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Duplo promove o Karaokê Ford no Atlântida Festival

Quem passou pelo Atlântida Festival, festa promovida pela rádio do Grupo RBS no último dia 15/06, em Porto Alegre, viu, entre as milhares de pessoas, uma presença ilustre: o New Fiesta Hatch.

E claro que ele não estava lá só pra bonito. Estava lá, de portas abertas, para que os presentes pudessem conhecer de perto o lançamento da Ford bem no clima do festival. Como? Com o Karaokê Ford, ação planejada e materializada pela agência Duplo.
Conectado com a estratégia global da marca, que vê no público jovem muito mais do que um influenciador da decisão de compra da família, a ação de marketing promocional convidou o público a fazer do New Fiesta Hatch o seu próprio palco, soltando a voz diante das câmeras e aparecendo no telão do festival.
Coincidentemente, a ação promocional estava em sintonia com o aniversário da Ford na Duplo. No último dia 16/06, foram comemorados os três anos da premiadíssima campanha “16 dias dentro de um Ford”

Para convencer a marca de que era a melhor opção entre os concorrentes da conta da Ford do Rio Grande do Sul, os colaboradores passaram 16 dias em frente às câmeras e dentro de um carro da marca, mostrando uma das principais características da Duplo: envolvimento.

Você está preparado para a economia da ampulheta?

A natureza do trabalho está mudando. Trabalhos complexos que dependem de pessoas especializadas vão pagar cada vez mais. Trabalhadores do conhecimento, executivos de alto escalão, médicos altamente treinados, programadores e outras pessoas que usam sua inteligência no mercado, podem esperar ser cada vez melhor remunerados.

Por outro lado, trabalhadores da linha de frente, aqueles no balcão de atendimento dos restaurantes, e outra tarefas que não exigem tanto estudo, podem esperar ficar cada vez mais distantes dos requisitos necessários para chegar ao primeiro time. Sem habilidades diferenciadas, essas pessoas estão fadadas a ganhar a vida executando tarefas simples, com poucas perspectivas de crescimento.

E o pessoal do meio? Os gerentes médios, profissionais sem especialização, aqueles fáceis de substituir ou até automatizar com um bom sistema de informação? Esses vão se tornar cada vez mais raros (e pobres).

Não estou falando, caro leitor, de um futuro distante que vi em algum sonho ou nas borras de chá. Estamos falando da “economia da ampulheta”, tema que está se tornando realidade em países como Estados Unidos e Inglaterra, e que em breve podemos esperar chegar por aqui.

O raciocínio é mais ou menos o seguinte: antigamente as empresas precisavam de grandes contingentes de pessoas de “nível médio”. Fossem os gerentes e supervisores em grandes empresas, ou aqueles funcionários responsáveis por um ou outro processo. Essas pessoas possuíam algum nível educacional, mas nada de destaque, e um salário que os colocavam na classe média para o resto da vida.

Então vieram os avanços da reengenharia. Diferentes técnicas e tecnologias de gestão achataram cada vez mais as empresas, melhorando os resultados e de quebra tornando irrelevante o trabalho de muita gente. Ao mesmo tempo, a tecnologia da informação crescia, sistemas automatizados avançavam em todas as carreiras profissionais, melhorando muita coisa ao mesmo tempo que tornavam os profissionais responsáveis em reunir, processar e buscar dados cada vez mais irrelevantes. Outras tecnologias, como a robótica, reduziram imensamente a necessidade de pessoal enquanto aumentavam a produtividade. Tarefas que precisavam de centenas de trabalhadores agora são feitas com poucas pessoas qualificadas.

Com isso tudo, alguns países já estão tendo que lidar com um fenômeno novo: De um lado, uma elite profissional altamente qualificada, com salários e perspectivas fantásticos. De outro, uma grande massa de pessoas fazendo trabalhos braçais, necessários mas que não dependem de nenhuma qualificação. A classe média, cada vez mais espremida, começa a sumir. Daí o nome: Ao invés da tradicional pirâmide de classes, com uma maioria na classe baixa, seguida de classe média e os ricos no topo, as sociedade modernas estão começando a parecer mais com ampulhetas: Um maior número de ricos, um maior número de pobres, e menos gente entre eles.

