Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

Ação promo aproveita primeira sexta-feira 13 do ano

Muita gente que joga na loteria, considera as sextas-feiras 13 dias especiais. Alguns afirmam com veemência que “um mistério” envolve este número. Este ano serão três as “datas místicas”. Os criativos franceses não perderam tempo e já estão aproveitando a primeira delas.

De forma a incentivar as apostas no dia de hoje e promover a chance de ganhar 13 milhões de euros, a agência francesa de apostas BETC criou uma ação que associa o mito da sexta-feira 13 com uma superstição: a de bater na madeira.

Para dar a todos a chance de bater na madeira, um display foi colocando em Paris na praça em frente à Ópera da cidade. Nele há um contador, que registra o número de pessoas que já bateram, em busca da sorte.

O resultado de qual ou quais sortudos vão ser os vencedores sai hoje à noite, quando todos saberão se a ação promocional realmente deu uma forcinha para a sorte!

Fonte: Promoview

Ruffles explica "mito do saco de ar" no Facebook

Depois de ir parar em site que ironiza slogans, batatinha da Pepsico divulgou infográfico em que esclarece a presença de ar nas embalagens

São Paulo – De tanto receber críticas em redes sociais como Twitter e Facebook relacionadas à quantidade de ar que vem armazenado junto com as batatinhas em suas embalagens, a Ruffles, da Pepsico, resolveu tomar uma atitude.

A marca publicou em sua página oficial no Facebook um infográfico em que explica que o ar contido nos pacotes faz parte do processo natural de empacotamento do produto, servindo como uma espécie de airbag para as batatinhas:

"A batata Ruffles viaja o Brasil inteiro para chegar até você e durante o transporte, o sobe-caixa-desce-caixa poderia quebrar todas elas. Mas não! O ar do pacote está lá e protege todas do impacto."

No material, a marca ainda defende que a proporção de ar e batata não sofreu nenhuma alteração desde 1985.

A mensagem, com 65 compartilhamentos e 75 comentários até agora, foi rebatida por consumidores divididos. Enquanto alguns elogiaram a iniciativa da marca, outros, pouco convencidos, criticaram o preço pago pelo produto em comparação à quantidade de batatas armazenadas.

No mês passado, a Ruffles foi parar no site Slogans Sinceros, que ironiza marcas e seus slogans.

Veja o Infográfico:

Fonte: EXAME.com

Brindes ecológicos: distribuição de sementes e mudas deve estar dentro da lei

Com multas que podem chegar a 125% do valor dos produtos apreendidos, legislação prevê penalidades para revendas não registradas no Ministério da Agricultura e também para compradores de sementes e mudas de empresas ilegais.

Ecologia e sustentabilidade têm sido temas de diversas ações de marketing corporativo. Mas será que as campanhas sustentáveis são ecologicamente corretas? Será que os fornecedores de sementinhas e mudas obedecem à legislação? No Brasil, por falta de divulgação e de fiscalizações mais severas, o setor de brindes ecológicos cresce tortuosamente. Segundo a Lei nº 10.711/2003, sementes e mudas só podem ser comercializadas por empresas que possuam o Registro Nacional de Sementes e Mudas (Renasem).

Seguindo as normas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a legislação rege as diversas atividades relacionadas a sementes e mudas, incluindo produção, embalagem, comércio, utilização e exportação, entre outras. Diante disso, comercializar sementes e mudas sem o registro é crime e as multas podem chegar a 125% do valor dos produtos apreendidos. E um ponto importante, especialmente para profissionais de comunicação e marketing, é que a Lei também prevê penalidades para quem compra sementes e mudas de empresas não registradas.

Segundo Sidney Corradini, presidente da Ação Ecologia, uma das exigências é que as sementes sejam embaladas em máquinas e com papel especial para evitar contaminações e garantir mais qualidade. "O fato é que grande parte das empresas do mercado promocional se apresenta como especialista em brindes ecológicos, mesmo sem ter registro para comercializar sementes, muito menos para embalá-las!"

Embora ainda não haja rigor suficiente no setor de brindes, a fiscalização nacional de sementes está cada vez maior com relação a commodities, como soja, milho, trigo, arroz, algodão e feijão. Apenas em 2010, mais de 20 mil fiscalizações resultaram em multas da ordem de R$ 20 milhões e na apreensão de 16,8 mil toneladas de sementes falsificadas.

