Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

6 boas razões para empreender no online

Ser empreendedor pode ser muito gratificante e render bons lucros. Por isso, em meio a tantos sonhos, empreender com um comércio eletrônico frequentemente exige menos tempo e dinheiro para começar, sendo uma opção válida e, quem sabe, de muito sucesso. Veja boas razões para ter um negócio online:

Independência
Claramente, ter seu próprio negócio te dará maior independência e controle sobre seu futuro profissional. Diferente de funcionários, você poderá definir seus horários, como, e onde trabalhar. Além disso, ter um e-commerce te dará maior liberdade criativa e de gestão.

Paixão
O e-commerce é extremamente variado e uma chance de você fazer o que gosta. Coloque em prática suas paixões e busque seu público. Muitos grandes empresários de e-commerce são apaixonados por suas indústrias. Fazer o que te inspira é essencial.

Renda
Embora nenhum negócio seja garantido, sabe-se que as pequenas empresas têm levado uma renda considerável aos seus empreendedores. Seja para complementar a renda ou simplesmente se sentir seguro financeiramente, montar um e-commerce é uma boa escolha!

Vontade
Talvez uma das melhores razões para fazer seu comércio eletrônico seja sua vontade! Se você realmente quer, as chances de dar certo são muitas. Basta fazer um bom planejamento e ser determinado em suas decisões.

Privilégios
Empreender te dá a ótima possibilidade de trabalhar com quem você deseja e convive bem. Escolha a equipe ideal ou traga pessoas inspiradoras e de confiança para perto. Trabalhar com quem se gosta pode fazer toda diferença. Outros privilégios estão ligados à benefícios fiscais.

Demissão
Com as diversas crises econômicas que acontecem e podem acontecer, ter estabilidade e a confiança de que você não será demitido pode ser uma grande razão para ter seu e-commerce.

Coloque suas ideias no papel e os prós e contras na balança. Seja ousado em suas decisões e sucesso!

Fonte: Administradores

Interação é fundamental

Quando se fala em venda multicanal, é preciso ressaltar que uma operação, independente do canal, passa primeiramente pela percepção do cliente, exigência e necessidade de interagir com a marca, segundo Fernanda Morete, diretora de canal direto da Telefônica Vivo. Para ela, a dificuldade das empresas está em atender e satisfazer o cliente em todos os meios, gerando a interação do mesmo com a marca. "O maior desafio de venda multicanal é promover essa interação do cliente entre os canais, com a mesma qualidade em ambos os contatos, seja por meio dos canais presenciais ou não", afirma.

Para atender a todos os perfis de cliente, a executiva conta que, na Vivo, os canais foram divididos em dois grupos, os presenciais e os não presenciais. "Eles fecham um ciclo de atendimento para melhor conveniência do cliente e interação com a marca da empresa, ou seja, de acordo com o perfil de cada um, seja o cliente que prefere ser atendido por varejos, por já possuírem vínculo de crédito, pelas lojas próprias ou revendas, buscando um atendimento mais consultivo, pela conveniência dos PDRs, ou na própria comodidade de casa, por meio da força de vendas porta a porta, ou dos canais on-line", explica Fernanda.

Para gerar autonomia nos pontos de venda, segundo Fernanda, é imprescindível o envolvimento das forças de vendas e treinamento intensivo. "Por isso, a Vivo adotou como estratégia promover o treinamento e engajamento dos profissionais do atendimento nas lojas próprias (funcionários), revendas, varejos, televendas e porta a porta", explica. Segundo a diretora, a atenção à área de vendas e treinamento reflete diretamente na capacidade do atendimento. "A exemplo do resultado de pós-pago que vem crescendo mês a mês. É um segmento de plano que exige mais conhecimento, com o forte crescimento dos smartphones, ou seja, capacitação do atendimento, independente do canal", conclui.

Fonte: ClienteSA

ABA Rio realiza o VI Fórum de Marketing Cultural

No próximo dia 07/08, a ABA Rio realizará o sexto Fórum de Marketing Cultural. O evento, que acontece no Centro de Convenções do BarraShopping, vai tratar do conjunto das atividades inerentes ao marketing cultural, incluindo a análise de estratégias vencedoras, modelos de gestão, legislação e apresentação de casos práticos de sucesso de investimentos nas mais variadas formas de expressão e manifestações da cultura brasileira.