Antes que alguém venha jogar pedras e dizer que a solução é o comunismo, lembro que os fatores que estão levando a isso dependem mais da natureza do conhecimento e do trabalho no século XXI do que algum plano malvado. O trabalho ficou mais complexo, e quem sabe lidar com isso é bem remunerado. Quem ficou para trás ficará ainda mais para trás.

No Brasil, apesar de termos nossas peculiaridades, podemos prever que ocorrerá algo parecido. Afinal, é um fenômeno do tempo em que vivemos. Em todo caso, é sempre melhor se preparar para uma mudança, mesmo se o impacto aqui não for o mesmo, do que não fazer nada e ser pego desprevenido.

A boa notícia é que o caminho para o topo da ampulheta é bastante claro: Carreiras de alto valor agregado. Se o conhecimento que você possui, as habilidade que você tem e o trabalho que você desenvolve são sofisticados e diferenciados, o mundo nunca pareceu tão bom para você. A notícia é ruim para aqueles acomodados, felizes no conforto da mediocridade. Se seu trabalho é “mais ou menos”, e hoje você se sente seguro, isso pode mudar rapidamente.

E então, você está preparado para viver na ampulheta?

Fonte: Administradores.com

M-payment pede mais praticidade e segurança

Marcos Cavagnoli

Os meios de pagamentos móveis ainda enfrentam desafios no Brasil. Mesmo que timidamente, alguns modelos de Mobile Payment (ou m-payment) devem compartilhar mercados com os cartões de crédito, ainda em 2013. Enquanto isso não acontece, o varejo perde oportunidades de vendas e os consumidores, a experiência de realizar boas compras, de forma mais agradável, segura e ágil.

Dados da International Data Corporation (IDC) mostram que pela primeira vez na história o segmento de smartphones representa mais da metade (51,6%) do total de telefone celulares em circulação no mundo, totalizando 216,2 milhões de handsets. Bancos e operadoras de telefonia estão de olho nesses números e discutem as prováveis tecnologias e os modelos viáveis para a implantação de um m-payment padrão para o país. A discussão ainda vai longe…

No mês de maio deste ano, o Banco Central (BC) deu um passo importante para a solução no impasse do setor privado sobre o marco regulatório, em busca de regularizar os pagamentos por meio de telefones celulares. A Medida Provisória 615, que define o conjunto de regras e procedimentos para a transferência de dinheiro e pagamentos, bem como sua aplicação a dispositivos móveis tem como meta dar acesso direto aos usuários finais, pagadores e recebedores. A MP faz "arranjos de pagamento", e deve ser regulamenta até outubro deste ano.

Ainda há outro problema a ser administrado: o impasse sobre o marco regulatório. Esse é um dos maiores conflitos encontrados para regularizar a tecnologia nacionalmente, já que o governo ainda não tem previsão para implantar o sistema. Enquanto a discussão não acaba, usuários e varejo aguardam, com ansiedade, o momento de utilizar as facilidades oferecidas pela experiência com o mobile payment.

Nos Estados Unidos, dois modelos de pagamentos estão em uso por lá: o App – pagamento feito pela internet via aplicativo instalado no telefone – e por meio de SMS. Com o envio de mensagem de texto pelo celular é possível receber uma senha, que ao ser reenviada, confirma-se o pagamento do produtos/serviços em poucos minutos. Mas ainda falta agilidade e intuitividade nesses dois serviços.

Há outro modelo, já em experimento no mercado brasileiro, que se baseia na tecnologia NFC (Near Field Communication). No entanto, essa tecnologia exige que o usuário se desloque até o POS ou vice-e-versa. A experiência deu certo no Japão e na Coréia do Sul, onde a solução é usada em larga escala pelos comércios e usuários de gagdets. O modelo permite que transações financeiras sejam realizadas com um simples toque na tela do celular, por meio da combinação de antenas com um chip NFC, instalado no smartphone. Esse sistema de pagamento funciona aliado a um aplicativo como uma espécie de cartão de crédito/débito ou pré-pago.