Marketing insustentável?

Em nome da preservação ambiental, diversas ações de marketing impulsionam o setor de brindes ecológicos. Até porque a distribuição de mudas e sementinhas é uma das maneiras mais baratas e eficazes de realizar uma simpática ação promocional.

De acordo com Corradini, quem entende um pouco de marketing sabe que os profissionais da área vivem correndo contra o tempo e, muitas vezes, têm verbas reduzidas. "É justamente este cenário que favorece a proliferação de falsas empresas especializadas", diz.

Mas, ele lembra que, com relação a sementes e mudas, não existe "almoço grátis", pois é necessário esperar safras, tempo de germinação e enraizamento, além de outras questões climáticas, biológicas e logísticas. "Justamente por isso, ofertas com expressiva redução de preço e tempo de entrega só são possíveis aos que descumprem a Lei", afirma.

E uma bem intencionada ação de "marketing sustentável", se realizada de maneira incorreta, pode gerar prejuízos econômicos, biológicos e até ferir a credibilidade do tema junto à sociedade.

O barato sai caro

"Quem nunca ganhou, por exemplo, um bonsai que morreu ou uma sementinha que não germinou? Mas será culpa da rega e do plantio? Falta de "mão" para plantas ou urucubaca do ambiente?" Corradini afirma que, infelizmente, em boa parte dos casos acima, a resposta é não! "Claro que há quem coloque o vaso em local impróprio, regue demais ou de menos. Mas as principais causas deste tipo de fracasso são mudas e sementes sem procedência, armazenadas ou embaladas de maneira incorreta, que podem ser falsificadas ou de baixa qualidade", calcula.

Por questões climáticas, quase 100% das sementes de hortaliças e flores comercializadas legalmente no Brasil são importadas. Porém, o especialista conta que muitas são armazenadas manualmente em embalagens plásticas por empresas não especializadas. E este processo ilegal, além de prejudicar o meio ambiente, ainda favorece o risco de contaminação e a queda no índice de germinação.

Espalhar pragas e doenças é outro problema gerado por empresas não certificadas. Vários kits ecológicos, por exemplo, incluem sementes indicadas ao setor agrícola, preparadas para o plantio em larga escala. Embora ofereçam baixo risco de envenenamento, tais espécies contêm Captan, um fungicida comum na prevenção de pragas, que pode causar reações em crianças, caso engulam uma única semente.

Outro item com a conotação de "ecologicamente correto" é o chamado papel semente que, plantado na terra, gera uma muda. A produção é artesanal e simples: basta fazer papel reciclado – como se aprende até em pré-escolas –, inserir a semente no papel ainda úmido e secá-lo ao sol ou em uma estufa.

Neste caso, o problema é que a alta umidade e o forte calor exterminam 70% das sementes. Além disso, depois de seco, o papel semente é impresso em um equipamento jato de tinta e, em contato com o líquido tóxico, as poucas sementes vivas que restam ficam comprometidas e o produto final corre o risco de nunca se tornar uma muda.

Por isso, Corradini sugere que, antes de encomendar brindes ecológicos, as empresas e agências devem consultar a Associação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas (ABCSEN) e a Associação Brasileira de Sementes e Mudas (ABRASEM). "A idoneidade do fornecedor é fundamental para evitar diversos problemas para qualquer empresa, inclusive jurídicos", alerta.

Fonte: Portal Administradores

Coca-Cola vai ao encontro do público com PDV customizado

A música de Milton Nascimento já dizia: “Todo artista tem de ir aonde o povo está”. Com grandes marcas não é diferente. Quanto mais próxima ela estiver de seu target, mais presente fica na mente dele.

A Coca-Cola, que sempre utiliza ações de marketing promocional para estreitar laços com o seu público-alvo, seja por intermédio de brindes, ações de guerrilha, ações promocionais virtuais, entre tantas outras, mais uma vez faz a diferença quando o assunto é marketing de relacionamento.

Visando proporcionar uma experiência única de relacionamento com a marca, a Coca-Cola instalou “O Quiosque Coca-Cola” no calçadão da Praia de Copacabana. O espaço é um ponto de venda customizado, com design diferenciado, inspirado nas linhas de produção do refrigerante.

