Corona pinta as ruas e pessoas em ativação

Corona tem a legenda “a cerveja mais fina” escrita em todas as garrafas, mas, ao invés de discutir se era a mais fina ou não, a marca converteu a frase em um estilo particular de ver e desfrutar a vida.

De acordo com a Corona, “mais fina” é uma forma de viver de forma extraordinária, não tratando-se de obter luxo, mas, sim, diversão. Por isso, a marca organizou uma festa com tintas em Yonge-Dundas Square, Canadá, com a ajuda da agência Think.

A equipe da agência concedeu mil litros de tinta para todas as pessoas que estavam presentes. Depois da batalha, todos receberam cervejas.

Pepsi apresenta o 3BallMTY

A Pepsi, conhecida pela sua forte ligação com a música por meio de campanhas com artistas como Michael Jackson, Madonna, Mariah Carey e Britney Spears – acaba de lançar o “Desafio 3BALLMTY”, uma referência ao coletivo de DJs patrocinado pela marca e verdadeiro fenômeno no México.

Formado por Rincón, Sheego Beat e Otto, o coletivo combina ritmos latinos – especialmente o Cumbia – com batidas eletrônicas e a intenção do concurso é mostrar que a marca não apoia somente grandes artistas, mas também aqueles que não são conhecidos, mas têm grande potencial.
A ação de marketing promocional irá propor um desafio aos aficionados por música eletrônica: apresentar seu som, utilizando instrumentos, objetos ou equipamentos eletrônicos, por meio de um vídeo. A única exigência é que seja uma criação inédita, e trechos de músicas conhecidas não poderão ser utilizados.

Como prêmio, os criadores do vídeo vencedor ganharão uma viagem para o México, em outubro, com tudo pago, para gravar uma música e participar das apresentações do 3Ball, hoje um sucesso internacional premiado em vários países, inclusive com o Grammy Latino.

O concurso é voltado para jovens da América Latina, em especial dos países: Brasil, Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Nicarágua, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru, Republica Dominicana e Uruguai.

Fonte: Promoview

#vemprarua é destaque no The New York Times

São Paulo – O Adnews já retratou em várias matérias a relação da campanha #vemprarua da Fiat e a onda de manifestações que movimentou o país nos últimos dias. Numa delas, inclusive, entrevistamos em Cannes o diretor de marketing da montadora João Batista Ciaco.
A propaganda da montadora, que virou hino de protesto e ganhou uma readequação popular, reverberou em Cannes, saiu nas páginas do Le Monde e agora também foi retratado pelo The New York Times.

O mais poderoso e influente veículo americano exibiu o vídeo da campanha na íntegra em seu site, para explicar os acontecimentos no Brasil. Mais um foco desse turbilhão de mídia espontânea, mas que agora sai no momento em que a propaganda já abandonou a televisão aberta no Brasil.

Por acaso, como a própria montadora já admitiu, o comercial pegou uma carona histórica num dos momentos de maior manifestação popular do País. Já marcou época.

Fonte: Exame

Ogilvy Brasil ensina como ser a agência do ano em Cannes

Como todo mundo sabe, a Ogilvy Brasil foi considerada a agência do ano em no Festival de Cannes 2013 e levou para casa nada mais e nada menos que 35 Leões, sendo dois deles GPs (Titanium e Promo&Activation).
Para celebrar, a agência criou uma peça que vai circular nessa semana em alguns dos principais veículos de publicidade. Segue abaixo o texto do anúncio, na íntegra:

Como ser Agência do Ano em Cannes.

Acredite. Mesmo que você não tenha motivos pra acreditar. Tenha consciência de onde você está e aonde você quer chegar. Resgate uma cultura adormecida. Coloque no dia a dia os ensinamentos do fundador da agência. Trabalhe como se você ainda estivesse na faculdade. Imploda qualquer território. Faça a criação trabalhar como atendimento e o atendimento trabalhar como criação. Faça a mídia, o planejamento, a produção, todos se sentirem tão responsáveis pela ideia quanto a criação. Entenda a importância do RH. Procure talentos nos lugares menos óbvios possíveis.

Desenvolva esses talentos com calma. Crie um ambiente onde até um estagiário possa ganhar um Leão. Tenha um Chairman que diga “Do it!” “Do it!” “Do it!” Tenha um CFO que pague tudo quase sem reclamar. Tenha encontros da network em Istambul, Machu Picchu, Kenya. Destrua uma campanha de pitch na véspera de carnaval e passe 4 dias sambando pra ter uma ideia. Dirija mais de 3.000km em cinco dias para ganhar uma conta de carro. Tenha a humildade de chamar gente de fora pra dar pitaco quando você não souber alguma coisa. Chame os clientes para conhecer a cozinha. Crie junto com eles. Ganhe 10 Leões primeiro e ache que não está bom.

Depois 11. Depois 16. E continue achando que não está bom. Leve o atendimento para andar de Limo em Nova York para comemorar um Gold Pencil no One Show. Comece uma agência com o primeiro nome do fundador. Dê festas que façam estranhos pararem na porta da agência pra perguntar quanto custa pra entrar na boate. Bata com uma espada de plástico nos seus clientes. Vá a shows do Fábio Junior. Assista a todos os filmes do Van Damme. Seja uma pessoa absolutamente normal e imperfeita. Nunca deixe de acreditar.

