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As novas mídias e o enfraquecimento cultural da sociedade!

A internet é um espaço extraordinário. Ao mesmo tempo é um campo minado. A liberdade de escrever e expor idéias pode ser algo incrivelmente revolucionário e também assustador. Por muitas vezes, parece que educação não é suficiente para nutrir o pensamento coletivo. Resta muito a aprender no mundo da cultura também.

Uma sociedade interligada não é ruim, mas é maléfico saber que a formação das opiniões se faz e muito pelos meios de comunicação, que em sua maioria parecem não possuir compromisso algum com o aperfeiçoamento cultural das pessoas. O empobrecimento causado pelo declínio na qualidade da educação dificulta a capacidade de escolha. Cada indivíduo pode selecionar suas leituras, mudar os canais, escolher programas e revistas, mas a formação cultural imperfeita muda os padrões.

Com isso, passam a ser normais novos formatos. A internet com textos concisos e informações sucintas reflete ainda em outras mídias. O público é bombardeado de inutilidades e parece que simplesmente se acostuma e se torna incapaz de mudar suas percepções acerca do que é realmente bom.

A mercantilização da cultura pode ser fruto do desenvolvimento da tecnologia e das novas mídias. A manipulação e o controle social ocorrem graças ao consumo em larga escala. A cultura se torna repetida, banal e principalmente superficial. Não eleva o homem e sim o escraviza. A cultura não se renova e não inova. Antagônico não é? Se pensarmos que estamos em um mundo moderno e cheio de inovações para todos os lados.

A baixa produção de questionamento acerca do que é falado contribui para o enfraquecimento da cultura como um todo. Parece que na era das novas mídias, para a grande massa, o que importa menos é o conteúdo. As pessoas parecem não assumir grandes papéis tornando-se apenas secundárias dentro da sociedade. Meros personagens de consumo.

A homogeinização eleva os índices do IBOPE, gera virais e memes. Contudo, os veículos de comunicação configuram a sociedade a qual fazemos parte, por isso, não podemos culpá-los pela decadência cultural na qual vivemos atualmente. No entanto, contribuem fortemente para o estacionamento da cultura. Talvez caiba a cada indivíduo buscar alternativas menos cômodas que diversifiquem suas formas de lazer e de instrução. As tecnologias digitais são capazes de romper barreiras culturais e fronteiras pré-decretadas. Por isso, limitar suas leituras e vivências culturais hoje em dia é como exilar-se de educação, novos conhecimentos, aprendizado e questionamentos.

Fonte: www.pontomarketing.com

O preço da perfeição!

Imagine um mundo onde tudo seja perfeito e onde a perfeição seja fácil de atingir. E se todos fossem perfeitos em tudo o que fazem? E se o nosso nível de produtividade fosse 100%?

Estamos numa época em que se assiste cada vez mais à proliferação do ensino por B-Learning, ou seja, os alunos passam a ter um papel preponderante na maneira que desenvolvem as suas capacidades e conhecimentos. As plataformas electrónicas como o Moodle vieram acelerar o processo de B-Learning em todo o mundo. Este relativamente novo processo de aprendizagem é também denominado de ensino à distância, onde os conteúdos são disponibilizados na internet e a presença dos alunos nas aulas é diminuída.

Muita gente procura a perfeição, até é normal ouvir: “Ninguém é perfeito”. E se fossemos?

Todos os seres humanos nasceriam perfeitos, B-Learning seria fácil – para quê professores?

Ninguém seria ladrão ou faria mal aos outros – para quê a polícia? E mesmo que tentassem fazer mal a polícia teria um nível de produtividade de 100% seria fácil de reduzir o nível de criminalidade a 0%.

Cientistas descobririam a solução para todas as doenças. Uma mega-vacina que nos protegesse contra tudo. Seriamos imortais?! Parece bem, mas traria rapidamente sobrepopulação ao Planeta Terra e rapidamente os recursos se esgotariam.

Claro que num mundo perfeito toda a gente seria rico certo? E onde gastar o dinheiro? Comprando carros, casas, roupas, bens infindáveis – rapidamente os recursos se esgotariam. Ou pensam que os carros e casas e roupas são feitas de energia solar?