A cultura ganha destaque e grande força nesse momento político no Brasil. E são várias as formas de as empresas públicas e privadas investirem, com retorno que garante a consolidação de marcas, serviços e produtos.
O Fórum contará com a participação de profissionais especializados no setor e de executivos de grandes empresas patrocinadoras da cultura do País, como Priscila Bures, gerente de Comunicação Corporativa da CVC; Ana Ferrell, diretora de Branding e Comunicação de O Boticário; Ranny Alonso, gerente de Comunicação da Amil; Ricardo Levisky, superintendente Geral da OSB; Izabel Costa Cermelli, diretora Executiva da Flip; Aida Queiroz, diretora Executiva do Anima Mundi; e a bailarina Ana Botafogo, que será homenageada, entre outros.

O evento é direcionado a executivos e profissionais que atuam nas áreas de marketing e comunicação de empresas que investem, ou pretendem investir, em marketing cultural; gestores de organizações culturais patrocinadas, gestores de ONGs ligadas à cultura, professores universitários, produtores, profissionais de agências de propaganda e veículos de comunicação, bem como fornecedores dedicados à área e demais interessados no tema.

Fonte: Promoview

Tic Tac transforma pontos de ônibus em vending machines

Para promover o novo sabor morango, Tic Tac desenvolveu uma ação de marketing promocional em diferentes cidades francesas, que chamaram a atenção dos usuários do transporte público.

Juntamente com a agência JCDecaux, Tic Tac transformou 26 pontos de ônibus em uma vending machine que liberava uma caixinha do doce a cada vez que os usuários faziam uma ligação gratuita para o número que estava no folheto.
A ação promocional permaneceu vigente durante uma semana, e foram distribuídas 60 mil caixinhas de Tic Tac.

Fonte: Promoview

Marketing e seu sistema para aumentar vendas

Os consumidores são os repositórios de todas as atividades contidas na organização. O coração da administração e estratégia mora nos consumidores. Uma organização sempre deve buscar o diferencial em servir o cliente, o jogo é atrair, satisfazer e manter esse mesmo cliente. Para um melhor atendimento aos consumidores o negócio deve ser criada e mantida uma série de técnicas em um ambiente de constante mudanças.

Como diz Marcos Cortez Campomar e Ana Akemi Ikeda, a arte aplicada a palavra Marketing vem de longe sendo entendida, ela é tão mal usada e banalizada, que surgiram ao longo do tempo diversos mitos relacionado ao marketing
1.Marketing é a propaganda feita para aumentar vendas
2.Atividade para promover uma pessoa
3.Atividade para criar necessidades
4. Forma capitalista de fazer as pessoas quererem coisas de que não necessitam
5.Marketing não é ético
6.Marketing é vendas

O fato é que o marketing deveria estabelecer uma relação de troca entre produtos e informações com os consumidores mantendo uma forma clara e objetiva. Muitas vezes leigos sem preparo algum em marketing ministram palestram e descorrem o assunto como se fossem autoridades no assunto.
•O que é o Marketing?

O Marketing permite uma abordagem sistemática e técnica das atividades de troca e portanto, preocupa-se com o desenvolvimento e a manutençãodas relações que envolvem produtos, organizações, pessoas, lugares, causas e tudo o mais em que o benefício da troca possa ser maximizado para ambas as partes envolvidas no processo.

Devemos notar os 4 Ps do marketing ( Product, Price, Promotion, Place) constituindo em um composto de marketing mix. As variáveis de decisão de marketing ( 4 Ps) são como fatores controláveis pela organização podendo ser manipuladas para influenciar as trocas, devemos encontrar as melhores combinações para essas variáveis.

Do uso combinado das variáveis de decisão de marketing nasce o conceito de estratégia de marketing, um conjunto de politicas e regras num esforço em resposta as situações ambientais e competitivas, para definir um bom planejamento.

Todo o processo de marketing inicia-se com os consumidores atuais e potenciais , a organização deve procurar atingir os objetivos por da satisfação do consumidor, entendeu o ponto? CONSUMIDOR! Esse deve ser o alvo de atenção de qualquer empreendimento ou organização.

O marketing é uma arte que deve ser compreendida e estudada, não passando as informações do boca a boca como um padrão de autoridade para o assunto, eu mesmo não me considero uma autoridade nesse assunto porque sei que é um longo caminho a percorrer e tenho ainda muito que aprender, mas desde já sei que o marketing é uma arte imcompriendida que deve ser buscada no seu mais íntimo aspecto.

Fonte: Administradores