E quais são as vantagens que o m-payment oferece tanto para quem vende e para quem compra produtos e serviços? Quem tem estabelecimento comercial poderá se aproveitar de inúmeros benefícios logísticos e financeiros. As facilidades oferecidas por este ecossistema permitem ativar novos clientes que buscam praticidade e boas experiências de compras. São pessoas que não querem (e não podem) perder tempo, e que precisam de maior intuitividade e segurança na hora de efetuar pagamentos remotos.

E possível simplificar a experiência dos usuários com um modelo flexível, interoperável e exclusivo? No segundo semestre de 2013, chegará ao mercado brasileiro um sistema de m-payment capaz de conectar os celulares de clientes aos computadores dos caixas na hora dos pagamentos. Via aplicativo, as informações das despesas serão transmitidas diretamente ao telefone móvel do cliente com o valor a ser debitado. E com apenas um toque na tela dos smartphones paga-se a contas, eliminando por completo as intermináveis filas que se formam, geralmente, na hora de sair dos locais.

Esta solução traz uma série de vantagens para quem vende e para quem compra. Comerciantes de bares e restaurantes, por exemplo, vão aproveitar melhor o tempo dos funcionários, já que não precisarão mais deslocar-se do caixa às mesas dos consumidores com as tradicionais máquinas de cartões – economia de tempo, de locação dos equipamentos e de papel. Ao apertar um botão o cliente paga a conta e foto dele aparecerá no computador do caixa, informando o pagamento em poucos segundos. Com isso, o estabelecimento poderá manter o CRM com histórico de compras, oferecerá em cima disto vantagens ou compensações on line, além de poder contar com a lealdade dos clientes.

Para os usuários, há mais vantagens ainda ao realizarem a compra via telefone celular. Além de melhorar a qualidade de vida – com a economia de tempo e redução de desgaste das relações com quem fornece produtos e serviços -, armazena informações das compras no celular e traz consigo uma nova forma de qualificar e compartilhar nas redes sociais as experiências de compra à sua rede de contatos.

Esta é uma boa oportunidade, inclusive, para fornecedores de produtos e serviços receberem feedbacks espontâneos dos usuários, adequando ainda mais seus produtos/serviços à venda.

Marcos Cavagnoli é engenheiro e foi vice-presidente e diretor executivo do Buscapé Company, JP Morgan Chase, Citibank, Daimler Chrysler e Alstom. Atua na área de canais eletrônicos, cash management, meios de pagamentos e fraudes.

Fonte: ClientesSA

A Importância do plano de projeto

Imagine você sair da cidade onde reside e ir até Mococa (localizada na região Oeste do estado de São Paulo), sem um roteiro, sem mapa, sem saber que estradas pegar, qual é o tempo a ser gasto, o menor percurso, dentre outras informações; você não terá certeza de alcançar seu objetivo. Trazendo para o mundo de gestão de projetos você necessitará de um guia contendo quais atividades devem ser realizadas, o que será realizado, em quanto tempo, quem são as pessoas envolvidas, uma série de informações. Para isso faz-se necessário um plano de projeto.

O plano de projeto é o documento que reúne e organiza todos os documentos da fase de Planejamento, devendo ser elaborado pela equipe de Gerenciamento de Projetos e aprovado pelo Patrocinador. O Plano de Projeto define como o Projeto será executado, monitorado, controlado e encerrado, e planeja a ação necessária para alcançar os objetivos e o escopo para os quais o Projeto foi aprovado.

Está dividido em 9 grandes grupos de processos: Gerenciamento de Escopo, Gerenciamento do Cronograma, Gerenciamento de Custo, Gerenciamento da Qualidade, Gerenciamento de Recursos Humanos, Gerenciamento das Comunicações, Gerenciamentos dos Riscos, Gerenciamento das Aquisições, Gerenciamento da Integração.

