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Gestão: o feitiço contra o feiticeiro, os empregados contra o patrão

Gerir uma empresa não se trata somente de ver as contas, tratar com fornecedores, fazer propaganda e colocar sistemas de segurança pra ninguém levar o que tem dentro. Gestão é lidar também, e principalmente, com pessoas. A falta dessa sensibilidade pode provocar consequências graves no que tange à continuidade do negócio.

Não faz muito tempo um vizinho meu, que tem um salão de beleza, passou por isso e amargou uma grande derrota.

Depois da dispensa de uma funcionária, ele viu as outras cabeleireiras irem embora todas de uma vez. Como não havia vínculo empregatício, por isso ele não precisaria pagar ou indenizar nada, elas também se aproveitaram disso para debandar, deixando o velho abandonado. Sem ter quem cortasse cabelo pra ele, fechou por um tempo. As meninas, do outro lado, se juntaram e montaram um salão de menor porte, mas com a clientela praticamente garantida, pois a maioria das clientes do primeiro salão as acompanharam. Hoje elas estão crescendo de pouquinho em pouquinho, enquanto o velho está fazendo reformas para poder não desaparecer do mercado.

Em conversa com uma das cabeleireiras, ela confirmou que ele não era bom gestor do negócio. Duro demais com as pessoas, não pagava o devido, era incompreensível com as meninas. Elas tiveram que começar do zero, mas de cabeça erguida, com a liberdade de tocar a empresa da forma que acham melhor. Existem muitas incertezas para elas agora, mas uma certeza é a de que elas estão com tudo nessa, tanto para crescerem como empresárias quanto para provar para o antigo patrão que elas podem ser melhores que ele.

Não ter o cuidado e atenção necessárias na gestão de pessoas pode causar da perda de talentos até motins, como o relatado acima. Para isso, dicas bem rasteiras, básicas, mas interessantes no trato com pessoas:
•Seja empático: Compreender as pessoas não é tão fácil quanto parece, mas também não é impossível. Sempre que puder, converse com os funcionários e deixe-os à vontade para falar o que pensam, colocando-se no lugar deles antes de rebater as críticas;
•Dê ouvidos: Saiba ouvir os colaboradores sempre que eles quiserem falar. Muitas vezes observações importantes são deixadas de lado pelos funcionários por saberem que elas não serão consideradas pelos superiores, e alguma dessas observações pode ser crucial para o futuro da organização;
•Seja maleável: A flexibilidade deve existir. Deixe brechas saudáveis nas regras da empresa, como a tolerância de 15 minutos para a volta do almoço, ou liberar os colaboradores mais cedo na sexta-feira. Pequenas regalias agradão muito;
•Seja líder: Os conselhos acima não querem dizer que a empresa será agora Casa de Mãe Joana. Liberdade e compreensão sim, mas sem deixar a gestão sair dos eixos, mostrando aos funcionários que a amizade criada entre empresa e colaboradores tanto dá privilégios quanto cobrar, de maneira consciente, os resultados necessários.

FOnte: www.pontomarketing.com

Marketing Digital: Dicas para Geração de Leads Online

No post sobre como definir um KPI, falei também sobre a importância de um site ter seus objetivos claramente definidos e de orientar toda operação digital para a busca do cumprimento destas metas.

Para um site de comércio eletrônico, o principal objetivo é simples: vender. Contudo, muitas empresas não vendem online, por opção ou por falta de viabilidade. Nestes casos, os objetivos também devem ser traçados de maneira que se possa utilizar potencial digital para fomentar o crescimento do empreendimento. Em casos como este, onde a venda online direta não está disponível, a solução é a Geração de Leads.

A Geração de Leads é a prospecção de clientes qualificados para comprar um determinado produto ou contratar um determinado serviço. Através dela, as empresas podem conseguir valiosos cadastros e contatos de clientes em potencial que têm interesse naquilo que estão vendendo. Portanto, os leads podem ser vistos, via de regra, como o principal objetivo de sites que não praticam comércio eletrônico.