É mais do que claro que ser perfeito é mau para a economia, as taxas de desemprego seriam enormes.

Ser mau para a economia significa ser mau no contexto empresarial interno? Ser mau macroeconomicamente significa ser mau microeconomicamente?

Para quê criar uma empresa cuja concorrência já é perfeita? Teríamos apenas uma empresa de cada segmento. Necessitámos de uma Apple caso tivessemos uma Microsoft perfeita? Obtínhamos uma economia monopolizada.

Mas não é particularmente disto que vos quero falar, mas sim o que acontecia dentro de uma empresa caso tudo e todos fosse perfeito.

Um aspecto crucial no meio empresarial é o capital humano – os trabalhadores. Se cada trabalhador fosse perfeito (nível de produtividade de 100%) os problemas não demoravam a aparecer.

Despedimentos. Para quê ter 10 trabalhadores, se cinco trabalhadores “ideiais” fazem o mesmo trabalho? Competetividade exagerada entre trabalhadores.

E vêm as soluções a partir daí, trabalhadores ideais não adoeçem, não pedem aumentos, não chegam tarde, não desviam fundos, trabalham sempre ao mais elevado nível e ritmo mantendo a sua perfeita produtividade. É possivel poupar em supervisão a estes
trabalhadores, eles dão confiança suficiente com os resultados no final do mês.

Como no inicio do artigo fiz entender, a perfeição a nível mundial seria uma “tragédia”.

E agora no nível da empresa? Seria uma tragédia? Pros e contras equivalentes a nível interno, mas a nível externo concorrencial os efeitos seriam negativos.

É difícil de prever de qualquer forma o comportamento de um Ser Humano perfeito, porque afinal de contas a definição de perfeição difere de pessoa para pessoa. Mas e se a humanidade um dia atingir a perfeição? Tudo aquilo que idealizamos, queremos e procuramos será aquilo que realmente necessitamos para nos sentir realizados?

(In)Felizmente estámos longe disso.

Fonte: www.pontomarketing.com

A importância do marketing de conteúdo!

Em um mundo onde a propaganda tradicional tem casa vez menos eficácia, o Marketing de Conteúdo surge como um grande aliado para que as empresas alcancem mais clientes, sobretudo online.

Com a saturação da propaganda tradicional, os consumidores são expostos com mais frequência a mensagens publicitárias oferecendo produtos que, em grande parte das vezes, eles não querem comprar. E isso é feito, na maioria dos casos, através de interrupção, ou seja, o consumidor é interceptado enquanto consome conteúdo, seja no intervalo da novela, no meio de uma matéria da revista ou antes do início de um vídeo no YouTube.

Ainda pouco explorado no Brasil, o Marketing de Conteúdo vem ganhando força como alternativa a este modelo de interrupção. Ele consiste, basicamente, em gerar conteúdo relevante para o cliente em vez de bombardeá-lo com ofertas ou autopromoção. Como esse
conteúdo é uma informação útil que, de fato, interessa ao consumidor, ele tende a valorizá-lo e interagir com ele.

Ao gerar conteúdo relevante e de qualidade – que, de alguma forma, está associado aos seus produtos; e aí é que está a sacada –, a empresa tem a oportunidade de se tornar referência sobre aquele tema junto ao consumidor e, assim, aumentar sua reputação, uma das grandes moedas no mundo digital.

É nas redes sociais que o Marketing de Conteúdo pode ter seu grande potencial explorado. Nelas, o conteúdo produzido pode gerar interações e conversas que, eventualmente, podem se transformar em vendas. O conteúdo, além disso, pode ser viralizado e chegar a muitas outras pessoas, aumentando ainda mais a reputação de quem o publicou.

Por outro lado, o conteúdo também pode ser muito bem trabalhado em outros canais online, como blogs, sites e e-book, o que pode ser de grande valor para uma estratégia de SEO bem sucedida.

Comparado ao custo de mídias de massa, o Marketing de Conteúdo tem baixo valor de investimento e, como trabalha com o fortalecimento da marca com os consumidores, seu retorno tende a ser de longo prazo.