Objetivos definidos: muitos gerentes de projetos falham nesse item, pois você sabe o objetivo do projeto, mas muitas vezes não é o mesmo objetivo do cliente. Para seu cliente o principal objetivo pode ser a data de entrada em operação do sistema, já você pode ser entregar o projeto com uma semana de antecedência, visando redução de custos, riscos, etc. É fundamental entender o objetivo do projeto entre as partes interessadas – stakeholders, alinhar expectativas; para isso existe a Reunião de Transição com o Comercial e Alinhamento de expectativas com o cliente, outro ponto importante é documentar essas reuniões.

Escopo definido: o escopo nada mais é o que será feito, no plano de projeto esse escopo precisa ser detalhado, todas as tarefas e atividades. Esse é o momento de definir sua EAP ou Work Breakdown Structure.

Ciclo de vida do projeto: O ciclo de vida de um projeto define as fases e atividades do projeto, por exemplo: Gerenciamento, Especificação funcional, Especificação técnica, Interfaces, Desenvolvimento, Testes, Homologação e Implantação, essas fases variam de projeto para projeto.

Estimativas: estimativas de esforço, custo; documente qual foi à técnica utilizada para dimensionar o esforço, logo você calculou prazo e custo, correto! Caso contrário seu projeto afundará.

Cronograma: um bom cronograma é fundamental, não há mistério ele deverá conter as fases e atividades do projeto, datas, recursos envolvidos, dependências, milestones, esforço, custo e a medida que o projeto seja executado o percentual de completude. Gaste parte do seu precioso tempo para desenvolver seu cronograma ele servirá de controle para tudo.

Steakholder quem são: ter mapeado quem são as partes interessadas do seu projeto é primordial e ir além planeje como lidar com cada um deles: cliente, usuário, a equipe, a diretoria tenha uma abordagem estruturada para cada parte interessada. Essas pessoas podem tornar seu projeto um sucesso ou um fracasso.

Riscos: No momento da elaboração do plano de projeto você já terá uma boa ideia dos riscos que impactam seu projeto, lembrando que riscos surgem ao longo da vida do projeto e devem ser gerenciados.

Aprovação: E por último seu plano de projeto precisa ser aprovado entre as partes interessadas, esta aprovação precisa ser formal.

Segundo o Gartner Group os projetos falham por diversos motivos entre os mais freqüentes estão:

· Metas e objetivos mal estabelecidos

· Falta de entendimento das necessidades do cliente e das posições dos stakeholders

· Falha no detalhamento do escopo

· Prazos não realistas

· Estimativas de custos incorretas

· Orçamento mal planejado

· Processos de controle inadequados

· Inabilidade na gerência de recursos humanos

· Motivos externos da empresa que afetam diretamente o sucesso do projeto

O planejamento deve representar cerca de 20% do tempo total do projeto e deve ser considerado como economia de tempo e investimento na qualidade do projeto. Investir em planejamento é reduzir incertezas.

Fonte: Administradores.com

“Amigas de Verdade Ramarim” no Facebook

Com mais de um milhão de seguidoras no Facebook, a Ramarim – em parceria com o Gad’Brivia – Digital Branding, desenvolveu o aplicativo “Amigas de Verdade Ramarim” para homenagear o Dia do Amigo, comemorado em 20/07.

A ação de marketing promocional que acontece até 20/07 na página oficial da marca, premiará com até um ano de sapatos da coleção inverno 2013 e verão 2014. As interessadas devem gravar um vídeo de até um minuto com uma amiga, contando uma história real que tenham vivido juntas, e postar o link gerado pelo YouTube.
Para Vinicius Lobato, CBO do Gad’Brivia, “É uma ação inédita para o segmento. Isso eleva o engajamento da marca e a aproxima de seu público-alvo, cada vez mais presente em plataformas digitais”.

Todos os prêmios serão divididos entre as duas amigas: o primeiro lugar ganhará 24 pares de sapato, o segundo quatro, e o terceiro dois pares de sapato. Uma comissão formada pela equipe Ramarim e Gad’Brivia selecionará as melhores postagens. O resultado será revelado no dia 26/07, na página oficial da Ramarim.

Fonte: Promoview