Fonte: Exame

Newton X Darwin nas Empresas

Esse post é mais um que tem o objetivo de compartilhar as impressões e as tendências que, do meu ponto de vista, terão grande influência no mundo empresarial. Esse post especificamente vamos falar da mudança de um modelo baseado na fisica clássica Newtoneana para um modelo mais próximo da Teoria de Darwin.

Do meu ponto de vista, o mundo que vivemos atualmente é caracterizado pela velocidade da mudança e, consequentemente, pelo aumento da complexidade de sistemas e relações. Tal cenário vai contra as premissas sobre as quais a maioria das organizações cresceram. As empresas, principalmente as mais antigas, cresceram sobre a ótica da física de Newton que estabelecia uma exata correspondência entre causa e efeito e de que havia a certeza que até mesmo as mais complicadas situações poderiam ser resolvidas por meio de interações de algumas poucas leis e, dessa forma, prevendo o comportamento dos mais complexos sistemas ao longo do tempo.

No entanto, ao longo do tempo, a física clássica de Newton mostrou-se inadequada em diversas situações e vem sendo gradativamente substituída pela visão de que mesmo mudanças diminutas podem acarretar desvios radicais no comportamento de sistemas. Na verdade, chegou-se a conclusão que, ao contrário da filosofia de Newton, os sistemas tendem, espontânea e irreversivelmente, a um estado de desordem, ou de entropia crescente.

As premissas da física Newtoniana funcionaram muito bem enquanto as empresas controlavam o poder na economia, pois, dessa forma, era possível controlar a incerteza com o estabelecimento de diversos modelos e metodologias padrões, o que acabou por reforçar que as empresas eram sistemas fechados, ou seja, não eram impactados por mudanças externas ao seu sistema.

Sob essa visão, as mudanças são previsíveis – e podem ser antecipadas, pelo menos no horizonte de implementação dos planos. As decisões tomadas são comunicadas – e executadas fielmente ao longo da cadeia de comando. A consequência disso é que esse modelo mental foi reproduzido no tratamento às pessoas, tanto do ponto de vista delas como consumidores como também como trabalhadores.

Ocorre que a Internet, grande vetor da velocidade da mudança nos tempos atuais, é um sistema complexo e aberto formado por redes de agentes individuais que interagem para criar um comportamento autogerenciado, mas extremamente organizado e cooperativo. A Internet, cuja premissa básica é seu caráter público, possibilita a esses agentes individuais feedback do ambiente e, em função dele, ajustar seu comportamento, aprendendo com a experiência e retornam o aprendizado na estrutura desse mesmo sistema.

A convergência da tecnologia da informação e de telecomunicações, as contínuas reduções de custo (por exemplo, o preço do transporte de 1 trilhão de bits caiu de 150 000 dólares em 1970 para 12 centavos de dólar em 1999 — 38% ao ano) alteraram fundamentalmente o funcionamento de todas as redes humanas e tecnológicas. O resultado disso é que, assim como no passado o poder migrou dos governos para as empresas, essa convergência, potencializada pela Internet, fez com que o poder migrasse das empresas para as pessoas. Se entendermos que as pessoas não possuem comportamentos padrões entre elas, a tônica que move o funcionamento da economia é o da incerteza e da instabilidade.

Para sobreviver em um ambiente de incerteza e instabilidade, as empresas precisarão aprender a ser capazes de se adaptar e de inovar, ou seja, de se auto-organizar tornando-se em síntese sistemas complexos adaptáveis, redes humanas e tecnológicas. Nesse sentido, terão que substituir as premisas da fisica clássica Newtooniana pela teoria evolutiva de Darwin. Darwin falava da união do homem em redes para cooperar e garantir sua sobrevivência.

Como o ambiente é incerto, pois eles são conduzidos pelas pessoas em rede, o processo de desenvolvimento de produtos e serviços será conduzido de forma a acompanhar a evolução e mudança do comportamento das pessoas(consumidores).

Dessa forma, a tendência é que esse processo seja guiado por uma perspectiva βeta, ou seja, os produtos e serviços serão lançados não completamente prontos, mas funcionando e em contínuo aperfeiçoamento. A esse processo será inserido o aspecto da experimentação, como um processo de aprendizado com a experiência de uso das pessoas e retornando o aprendizado à estrutura desse mesmo processo.

Abordagens adaptativas, por sua vez, focam o rápido ajuste às mudanças da realidade. A ideia é aprender como as pessoas usam os produtos e serviços de fato. O segredo para a sobrevivência das empresas será “deixar-se evoluir”, procurando tornar-se mais aberta as mudanças da sociedade. Devem buscar experimentar novas estratégias (algo como provocar mudanças) para ver o que funciona e o que não e qual é mais eficiente em determinadas circunstâncias. Se pensarmos nas empresas como organismos abertos ao meio, criaríamos organizações cada vez mais ágeis e mais adaptáveis às mudanças.

Fonte: Hsm.com