Em seu livro Likeable Social Media, o guru Dave Kerpen faz uma ótima analogia entre as mídias sociais e uma festa. Quando estamos em uma festa, o que mais detestamos fazer é conversar com pessoas chatas que só sabem falar de si próprias. Nas mídias sociais, acontece a mesma coisa. Não é interessante conversar com empresas que só sabem dizer o quanto são boas em suas próprias opiniões. Por isso, o Marketing de Conteúdo é tão importante. Ele faz com que os consumidores conversem com pessoas interessantes que têm ótimas ideias e assuntos para compartilhar e discutir.

fonte:www.pontomarketing.com

Você é amigo do seu chefe no Facebook?

Uma pesquisa realizada pela empresa de segurança AVG com jovens entre 18 e 25 anos de 11 países pelo mundo revelou que 25% destes profissionais adiciona o chefe no Facebook.

Uma pena que o Brasil não participou deste estudo, então por isso já faço a pergunta: quem aí é amigo do chefe no Facebook? Enquanto aguardamos as respostas, apresento mais alguns dados do levantamento da AVG.

A pesquisa mostrou que 60% dos usuários do Facebook pelo mundo a fora não só é amigo do chefe como também não restringe nenhum conteúdo. Os usuários que menos se importam em esconder o que postam na rede são os japoneses (73%), em seguida estão os tchecos (70%). A terceira e quarta colocação ficam para os usuários da Nova Zelândia (67%) e Reino Unido (66%). Os mais nervosinhos, que gostam de extravasar, são os italianos (18%), na sequência estão os franceses e neozelandeses (10%).

O estudo chama a atenção para a postura de alguns profissionais nas mídias sociais. Ser amigo do chefe no Facebook é muito bom e tem muitas vantagens como expandir sua rede de contatos, estabelecer um relacionamento mais próximo com o seu chefe, se aproximar mais da equipe de trabalho etc.

Mas, para que tudo isso funcione bem, é preciso se preocupar com a imagem que você deseja construir na rede. Seu atual chefe pode não se importar com suas fotos na balada do fim de semana, mas o que poderá pensar seu futuro chefe, daquela empresa dos seus sonhos?

Pense nisso, reavalie sua postura online, selecione o que postar, utilize recursos de privacidade e veja mais detalhes da pesquisa realizada pela AVG, divulgada pelo Mashable.

Fonte: www.pontomarketing.com

E-Commerce: Remarketing com E-mail Marketing é possível?

Já falei anteriormente sobre como o remarketing é importante para tentar resgatar aqueles clientes que manifestaram interesse por algum produto, mas não finalizaram a compra. Falei também sobre como o segmentação no e-mail marketing é fundamental para o sucesso de tal canal. Mas será que é possível unir estes dois conceitos e fazer algo como “remarketing com e-mail marketing”?

Desde que haja uma maneira de identificar o usuário que navega no site (um usuário logado, por exemplo), é possível sim. Aliás, é muito eficaz.

Um usuário que colocou um produto no carrinho de compras, mas não finalizou a compra, pode receber um e-mail marketing automático “lembrando-o” do carrinho abandonado.

Quando um e-mail marketing é enviado e o usuário acessa determinados produtos através dele, sem comprar nada, também é uma boa tática enviar um novo e-mail oferecendo novamente aquele pelo qual ele se interessou. Assim, é possível acertar com mais precisão
aquilo que o cliente deseja e/ou necessita.

Outra estratégia interessante é enviar e-mail marketing para clientes que compraram um determinado produto oferecendo desconto para uma nova compra de produtos relacionados ou complementares ao que foi inicialmente adquirido. De fato, todos estes exemplos podem, se for o caso, oferecer descontos ao cliente para que finalize a compra.

Em suma, oferecer conteúdo, produtos e ofertas relevantes para os clientes potencializa muito o resultado do e-mail marketing. E, se o que for oferecido é algo pelo qual o cliente já manifestou interesse anteriormente, o resultado pode ser ainda melhor.

Fonte: www.pontomarketing.com