As campanhas de mídia realizadas para com foco na geração de leads devem ser assertivas na busca de usuários que tenham identificação com aquilo que a empresa tem a oferecer. Desta forma, os acessos serão mais qualificados e, consequentemente, os cadastros gerados terão maior possibilidade de conversão final. Canais como SEM (Seach Engine Marketing), e-mail marketing e redes sociais são ótimos para este tipo de prospecção.

Outro ponto importante para uma estratégia bem sucedida de geração de leads é a definição da ação pós-cadastro: a rapidez no atendimento ao possível cliente, o processo de abordagem e o canal adotado para tal contato são fundamentais para que aquele usuário qualificado se torne, efetivamente, um cliente. Portanto, não adiantar ter uma campanha fantástica para conseguir cadastros se este usuário não tiver um atendimento rápido e eficaz.

Por fim, uma prática muito salutar para a empresa que colhe os leads é realizar o cruzamento destes cadastros com e as vendas realizadas, para que se possam identificar quantas e quais vendas foram realizadas através deles, de tal modo que seja possível dimensionar o custo de cada lead, para que o investimento em marketing digital seja feito da maneira mais rentável possível.

Fonte: www.pontomarketing.com

Marketing digital: Como definir um KPI?

No último post falei sobre a diferença básica entre uma Métrica e um KPI e como é fundamental a saúde do negócio o acompanhamento assíduo dos KPI’s. Porém, antes do acompanhamento é necessária a definição de tais indicadores. De fato, todo projeto digital deve ter seus objetivos muito bem definidos desde o início e já ser desenvolvido com isso em mente, para que estas metas possam ser mensuradas de forma mais acurada e para que sejam alcançadas com mais facilidade.

Em razão desta necessidade de acompanhamento dos indicadores de desempenho, a correta definição dos KPI e de igual importância este processo.

Mas, afinal, qual é a forma correta de se definir um KPI?

Não basta determinar que número, ou conjunto de números, será responsável por indicar a performance. Também é preciso resolver algumas outras informações que o KPI tenha seu acompanhamento sistematizado e para que passível de alguma ação, em caso de necessidade.

Seguindo este modelo, é provável que o KPI seja muito mais útil para o negócio:
•KPI: O nome do indicador em questão;
•Objetivo: A definição em si do propósito do KPI;
•Período: O intervalo de tempo no qual este KPI deverá ser avaliado;
•Variação: A alteração numérica aceitável para este KPI;
•Responsável: O profissional incumbido de efetuar a ação caso a variação seja maior ou menor do que a aceitável;
•Ação: Aquilo que deve ser feito para retornar o KPI aos níveis planejados, caso haja uma variação maior ou menor do que a aceitável.

Quer um exemplo? Imagine uma empresa de serviços que, apesar de não vender online, utiliza seu site para geração de cadastros de pessoas interessadas em seus serviços. Após receber estes cadastros (ou leads), a empresa entra em contato através de e-mail ou telefone para enviar uma proposta e avançar com a negociação. Como, quanto mais cadastros forem
gerados, mais chances a empresa terá de vender seus serviços, o acompanhamento da taxa de cadastros no site é crucial para o sucesso comercial do empreendimento. Então, a definição completa deste KPI pode ser assim:
•KPI: Taxa de Conversão de Cadastros;
•Objetivo: Acompanhar o número de cadastros realizados no site;
•Período: Semanal – O indicador deve ser avaliado semanalmente para que se assegure que o resultado esperado esteja sendo entregue;
•Variação: 15% – É aceitável que o resultado fique até 15% abaixo esperado, embora, se esta queda se mantiver constante, alguma ação deverá ser tomada;
•Responsável: Gerente de Marketing Online;
•Ação: Intensificar as ações de comunicação e marketing digital para trazer usuários mais qualificados ao site, a fim de convertê-los em cadastros.

