos negócios. Vocês precisam se ajudar para crescerem juntos. E cada ação, seja a longo ou a curto prazo, deve levar em conta os interesses de seus clientes, identificando os tipos de relacionamentos que você pode manter com ele.

Lançamento do Mais Bríndice

Setor ganha mais uma edição do catálogo
Mais Bríndice

Além do tradicional e conceituado Catálogo Bríndice, os profissionais do setor contam com outra importante ferramenta de comunicação e serviços: o Catálogo Mais Bríndice.

A quarta edição do catálogo, lançada durante o mês de outubro, reúne empresas de segmentos distintos como fabricantes de brindes, produtos promocionais, presentes corporativos e artigos para mídia extensiva. Além dos produtos e serviços, o guia oferece também reportagens sobre assuntos pertinentes ao setor.

Com uma tiragem de 15 mil exemplares, o Mais Bríndice é uma versão compacta do Catálogo Bríndice, porém com semelhante poder de alcance e eficácia.

Comprovando a eficiência dos títulos da Bríndice Publicações e Propaganda, o catálogo oferece 112 páginas com o melhor do segmento.
O Catálogo é distribuído gratuitamente para um mailling seleto, formado por empresas e profissionais de agências, chegando nas mãos dos profissionais que possuem o poder de compra.

Suas páginas apresentam fotos ilustrativas de alta qualidade e pequenos textos explicativos sobre todos os produtos oferecidos.

Se para os anunciantes, o Mais Bríndice é uma forma eficiente e rápida de chegar até o público esperado, para as empresas que o recebem, o catálogo tornou-se um facilitador na hora de adquirir os produtos promocionais que mais se adequam às suas necessidades e exigências.

"Veja Mais sobre o Mais Bríndice"

Como negociar?

Numa negociação, as duas partes precisam sair satisfeitas, ambas precisam achar que fizeram o melhor negócio. É preciso resolver as diferenças, onde cada parte procura obter um grau ótimo de satisfação.
Por isso, tome nota de seis ações aplicáveis para a superação dos desafios no momento da negociação:
1- Identificar antecipadamente fatores de relevância estratégica e repercussão na organização, tais como: planos de marketing, promoções de vendas, atividades de logística, adoção e implementação de novos modelos gerenciais;
2- Estabelecer políticas negociais ante cada fator identificado, definindo quem tratará do que e, consequentemente, qual o plano de ação mais adequado onde se buscará as opções de atuação, as táticas e técnicas mais apropriadas;
3- A partir da abordagem anterior, procurar identificar quais as possibilidades de barganha, dando a mesma atenção para as situações listadas, especialmente àquelas em que a organização pareça estar em desvantagem;
4- Estabelecer objetivos claros, flexíveis e concisos, se possível ajustados a uma margem mínima e máxima e legitimados pela possibilidade de se concretizarem de fato. Estes objetivos serão objeto de constantes ajustes à realidade mutante, interno e externo, e dos agentes a interagir com a empresa:
a) Selecionar, formar e treinar uma ou várias equipes negociadoras nas áreas de vendas, compras, logística, financeira, etc), composta(s) com os recursos humanos com maior acumulação de experiência, de visão estratégica e de perfil negociador, experts na área onde atuam.
5- Estas equipes trabalharão em interação, sempre direcionadas para os objetivos negociais antecipadamente estabelecidos e totalmente centrados na missão empresarial.
6- Para vencer os desafios, as equipes deverão estar permanentemente em sintonia com o ambiente empresarial, prospectando continuamente o mercado e trabalhando a informação, buscando sempre antecipar-se aos fatos. É oportuno enfatizar que este ou estes times negociais deverão ser energizados através de uma política motivacional (empowerment), com estímulo e legitimação da direção superior.
Com essas ações, certamente sua organização terá mais elementos para superar incertezas pela via da negociação.

Empresa x Cidadania

Há muito tempo que instituições internacionais e nacionais estão trabalhando em prol da cidadania empresarial, mas ao contrário do que muitos pensam, ela não se restringe apenas às atividades filantrópicas, mas também à conduta interna adotada em relação aos próprios funcionários e colaboradores da empresa.