Todos os produtos do portfólio da companhia poderão ser encontrados no quiosque que foi criado pela Future Group e tem como público-alvo os adolescentes. A alimentação do espaço está a cargo do Andy’s.

Entre os destaques do quiosque da Coca-Cola está uma degustação especial da bebida. O consumidor que pedir para viver a experiência da “Coca-Cola servida da forma perfeita” apertará um botão em uma máquina que aciona um vídeo no qual o criador da Coca-Cola, John Pemberton, faz uma saudação e explica qual a forma perfeita de servir o produto.

Logo após, a máquina se abre e dela sai uma garrafa do refrigerante, na temperatura exata de três graus, pronta para ser saboreada. Após a experiência, o consumidor ganha o copo contour no qual ela é servida, de brinde.

O projeto conta com uma plataforma musical especial, que inclui a veiculação da rádio Coca-Cola FM, criada pela marca no Rock in Rio. Mas, os consumidores que quiserem, podem ouvir sua própria seleção musical: cada mesa conta com conectores de aparelhos de MP3 e celulares que podem ser conectados ao sistema exclusivo de cada ombrellone, para não atrapalhar os demais frequentadores. Todos os materiais usados no quiosque são reciclados ou recicláveis.

Com este projeto piloto, a Coca-Cola quer criar um espaço de entretenimento e tendência neste verão. Futuramente, ele poderá ser ampliado para outras praças. O “Quiosque Coca-Cola” também é o primeiro ponto de venda da Coca-Cola que a própria empresa instala no Brasil. Ela é fruto de uma parceria com a Rio de Janeiro Refrescos e com a Orla Rio.

Fonte: Promoview

Empresas investem em brindes ecológicos em Bauru, SP

Ideias sustentáveis têm sido utilizadas dos presentes de final de ano.
Os brindes são entregues aos funcionários e clientes.

Presentear clientes e funcionários com brindes no fim do ano é normal, mas a forma como isso é feito tem mudado. Em muitas empresas de Bauru, no interior de São Paulo, as simples canetas, calendários e agendas ganharam um toque de sustentabilidade.
Nos cartões, corações de papel reciclado e sementes para serem plantadas. De garrafas pet surgiram saquinhos de lixo para o carro, e também as sacolas ecologicamente corretas. A fabricação é personalizada a pedido das empresas, para presentear clientes e funcionários. Para a criadora, um desafio é tornar as lembranças atraentes para realmente serem usadas.
"Além de ter um produto com reaproveitamento de garrafa pet, uso de sementes, mas sempre se preocupando com a utilização desse produto. Eu trabalho com empresas desde grandes corporações, bancos, entidades educativas, como faculdades, como também com profissionais liberais, que querem presentear o seu cliente de uma forma mais emocional possível. Realmente como um agradecimento", explica a empresária Carla Mota.
Levar uma garrafinha para o trabalho pode economizar centenas de copos descartáveis. E foi nisso que uma empresa pensou ao comprar as lembranças de fim de ano. Também encomendou sacolas reaproveitáveis.
"Você está lembrando do seu funcionário no fim do ano e aproveitando pra deixar bastante forte essa questão da responsabilidade socioambiental. Ele lembra, ele anda com o produto no carro, ele vai aos mercados, enfim, ele está divulgando a marca nos lugares aonde ele vai". Eric Garms de Oliveira, vice-presidente da empresa.
Se o brinde for o tradicional calendário, o papel pode ser reciclado, como em banco da cidade. "A gente acha que com o calendário a gente pode motivar também mais pessoas, mais empresas a se voltar mais ainda para a sustentabilidade do planeta, pra aproveitar melhor os nossos recursos naturais e proporcionar até geração de emprego e renda para as pessoas que vivem disso”, afirma Geraldo Luis Machado de Oliveira, superintendente regional da Caixa Econômica Federal.
Em outra empresa da cidade, o bambu foi o material escolhido para os kits de fim de ano. Ele tem sido divulgado como a madeira do futuro e essa ideia de sustentabilidade faz parte até das mensagens de fim de ano que os clientes e funcionários estão recebendo. "Porque o bambu é um forte aliado no combate ao aquecimento global e passar essa mensagem para os funcionários em forma de presente a gente achou muito interessante”, explica o gestor de Recursos Humanos da empresa. São dois brindes diferentes: uma bandeja para petiscos e um kit para preparar caipirinha.

Fonte: G1 Bauru e Marília