Definindo desta maneira os KPI’s, o acompanhamento será muito mais pragmático e as reações às variações serão mais rápidas e objetivas, além de ficar claro para todos os envolvidos o desempenho esperado do negócio ou do processo.

Fonte: www.pontomarketing.com

Marketing digital: Qual a diferença entre Métrica e KPI?

Um dos fatores primordiais para o sucesso de qualquer site, seja ele um site de e-commerce ou não, é o acompanhamento frequente e sistemático dos indicadores e métricas que refletem se o site está atingindo os seus objetivos.

Ferramentas de web analytics, como o Google Analytics, fornecem uma infinidade de números sobre o que acontece no site. Mas, muitas vezes, estes números não exprimem se o negócio está indo bem ou não.

Imagine um e-commerce que tem cada dia mais visitas e, ao mesmo tempo, cada dia menos pedidos. As visitas (métrica) não estão, necessariamente, aumentando o número de vendas (KPI). O site pode até estar indo bem sob determinado ponto de vista, mas o negócio como um todo está indo na direção contrária. Por isso é importante diferenciar a Métricas de KPI’s.

A métrica é um número que reflete determinada ação ou comportamento do site. São números que não estão, necessariamente, associados aos objetivos do negócio. Eles fornecem dados mais genéricos. Alguns exemplos de métricas: Visitas, Visitantes Únicos, Taxa de rejeição, Duração média da visita etc.

Já o KPI é um indicador que, via de regra, está vinculado ao desempenho do negócio em si. Os KPI’s têm foco na estratégia da empresa. Eles refletem mais do que o comportamento do site, eles refletem o comportamento do negócio.

A definição e acompanhamento deles permitem que gestores e responsáveis possam alinhar as ações do site com os objetivos do empreendimento. Permite, ainda, que medidas sejam tomadas caso seja percebido que estes objetivos não estão sendo alcançados de maneira satisfatória.

Alguns exemplos de KPI’s são Taxa de Conversão de Vendas, Taxa de Cadastro, Tempo de Visualização da Página de Produto etc.

As métricas, normalmente, estão disponíveis na ferramenta de web analytics. Já os KPI’s devem ser definidos de acordo com as metas desejadas, uma vez que estão vinculados ao negócio.

No post da próxima semana, irei apresentar uma “fórmula” prática para definição e acompanhamento de um KPI.

Fonte: www.pontomarketing.com

Coca cria garrafas para cidades-sede da Copa

Na semana em que a Fifa realizará o sorteio das chaves da Copa das Confederações da Fifa 2013, a Coca-Cola preparou uma homenagem para as seis cidades-sede do torneio. A marca de refrigerante criou uma série de garrafas temáticas com gravuras especialmente para Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador.

Elas estão expostas em uma esteira que reproduz uma linha de produção da Coca-Cola no estande montado pela empresa no Palácio das Convenções do Anhembi, onde a Fifa fará o sorteio no sábado 1º de dezembro. Os visitantes do estande receberão como lembrança uma edição limitada das garrafas.

O estande é dedicado a promover o tema reciclagem, um dos três legados que a companhia pretende ajudar a deixar para o País após a Copa do Mundo da Fifa 2014. O espaço, feito com mais de 80% de materiais reciclados ou recicláveis, tem como grande atração uma garrafa contour com 2,5 metros de altura, com aros feitos de tampinhas, lata, PET e diversos materiais recicláveis utilizados pelo sistema Coca-Cola. O projeto é assinado pela Aktuell.

Os visitantes do espaço também poderão acompanhar em três telas de LED conteúdos audiovisuais referentes aos três legados que a Coca-Cola Brasil deseja deixar após os eventos da FIFA. São eles comunidades, reciclagem e vida ativa. O estande estará aberto no dia 1º de dezembro entre 8h30 e17h.

Fonte:www.meiomensagem.com.br