As organizações devem manter uma conduta ética em relação aos seus trabalhadores e o respeito aos direitos humanos. A Norma de Responsabilidade Social estabelece padrões de comportamento e relacionamento também no âmbito interno das empresas e abrange os seguintes itens: trabalho infantil, trabalho forçado, saúde e segurança, liberdade de associação e negociação coletiva, discriminação, práticas disciplinares, horas de trabalho, compensação e sistema de gerenciamento, devendo ser aplicada em pequenas ou grandes empresas e até mesmo por organizações do setor público.

As empresas que adotam os projetos sociais e filantrópicos podem inclui-los no plano de atividade do projeto de implantação da AS 8000 (primeira norma internacional de responsabilidade social). O Brasil já é o terceiro país com maior número de empresas certificadas, comprovando a preocupação dos nossos empresários com a qualidade de vida e bem-estar de seus funcionários e da comunidade em geral.

Ao fazer parte desse ideal, além de contribuir com a melhoria contínua das condições de trabalho em nível global, a empresa conquista também um fortalecimento de sua imagem, bem como a motivação de seus funcionários e colaboradores. Pense nisso e faça a sua parte!

Empresas se Beneficiam com Inadimplência

A principal justificativa dos Bancos e financeiras para praticarem juros tão alarmantes contra o consumidor é pelo elevado índice da inadimplência. Pois bem, esta é uma desculpa extremamente mentirosa!

Primeiro, proporcionalmente ao volume de empréstimos e financiamentos em geral com juros absurdos o percentual de inadimplência já está embutido em cada valor emprestado.

Segundo, porque simplesmente NENHUMA EMPRESA PERDE NADA COM A INADIMPLÊNCIA, muito pelo contrário, SE BENEFICIA. Isto mesmo, existe uma lei que possibilita o direito de qualquer empresa abater do seu lucro as dívidas não recebidas.

A lei diz o seguinte: “As perdas no recebimento de créditos decorrentes das atividades da pessoa jurídica poderão ser deduzidas como despesas para determinação do lucro real, observado o disposto neste artigo (Lei nº 9.430, de 1996, art. 9.º).” Portanto, qualquer débito com vencimento superior a (6) seis meses pode ser lançado como despesa”.

Acompanhe mais detalhes da lei.
“§ 1º Poderão ser registrados como perda os créditos até cinco mil reais, por operação, vencidos há mais de seis meses, independentemente de iniciados os procedimentos judiciais para o seu recebimento;”
Não são somente dívidas até cinco mil reais, acompanhe abaixo:
“b) acima de cinco mil reais, até trinta mil reais, por operação, vencidos há mais de um ano, independentemente de iniciados os procedimentos judiciais para o seu recebimento, porém, mantida a cobrança administrativa;”
“c) superior a 30 mil reais, vencidos há mais de um ano, desde que iniciados e mantidos os procedimentos judiciais para o seu recebimento;”

Veja como os argumentos deles somente tentam justificar o injustificável aproveitando-se da falta de conhecimento da grande maioria da população brasileira.
Percebeu como é feita a coisa?

Percebeu que, enquanto você está devendo, é cobrado intensamente seu débito original, já acrescido de juros absurdos, e ainda são adicionados mais juros em cima de juros… Fora as ofensas, constrangimentos, ameaças, seu nome sujo no SPC, Serasa, Cadim, etc.

Os credores, principalmente Bancos, financeiras, administradoras de cartões de créditos, companhias telefônicas, já deduziram ou podem deduzir integralmente como despesas em suas declarações de imposto de renda, ou seja, não perdem NADA!
Ficou surpreso?…

Você acha que depois de seis meses de atraso quando a dívida é paga, essas empresas repassam esses valores ou devolvem ao fisco por ter sido deduzido como despesa anteriormente?

Deveriam devolver. Se não fazem, se beneficiam duplamente; abateram como despesa, e depois cobram e recebem a maior parte. E depois o devedor é que é chamado de CALOTEIRO!

Emanuel Gonçalves da Silva – diretor da EGS Consultoria Empresarial Ltda, consultor de Dívidas de pessoa física e jurídica, criador do SOS DÍVIDAS (www.sosdividas.com.br), site com soluções para a inadimplência.